quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

HISTÓRIA DOS CAVALEIROS DE SANTO ANDRÉ EM GUTHRIE, OKLAHOMA

No início de 1993 o falecido, Ilustríssimo Irmão Weldon Good, Grau 33, do Vale de Tulsa, Oklahoma, tinha uma necessidade de assistência durante as reuniões do Rito Escocês. Ele percebeu que os maçons foram sendo iniciados, mas não retornavam para assistir e participar das sessões. Para corrigir isso, ele desenvolveu uma organização conhecida como os Cavaleiros de Santo André, um grupo de serviços para o consistório do vale.

Na criação do estatuto social afirmaram que os Cavaleiros de Santo André seriam um grupo “Black Cap", boné preto (organizações de serviços para o 32° do Rito Escocês) e qualquer membro que recebeu a honra de ser KCCH - Cavaleiro Comandante do Tribunal de Honra (Honraria concedida ao Grau 32) não poderia ocupar cargo ou participar da votação, mas eles poderiam trabalhar e ajudar. A principal função dos Cavaleiros de Santo André está na ajuda, quando necessário, durante uma reunião e estar à disposição geral do Secretário do Vale para quaisquer funções.

A constatação de que os Cavaleiros de Santo André funcionaram tão bem no Vale de Tulsa que cartas foram oferecidas, com a aprovação do SGIG, para os Vales de Guthrie e McAlester o que foi feito em outubro de 1993 e início de 1994, respectivamente.

Em Guthrie os Cavaleiros de Santo André floresceram e acabamos de celebrar nosso décimo aniversário. Ao longo dos anos temos tido muitos trabalhos durante reuniões, algumas das quais se tornaram permanentes. Nós ajudamos, usando kilts, com uma gaita, durante a abertura de cada reunião. Neste momento nós carregamos as faixas de cada Loja e a faixa do Rito Escocês. Após os mestres de cada Loja, o Secretário-Geral do Vale, o Grão Mestre de Oklahoma, os SGIG de Oklahoma e os SGIG visitantes. Durante a abertura escoltamos todos os destinatários de prêmios especiais para frente do auditório.

Os Cavaleiros de Santo André de Guthrie ajudam a noite, antes da reunião, através da criação de áreas de registro, pendurando faixas e bandeiras no Atrium, organizando os sinais e displays. Nós também auxiliamos na recepção dos candidatos, fazendo corredores para os oficiais, e dirigimos carrinhos de golfe. Durante os intervalos dos graus levamos os candidatos para uma excursão no edifício e nas áreas de trabalho do Centro Maçônico. Todas estas áreas têm Cavaleiros de Santo André que nelas trabalham em uma base regular. A Sala do traje, maquiagem e arredores, supranumerários, bastidores, acessórios e elétricos, Inscrição no Atrium, Serviços de Cavaleiros, na cozinha e na Pousada. O maior número de Cavaleiros trabalha na Chain Gang, nossa lanchonete e Loja de presentes.

Durante a reunião do outono (último fim de semana em Outubro), os Cavaleiros de Santo André do vale de Guthrie tem o seu maior desafio. Alem de todo o exposto, também patrocinam o Festival Medieval Anual do Rito Escocês de Guthrie. No ano passado, participaram 35 Artistas /Vendedores de artesanato, 9 Cabines de alimentos, a Society for Creative Anachronism with human combat e a Arthurian Order of Avalon, que demonstraram torneios medievais com cavaleiros a cavalo. Os Cavaleiros de Santo André marcam os limites do festival, executam as linhas de bandeira, conjunto de barracas, registram os vendedores, vendem camisetas do festival, auxiliam no estacionamento, corrigem eventuais problemas no festival, pegam o lixo e limpam tudo no fechamento.

Durante a reunião, de sábado à noite, iniciamos novos membros. Com uma vela acesa, uma procissão composta de gaiteiros, a equipe de iniciação em kilts, os candidatos e membros, com os candidatos carregando velas todos eles a pé do edifício para a Sala Egípcia de nosso pequeno auditório para o ritual de iniciação. As esposas e outros membros da família são permitidos assistir as cerimônias.

