domingo, 28 de março de 2010

Posse dos Principais do Capitulo Royal Edward 5566

Aconteceu nesta ultima quarta-feira, dia 17 de março de 2010, a posse dos Principais do Capitulo Royal Edward 5566 pertencente ao District Grand Chapter Of Royal Arch Masons Of South America, Northen Division, Supreme Grand Chapter Of England.
O Capitulo Royal Edward, foi consagrado em 21 de outubro de 1995, e chamava-se James Anderson Chapter, seu objetivo era propiciar aos Irmãos da Loja James Anderson, nº 2237, fundada em 17 de dezembro de 1983, do Grande Oriente do Brasil, a pratica do Arco Real uma vez que a Loja pratica o ritual de emulação. Ele trabalhou até sua 60º Convocação com esse nome, e a partir de 16 de novembro de 2005 passou a chamar Royal Edward e ficou ligado a Loja Royal Edward, nº 5566 do Distrito Inglês no Brasil já que nessa ocasião encontrava-se consagrado o Supremo Grande Capitulo do GOB e as Lojas do Grande Oriente do Brasil que se utilizam do Ritual de Emulação podem ter seus Capítulos do Arco Real através desse Supremo Grande Capitulo.
O Ex. Comp. Astrogildo Garcez da Veiga, foi instalado como Primeiro Principal, pelo Ex. Comp. Eraldo Silvestrin e após ser Instalado procedeu a Instalação do Segundo Principal Ex. Comp. Moises Hora, e do Ex. Comp. Boris de Castro, como Terceiro Principal. Na seqüência e bastante emocionado o Ex. Comp. Garcez deu posse a sua Diretoria, sempre auxiliado pelo Ex. Comp. Luiz Adive Palmeira, Primeiro Principal Passado do Capitulo 8 de maio nº 63 do Supremo Grande Capitulo do GOB e membro do Capitulo, que atuou com Diretor de Cerimônias nesta sessão.
A sessão aconteceu no Templo Maçônico de Botafogo no Rio de Janeiro, do Distrito Brasil, Divisão Norte da Grande Loja Unida da Inglaterra.
Estiveram presentes o Primeiro Principal do Capitulo Guanabara nº 5557 do Distrito Inglês, Ex. Comp. Daniel Woodrow, o Primeiro Principal Passado do Capitulo Carlos Augusto Ramos Filho, nº 62, Ex. Comp. Benilo Allegretti, que também é membro do Capitulo.



















