Aconteceu no dia 18 de novembro de 2009, no Espaço Hakka, na rua São Joaquim,460, Oriente de São Paulo/SP, sessão Magna Pública de Homenagem pelos 75 da UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO em reconhecimento aos serviços prestados por esta UNIVERSIDADE a toda comunidade paulista por sua tradição de educação, ensino e formação, coincidentes com os ideais da maçonaria. A sessão foi presidida pelo Eminente Grão-Mestre Benedito Marques Ballouk Filho, e contou com a honrosa presença da Magnífica Reitora Professora Suely Vilela a qual foi agraciada com o Diploma de Reconhecimento Maçônico Paulista, pelos relevantes serviços prestados a comunidade Paulista. Na mesma sessão receberam a medalha Gonçalves Ledo o Sereníssimo Irmão Francisco Gomes da Silva Grão Mestre da Grande Loja de São Paulo (GLESP) e Soberano Irmão José Maria Dias Neto, Grão Mestre do Grande Oriente Paulista (GOP). Estiveram presentes à sessão varias autoridades:- O Sapientíssimo Irmão Cláudio Roque Buono Ferreira; O Poderoso Irmão Mário Sergio Nunes da Costa, Grão Mestre Adjunto do GOB-SP; Eminente Irmão Fernando Colacioppo, Grande Secretário Geral de Comunicação e Informática Adjunto do GOB, o Garante de Amizade Mario Mariano, o Garante de Amizade Alferio Di Giamo Neto, e vários Secretários Estaduais.segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Sessão Magna Pública de Homenagem pelos 75 da USP
Aconteceu no dia 18 de novembro de 2009, no Espaço Hakka, na rua São Joaquim,460, Oriente de São Paulo/SP, sessão Magna Pública de Homenagem pelos 75 da UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO em reconhecimento aos serviços prestados por esta UNIVERSIDADE a toda comunidade paulista por sua tradição de educação, ensino e formação, coincidentes com os ideais da maçonaria. A sessão foi presidida pelo Eminente Grão-Mestre Benedito Marques Ballouk Filho, e contou com a honrosa presença da Magnífica Reitora Professora Suely Vilela a qual foi agraciada com o Diploma de Reconhecimento Maçônico Paulista, pelos relevantes serviços prestados a comunidade Paulista. Na mesma sessão receberam a medalha Gonçalves Ledo o Sereníssimo Irmão Francisco Gomes da Silva Grão Mestre da Grande Loja de São Paulo (GLESP) e Soberano Irmão José Maria Dias Neto, Grão Mestre do Grande Oriente Paulista (GOP). Estiveram presentes à sessão varias autoridades:- O Sapientíssimo Irmão Cláudio Roque Buono Ferreira; O Poderoso Irmão Mário Sergio Nunes da Costa, Grão Mestre Adjunto do GOB-SP; Eminente Irmão Fernando Colacioppo, Grande Secretário Geral de Comunicação e Informática Adjunto do GOB, o Garante de Amizade Mario Mariano, o Garante de Amizade Alferio Di Giamo Neto, e vários Secretários Estaduais.domingo, 20 de dezembro de 2009
ARLS Ordem e Progresso nº 25 da GLMEMS promove banquete solsticial
Aconteceu nesta ultima sexta-feira dia 18 de dezembro de 2009, o tradicional banquete solsticial da ARLS Ordem e Progresso nº 25, do Oriente de Campo Grande, da Sereníssima Grande Loja Maçônica do Estado de Mato Grosso do Sul.
A sessão foi dirigida pelo VM Irmão Mario Troi e contou com uma grande quantidade de Irmãos visitantes da Grande Loja, Grande Oriente do Brasil e Grande Oriente de Mato Grosso do Sul.
O Irmão Orador fez um breve relato sobre os banquetes maçônicos abordando a história e liturgia, esclarendo que os banquetes resgatam antigas tradições por narrativas do surgimento das festas solsticiais, dos ágapes fraternais e dos brindes de saúde.
