segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Irmãos do Brasil visitam Loja em Santa Cruz de La Sierra Bolivia.

Reunião da ARLS Os Templários nº 2722 – GOB-SP, do Oriente de São Paulo com a Loja “Caridad y Tolerancia nº 30” de Santa Cruz de La Sierra Bolivia.

“Quero expressar minha gratidão a todos Irmãos da Caridade e Tolerância, que de uma forma ou de outra, colaboraram com sua hospitalidade e suas participações para que nossa presença fosse mais do que um simples evento histórico da maçonaria sulamericana, alguns simplesmente participaram, outros foram visitantes, outros envolvidos com suas contribuições... Sabendo que não haverá maneira de agradecer o sacrifício e esforço, eu quero sintam que a meta alcançada também é nossa e que a força que nos ajudou a conseguir êxito foi com o seu grande apoio. Naturalmente, a minha saudação especial aqueles que estão envolvidos de forma mais intensa e com a alma. A todos, Reitero meus sinceros agradecimentos.
Isso também vale para todos os Irmãos da Loja Templários.”
Fraternalmente,
Luiz Marcelo Aiello Viarengo
VM.'. ARLS.'. "Os Templários n° 2722" do Grande Oriente de São Paulo

A comitiva do Brasil foi encabeçada pelo nosso querido Irmão Luiz Marcelo AielloViarengo, VM∴ ARLS∴ "OS TEMPLARIOS N° 2722"; Ir∴ Silvio Simões Vaz; Ir∴Wanderley Balsalobre; Ir∴ Fernando Aparecido Gonçalves da Silva; Ir∴ Alceu Eder Massucato; Ir∴ Carlos Eduardo Witte; Ir∴ Marcio José Valentim; Ir∴ Dirceu Luiz Correia Jr.; Ir∴ Wesley Cristiano Ruiz; Ir∴ Anderson de Sá Villela de Oliveira; Ir. José Blasco, da ARLS∴ Colunas de Akhenaton n° 603 - GLESP; Ir∴ OSMAN B. F. MONTALVAN FILHO Secretario de Recepção e Relações Internacionais, junto ao GOSP, representando o nosso querido Em∴ Benedito Marques Ballouk Filho, Grão Mestre, do Grande Oriente de São Paulo.
No dia 27/09(domingo) Sob a condução do VM∴ Jose Antonio Perez Quiroga, tivemos um Churrasco de confraternização (Clube Maçônico de SCZ) patrocinado pela RLS∴ “CARIDADE & TOLERÂNCIA” n° 30 (Irmãos, cunhadas e sobrinhos), e ainda a nossa participação de uma ginkana maçônica...

Uma data para comemorar e eu quero compartilhar com vocês.
Um abraço fraterno.

Sebastian Rojas M:.M:.
RLS∴ “CARIDADE & TOLERÂNCIA” n° 30


































domingo, 18 de outubro de 2009

Uma Teoria da Conspiração Maçônica e Michael Jackson

Jacko sob os cuidados do médico que...
Não poderia prescrever medicamentos para a tosse

E você pensou que nunca iria ler uma história de Michael Jackson aqui?


Parece que Jackson tinha um médico residente, o Dr. Conrad Murray, que está no centro da controvérsia sobre as injeções de drogas, e é acusado de ser Maçom.
O dinheiro foi uma das principais razões para Murray decidir ir em turnê com Jackson, diz o Rev. Floyd Williams, 80, que é amigo de Murray e paciente. Murray tinha desenvolvido a expansão de um brilhante negócio de recepção - ele estava aproveitando a oportunidade para ver os pacientes em Nova York e Washington, enquanto construía sua fama em Las Vegas. Há três anos, Murray se juntou a Maçonaria, a sociedade internacional fraternal que remonta ao início do século 17. Seus amigos dizem que esta nova rede fez seu negócio crescer.
Observe o que parece ser um colar de um oficial maçom está descansando sobre os ombros de Murray. Não há nenhum conhecimento neste momento se ele é membro de uma Loja do grupo principal, uma Loja Prince Hall, ou uma das centenas de Lojas literalmente irregulares, Lojas não reconhecidas que estão espalhadas por todo o país. O grupo de pesquisa Prince Hall, “Phylaxis Society's Commission” (Comissão de Profilaxia) indica que na 'lista falsa' da Maçonaria, há pelo menos, oito Grandes Lojas irregulares, não reconhecidas com endereços de Las Vegas. Ninguém sabe ainda, mas estou certo de que as organizações de notícias do mundo estão na pista.
O advogado de Murray Ed Chernoff liberou a foto completa do médico com seu colar Maçônico, com a leitura da legenda "Dr. Murray foi um maçom de três anos" no site do escritório de advocacia. Mas depois de várias semanas, desde que esta história vazou ninguém no Grupo Principal ou Prince Hall da comunidade maçônica tem sido capaz de determinar a sua adesão.