segunda-feira, 22 de março de 2010

Cavaleiro Sacerdote Templário do Santo Arco Real

A Ordem dos Cavaleiros Sacerdotes Templários do Santo Arco Real - também chamada de Ordem de Santa Sofia - é um órgão soberano, com existência independente regido pelo Grande Colégio a partir de sua sede em Castlegate, York. Enquanto ele exerce autoridade exclusiva sobre trinta e um graus suplementares, se tornou famoso particularmente pelo grau de mesmo nome, hoje universalmente reconhecido como um aspecto importante dentro da estrutura mais ampla da Maçonaria.
Após investigação, o Grau de Cavaleiro Templário Sacerdote é aquele que pode ser encontrado em diversas formas e em vários ritos durante o século XVIII. Embora ações tenham sido feitas anteriormente é conhecido por ter existido na Irlanda nas últimas duas décadas do século XVIII, onde também pode ser encontrado como o grau 41 (Maçom Branco) no Novo Grande Rito. Ele era conferido pelo “Grupo de União" que parecia ter emanado das Lojas Simbólicas onde os Maçons do Arco Real associavam com os seus Irmãos Templários para propagar o grau com o presidente sendo designado como Sumo Sacerdote. Este e vários outros graus do Rito foram levados para a Escócia, em 1798. De lá, eles parecem ter se espalhado para Newcastle, Bristol, Bath e York. Mas sem a administração central, as circunstâncias conspiraram para produzir uma existência um tanto precária, resultando em uma escassez de registros confiáveis, até meados do século XIX.
A partir de 1812 o Grau foi possivelmente conferido dentro de um “Grupo de União” ou do Tabernáculo anexado ao Acampamento Royal Kent em Newcastle-upon-Tyne, que viria a ficar sob a autoridade do Conselho de Cavaleiros da Grande Cruz do Templo Sagrado de Jerusalém, um corpo erguido em Newcastle em 1845 para assumir o controle. No período de 1885-1895 os graus suplementares parecem ter sido reunidos em Newcastle-upon-Tyne, mas, apesar de períodos intermitentes de atividade em 1893, o Conselho começou a definhar. Em conseqüência, Henry Hotham, um maçom de Yorkshire, que era o único membro sobrevivente do Conselho, estando de posse da autoridade necessária, admitiu nove cavaleiros para o grau em março de 1894. Ele conferiu o posto de Grande ou Sumo Sacerdote Passado para cada um deles, título usado pelo líder do Tabernáculo em Newcastle naquele momento. Esta ação positiva deve ter tido um efeito de conservação, pois dentro de alguns anos o corpo de Newcastle foi convidado a apresentar à autoridade do Supremo Conselho dos Graus Maçônicos Associados em Londres, que, naquele tempo, procurava agressivamente alargar sua influência, anexando todas as Ordens e Graus que eram independentes.
Após diálogo satisfatório o Tabernáculo Royal Kent aderiu ao governo dos Graus Maçônicos Associados e foi concedido imediatamente status de “Immemorial Time”, juntamente com o direito de continuar trabalhando seus diversos graus. No entanto, a maior parte destes graus cedidos para o Grande Conselho dos Graus Associados mostrou-se impraticável e inadequado para o corpo de Londres administrar ou implantar visto que a maioria deles exige uma qualificação dos Templários, uma exigência fora da jurisdição reconhecida do Grande Conselho dos Graus Associados.
Sem dúvida o evento mais significativo e agradável na história do grau teve lugar em Outubro de 1922, quando C.W. Napier-Clavering, Grão-Mestre dos Graus Maçônicos Associados, anunciou que o seu Grande Conselho passaria a renunciar a autoridade sobre esses graus. Esta declaração estimulou a formação de um órgão para a regulação da Ordem. Em conseqüência, Napier-Clavering, que tinha sido admitido como um Cavaleiro Sacerdote Templário, cerca de dez anos antes, foi instalado como o primeiro Grande Sumo Sacerdote na inauguração do Grande Colégio que teve lugar em Newcastle-upon-Tyne em maio 1924. Curiosamente, alguns anos mais tarde, em 1931, o Grande Conselho sob sua orientação, também abandonou o controle sobre a Ordem do Monitor Secreto.
Os Graus
Cavaleiro Sacerdote Templário: Enquanto o Grande Colégio tem autoridade sobre trinta e um graus suplementares dentro do rito, apenas um é conferido na íntegra, o de Cavaleiro Sacerdote Templário ou Ordem de Santa Sofia. A instalação de um Sumo Sacerdote de um Tabernáculo compreende apenas uma cerimônia simples, apesar de ter sido inicialmente descrito como o Nec plus ultra da Maçonaria Templária.