A sessão foi dirigida pelo VM Irmão Mario Troi e contou com uma grande quantidade de Irmãos visitantes da Grande Loja, Grande Oriente do Brasil e Grande Oriente de Mato Grosso do Sul.
O Irmão Orador fez um breve relato sobre os banquetes maçônicos abordando a história e liturgia, esclarendo que os banquetes resgatam antigas tradições por narrativas do surgimento das festas solsticiais, dos ágapes fraternais e dos brindes de saúde.
“No século XVIII, em França e Inglaterra, países de onde a Maçonaria Brasileira importou em grande parte seus costumes, os trabalhos das Lojas Maçônicas, principalmente, nas sessões de recepção de candidatos – Iniciação –, completavam-se com celebrações por ágapes fraternais. Consolidavam ao redor de mesa comum o espírito de solidariedade e igualdade entre seus membros. Esses ágapes ganharam importância tal que ritualistas no decorrer dos anos formalizaram e instituíram procedimentos para estas ocasiões, inspirados no misticismo dos cultos agrários e na ciência das antigas escolas esotéricas. Com o advento das Lojas Militares resgataram-se, por herança das Ordens Cavalheirescas, os imemoráveis brindes à saúde e homenagens. A liturgia ganhou história e razão, adquiriu terminologia própria e alegorias de exaltação às lembranças das conquistas Militares e da Arte da Construção.”
Maçonaria - Loja de Mesa - Brindes de Saúde. Origens, História e Liturgia
Paulo R.M. de Almeida
O Poderoso Irmão Luiz Adive Palmeira, Secretário de Planejamento do GOB-MS, falou em nome dos visitantes agradecendo a fraternal recepção, e da alegria em estar numa Loja que é tida com modelo de paz e concórdia desejando a todos um profícuo ano novo.
O VM Irmão Mario agradeceu os Irmãos visitantes e desejou a todos um feliz natal e ano novo junto aos seus familiares.
O VM Irmão Mario agradeceu os Irmãos visitantes e desejou a todos um feliz natal e ano novo junto aos seus familiares.


sábado, 19 de dezembro de 2009
ARLS Luz e Fraternidade Jardinense, Nº 2.082 - Benfeitora da Ordem - GOB-MS
Entre Campo Grande e Bonito se esconde uma cidade jovem, pequena e ainda pouco conhecida. Mas a chegada dos turistas parece ser questão de tempo. Jardim, a apenas 66 quilômetros de um dos destinos de ecoturismo mais famosos da região, quer mostrar que não fica atrás no quesito belezas naturais. Algumas já têm fama própria.
O Buraco das Araras está nos limites da cidade, mas figura há anos nos roteiros que levam a Bonito. E o Rio da Prata, palco para o tradicional programa de flutuação, também passa por Jardim. Não são os únicos atrativos locais, claro. A cidade tem ainda três charmosos balneários, além de uma gastronomia simples, mas saborosa. Assim como o turismo do município, a infraestrutura hoteleira está em desenvolvimento. E, até por isso, os preços são convidativos. Nos restaurantes, pratos como a porção de pintado frito podem custar metade do preço cobrado na vizinha famosa. Além disso, os p
acotes turísticos raramente oferecem hospedagem em Jardim. Ou seja: vantagem extra de ficar longe da muvuca e ainda se sentir exclusivo em alguns passeios. Oficialmente, o município tem 56 anos, mas seu legado histórico é anterior. Em 1867, quando a cidade não passava de uma fazenda no meio do nada, a área esteve envolvida na Retirada da Laguna, episódio da Guerra da Tríplice Aliança (1864-1870) entre Brasil, Argentina e Uruguai contra o Paraguai. A ação foi imortalizado no livro de Visconde de Taunay A Retirada da Laguna, que narra as dificuldades dos soldados brasileiros em conter as tropas paraguaias. Sob o comando do coronel Carlos de Moraes Camisão, 1.680 soldados brasileiros invadiram o Paraguai até a cidade de Laguna. Sem comida e debilitado por doenças, o grupo se retirou. Um pouco dessa história é relatada no modesto museu da antiga Comissão de Estradas de Rodagem (CER-3), companhia militar responsável pela fundação da cidade. Em 14 de maio de 1946 - data em que o município comemora seu aniversário - o comandante da corporação adquiriu 39 hectares da Fazenda Jardim. O propósito era criar uma sede para os construtores de ferrovias e estradas que trabalhavam pela região. A terra foi loteada e vendida aos funcionários e, em 1953, Jardim se emancipava oficialmente de Bela Vista.