Tudo isto está no livro Teorias conspiratórias e Sociedades Secretas For Dummies, de Christopher Hodapp.

Christopher L. Hodapp é o editor do jornal " Journal of The Masonic Society." Ele é o autor de "Maçons For Dummies" e "Os construtores de Salomão: Franco Maçons, fundadores e os segredos de Washington, DC" Ele é o co-autor com Alice Von Kannon de "O Código Templário For Dummies" e "Teorias da Conspiração e Sociedades Secretas For Dummies. "Ele apareceu no History Channel falando sobre o tema da Maçonaria e seu papel na fundação dos Estados Unidos e do edifício de Washington, DC. Hodapp gastou mais de vinte anos de editando, escrevendo e dirigindo como cineasta comercial. Seu novo livro, "Decifrando The Lost Symbol," de Dan Brown, que fala sobre maçonaria, deve sair em Novembro de 2009.
Chris vive, em Indianápolis, Indiana.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Casa do Maçom "João Baroni"

A Casa do Maçom "João Baroni", uma iniciativa da Augusta e Respeitável Loja Simbólica Fraternidade Paulista, GOP-COMAB, já começou a receber pacientes de várias cidades do país. O espaço, inaugurado na manhã de domingo, 27 de abril de 2008, oferecerá hospedagem a maçons e familiares de todo o Brasil que passam por tratamento no Hospital de Câncer da Fundação Pio XII de Barretos. Está localizada na rua Paraguai, nº 1.800 a cerca de 800 metros do Hospital.
A cerimônia de inauguração reuniu representantes das Maçonarias de vários estados, entre eles os Grãos-Mestres José Maria Dias Neto, do Grande Oriente Paulista, Benedito Marques Ballouk Filho do Grande Oriente de São Paulo, Luiz Flávio Borges D'Urso, Presidente da OAB de São Paulo e representante do Grão-Mestre da Grande Loja; Rogério Ferreira da Silva, Venerável Mestre da Loja Maçônica Fraternidade Paulista, além de autoridades locais, como o Prefeito Emanoel Carvalho e Secretários, bem como membros das várias Lojas Maçônicas de Barretos. A faixa da inauguração foi descerrada por Adolpho de Almeida Fernandes, Maçom há vários anos na Fraternidade Paulista. Padre Desumar fez a bênção da moradia. "Este é um projeto que contou com o apoio das Lojas Maçônicas de todo o país", destacou Rogério.
A casa é formada por onze apartamentos totalmente mobiliados, apropriados para receber pacientes com acompanhantes.
Cinco deles são adaptados para cadeirantes. O espaço conta ainda com recepção, lavanderia, área de convivência, sala de TV, cozinha e refeitório, num terreno de 1.100 m2, com total de 460 m2 de área construída.
A casa, concebida com base nos símbolos usados na Maçonaria (esquadro, compasso e régua), foi projetada pelo o engenheiro André Ponciano, colaborador do projeto.
A construção foi realizada no período de dois anos. A pedra fundamental foi lançada no dia 23 de abril de 2006.
Após a inauguração foi servido um almoço no Berrantão do Parque do Peão, onde várias homenagens foram prestadas a todos aqueles que incentivaram e contribuíram para a edificação da casa. "Queremos agradecer a ajuda e o apoio que tivemos, conseguimos com esta casa unir ainda mais todos os maçons, de todas as potências e de todos os estados em único ideal", destacou Rogério.
CASA MAÇOM "JOÃO BARONI"
RUA PARAGUAI NUMERO 1800
BAIRRO NOVA AMERICA
CEP:14783-171 - BARRETOS - SP
Telefones:(17)33257522,TelefonePúblicointerno.(17)33230565
e-mail: casadomacom@barretos.com.br
PARA SUAS DOAÇOES:
Banco do Brasil Agência: 0031-0 C/C: 32542-2