Os regulamentos da Ordem prevêem que um candidato para a admissão deve ser sido regularmente instalado como Venerável Mestre de uma Loja simbólica, ser Maçom do Arco Real e Cavaleiro Templário, e ser proposto por um membro de cada corpo. O ritual é bastante singular na medida em que é moldado em torno de sete “pilares” os oficiais estão sentados nos pilares individuais estabelecidos em forma triangular, cada um representando figurativamente um dos espíritos do Cordeiro de Deus que abriu os sete selos, descrito no Apocalipse, capítulos 6 - 8.
O candidato é recebido como um buscador e é conduzido a cada um dos oficiais, sentados nos seus respectivos pilares coloridos, que são dotados de um missal de uma cor semelhante contendo os textos bíblicos relativos a esta fase da viagem do candidato. Em cada pilar, ele é obrigado a fazer prova da sua posse do pré-requisito ao grau, e durante esta viagem, ele é instruído na aquisição de determinados atributos divinos, cada um dos quais se refere a um dos sete espíritos revelados pelo Cordeiro de Deus.
Ele é então investido com uma túnica, manto e mitra, e perante o Sumo Sacerdote, quando, após a oração, ele é obrigado, constituído e ungido como um Cavaleiro Sacerdote Templário. Os "modos de reconhecimento” são comunicados e, em seguida, ele é investido com os trinta e um graus suplementares que lhe são conferidas pelo nome. A maioria destes são os graus de cavalaria, como, por exemplo, o Cavaleiro de Patmos ou Philippi, Cavaleiro da Marca Cristã, Cavaleiro de Elêusis e Cavaleiro da Bethânia.
Finalmente, a sua atenção é atraída para o símbolo triangular da Ordem Sacerdotal em que certas letras fazem alusão aos mistérios do Grau são consagrados.
Sumo Sacerdote
Um candidato a eleição para o cargo de Sumo Sacerdote deve ter servido como oficial no Pilar VI ou VII por um ano inteiro para se qualificar para a instalação na cadeira de um Tabernáculo. O ritual é desenvolvido em torno de leituras das Escrituras e se encontra no segundo capítulo do livro de Oséias, na qual ela relata como Deus oferece perdão e uma renovação da sua aliança com os filhos de Israel. O Sumo Sacerdote devidamente eleito é obrigado, constituído e ungido dentro de uma Câmara de Sumos Sacerdotes Instalados, a ele então são confiados os segredos e, após a devida proclamação, assume as responsabilidades como governante do seu Tabernáculo.
O Grande Ponto
Esta cerimônia profunda, não constitui um grau, mas certamente pode ser considerada como o pináculo do Rito. Só pode ser conferido em uma reunião do Grande Colégio, após uma cerimônia de consagração, ou uma vez durante o ano, quando o Grande Sumo Sacerdote sozinho, o seu Deputado, ou o Grande Superintendente de um distrito, estão autorizados a celebrar esse ritual solene. Os membros reúnem em forma triangular e comprometem-se com uma solene oração sua reverência a Santíssima Trindade. Eles são lembrados pelos elementos que participam coletivamente e que explicam que os dons do amor, alegria e paz, apesar de serem recebidos interiormente e exteriormente, são emblemas da unidade incorporada nessa marcante Ordem Santa.
O paramento é composto por um manto branco puro, usado sobre uma túnica com uma cruz vermelha de corpo inteiro para frente, juntamente com uma mitra que carrega uma cruz vermelha na frente e nas costas. Um Sumo Sacerdote tem uma Mitra alta, que apresenta a Cruz Patriarcal. Os oficiais do Grande Colégio são distinguidos por uma mitra semelhante que traz um bastão episcopal dourado afixado na intersecção da parte inferior do braço da cruz, juntamente com o número de seu pilar, ou as iniciais da sua respectiva posição.
Quanto ao mérito da Ordem
Hoje esta Ordem Sacerdotal continua a florescer e expandir, desfrutando de uma reputação internacional, com mais de 220 Tabernáculos consagrados, agrupados em quarenta e cinco distritos situados em quinze países. Apresenta-se como uma Ordem imbuída de qualidades especiais, um único Grau que conquistou e reforçou o interesse de muitos Irmãos experientes e de alta posição maçônica.
Embora o número místico sete seja predominante no cerimonial, a leitura extensiva do Antigo e do Novo Testamento também desempenham um papel importante. Estes podem parecer à primeira vista volumoso e enorme, mas a disciplina da reflexão silenciosa e estudo cuidadoso oferecem ao maçom uma oportunidade para avaliar o seu papel dentro do projeto de vida, a presciência de seu destino será sempre manter o homem de fé.