Desde o início de três pequenos capítulos em Oklahoma, há dez anos, onde tem os Cavaleiros de Santo André ido?

Através dos Tribunais de Norte e do Sul e de costa a costa.

Existem agora 42 vales com capítulos, alguns são chamados “The Order of the Thistle”, mas todos com a mesma estrutura básica. Uma organização de e para o “Black Cap Scottish Rite Masons” destinado a apoiar e prestar serviço para o Vale durante as reuniões.

Frederick M. Dittmar 32 KCCH
Secretário Emérito - Guthrie Vale
fred@dittmar.net
1 de janeiro de 2004
Notas:
1) O Vale de Tulsa, Oklahoma, confere através de cerimônias teatrais os graus 4, 14, 18, 30 e 32 em um único dia.
2) As imagens são dos vales de Richmond, virginia e Dallas, Texas.




























































quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Astronauta visita Soberano Grande Comendador

A história da Maçonaria no espaço deu mais um passo a frente em 16 de setembro de 1969, quando o Irmão astronauta Edwin E. Aldrin Jr., 32 °, visitou a Casa do Templo (A Casa do Templo é um templo maçônico em Washington, DC, Estados Unidos, que serve como sede do Rito Escocês da Maçonaria, Jurisdição Sul, E.U.A)1. Acompanhado por seu pai, Edwin E. Aldrin, Sr., também um maçom do Rito Escocês o astronauta Aldrin fez uma pausa em sua agenda ocupada para cumprimentar o Soberano Grande Comendador Soares e apresentar-lhe a bandeira que tinha levado para a lua.
A bandeira é feita de seda branca, medindo 22 x 30 centímetros, e é cercada por um fita de ouro. É bordada com as palavras "Supremo Conselho, 33 º, Jurisdição Sul, E.U.A." e o lema " Deus Meumque Jus." Também é decorada com a águia bicéfala, a coroa do Trigésimo Terceiro Grau, a insignia do Soberano Grande Comendador, e o esquadro e compasso.
Naquele histórico vôo lunar de 16 a 24 de julho de 1969, a presença da bandeira simboliza importância universal da Maçonaria. Quando o homem chega a novos mundos, a Maçonaria estará lá.
Fonte: The New Age Magazine, Dezembro de 1969 (pp. 34-6)
1 Nota do Tradutor
















terça-feira, 22 de dezembro de 2009

VII Churrasco Dançante Beneficente promovido pela Sociedade Educacional Juliano Varela

Como anualmente acontece Irmãos do quadro de obreiros da ARLS Oito de maio nº 2083, do GOB-MS, em Campo Grande/MS, colaboraram na realização do VII Churrasco Dançante Beneficente promovido pela Sociedade Educacional Juliano Varela neste último domingo, dia 20 de Dezembro.
A Sociedade Educacional Juliano Varela é uma instituição direcionada à aprendizagem e acompanhamento de crianças e adolescentes com Síndrome de Down.
A Escola Juliano Varela oferece todo o processo pedagógico, como educação infantil e ensino fundamental, além da estimulação precoce (bebês) e educação profissionalizante para os adultos. “É um trabalho que atende a pessoa com Síndrome de Down desde o nascimento até a terceira idade, com projetos diversos para atender cada fase da vida.”, esclarece a vice-presidente e fundadora da escola Juliano Varela, Maria Lucia Varela.
A escola localizada na Av. Noroeste, n° 6.513, Vila Carvalho, em Campo Grande – MS esta aberta para atender a todas as pessoas de segunda a sexta-feira ou pelo telefone 3026-8828. “Conhecer a Juliano Varela é um programa imperdível para qualquer ser humano. Lá ele irá presenciar ações interessantes de superação humana. Hoje, temos projetos lindíssimos como a primeira banda Down rítmica do Brasil, grupo de dança, coral e oficinas profissionalizantes. Lá você vai ver a eficiência na deficiência”, garante Malu, como é conhecida Maria Lucia.
A festa teve como objetivo a arrecadação de recursos para auxiliar os trabalhos desenvolvidos na escola e manter os serviços à população carente.
O evento teve apresentações culturais das crianças e adolescentes da escola, com a Banda Down Rítmica, o coral Vozes Especiais e o grupo Sou Down Sou Capoeira.
Para o VM Irmão Omar S. Ayub são em oportunidades como essa que o Maçom deve aproveitar para estar presente dentro da comunidade, para levar e praticar os conceitos maçônicos de Beneficência e amor ao próximo.
















































































segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Sessão Magna Pública de Homenagem pelos 75 da USP

