sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

História da Mística Ordem dos Profetas Veladores do Reino Encantado

A Mística Ordem dos Profetas veladores do reino encantado, (Mystic Order of Veiled Prophets of the Enchanted Realm – MOVPER), cujas lojas são chamadas de Grutas, é uma organização por e para mestres maçons. Embora não relacionados com a Maçonaria propriamente dita, sua composição é absolutamente restrita e exclusivamente para mestres maçons de boa reputação. Embora seja essencialmente uma organização para o bom divertimento saudável e lúdico, ela também tem seu lado sério. Seu slogan é BOM COMPANHEIRO, e em contato com o nosso próximo, este princípio é exemplificado e acentuado com um grau.
Durante alguns anos antes de 1889, vários membros da Hamilton Lodge Nº 120,de Franco Maçons Livres e Aceitos , em Hamilton, Nova York, propos o relaxamento dos deveres ásperos de vida, mantendo ocasionais reuniões informais para se divertir e praticar bom companheirismo. O espírito chefe da diversão foi LeRoy Fairchild, e no verão de 1889, ele e um bando de seguidores dedicados descobriu o Reino Encantado em que, ao entrar com música e risos, eles e seus sucessores encontraram uma rica herança. A primeira reunião desta organização foi realizada no dia 10 de setembro de 1889. Foi decidido nesta reunião que os membros da organização se deve limitar aos Mestres Maçons em boas condições.
Parecia ser a altura de sua ambição criar piadas uns sobre os outros. Depois de uma reunião do Cyrus Chapter #50, realizada em outono de 1886. Dezessete membros planejavam conferir o Grau do Real Arco. Este evoluiu para reuniões mensais. Havia muitos contos de brincadeiras e travessuras realizadas uns entre os outros. Eles não realizam as suas reuniões na Loja, mas o preferiam fazer em locais um pouco mais informais. Eram locais próximos e as mudanças eram marcadas por uma lanterna vermelha acesa ferrovia.
Um ritual foi escrito e eles começaram a acolher novos membros. Muitos maçons distintos entram no Reino Encantado e voltaram satisfeitos e encantados com o seu brilhantismo. A Ordem não poderia mais ser confinado a uma localidade e em resposta aos pedidos que não poderiam ser negados, no dia 13 de junho de 1890, a “FDC” devidamente fundamentada e firmada no Supremo Conselho da Ordem Mística dos Profetas Veladores do Reino Encantado. Os sete fundadores foram pilares de suas comunidades, o Fundador foi Chefe LeRoy Fairchid, dono de uma loja. Adon N Smith, dono de uma loja e presidente do Banco, seu irmão D Sidney Smith, um político local foi Grande Secretário por mais de 25 anos. William Eaton foi o último Contra-almirante da Marinha dos EUA. General William M. Westser, que serviu como ajudante do Governador de NY e foi presidente do Banco local. George Beal ocupou diversos cargos na vila e foi Chefe Postal do presidente Grover Cleveland. Dr. John McGregory foi professor da Universidade de Madison por 46 anos e serviu como o Grande Monarca, em 1908. É uma organização social para o Mestre Maçom e todos são bem-vindos ao nosso reino encantado. Ela encoraja a renovação do interesse pelas Lojas simbólicas, com suas atividades em processo. Enquanto não é e não tem nenhuma pretensão de ser uma parte da Maçonaria Simbólica, nós sempre temos em mente que nossa sociedade é composta inteiramente por mestres maçons.
O ritual é original e único. O cerimonial espetacular requer um elenco de trinta (30) ou mais, e oferece oportunidades ilimitadas em atividades no palco e em performances. Sua condição adequada requer de um grande palco, figurinos elaborados, e as configurações de palco. É misterioso, surpreendente e espetacular, com uma atmosfera persa. Embora imbuído de um espírito de diversão saudável, ensina uma lição muito séria, que permanece com o iniciado, incutindo nele um espírito de otimismo, um sentimento bondoso para com o seu irmão, e uma impressão de bom companheirismo, que é algo que devotamente desejado.
Através dos anos muitas grutas foram criadas nos Estados Unidos e Canadá. Sua composição inclui os maçons de todas as esferas da vida e luminárias, incluindo os Presidentes: Warren G Harding, Franklin D Roosevelt, Harry S. Truman e Gerald R Ford. Os fundadores criaram um ambiente altamente envolvente, bem sucedido para todos os Profetas e uma organização fraternal que passou de um século para outro, ainda assim, com os mais fortes sentimentos de Bom Companheirismo entre seus membros.




































quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

A ARLS Ponta Porã nº 2303 do GOB-MS promoveu a 1º Festa do Cupim Assado

Neste ultimo domingo, dia 29 de novembro de 2009, a ARLS Ponta Porã nº 2303 do GOB-MS do Oriente de Ponta Porã/MS, promoveu a 1º Festa do Cupim Assado.
O evento recebeu cerca de 300 pessoas, a renda obtida deverá ser revertida para a manutenção do patrimônio da Loja e parte para entidades, de que a Loja já é colaboradora, com Asilo dos velhos, Casa Lar e APAE.
Para o VM Irmão Fernando Segatel pelo sucesso obtido o evento deverá ser incluído no calendário permanente de promoções da Loja.


























































































































quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Notícias da passagem de um “cometa” sobre o Oriente do Vale do México

Gilson Rodolfo Martins[1]

Começarei este texto esclarecendo as aspas sobre a palavra cometa no título acima. No mês julho do corrente estive por alguns dias na Cidade do México participando de um evento científico, o Congresso Internacional dos Americanistas, que, neste ano realizou-se nessa cidade. Aproveitei essa oportunidade para conhecer um pouco sobre a Maçonaria desse país e visitar alguma Loja regular, com a qual o GOB mantém vínculos formais de reconhecimento mútuo. Foi assim que visitei a sede da Gran Logia Valle Del México, com abrangência maçônica sobre o Distrito Federal do México, a qual estão filiadas 357 Lojas regulares. Portador de uma carta de apresentação expedida pelo Grão-mestrado do GOB/MS, me dirigi aos dirigentes dessa Potência Maçônica sendo recebido fraternalmente pelo Muy Respetable Gran Maestro, Eduardo Atzayácatl Licona que, na ocasião, externou um TFA a todos IR:.:. do Oriente de Mato Grosso do Sul, bem como convidou-me para trabalhar em uma das oficinas que atuam naquele complexo maçônico. Assim, participei como visitante dos trabalhos da ARLS:. Eliphas Levi, número 191, que adota nos trabalhos o REAA. É a partir deste ponto que terá início a explicação anunciada acima. Na tradição desse Oriente maçônico, existe a figura do irmão visitante de outras lojas, que, como no nosso Oriente, recebe um tratamento convencional pré-estabelecido, porém quando o irmão visitante é oriundo de outro pais ou hemisfério ele é considerado mais que um visitante e sim, um corpo sideral que está, naquele momento, circulando naquele horizonte celeste, daí o figura simbólica do “cometa”. Entendem os irmãos desse Oriente que essa passagem de um corpo celeste oriundo de orientes longínquos é longa e penosa, daí, a necessidade de apoio e ajuda para continuar a trajetória astronômica de retorno ao Oriente de origem. Nessa linha de pensamento, a coleta do Tronco de Solidariedade que circulou na sessão onde este “cometa” se fez presente foi integralmente doada ao mesmo para que simbolicamente receba os fluídos da fraternidade universal necessários à continuidade da jornada estelar.Recebi fraternalmente a ajuda, porém, expus que, embora muito agradecido e respeitando essa singela demonstração de generosa hospitalaria, eu, por graça do G:.A:.D:.U:., não estava precisando, mas que aceitava me comprometendo a depositar a moeda cunhada ofertada integralmente no Tronco da próxima sessão em que estivesse presente em minha Loja. Ainda durante os trabalhos dessa ARLS:., recebi das mãos do Venerável, como mais um gesto de fraternidade maçônica, uma tela/pôster ilustrada com a imagem do ex-presidente do México, Don Benito Juárez[2], um dos mais importantes fundadores e Grão-mestres da
Maçonaria mexicana/americana, ofertada como símbolo da união indissolúvel da Maçonaria internacional aos obreiros da ARLS:. Generosidade e Amor, Or :. de Anastácio/MS, cujo quadro de obreiros eu integro. Esse quadro hoje está exposto no mural dessa Loja e assim deverá ficar para sempre como uma reverência à memória desse valoroso Ir:. mexicano. Nesse sentido, como reconhecimento e gratidão aos Ir:. mexicanos dessa Logia traduzi e faço publicar a seguir um texto referente ao significado e relevância histórica e maçônica de Benito Juárez.