O Buraco das Araras está nos limites da cidade, mas figura há anos nos roteiros que levam a Bonito. E o Rio da Prata, palco para o tradicional programa de flutuação, também passa por Jardim. Não são os únicos atrativos locais, claro. A cidade tem ainda três charmosos balneários, além de uma gastronomia simples, mas saborosa. Assim como o turismo do município, a infraestrutura hoteleira está em desenvolvimento. E, até por isso, os preços são convidativos. Nos restaurantes, pratos como a porção de pintado frito podem custar metade do preço cobrado na vizinha famosa. Além disso, os p
acotes turísticos raramente oferecem hospedagem em Jardim. Ou seja: vantagem extra de ficar longe da muvuca e ainda se sentir exclusivo em alguns passeios. Oficialmente, o município tem 56 anos, mas seu legado histórico é anterior. Em 1867, quando a cidade não passava de uma fazenda no meio do nada, a área esteve envolvida na Retirada da Laguna, episódio da Guerra da Tríplice Aliança (1864-1870) entre Brasil, Argentina e Uruguai contra o Paraguai. A ação foi imortalizado no livro de Visconde de Taunay A Retirada da Laguna, que narra as dificuldades dos soldados brasileiros em conter as tropas paraguaias. Sob o comando do coronel Carlos de Moraes Camisão, 1.680 soldados brasileiros invadiram o Paraguai até a cidade de Laguna. Sem comida e debilitado por doenças, o grupo se retirou. Um pouco dessa história é relatada no modesto museu da antiga Comissão de Estradas de Rodagem (CER-3), companhia militar responsável pela fundação da cidade. Em 14 de maio de 1946 - data em que o município comemora seu aniversário - o comandante da corporação adquiriu 39 hectares da Fazenda Jardim. O propósito era criar uma sede para os construtores de ferrovias e estradas que trabalhavam pela região. A terra foi loteada e vendida aos funcionários e, em 1953, Jardim se emancipava oficialmente de Bela Vista.
E foi nesse cenário que no dia 16 de novembro de 2009, aconteceu na ARLS Luz e Fraternidade Jardinense nº 2082-Benfeitora da Ordem, GOB-MS, uma reunião Magna Especialíssima...A loja Luz e Fraternidade Jardinense recebeu aos irmãos das Respeitáveis Lojas Simbólicas Retirada da Laguna 37 do oriente de Jardim e Estrela do Sudoeste nº 10 do oriente de Guia Lopes da Laguna, ambas da Sereníssima Grande Loja, para, em conjunto, seguindo os mais altos preceitos maçônicos de Irmandade, realizarem uma sessão Magna alusiva ao dia da Proclamação da República.Estiveram presentes irmãos das três Lojas em grande numero, além de irmãos da Loja Razão e Amor 998 de Santa Catarina.
A sessão foi presidida pelo Venerável Mestre Marcelo Mello, em conjunto com os Veneráveis Irmãos Donato Godoy e Roberto Barbosa e abrilhantada por belíssimas peças de Arquitetura apresentadas pelos irmãos Saul Xavier, Fernando Carminatti e Jorge Loubet, inclusive com apresentação do Hino da Proclamação e a História da Bandeira Nacional.
Após o encerramento ritualístico, houve um Ágape fraternal entre os presentes, as cunhadas e convidados.
Uma noite memorável para ficar na lembrança da Maçonaria da região Sudoeste SulMatogrossense.