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

ARLS União, Força e Trabalho nº 3266 do GOB-MS, distribui brinquedos

A ARLS União, Força e Trabalho nº 3266 do GOB-MS, do Oriente de Campo Grande/MS, esteve neste ultimo dia 10 de outubro de 2009, no Jardim Fluminense, periferia da cidade, na residência do Sr. Idelbrando, situada na Rua Jeotica nº 04, onde este senhor e sua esposa, que são pessoas que se doam aos mais carentes e necessitados, sempre pensando no seu próximo, distribuem um sopão, aos sábados, em sua humilde residência. Os ingredientes do sopão são produtos de doações de pequenos comerciantes e pessoas que estão sempre a colaborar com eles, inclusive algumas entidades filantrópicas.Para se ter uma idéia da situação, conta o Sr. Idelbrando que recebeu em doação um fogão industrial, só que como não tem como adquirir o gás, o mesmo passou este fogão para a creche do bairro, pois a lenha que durante a semana ele recolhe pela vizinhança não tem custo nenhum.Neste dia foram distribuídos seiscentos brinquedos para as crianças da comunidade, junto com os brinquedos também foram distribuídos um kit doce, com várias guloseimas. Praticamente todos os Irmãos e cunhadas tiveram participaçãoseja no dia da distribuição ou na compra dos brinquedos ou na organização, na embalagem etc...Esta atitude de distribuir brinquedos no dia das crianças vem do coração de cada Irmão que sente em seu intimo a necessidade de fazer alguma coisa pelo seu próximo. Para o Venerável Mestre Irmão Alcir Caramalac é objetivo da Loja fazer desse evento uma tradição, agregando outros itens na distribuição como roupas e outros itens de uso pessoal às comunidades carentes da nossa cidade.
Irmão Flávio Antonio de Souza



















































quarta-feira, 14 de outubro de 2009

SURGIMENTO DA ORDEM MAÇÔNICA DO TEMPLO E CAVALEIROS TEMPLÁRIOS

Não é conhecida nenhuma evidência histórica que liguem os Cavaleiros Templários medievais e o Templarismo maçônico, nem as organizações Maçônicas de Cavaleiros Templários reivindicam qualquer ligação direta com a organização medieval original dos Templários.

A Ordem está aberta a Mestres Maçons que acreditem na Santíssima Trindade e que foram exaltados num Capítulo do Santo Arco Real.

O candidato deve ser regularmente proposto e apoiado em um Preceptório, e uma vez instalado (Iniciado), torna-se um Cavaleiro da Ordem do Templo.

História da Ordem dos Templários
A Ordem medieval original dos Cavaleiros Templários foi criada após a Primeira Cruzada, e existiu entre 1118 e 1312, para proteger os peregrinos que viajavam entre a Europa e a Terra Santa. Eles faziam voto de pobreza (que era raro para cavaleiros) e abasteciam-se de um cavalo, armadura e armas. Seu selo mostra dois cavaleiros em um cavalo para mostrar como eles eram pobres.

A Ordem se tornou uma instituição de caridade favorecendo toda a cristandade, e cresceu rapidamente em quantidade de membros e poder. Os Cavaleiros Templários, em seus característicos mantos brancos com uma cruz vermelha, estavam entre as mais qualificadas unidades de combate das Cruzadas. Devido à sua defesa desinteressada da Terra Santa e os seus votos monásticos, acumularam uma grande fortuna através de doações de seus benfeitores agradecidos. Uma vez que os cavaleiros tinham feito voto de pobreza, eles re-investiam o dinheiro e os membros não combatentes da Ordem conseguiram uma grande infra-estrutura econômica junto à cristandade, inovando com técnicas financeiras que eram uma forma inicial da atividade bancária, e construção de fortificações em toda a Europa e muitas na Terra Santa. Eles logo formaram um exército e uma frota de navios, bem como acumularam dinheiro em excesso.

A existência dos Templários era estreitamente ligada as Cruzadas, quando a Terra Santa foi perdida, o apoio da Ordem foi reduzida. Rumores sobre a cerimônia secreta de iniciação dos Templários criou desconfiança e o Rei Filipe IV de França, profundamente em dívida para com a Ordem, se aproveitou da situação. Em 1307, muitos dos membros da Ordem na França foram presos torturados para darem falsas confissões, e, em seguida, queimados na fogueira. Sob pressão do Rei Filipe o Papa Clemente V dissolveu a Ordem em 1312. O súbito desaparecimento de uma parte importante da infra-estrutura européia deu origem a especulações e lendas, que têm mantido o nome "Templário" vivo nos dias de hoje.

Em 2002, um documento conhecido como o "Pergaminho de Chinon" foi encontrado nos arquivos secretos do Vaticano. É um registro de 700 anos do julgamento dos Templários e mostra que o Papa Clemente V absolveu os Templários de todas as heresias em 1308 antes de formalmente dissolver a Ordem em 1312. Hoje a posição da Igreja Católica Romana é que a perseguição medieval dos Cavaleiros Templários foi injusta, que não havia nada de intrinsecamente errado com a Ordem ou a sua regra, e que o Papa Clemente foi pressionado em suas ações pela magnitude do escândalo público e dominando a influência do rei Filipe IV.

História Maçônica da Ordem do Templo
Os primeiros maçons especulativos foram, provavelmente, todos cristãos e isso era uma coisa natural. Embora as "Constituições" de 1723 e 1738 abrirem a porta da Maçonaria inglesa para "todos os homens bons e verdadeiros" que não são "ateus estúpidos", por volta de 1740, os Ritos Maçônicos Cristãos começaram a aparecer na França e, possivelmente, também na Inglaterra.