Vigência do pensamento de Benito Juárez

Os povos fortalecem o espírito cidadão quando são conscientes de suas tradições e adquirem grandeza quando rendem homenagens ao espírito de seus antepassados, como o faziam os romanos ao evocar os seus lares (deuses domésticos, simbolizados por uma chama eternamente acesa no interior das casas - daí deriva a expressão “lar”). Comemorar é uma expressão sensível, representa uma das maiores dimensões humanas, porque significa render homenagens póstumas aos próceres que construíram o rosto e a alma da pátria mexicana, um desses rostos é o de Benito Pablo Juárez Garcia. Para os mexicanos, seu exemplo de vida, sustentado no esforço, na honestidade inquebrantável, na postura patriótica, na visão do futuro, segue marcando um caminho a seguir.Em nosso país e em boa parte do mundo, paradigmas definidos por Benito Juárez, como o federalismo, o desenvolvimento democrático, o estado laico, a divisão de poderes, a defesa da soberania e a independência das nações, a não intervenção e a autodeterminação dos povos, a resolução pacífica dos conflitos e, sobretudo, a aplicação da legalidade e a retidão do estado de direito, são plenamente atuais. As dimensões de Juárez no tempo e no espaço, se ubicam na política e em sua imagem de estadista e, se pretendemos fazer uma distinção entre estes conceitos, diremos que, como político, Juárez sabia ganhar eleições legitimando-se ante o povo do México, com o consenso e com a consciência e, como estadista, uniu a geração liberal mais inteligente do México moderno e preparou as gerações que sustentariam a defesa da pátria e a manutenção da dignidade nacional.As leis da Reforma são a expressão de uma inteligência que soube entender o contexto do tormentosos anos do século XIX, nos quais padeceu o México; para a sorte de nossa sociedade nacional, a justiça foi o valor que inclinou as mentalidades mais avançadas em nosso país a instrumentalizar a legislação da Reforma, sob três princípios que sempre direcionaram a prática de Juárez: a defesa da Constituição, a lei como postulado organizador do interesse público e a luta para que fosse o governo civil quem preservaria o interesse da nação.Para quem se pergunta se o pensamento de Benito Juárez é vigente, basta recordar que nosso México, agora como antes, é um lugar de desigualdades econômicas e sociais, onde tanto o poder – de qualquer índole - como a pobreza, se ajustam com dificuldade ao cumprimento geral das normas legais e, por consequência, a igualdade ante a lei é mais um desejo, apenas, que um valor entre a cidadania. Há foros implícitos que promovem a impunidade, e existe um costume centenário de administrar a lei, NÃO aplicá-la. O nosso é um estado de direito lamentavelmente débil, onde a lei é uma teia de aranha; como dizia José Hernandez, em Martim Fierro: “não tema o homem rico, nunca tema o que manda, pois a teia a rompe o bicho grande, na qual, só se emaranha os pequenos”. Em consequência, como o estado de direito não é confiável, a sociedade perdeu a confiança no governo. Por isso, que vemos continuamente os mecanismos da institucionalidade se deteriorar e a instabilidade e a violência são os mecanismos de pressão para lograr objetivos particulares a margem do direito.Nesse contexto, recordar a vigência de Juárez implica, em princípio, recordar o papel central que tem na sociedade o império da lei. A submissão ante a mesma, tanto do cidadão como das novas corporações e monopólios, é uma condição necessária para o desenvolvimento da modernidade: se a lei não tem aplicação geral ou se carece de mecanismos expeditos de aplicação, ou se a utiliza para atiçar o confronto político, ou se se negocia a sua aplicação, então, a impunidade e a vingança se desenvolvem, a seguridade se enfraquece e a sociedade se debilita.A vigência de Juárez o é também a de sua geração, com a que integrou o que agora se denomina uma classe política, a qual foi a que obteve logros substantivos para o interesse público. Quanto não faz falta uma classe política desse tipo, que defenda o interesse geral dos mexicanos dentro e fora do país; uma classe política que seja respeitada pelo reconhecimento de quem a integre, que sejam atores que lutem pelo interesse geral e porque eles mesmos estejam submetidos a lei; uma classe política que forme lideranças políticas que, como Juárez, se baseiem em nas virtude humanas e que por suas ações orientem a política ao interesse geral e a prestigiem.Juárez mesmo é um exemplo vigente do que pode alcançar a educação. Uma educação útil tinha que ser, em seu tempo, laica, e no nosso também: laica, gratuita e de elevada qualidade em todos os níveis; uma educação que fortaleça os valores civis e sociais, que articule a cultura e a ciência para descartar fanatismos e impulsione o conhecimento para o bem estar; uma educação que nos ensine o passado sem maniqueísmos teleológicos, que elimine o sentido de discriminação social, que introduza os valores