Aconteceu no dia 18 de novembro de 2009, no Espaço Hakka, na rua São Joaquim,460, Oriente de São Paulo/SP, sessão Magna Pública de Homenagem pelos 75 da UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO em reconhecimento aos serviços prestados por esta UNIVERSIDADE a toda comunidade paulista por sua tradição de educação, ensino e formação, coincidentes com os ideais da maçonaria. A sessão foi presidida pelo Eminente Grão-Mestre Benedito Marques Ballouk Filho, e contou com a honrosa presença da Magnífica Reitora Professora Suely Vilela a qual foi agraciada com o Diploma de Reconhecimento Maçônico Paulista, pelos relevantes serviços prestados a comunidade Paulista. Na mesma sessão receberam a medalha Gonçalves Ledo o Sereníssimo Irmão Francisco Gomes da Silva Grão Mestre da Grande Loja de São Paulo (GLESP) e Soberano Irmão José Maria Dias Neto, Grão Mestre do Grande Oriente Paulista (GOP). Estiveram presentes à sessão varias autoridades:- O Sapientíssimo Irmão Cláudio Roque Buono Ferreira; O Poderoso Irmão Mário Sergio Nunes da Costa, Grão Mestre Adjunto do GOB-SP; Eminente Irmão Fernando Colacioppo, Grande Secretário Geral de Comunicação e Informática Adjunto do GOB, o Garante de Amizade Mario Mariano, o Garante de Amizade Alferio Di Giamo Neto, e vários Secretários Estaduais.



















































































































































































domingo, 20 de dezembro de 2009

ARLS Ordem e Progresso nº 25 da GLMEMS promove banquete solsticial

Aconteceu nesta ultima sexta-feira dia 18 de dezembro de 2009, o tradicional banquete solsticial da ARLS Ordem e Progresso nº 25, do Oriente de Campo Grande, da Sereníssima Grande Loja Maçônica do Estado de Mato Grosso do Sul.
A sessão foi dirigida pelo VM Irmão Mario Troi e contou com uma grande quantidade de Irmãos visitantes da Grande Loja, Grande Oriente do Brasil e Grande Oriente de Mato Grosso do Sul.
O Irmão Orador fez um breve relato sobre os banquetes maçônicos abordando a história e liturgia, esclarendo que os banquetes resgatam antigas tradições por narrativas do surgimento das festas solsticiais, dos ágapes fraternais e dos brindes de saúde.
“No século XVIII, em França e Inglaterra, países de onde a Maçonaria Brasileira importou em grande parte seus costumes, os trabalhos das Lojas Maçônicas, principalmente, nas sessões de recepção de candidatos – Iniciação –, completavam-se com celebrações por ágapes fraternais. Consolidavam ao redor de mesa comum o espírito de solidariedade e igualdade entre seus membros. Esses ágapes ganharam importância tal que ritualistas no decorrer dos anos formalizaram e instituíram procedimentos para estas ocasiões, inspirados no misticismo dos cultos agrários e na ciência das antigas escolas esotéricas. Com o advento das Lojas Militares resgataram-se, por herança das Ordens Cavalheirescas, os imemoráveis brindes à saúde e homenagens. A liturgia ganhou história e razão, adquiriu terminologia própria e alegorias de exaltação às lembranças das conquistas Militares e da Arte da Construção.”
Maçonaria - Loja de Mesa - Brindes de Saúde. Origens, História e Liturgia
Paulo R.M. de Almeida
O Poderoso Irmão Luiz Adive Palmeira, Secretário de Planejamento do GOB-MS, falou em nome dos visitantes agradecendo a fraternal recepção, e da alegria em estar numa Loja que é tida com modelo de paz e concórdia desejando a todos um profícuo ano novo.
O VM Irmão Mario agradeceu os Irmãos visitantes e desejou a todos um feliz natal e ano novo junto aos seus familiares.





