A maior parte desses ritos eram "cavalheirescos", e pelos vestígios de 1770, cerimônias dos Templários-Malta chegaram à Inglaterra. Estes foram originalmente trabalhados como um único grau, eventualmente em associação com outros com os quais estamos familiarizados hoje, e as cerimônias aconteciam em "Acampamentos" derivados de Capítulos do Arco Real no âmbito da Grande Loja dos 'Antigos'. Em 1791, provavelmente sete (há alguma dúvida sobre o número exato) destes Acampamentos se uniram para formar um Grande Conclave sob o governo de Thomas Dunckerley.

Após a união dos "Antigos" e os "Modernos" em 1813, o duque de Sussex se tornou o Grão Mestre, mas foi apenas após sua morte em 1843 que as Ordens floresceram com vigor renovado. Mais tarde os "Acampamentos" ficaram conhecidos como 'Preceptórios', e o 'Grande Conclave' mudou seu nome para "Grande Priorado", este último é, após a Grande Loja, a mais antiga autoridade maçônica estabelecida na Inglaterra. Ele preside mais de 600 Preceptórios na Inglaterra e no exterior, cada um dos quais (com exceção de 'Baldwyn' em Bristol e "Antiquity" em Bath) funciona com “ritual oficial”, e estão agrupados em 39 Priorados Provinciais.

Ordem de S. João de Jerusalém, Palestina, Rodes e Malta

Uma vez que se é um membro da Ordem dos Cavaleiros Templários o Cavaleiro é elegível para participar da Ordem de S. João de Jerusalém, Palestina, Rodes e Malta, e assim se tornar um membro das Ordens Unidas. Antes de receber "o grau de Malta”, uma curta introdução ao grau de Cavaleiro de São Paulo é conferida, baseado na história de São Paulo e sua viagem à ilha de Malta. Os candidatos para os Cavaleiros de Malta recebem, então, "o passe do Mediterrâneo", para que os peregrinos possam distinguir um do outro aqueles que tentaram barrar a passagem para a Terra Santa. A cerimônia principal de Malta ocorre em uma Casa do Capítulo da Ordem, e durante a cerimônia, a história da Ordem é explicada, incluindo a fusão com a Ordem dos Templários e sua chegada a Malta em 1530.

A Ordem dos Cavaleiros de São João foi originalmente fundada em Jerusalém durante a primeira Cruzada pela associação de muitos cavaleiros piedosos com os Irmãos do Hospital de S. João, um estabelecimento previamente fundado ,em 1048, para o alívio de peregrinos visitavam a Terra Santa. Mais tarde fundou o que talvez seja sua memória mais conhecida, o Hospital de São João de Valeta, em Malta, que ainda é capaz de ser visitado e visto hoje. Cada Preceptório tem um Priorado de Malta anexado a ele, mas nem todos os Priorados realizam a cerimônia de Malta completa.

Fonte: Priorado Provincial de Sussex
Kt Luiz Adive Palmeira, Membro do RIO DE JANEIRO PRECEPTORY Nº 532 (under the autority of de Great Priory of England)

No Brasil temos Preceptórios no Rio de Janeiro, RIO DE JANEIRO PRECEPTORY Nº 532, SÃO SEBASTIÃO PRECEPTORY Nº 636, São Paulo, CRUX MERIDIONALIS Nº 412, CAMPOS SALLES PRECEPTORY Nº 639, Vitória-ES, ESPIRITO SANTO PRECEPTORY Nº 635 e Florianópolis-SC, SANTA CATARINA PRECEPTORY Nº 634, ligados à Inglaterra.
Todos esses Preceptórios fazem parte do Priorado Provincial da América do Sul, cujo Prior Provincial é R.E.Kt. John Collakis.








No âmbito do Grande Oriente do Brasil funciona o GRANDE PRIORADO DO BRASIL – GOB cujo titulo completo é Unificadas Ordens Religiosas, Militares e Maçônicas do Templo e de São João de Jerusalém, Palestina, Rhodes e Malta do Brasil.
Hoje o Grão Mestre dos Templários é o Irmão Manoel de Oliveira Leite, e o Senescal o Irmão Mario Sergio Nunes da Costa. São Past Grãos Mestres Francis McCormick, Marcos José da Silva e Santiago Ansaldo de Aróstegui de Lerin y de Contreras. O Grande Priorado do Brasil parcipou em setembro de 2009 da Conferência Trienal dos Cavaleiros Templários que foi realizada em Winchester, antiga capital da Inglaterra. A Ordem tem tido franco progresso com a consagração de inúmeros Preceptórios pelo Brasil.






terça-feira, 13 de outubro de 2009

Cavaleiros Templários e 13 de outubro de 1307.