da tolerância; e por último, que impacte a relação ciência-produção.A experiência mostra que viver respeitando e aplicando a lei tem sido um sonho social; sua falta de aplicação tem fundamentos culturais. Não basta que os princípios legais estejam consignados, com mais ou menos extensão, em diversos códigos políticos que tem o país, estes não têm podido, nem poderão arraigar-se à Nação enquanto que em seu modo de ser social se conservem os diversos elementos do despotismo, da hipocrisia, da imoralidade e de desordem que nos contrariam. São palavras de Juárez, palavras vigentes enquanto que muitos desses vícios ainda subsistem, e haverá que erradicar-los da forma de ser, forma egoísta de ser que arruína a pátria.Em assunto de legalidade, mentem-se uma vigência específica porque poderia eliminar a crença de que se é justo, membros da sociedade podem atuar justiceiramente; dizia Juárez: “Qualquer plano que se adote, qualquer promessa que se faça, saindo-se da lei fundamental, nos conduzirá inevitavelmente à anarquia e a perdição da pátria, sejam quais forem os antecedentes e a posição dos homens que a ofereçam”. Portanto, a arbitrariedade não pode ser fundamento de governo, porque ela diminui a confiança nas leis, alija a população de seu respeito, porque faz parecer normal afetar com suas ações o direito de terceiros.Benito Juárez sustentava que, seus esforços por defender a soberania e estabelecer a Reforma, valeriam se “todos os homens honrados e sinceros que, por fortuna, abundam todavia em nossa desgraçada sociedade, fossem recordados: esses homens desejavam o bem de sua pátria e faziam o quanto era possível para obtê-lo.”.Cento e trinta e seis anos depois, podemos rememorar a esse homem como ele o esperava. Foi um patriota que teve uma vida convulsionada, repleta de infortúnios e cheia de privações, porém sempre teve a firme convicção de lutar pelo bem da nação, pelo bem geral, homem moral, que não enriqueceu com o exercício do poder e viveu legal e modestamente.Nestes tempos modernos de vacilações ideológicas e políticas, o exemplo de Juárez cobra vigência, porque as leis da Reforma se lograram graças a essa visão e patriotismo, devemos admirá-la com resolução e firmeza, pois, sem as quais, teria sido impossível assentar as bases jurídicas do México Livre e Soberano. O pensamento liberal juarista significa para o país a força que forjou a estrutura e o modelo jurídico, político e social, que, apesar dos detratores de ultra-direita, segue tendo vigência e vigor na atualidade.Hoje, como ontem, existem pequenos grupos, com grandes recursos econômicos, que, vivendo de rancores históricos, alimentam um falso entendimento da história sobre a vida e a obra de Don Benito Juárez, porém é evidente que a história tem dado a cada um seu lugar. Juárez vive e seu exemplo se estende com o caudal generoso em cuja onda floresce a esperança do melhor amanhã para os mexicanos. É um dever patriótico preservar, respeitar e divulgar a vida e a obra do colosso Guelatao.
BELLO, Martín Alberto Dávila. Tradición Masónica : Vigencia del Pensamiento de Juárez. in: El Poder de La Razón, ano 1, número 2,– Edición de Gran Logia Valle de México. verano 2008, Ciudad de México. Tradução de Gilson Rodolfo Martins.
[1] M:.M:. , membro da ARLS Generosidade e Amor, Oriente de Anastácio/MS, membro da Academia Maçônica de Letras de Mato Grosso do Sul.
[2] Benito Juárez nasceu no interior do México, no início do século XIX, quando o México atravessava um período muito conturbado pela luta em prol da independência.Filho de uma família indígena muito pobre, ainda pequeno ficou órfão e foi adotado por uma família de pequenos proprietários. Teve uma infância marcada pelo trabalho precoce e árduo, o que temperou sua personalidade no sentido da justiça social. Quando adolescente, estudou com muita dificuldade e com recursos proveniente de seu próprio esforço, conseguindo, posteriormente ingressar na vida universitária, onde cursou Direito. Formado, atuou no serviço público e na vida política onde engajou-se na luta pela expulsão de forças estrangeiras (francesas, americanas e espanholas) que, aproveitando-se da desorganização institucional reinante no período pós-colonial, invadiram o país. Graças a sua formação erudita, a sua intransigência nos ideais políticos, a sua coragem como homem e cidadão, ascendeu na luta política de reconstrução do estado mexicano livre e soberano, chegando a ocupar a presidência da república mais de uma vez. Foi um dos fundadores e construtores da Maçonaria mexicana onde atingiu o status Grão-mestre Geral. Sem dúvida foi um dos maiores maçons americanos e como tal pautou toda a sua existência e ação no mundo profano.






























































































































terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Capítulos de Maçons do Arco Real de Mato Grosso do Sul promovem sessão de palestra