Informações sobre o Rio da Prata por Carla Layane
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Shriners en Bolivia - Nacio en Santa Cruz para Bolivia
Criada em Santa Cruz na Bolivia a Antiga Ordem Árabe dos Nobres do Santuário Místico, comumente conhecida como Shriners e AAONMS (Ancient Arabic Order of the Nobles of the Mystic Shrine) , estabelecida em 1870 é um corpo paramaçonico, com sede nos Estados Unidos. A organização é mais conhecida pelos Hospitais Shriners para Crianças que administram e pelos barretes árabe, vermelho, que vestem.
Veja mais no link:
http://tresjanelas.blogspot.com/2009/12/antiga-ordem-arabe-dos-nobres-do.html

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http://tresjanelas.blogspot.com/2009/12/antiga-ordem-arabe-dos-nobres-do.html
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Bethel Campo Grande nº 1 da Ordem Internacional das Filhas de Jó
Tomou posse neste ultimo sábado, dia 12 de dezembro de 2009, como honorável Rainha do Bethel Campo Grande nº 1, a sobrinha Leticia Moura Gonçalves. A cerimonia contou com a presença do Irmão Jorge Audi, representando o Soberando Grão Mestre do GOMS Irmão Benjamim (Foto), do Irmão Agustinho Arevalos, da Loja Obreiros da Patria do GOB-MS e pai da Honorável Rainha(Foto) , do Irmão Sergio Luis Gonçalves, representando o Emintente Irmão Gessírio Domingos Mendes, Grão Mestre do GOB-MS.A Ordem Internacional das Filhas de Jó é uma Instituição Paramaçônica destinada à jovens do sexo feminino entre 10 e 20 anos (incompletos), visando aperfeiçoamento do Caráter.
Esta Ordem é baseada nos ensinamentos Bíblico sobre a vida de Jó, sua Paciência perante aos desafios e provações pelos quais teve de passar.
O nome se refere às três filhas de Jó: Kézia, Jemima e Keren-Happouk, que são citadas na Bíblia como as "mulheres mais justas de toda a Terra".
Ela está presente em alguns países: Canadá, Austrália, Estados Unidos, Filipinas, e Brasil. A Ordem está em nosso país desde 1990.
As reuniões são fechadas ao público em geral. Para ingresso em um Bethel de Filhas de Jó, é necessário que a candidata possua parentesco com um Maçom e tenha menos de vinte (20) anos de idade. Estas reuniões também são acompanhadas por Maçons.
Em Mato Grosso do sul nós temos 03 Bethéis, sendo 02 em Campo Grande e 01 em Dourados.
Ordem Internacional das Filhas de Jó foi criada no dia 20 de outubro de 1920, na cidade de Omaha, no Estado de Nebraska, Estados Unidos, pela senhora Ethel T. Wead Mick e possui como base o capítulo 42, versículo 15 do Livro de Jó: "Em toda a Terra não se encontraram mulheres mais justas que as filhas de Jó e seu pai lhes deu herança entre seus irmãos".
Foi organizada com o consentimento de J. B. Frademburg, Grão-Mestre da Grande Loja Maçônica de Nebraska, Estados Unidos, da Senhora Anna J. Davis, a Grande Mãe da Ordem da Estrela do Oriente, de Nebraska e James E. Bednar, o Grande Patrono. O primeiro Bethel (que significa "local sagrado", onde os membros se reúnem) foi instalado no Templo Maçônico de Omaha, Nebraska. Desde então, os Bethéis se multiplicaram por estes países.
Fundadora
Ethel T. Wead Mick, nasceu no dia 9 de março de 1881, na cidade de Atlantic, Iowa, filha de William Henry Wead e Elizabeth Delight Hutchinson Wead, a mais nova dos filhos do casal. Sua mãe, religiosa, lia todas as noites trechos da Bíblia, fazendo sempre referência ao Livro de Jó, e Ethel alimentava a esperança de que tendo uma filha, esta seria: “Justa como uma Filha de Jó”. Fato este que influenciou, no futuro, a criação da Ordem.
Estudou Medicina no Creighton Medical College em Omaha, onde conheceu William Henry Mick, também estudante de Medicina, com o qual se casou em maio de 1904. Deste casamento nasceram duas filhas, chamadas: Ethel e Ruth.