"Uma coisa amarga, uma coisa lamentável, uma coisa horrível de pensar e terrível para ouvir, um crime abominável, um ato execrável mal, uma obra abominável, uma desgraça detestável, uma coisa totalmente desumana, externa a toda a humanidade, tem, graças aos relatos de várias pessoas dignas de fé, chegado a nossos ouvidos, não sem impressionar nos com grande espanto e fazendo-nos tremer de terror violento, e, como nós consideramos a sua gravidade uma dor imensa se levanta em nós, ainda mais cruel porque não há dúvida de que a enormidade do crime transborda, a ponto de ser uma ofensa à majestade divina, uma vergonha para a humanidade, um exemplo pernicioso do mal e um escândalo universal."


Assim começa a ordens secretas do rei Filipe, o Belo aos seus senescais para a prisão dos Templários dentro de seu território em 13 de outubro de 1307.

A prisão dos templários pelo rei Filipe neste dia 702 anos atrás era o começo do fim para os monges guerreiros que tinham atingido o auge do poder da cristandade. Os cavaleiros templários, sargentos, os administradores e sacerdotes foram presos simultaneamente em todo o país, embora muitos escaparam com a frota dos Templários e do tesouro do Templo, tendo desaparecidos, na noite anterior, sem deixar vestígios para a história, ou simplesmente ocultaram-se no meio da população. Depois de um pouco de tortura da Inquisição, a confissão veio rapidamente, confirmando os atos mais sórdidos de heresia, profanação da cruz, certos atos sexuais e adoração de um chefe misterioso conhecido como "Baphomet. Os templários foram queimados.
Vários dos historiadores maçônicos e Templários estabeleceram a teoria de que a superstição da sexta-feira 13 e a associação como sendo um dia de azar pode traçar suas origens até as prisões dos templários:

"E assim foi na madrugada do dia seguinte, sexta-feira o décimo terceiro em outubro de 1307, que quase todos os cavaleiros templários, padres, sargentos, e criados na França, foram presos e postos em cadeias. A Ordem de prender o Templo de Paris foi liderada pelo chanceler do rei, em pessoa, provavelmente para garantir sucesso. A data foi para sempre considerada como um tempo sinistro, mas, embora para o resto do mundo poderia ter se tornado uma superstição divertida, para os Templários, que sexta-feira o décimo terceiro dia foi o mais azarado desse ou de qualquer outro ano. A tortura começou no mesmo dia. "
Dungeon, Fire and Sword:
The Knights Templar in the Crusade
John J. Robinson

"Quando [Jacques] de Molay foi preso naquela noite, não havia como ele saber que pouco antes do amanhecer do dia seguinte iria ocorrer um evento de dimensões tão impactantes que a data, sexta-feira 13, que viveria durante séculos na mentes de milhões como o dia mais azarado do ano. "
Born in Blood:
The Lost Secrets of Freemasonry
John J. Robinson

"devemos lembrar que o Templo era, com a única exceção feita ao papado, a instituição mais importante, mais poderosa, mais prestigiada, e aparentemente, a mais inabalável de sua época. Na ocasião do ataque de Philippe,ela já tinha perto de dois séculos de existência e era tida como um dos principais pilares da cristandade ocidental. Para a grande maioria de seus contemporâneos, ela parecia tão imutável, tão duradour e tão permanente como a própria Igreja. Parecia que um edifício assim jamais poderia ser tão sumariamente demolido, estando tão fortemente fundamentado nas crenças e nos alicerces da época. Por isso, por exemplo, Dante, em sua "A Divina Comédia", expressa o seu choque e sua simpatia pelos perseguidos 'Mantos Brancos ". Na verdade, acredita-se que a superstição que acompanha as sextas-feiras 13, dando-lhes o estigma de ser um dia de azar, tenha se originado do dia 13 de outubro de 1307, dia em que Philippe deflagrou seus primeiros ataques"
The Temple and the Lodge he Temple and the Lodge
Michael Baigent and Richard
(Publicado no Brasil pela Editora Madras – O Templo e a Loja, o surgimento da maçonaria e a herança templária)

"Eventualmente, após os Templários terem sido expulsos da Terra Santa, eles montaram a sua sede em França. Mas por volta de 1306, Philip IV de França (Filipe, o Belo) com medo de seu crescimento, tentou destruí-los, esperando também confiscar os seus tesouros . Na sexta-feira 13 de outubro de 1307, Philip tinha todos os Templários em França presos. Este é dito ser a origem da superstição de que a má sorte cai em todas as sextas-feiras 13 ".
New World Order:
The Ancient Plan of Secret Societies
William T. Still

Agora, as pessoas com stress, pela data, não precisam ter um medo irracional da data. Podem ter um medo racional mesmo.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Augusta Loja de Perfeição Acácia do Sul, do Vale de Mundo Novo/MS