Neste ultimo sábado, dia 28 de novembro de 2009 os Capítulos Avalon n° 62, 8 de Maio n° 63 e Carlos Augusto Ramos Filho n° 64 de Maçons do Arco Real do Supremo Grande Capítulo do GOB, promoveram sessão para a palestra do Comp. Elcio Gonçalves de Oliveira que falou sobre os aspectos filosóficos do Arco Real. O Comp. Elcio disse da grande dificuldade de se encontrar, no Brasil, material para estudos do Arco Real, e que recomenda a leitura da obra Intitulada “Por dentro do Arco Real” de Richard Sandbach, da Madras Editora. A cerimônia ocorreu no Templo da ARLS Virtus ET Labor, 2386 do GOB-MS, , Rito de York (Ritual de Emulação) que é patrocinadora do Capítulo Carlos Augusto Ramos Filho nº63.
Para o Comp. Manoel Eduardo Sant’anna, do Capítulo 8 de Maio nº 63, que é membro de uma Loja do Rito Adonhiramita e cursa os Graus chamados filosóficos no Rito Brasileiro, as informações trazidas pelo Comp. Elcio foram que grande importância, uma vez que até o momento de sua vida maçônica não imaginava encontrar em uma Ordem esses aspectos da maçonaria.
Para o Primeiro Principal do Capitulo Avalon E. Comp. Vilmar Benites foi com grande alegria que dirigiu a sessão dos Capítulos e enalteceu a apresentação do Comp. Elcio.

O que é o Arco Real?
Trabalho elaborado pelo E. Companheiro Luiz Adive Palmeira, Membro do Capítulo Royal Edward 5566, de Maçons do Arco Real da Inglaterra, subordinado ao Grande Capitulo Distrital da América do Sul – Divisão Norte e Past Primeiro Principal do Capítulo 8 de Maio n° 63 de Maçons do Arco Real do Supremo Grande Capítulo do GOB..
Por mais de dois séculos, para a grande maioria dos Maçons de todo o mundo, o Arco Real tem sido o complemento indispensável da educação dos Mestres Maçons.
Na época em que a Maçonaria inglesa encontrava-se dividida em duas Grandes Lojas rivais, Laurence Dermott (1720-1791), o famoso Grande Secretário dos Antigos, dizia que o Arco Real era "a raiz, o coração e o cerne da Maçonaria". A Grande Loja dos Antigos, a Ancient Grand Lodge, praticava o Arco Real desde a sua fundação e o considerava tão importante que chegou a ser conhecida como a "Grande Loja dos Quatro Graus". Seu brasão, que só ostenta elementos simbólicos do Arco Real, mostra isso.
Quando veio a União das duas Grandes Lojas, dos Modernos e dos Antigos, o Arco Real acabou por se encaixar-se nos Graus Simbólicos. Com isso, ao invés de constituir-se em um grau acima, foi considerado um Grau lateral.
Para um melhor entendimento do que trata o Grau transcrevo abaixo uma explicação publicada pelo E. Comp. Roy A. Wells, GDCA, Escreva E. Domatic Chapter of Instruction Nº177, A.Q.C. vol. LXXVIII, 1965. (Condensação) e traduzida para o português por E. Comp. Alberto Victor Castellet, Membro do Capitulo Atrium N° 04.