Entre seus hobbies, a Senhora Mick se dedicava ao canto e à pintura à óleo em Porcelana Chinesa. Colaborava em diferentes clubes de amizades e cívicos. Um desses, a Maçonaria, o que culminou com a criação da Ordem Internacional das Filhas de Jó. Foi Suprema Guardiã da Ordem de 1921 a 1922, no Bethel #01 dos Estados Unidos, que hoje leva o seu nome, Bethel Wead Mick. Vindo à falecer em 21 de fevereiro de 1957.
Lição de Amor
A Senhora Ethel, recebeu de sua mãe, de religião cristã, lições de literatura e drama encontrados no Livro de Jó, decidindo assim doar parte do seu tempo e talento, para tornar possível a todas as moças compartilharem dos privilégios que ela possuía.
Depois de diversos anos de estudos e considerações, com a participação de seu marido, Dr. William H. Mick, e outros colaboradores, ela fundou a Ordem, em memória à sua mãe, Sra. Elizabeth D. Wead.
O principal objetivo da OIFJ, é reunir moças para aperfeiçoamento do seu caráter, através do desenvolvimento moral e espiritual, encontrado nos ensinamentos que destacam reverência a Deus e às Sagradas Escrituras, lealdade com a bandeira do País e às coisas que ela representa e Amor para com os pais e familiares.
Fonte: wikipédia
TFA
Agustinho
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Abd El-Kader: Argelino nacionalista e Maçom
A Maçonaria conta com muitos membros extraordinários em sua história, mas certamente Abd El-Kader está entre os maiores, um argelino, um santo sufi, uma figura proeminente do século XIX, e do Islã.Abd El-Kader nasceu em Guetna perto de Mascara, na Argélia em 6 de Setembro de 1808. Ele era um descendente do profeta Maomé e aos catorze anos de idade ele era reconhecido como um Hafiz - alguém que tinha memorizado o Alcorão inteiro. Em novembro de 1832, ele sucedeu seu pai como emir de Mascara e, daí em diante, ele liderou uma revolta contra os hábeis franceses que haviam invadido a Argélia, em Julho de 1830. Por quinze anos, Abd El Kader foi implacavelmente perseguido pelas forças colonialistas e, em 1835, impos uma derrota notável sobre eles em La Macta, 30 quilômetros ao norte de Mascara, na costa do Mediterrâneo. Mas, finalmente, no inverno de 1847, ele foi obrigado a render-se ao comandante francês, o Duque de Aumale.
Em outubro de 1852, após vários anos de prisão na França, Abd El Kader foi exilado para a Turquia. Três anos depois foi instalado no Império Otomano controlado por Damasco juntamente com sua família e mil fortes guarda-costas argelinos. E foi ali, na antiga capital da Síria, que o emir iria posteriormente realizar um feito notável, que não só o elevou ao status de celebridade internacional, mas que também o levou a se tornar um maçom.
A gratidão dos Maçons
Em Damasco, Abd El Kader dedicou a maior parte de seu tempo aos seus estudos filosóficos e religiosos, e ele também estabeleceu uma nova escola islâmica, que empregava mais de sessenta acadêmicos, mas quando em julho de 1860 violentos tumultos eclodiram, interveio pessoalmente com seus guarda-costas para tentar impedir que uma multidão furiosa massacrasse os cristãos da cidade. Com algum risco considerável para si e seus homens, e com o bairro cristão já em chamas, o Emir começou a resgatar muitos cristãos como podia, usando sua própria casa e terras como um refúgio seguro. E quando a multidão exigiu que ele entregasse todos os cristãos para a execução, ele raivosamente desembainhou a espada e ordenou-lhes para dispersar ou que de outro modo os seus guardas abririam fogo.