A Augusta Loja de Perfeição Acácia do Sul, do Vale de Mundo Novo, iniciou nesta ultima sexta-feira, 09 de outubro, mais 7 Irmãos no Grau 4 do Rito Escocês Antigo e Aceito e elevou 6 Irmãos ao Grau 9.
As cerimônias foram dirigidas pelo Irmão Angelo Rosseto, Presidente da Loja de Perfeição. Foram iniciados no Grau 4 os Irmãos Ricardo Eloi Schunemann, Álvaro Stradiotti, José Roseno dos Santos, Zilmar Cavalcante de Araújo, Valentim da Silva, Erlon Fernando Possa Daneluz e Odair Tombosi Leite. Foram elevados ao Grau 9 os Irmãos Rodrigo José Peruzzo, José Augusto Consalter Merissi, Paulo Cesar Monteiro Ayres, Celso Maciel da Veiga, Flademir Carnizella da Rosa e José Vicente dos Santos, dos Vales de Mundo Novo, Itaquirai, Navirai e Sete Quedas.
As sessões contaram com a presença do Poderoso Irmão Benilo Allegretti, Delegado Litúrgico da 27.1 Delegacia Litúrgica do Supremo Conselho do Brasil do Grau 33 para o Rito Escocês Antigo e Aceito e sua comitiva composta pelos Irmãos Vidal Greffe, Presidente do Capitulo Rosa Cruz Aurora II, Campo Grande/MS, Joaquim da Silva Santos, Presidente da Loja de Perfeição Pharol do Sul, Campo Grande/MS, Mario Pereira da Silva, Tesoureiro da Delegacia 27.1 e Luiz Adive Palmeira, Tesoureiro Adj. da Delegacia 27.1.
Para o Irmão Angelo Rosseto, a Iniciação desses novos Mestres Secretos vai dar um novo animo à Loja de Perfeição, que este ano completa 17 anos de existência.
O Poderoso Irmão Benilo Allegretti, deu as boas vindas aos Irmãos aos Graus do Supremo Conselho do Brasil, dizendo que o Rito Escocês é um sistema e deve ser praticado em todos seus Graus. Condecorou a Loja Estrela da Fronteira nº 2024 com a Medalha Vermeil do Supremo Conselho do Brasil pelos 25 anos, comemorados em 2003.
Trouxe ao Irmão Angelo Rosseto, a medalha de Grande Reconhecimento Maçônico outorgada pelo Supremo Conselho do Brasil, pelos relevantes serviços prestados a Loja de Perfeição Acácia do Sul por mais de 15 anos.
Ao final dos trabalhos foi oferecido aos Irmãos um delicioso jantar no salão social da Loja.
































domingo, 11 de outubro de 2009

É POSSÍVEL RESPONDER CONCLUSIVAMENTE SOBRE QUAL SÃO JOÃO É O PADROEIRO DA MAÇONARIA?