“Descrito como a perfeição e completa realização da Maçonaria, este grau trata do longo período que seguiu ao final do glorioso reinado do Rei Salomão. O Templo de Jerusalém havia sido destruído, o reinado de Judá dividido em tribos escravas. Babilônia foi conquistada por Ciro, o Grande, para converter-se parte do poderoso império da Pérsia. Este governante, muito humano, liberou os escravos judeus, e os convidou a voltar a Jerusalém, para iniciar a reconstrução do Templo. Esta lenda está baseada na restauração dos segredos genuínos do Mestre Maçom, e isto é realizado por operários que fazem um descobrimento importante durante seu trabalho e conseguindo uma interessante e iluminada explicação da natureza de Deus.”
O Arco Real tem quatro cerimônias: a exaltação como é chamada a cerimônia de admissão de novos membros e uma cerimônia de instalação para cada um dos três dirigentes. A cerimônia de exaltação está dividida em duas partes: uma apresentação bastante dramática dos princípios da Ordem seguida de três palestras na qual a história, simbolismo e os princípios do Arco Real são melhores explicados. Tal como a Maçonaria Simbólica, o Arco Real está aberto aos Irmãos de todos os credos.
O Maçom entusiasta achará no Santo Arco Real, muito do que estava procurando no terceiro grau, e além do grande ensinamento simbólico e da imponente cerimônia, achará que entre os membros do Capítulo se encontram os mais ativos Obreiros da Franco Maçonaria.
A Maçonaria do Arco Real não é em absoluto excludente, competitiva, ou incompatível com nenhum dos Graus do Escocísmo, e a prova disto é que tantos Irmãos estão atuando simultaneamente em ambos os Corpos Maçônicos.

Bibliografia: Texto do E. Comp. Roy A. Wells, GDCA, publicado na Revista Grande Loja em Destaque, edição de fevereiro 2004, publicação da Grande Loja de São Paulo.
Site do Supremo Capítulo da Inglaterra:
http://www.grandchapter.org.uk/royal-arch/index.htm
Revista Engenho & Arte, Numero 07, Primavera de 2000.






































segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Sessão Magna de Iniciação promovida pela ARLS 26 de Agosto nº 2316 do GOB-MS no Oriente de Campo Grande/MS

No templo do Palácio Maçônico do GOB-MS, no Oriente de Campo Grande/MS, ocorreu neste ultimo sábado, dia 28 de novembro de 2009, Sessão Magna de Iniciação promovida pela ARLS 26 de Agosto nº 2316.
A sessão foi dirigida pelo Ilustre Irmão Edgar Afonso Bento, Venerável Mestre da Loja, na ocasião foram iniciados os Irmãos, Airton Kazumi Nakashima, Caio Madureira Constantino, Jorge Luis Correa de Souza e Paschoal Carmelo Leandro, numa sessão marcada pela presença de Irmãos de diversas Lojas da capital de Mato Grosso do Sul e Londrina/PR.
Participaram da Sessão o Sapientíssimo Irmão Fadel T. Yunes, Grão Mestre Ad Vitam do GOB-MS, e detentor da Comenda D. Pedro I, os Poderosos Irmãos Luiz Adive Palmeira, Secretário de Planejamento do GOB-MS e Moises M. Alves, Secretário de Educação e Cultura, que representou o Eminente Irmão Gessírio Domingos Mendes, o Ilustre Irmão Ronaldo Domingos Veras, membro do Ilustre Conselho Estadual, o Venerável Irmão Vilmar Benites, Deputado Estadual pela ARLS União Campograndense nº 3118, os Veneráveis Mestres, Sidnei Antonio Arioza, da ARLS Cavaleiros do Sol nº 3195, Ramão Avalos da ARLS Pharol do Sul nº 1071 e Albertoni Martins da ARLS União Campograndense nº 3118.
O Sapientíssimo Irmão Fadel cumprimentou o Venerável Mestre, Edgar, pela condução dos trabalhos e os novos Irmãos pela Iniciação, com um eloqüente pronunciamento sobre as origens da maçonaria e do trabalho realizado pelo Irmão Leandro, que é Pai do novo Aprendiz Paschoal Carmelo Leandro, disse ainda que a Maçonaria é a mais respeitável das Instituições do universo e ao final desejou a todos as bênçãos do Grande Arquiteto do Universo.
O VM Irmão Edgar agradeceu a presença do mais alto baluarte da Maçonaria do MS, Irmão Fadel e de todos os Irmãos que colaboram para o êxito da sessão, convidando a todos para um delicioso jantar de recepção aos novos Irmãos e Cunhadas, que foi servido, no salão de eventos do Palácio Maçônico.
O Irmão Elcio Gonçalves de Oliveira, como Orador da Loja, nessa sessão, disse aos novos Irmãos que a iniciação maçônica é sempre um ato de renovada grandeza, que mexe com nossos sentimentos mais profundos. E que assim a Loja lhes dá as boas vindas com os corações de todos cheios de alegria, vivificados também com os eflúvios dos Irmãos visitantes, que nos vêm não apenas ajudar a receber os novos aprendizes, mas também incorporar-se às nossas preces para a iluminação do caminho maçônico que, a partir desta data os Irmãos recém-iniciados passaram a percorrer.