Relutante, a multidão recuou e, como resultado, um número estimado de 12 a 15.000 cristãos foram salvos. As notícias de suas ações repercutiram em todo o mundo e ele foi homenageado por vários governos e associações, uma das quais foi a Loja parisiense Henry IV (registrada no Grande Oriente de França) que, em 16 de Novembro de 1860, escreveu ao Emir exilado e felicitou-o por seu ato corajoso e tolerante, e também enviou uma jóia com seu nome gravado como um símbolo de sua admiração sincera. O emir ficou evidentemente comovido com a carta e em 27 de janeiro de 1861, ele respondeu e agradeceu aos irmãos por seus "nobres" sentimentos e expressou seu desejo de participar da sua fraternidade.
Que maior honra pode sobressair o amor do homem pela a humanidade? [escreveu] ... Se não houvesse amor em nós, pertenceriamos a uma religião certa? Claro que não. O amor é o único fundamento. Deus é o Deus de todos: é preciso, portanto, amar a todos.
Unindo-se a Maçonaria
Assim, em Julho de 1861, os oficiais da Loja Henry IV escreveram novamente para Abd El-Kader e, desta vez enviaram as questões tradicionais colocadas aos membros em potencial. Dois meses depois, eles receberam sua resposta, que incluía algumas notáveis respostas às suas perguntas. Dever do homem em relação a seus companheiros, o Emir escreveu: ele deve aconselhá-los, mostrar respeito ao idoso, ser amável com as crianças... não ter ciúmes, fazer o bem e resistir ao mal. Todas os demais religiões repousam sobre duas bases: a primeira consiste em glorificar a Deus, e a segunda em ser bom para as Suas criaturas.
Todos os homens", ele pensou, "têm uma alma que se manifesta sob diferentes aspectos, e essa" alma universal '... é como o centro do círculo, e as almas particulares como o círculo. “O Homem”, continuou ele, "também deve levar em conta os direitos do corpo ... negligenciar o corpo e expô-lo à morte é um dos maiores pecados e uma maneira de opor ao seu Criador e da sabedoria do Altíssimo."

... A perfeição da condição do homem é conhecer a verdade em si mesmo, e praticá-la.
Os membros da loja parisiense ficaram encantados e logo começaram a se preparar para a iniciação do Emir, mas como não haviam Lojas na Síria, na época, eles tiveram de encontrar alternativas e isso, juntamente com outros problemas imprevistos, atrasou o processo por três anos .
A Iniciação de El Kader
No entanto, em 18 de Junho de 1864, às nove da noite, o Abd El Kader, finalmente, foi iniciado na Loja das Pirâmides (Grande Oriente de França), em Alexandria, durante uma estada no Egito. Durante a cerimônia, ele foi informado que a Maçonaria não defendia nenhum culto especial, somente acreditava em Deus, e que todos estavam "livres para acreditar, de acordo com suas convicções".
Ele foi informado também que a Maçonaria é dedicada à "propagação da moral universal e a prática da benevolência", e que um Maçom verdadeiro é alguém que "faz do seu coração um templo puro para que o espírito divino tenha prazer em habitar nele"; "Ninguém mais do que você”, foi dito "ilustra um irmão mais verdadeiro”. O Emir, em seguida, recebeu o segundo e terceiro grau, antes da Loja ser definitivamente encerrada à meia-noite.
No mês seguinte, os membros da Loja Henry IV, e em fevereiro 1865, tanto a revistar maçônica Freemasons’ Magazine e Masonic Mirror repassaram a história para o mundo em língua Inglêsa. Como conseqüência, quando o Emir visitou Paris e Londres no verão de 1865, um grande número de Maçons queriam se encontrar com seu irmão famoso, mas devido aos seus numerosos outros compromissos, isto revelou-se algo problemático
No entanto, em 30 de agosto, ele conseguiu participar de uma reunião especial da Loja Henry IV em Paris e falar com seus novos irmãos em pessoa. Depois de testemunhar uma iniciação, o Emir foi questionado sobre o futuro da Maçonaria no Oriente Médio. Respondendo, ele explicou que a sociedade foi mal interpretada e que não tinha a confiança da região, e que antes tinha lido os estatutos da Ordem, ele também tinha "compartilhava da mesma opinião”.