Pode parecer estranho que o título deste artigo seja finalizado com uma interrogação, sobretudo quando o mesmo refere-se a uma questão tão substantiva quanto é a desse enunciado. Seria lógico pensar que a seleção de um padroeiro/patrono por uma comunidade ou instituição refletiria um consenso claro e partilhado entre os integrantes da mesma, que, portanto, o significado e o conteúdo dessa escolha não deixaria espaço para dúvidas, afinal, essa seria uma opção que espelharia um critério identitário, uma convicção, um modelo aglutinador. No entanto, na Maçonaria, não é isso o que ocorre, apesar de haver aqueles, talvez muitos, que tenham essa questão como definitivamente resolvida.Todavia, os fatos nos mostram ser essa uma decisão um tanto apressada.
Para escrever este breve artigo consultei mais de vinte textos (as referências bibliográficas podem chegar a centenas), escritos por distintos autores, e, a exemplo de outros símbolos da cultura maçônica, as interpretações do significado simbólico desse elemento ritualístico são variadas e até discordantes.
Essa polêmica teve sua origem no panteão de santos portadores dessa nomenclatura, ou seja, conforme a listagem adotada existe, na hagiografia, mais de trinta personagens intitulados São João, seguidos de algum adjetivo; São João Batista, São João Evangelista, São João Esmoler, São João de Jerusalém, São João de Acre, São João da Escócia, São João Nepomuceno, etc. Cada um desses santos possui seus atributos virtuosos, espirituais, caritativos, etc, que se encaixariam perfeitamente nas postulações comportamentais e existenciais recomendadas pela Maçonaria. Por outro lado, um número menor de autores maçons, mais alinhados com o Rito Moderno, advoga que, sendo a Maçonaria uma instituição não religiosa, eclética, não seria correto determinar um santo católico como padroeiro/patrono da instituição, pois haveria aí um “dirigismo” que poderia incomodar os devotos de outros sistemas religiosos não-católicos.
No dia 25 de junho de 2008, portanto um ano atrás, o Boletim do GOB/MS publicou um artigo intitulado “Por que São João, nosso padroeiro” de autoria de José Castellani. Esse artigo foi selecionado na literatura maçônica pelo Ir:. Vilmar Benites e expôs os argumentos utilizados pelo consagrado autor maçônico para sustentar o ponto de vista de que o São João, padroeiro da maçonaria, subentende uma duplicidade, isto é, na verdade essa expressão refere-se ao São João Batista e ao São João Evangelista. Porém, esse ponto de vista não é consensual entre os autores maçons.
Neste artigo não pretendemos assumir uma posição, e sim, apenas, problematizar a questão, já que sendo este veículo o boletim oficial do GOB/MS, devemos respeitar a pluralidade de opiniões. Para não abrir brechas para o totalitarismo, optamos, somente, por expor os fundamentos das principais vertentes interpretativas, sugerindo assim que cada leitor aprofunde suas leituras e construa sua própria versão.
Retomando os textos consultados, verificamos que a tendência majoritária dirige-se para o modelo interpretativo que vê São João Batista como o padroeiro da Maçonaria. Esse olhar elenca como argumentos principais algumas evidências, tais como: a fundação da Grande Loja de Londres, deu-se no dia 24 de junho de 1717, dia em que se comemora o nascimento de São João Batista (descendente direto do irmão de Moisés, Aarão) e também o solstício de verão no hemisfério norte, portanto um culto ao dia mais ensolarado do ano, à luz solar - o Templo Maçônico é uma reprodução arquitetônica da mecânica celeste; 24 de junho é a data oficial e convencional para a posse de Veneráveis Mestres das Lojas e dos Grão-Mestres das Potências ; em sua pregação eremita, no deserto (simbolicamente, a falta de sentido, o vazio da vida no mundo profano [simplicidadeXconsumismo] que leva à solidão), São João Batista adotava procedimentos ritualísticos iniciáticos, pregava o Amor Fraternal, foi São João Batista que batizou/iniciou Jesus, seu primo, nascido seis meses após o seu misterioso nascimento (a vinda de São João Batista ao mundo, também foi anunciada por um anjo, para pais muito idosos que não acreditavam mais ser isso possível) no solstício de inverno, Aquele que veio para trazer a Luz no dia mais escuro do ano, realizando, assim, o ciclo do nascimento, da morte, da ressurreição – Jesus viveu mais três anos após o batismo; São João Batista, foi o último sacerdote (mestre) do Antigo Testamento, mas também foi o elo de ligação do Antigo com o Novo; São João Batista era um contestador implacável dos desvios da pureza dos ensinamentos do Antigo Testamento, do que seria o justo, atacando, sobretudo, a classe sacerdotal judaica corrompida pela promiscuidade palaciana de Herodes – São João foi, por isso, decapitado, mas não abriu mão de seus princípios, o sinal de ordem do aprendiz pode ser interpretado como um simbolismo desse gesto; no processo movido contra os Templários, o culto secreto à uma cabeça foi uma das acusações da Inquisição Papal contra eles; enfim, as interpretações simbólicas da vida de São João Batista e suas aplicações na cultura da Maçonaria são ilimitadas, daí a sua força e conquista de inúmeros adeptos.