sábado, 19 de dezembro de 2009

ARLS Luz e Fraternidade Jardinense, Nº 2.082 - Benfeitora da Ordem - GOB-MS

Entre Campo Grande e Bonito se esconde uma cidade jovem, pequena e ainda pouco conhecida. Mas a chegada dos turistas parece ser questão de tempo. Jardim, a apenas 66 quilômetros de um dos destinos de ecoturismo mais famosos da região, quer mostrar que não fica atrás no quesito belezas naturais. Algumas já têm fama própria. O Buraco das Araras está nos limites da cidade, mas figura há anos nos roteiros que levam a Bonito. E o Rio da Prata, palco para o tradicional programa de flutuação, também passa por Jardim. Não são os únicos atrativos locais, claro. A cidade tem ainda três charmosos balneários, além de uma gastronomia simples, mas saborosa. Assim como o turismo do município, a infraestrutura hoteleira está em desenvolvimento. E, até por isso, os preços são convidativos. Nos restaurantes, pratos como a porção de pintado frito podem custar metade do preço cobrado na vizinha famosa. Além disso, os pacotes turísticos raramente oferecem hospedagem em Jardim. Ou seja: vantagem extra de ficar longe da muvuca e ainda se sentir exclusivo em alguns passeios. Oficialmente, o município tem 56 anos, mas seu legado histórico é anterior. Em 1867, quando a cidade não passava de uma fazenda no meio do nada, a área esteve envolvida na Retirada da Laguna, episódio da Guerra da Tríplice Aliança (1864-1870) entre Brasil, Argentina e Uruguai contra o Paraguai. A ação foi imortalizado no livro de Visconde de Taunay A Retirada da Laguna, que narra as dificuldades dos soldados brasileiros em conter as tropas paraguaias. Sob o comando do coronel Carlos de Moraes Camisão, 1.680 soldados brasileiros invadiram o Paraguai até a cidade de Laguna. Sem comida e debilitado por doenças, o grupo se retirou. Um pouco dessa história é relatada no modesto museu da antiga Comissão de Estradas de Rodagem (CER-3), companhia militar responsável pela fundação da cidade. Em 14 de maio de 1946 - data em que o município comemora seu aniversário - o comandante da corporação adquiriu 39 hectares da Fazenda Jardim. O propósito era criar uma sede para os construtores de ferrovias e estradas que trabalhavam pela região. A terra foi loteada e vendida aos funcionários e, em 1953, Jardim se emancipava oficialmente de Bela Vista.

E foi nesse cenário que no dia 16 de novembro de 2009, aconteceu na ARLS Luz e Fraternidade Jardinense nº 2082-Benfeitora da Ordem, GOB-MS, uma reunião Magna Especialíssima...A loja Luz e Fraternidade Jardinense recebeu aos irmãos das Respeitáveis Lojas Simbólicas Retirada da Laguna 37 do oriente de Jardim e Estrela do Sudoeste nº 10 do oriente de Guia Lopes da Laguna, ambas da Sereníssima Grande Loja, para, em conjunto, seguindo os mais altos preceitos maçônicos de Irmandade, realizarem uma sessão Magna alusiva ao dia da Proclamação da República.
Estiveram presentes irmãos das três Lojas em grande numero, além de irmãos da Loja Razão e Amor 998 de Santa Catarina.
A sessão foi presidida pelo Venerável Mestre Marcelo Mello, em conjunto com os Veneráveis Irmãos Donato Godoy e Roberto Barbosa e abrilhantada por belíssimas peças de Arquitetura apresentadas pelos irmãos Saul Xavier, Fernando Carminatti e Jorge Loubet, inclusive com apresentação do Hino da Proclamação e a História da Bandeira Nacional.
Após o encerramento ritualístico, houve um Ágape fraternal entre os presentes, as cunhadas e convidados.
Uma noite memorável para ficar na lembrança da Maçonaria da região Sudoeste SulMatogrossense.
Informações sobre o Rio da Prata por Carla Layane