"Mas", acrescentou ele, "depois de ter olhado mais em seus objetivos e suas leis, eu estava convencido de que é a instituição mais admirável do mundo." Suas palavras foram recebidas com muitos aplausos e, em seguida, ele foi presenteado com um diploma que confirmou os graus que tinha recebido em Alexandria.
Infelizmente, pouco se sabe sobre o envolvimento do Emir com a maçonaria, mas sabe-se que três de seus filhos foram posteriormente iniciados na Grande Loja Unida da Inglaterra.
FREEMASONRY TODAY - Summer 2008 - Issue 45
© Matthew Scanlan, 2007
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Loja 8 de Maio nº 2083 do GOB-MS homenageia Irmãos do Quadro
Campo Grande, 14 de dezembro de 2009Hoje foi uma noite um pouco diferente nos trabalhos da Augusta e Respeitável Loja Simbólica 8 de Maio nº 2083 do GOB-MS, no Oriente de Campo Grande/MS. Agraciada pela presença do Poderoso Irmão Benilo Allegretti, Grão Mestre Adj. Honorário do GOB-MS, atualmente Delegado Litúrgico da 27.1 Delegacia do Supremo Conselho do Brasil do Grau 33 para o REAA, do Eminente Irmão José Aedo Camilo, Presidente do Tribunal de Justiça do GOB-MS, do Ven. Irmão Marcio Lolli Ghete, Grande Orador da PAEL-MS, do Ilustre Irmão Benjamim José Machado, Procurador Adj. do MPM-GOB-MS, do Poderoso Irmão Vidal Grefe, Presidente do TCE-GOB-MS, do Ilustre Irmão Elcio Gonçalves de Oliveira, Presidente do TRE-GOB-MS, do Poderoso Irmão Luiz Adive Palmeira, Secretário de Planejamento do GOB-MS, do Poderoso Irmão Sergio Luis Gonçalves, Secretário de Administração Adj. do GOB-MS e Irmãos de diversas Lojas da Capital, ela teve o prazer de homenagear alguns de seus membros e de ser ela mesma homenageada.
Definindo um marco na vida maçônica dos Irmãos Flaviano Ramos da Rosa, João Rosa Rosa e André Puccinelli, a Loja os agraciou com medalhas de honra por 25 anos de trabalhos maçônicos. Já o irmão Luiz Marcelo Benites Giummaressi recebeu suas honras, através de uma medalha de reconhecimento maçônico, pelos serviços prestados ao Supremo Conselho do Brasil do Grau 33 para o REAA. E pelas mãos do Delegado Litúrgico Poderoso Irmão Benilo Allegretti a ARLS 8 de Maio recebeu do Supremo Conselho a medalha Vermeil, um metal que é uma combinação de prata esterlina, ouro e outros metais preciosos, como reconhecimento pelos 25 anos de trabalhos maçônicos.
Ainda na mesma ocasião o Irmão André Puccinelli, Governador do Estado de MS, foi agraciado pelo Grande Oriente do Brasil com o Titulo de benemérito da ordem, através do ato 6029 de 07/07/2006 assinado pelo Grão Mestre Geral Laelson Rodrigues,
por 25 anos de Ordem Maçônica no GOB.
Os Irmãos João Rosa e Flaviano, agradeceram a honraria prestada pela Loja. O Irmão André falou que não se sentia merecedor das honras, mas que fará todo o possível para justificá-las.
O Irmão Benilo falou da alegria de estar nesta noite trazendo o reconhecimento pelos trabalhos aos Irmãos da Loja 8 de Maio, que as honrarias trazem aos homenageados mais responsabilidades perante a sociedade, ao Irmão André, em particular, que é o Timoneiro de nosso querido Estado de Mato Grosso do Sul, falou de espera que os ensinamentos maçônicos o ajudem a conduzir os destinos do MS com sabedoria.
O Venerável Mestre Ilustre Irmão Omar S. Ayub agradeceu a todos pela presença, disse da alegria em ter o Irmão André em nossa Loja, que é sua casa.
A sessão foi seguida por um jantar, oferecido pela Loja aos Irmãos e cunhadas presentes.



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