Provavelmente a segunda vertente predominante é aquela que advoga que o São João padroeiro da Maçonaria é o São João Evangelista. Nascido em 27 de dezembro, nos remete novamente ao solstício do inverno. Este Santo, irmão de Tiago, primo e apóstolo preferido de Jesus. Quarto e o mais místico dos evangelistas, autor do Livro do Apocalipse, único apóstolo presente ao pé da Cruz, recebeu a incumbência de Jesus de cuidar de sua Mãe, Maria. Testemunhou a Ressurreição foi o último dos doze apóstolos a partir para o Oriente Eterno, fez de sua vida evangelizadora a materialização do Amor Fraternal, idéia que ele cunhou na sua fala “Sermos irmãos, colocando-nos a serviço uns dos outros”. O caráter esotérico de seu Evangelho, ao mesmo tempo, considerado o mais fiel aos fatos, permite múltiplas interpretações, vinculando-as ao simbolismo empregado na Maçonaria.
A terceira tendência interpretativa, não é tão abrangente quanto as anteriores, porém foi popularizada, entre nós, maçons brasileiros, por um autor maçom consagrado no universo literário maçônico nacional, José Castellani. Esse escritor defende um ponto de vista que engloba as duas opções anteriores, ou seja, para ele o fato de nos rituais o termo São João aparecer sem nenhum designativo o acompanhando, permite pensar que isso foi deliberado, isto é, uma insinuação de que esse simbolismo nos remeteria ao dualismo do piso mosaico, do tipo, verão/inverno, calor/frio, luz/escuridão, água/fogo (água-batismo/fogo-apocalipse), etc. Assim, os dois joãos seriam os padroeiros, tese, segundo ele, reforçada pelo fato de que no hemisfério sul as datas e os significados dos solstícios se inverteriam. Pode-se acrescentar a essas justificativas também o simbolismo do deus romano, Jano, o deus com duas faces olhando em direção opostas. Talvez esse simbolismo possa ter alguma relação com imagens encontradas em construções Templárias que representam cabeças humanas bicéfalas, ou até mesmo os dois cavaleiros templários montados no mesmo cavalo.
Após as opções acima enumeradas, o santo, São João Esmoler ou São João de Jerusalém é aquele que reúne mais adeptos como padroeiro da Maçonaria. Este santo, João, nascido em Chipre, no século VI da era cristã, portanto séculos antes da formação da Ordem Templária e das Cruzadas, abandonou a vida faustosa em que nasceu para se dedicar integralmente ao auxílio dos pobres, recolhendo esmolas e as redistribuindo entre os mais necessitados. Dirigiu-se a Jerusalém para orar ao redor do Santo Sepulcro e outros locais de peregrinação cristã na Terra Santa, onde também aí auxiliava com esmolas e outros tipos de ajuda os peregrinos que necessitavam de conforto material e espiritual. Por essa atividade religiosa e caritativa em Jerusalém, em auxílio aos peregrinos necessitados, São João Esmoler era um santo muito adorado pelos cavaleiros Templários, com o qual se identificavam. Essa devoção dos Templários a São João de Jerusalém pode ter sido introduzida na Maçonaria medieval durante o convívio desses cavaleiros com os maçons operativos no âmbito dos canteiros de obras das construções das magníficas catedrais góticas da Idade Média européia.
Nesta breve revisão bibliográfica é bem conveniente citar a opinião de dois dos mais consagrados pesquisadores contemporâneos da História da Maçonaria, os ingleses Christopher Knight e Robert Lomas, autores de obras que já se tornaram clássicos da literatura maçônica, entre elas, A Chave de Hiram. No livro, O Segundo Messias, traduzido e lançado no Brasil pela Editora LandMark, São Paulo, 2002, na página 84, esses autores se referem à questão de São João como padroeiro da Maçonaria da seguinte forma:
“(...) É interessante notar que a Grande Loja da Inglaterra foi estabelecida no dia de São João, em 1813. Existem dois dias dedicados a São João por ano, ambos muito importantes para a Maçonaria, e mesmo que isto possa parecer uma observação cristã, é atualmente encarado como um retorno ao antigo (possivelmente egípcio) culto ao sol. Estes dias sagrados correspondem aos festivais de solstícios de verão e inverno de um culto solar que foi absorvido pelo calendário cristão. O fato de ambos serem significativos para a Maçonaria indica uma origem que há muito se perdeu na memória.”
Finalmente, cabe falarmos ainda que existe algumas visões no interior da Maçonaria que interpretam o simbolismo de São João, na ritualística, como sendo um produto do sincretismo religioso, um gesto de cautela necessária na época do surgimento da maçonaria especulativa, no século XVIII, como forma de evitar conflitos com a Igreja, evitando assim a acusação de que os maçons seriam adeptos de cultos solares.
Concluímos este artigo endossando o ponto de vista do Ir;. Charles Evaldo Boller, que, assim se expressou no site “Segredo Maçônico”, editado em setembro de 2008: “O véu que encobre a intenção da mensagem simbólica da Maçonaria só e revelado para aquele que tem olhos bem abertos, e, com denodo, perspicácia e isenção a estuda. A cada passo, um mesmo símbolo ou personagem se transforma em idéia totalmente diferente da primeira intuição. (...) Definir São João, na Maçonaria, é pura especulação” .
Campo Grande, 24 de junho de 2009.
Gilson Rodolfo Martins – A:.R:.L:.S:. “Generosidade Amor”, Oriente de Anastácio/GOB-MS.

sábado, 10 de outubro de 2009

I Congresso Maçônico Boliviano “MASONERIA, SOCIEDAD Y DEBERES HUMANOS”

O propósito do I Congresso Maçônico Boliviano “MASONERIA, SOCIEDAD Y DEBERES HUMANOS” (A MAÇONARIA, SOCIEDADE E DEVERES HUMANOS" é criar um espaço para troca de idéias, opiniões e experiências entre os Irmãos Maçons participantes, esperando uma ação pró-ativa, em beneficio da sociedade em que vivemos.
O objetivo da conferência é promover a discussão através de seminários, integrando assim os irmãos de diferentes Orientes para se alcançar um objetivo comum. É também um objetivo importante que o Congresso se consolide como um marco de referência para a integração nacional e latino-americanos.