Keith Jackson é um membro da maioria das ordens reconhecidas na maçonaria, possui cargos elevados em muitas delas. Ele tem feito inúmeras palestras e é autor do livro Além da Maçonaria Simbólica (no Brasil publicado pela Editora Madras).
fonte: Freemsonry Today - inverno de 2009 - edição 51

sábado, 13 de março de 2010

Brazil's Grand Chapter

Alguns anos atrás o Supremo Grande Capítulo recebeu um pedido do Grande Oriente do Brasil solicitando que o mesmo constitui-se um Grande Capítulo no Brasil para trabalhar o Arco Real no sistema Inglês.
A Maçonaria Inglesa do Arco Real é muito popular no Brasil e tem havido uma pressão considerável para a consagração de mais capítulos dentro do Distrito da América do Sul Divisão Norte.
No Outono passado, um pedido formal foi recebido do Grande Oriente. Um mínimo de três capítulos é necessário para formar um Grande Capítulo. Como ponto de partida para alcançar este objetivo, o Supremo Grande Capítulo concordou com a consagração de um novo capítulo em Londres, para ser anexado a Loja Pegasus No. 2205, que se reunirá no Rio de Janeiro - inicialmente sob a autoridade do Distrito.
Além disso, dois capítulos da província de Cheshire e um em Middlesex estavam planejando encerrar suas atividades, mas concordaram com a transferência da Inglaterra para o Rio de Janeiro para se tornarem capítulos fundadores do novo Grande Capítulo.
O Capítulo Ashfield n º 4.129 e o Capítulo Leasowe n º 3.761, em Cheshire, e o Capítulo Woodcock Hill n º 5576, em Middlesex, cada um emitido um aviso por escrito da moção, assinada por sete companheiros, para serem transferidos da Inglaterra para o Rio de Janeiro.
Os Companheiros também votaram a favor da petição para o Supremo Grande Capítulo de que, quando canceladas, as Cartas de cada capítulo deveriam ser retidas pelos capítulos para dar continuidade histórica em sua nova casa.
Na seqüência da aprovação dessas resoluções, cada capítulo realizou, em seguida, uma reunião de emergência para filiar membros, Companheiros residentes no Brasil, para ter os capítulos formados na sua nova casa.Enquanto isso, em 20 de novembro de 2002, o Capítulo Pegasus n º 2205 foi consagrado em Londres, pelo reverendo Peter Hemingway, Terceiro Grande Principal Passado, juntamente com Alan Englefield, Grande Superintendente, de Oxfordshire, como Primeiro Principal.
O Capítulo Pegasus posteriormente realizou uma reunião de emergência para filiar membros residentes no Brasil, incluindo os companheiros designados para serem os Grandes Principais do Supremo Capítulo do Brasil.
Em 5 de fevereiro de 2003, no Rio de Janeiro, o Pro Primeiro Grande Principal, Lord Northampton, constituía o Supremo Grande Capítulo do Brasil, na presença de cerca de 80 companheiros.
Ele foi assistido pelo Terceiro Grande Principal Passado David Williamson e pelo Reverendo Peter Hemingway, na qualidade de Segundo e Terceiro Grandes Principais. Dez companheiros da Inglaterra estavam presentes e a cerimônia foi conduzida em Inglês.
Lord Northampton instalou Laelso Rodrigues como Primeiro Grande Principal do Supremo Grande Capitulo do Brasil.
Ele, por sua vez, instalou Sergio Romay como Segundo Grande Principal e, Claudio Ferreira como Terceiro Grande Principal e, Tullio Colacioppo como Pro Primeiro Grande Principal e investiu os primeiros Grandes Oficiais.
Masonic Quarterly Magazine
Issue 5 / April 2003





















































































Nota: Participaram juntamente com Lord Northampton os Irmãos Rev. Peter Hemingway, Peter Lowndes, atual Pro Grão Mestre, Peter Bodman Morris, Past Grão Mestre Distrital do Distrito América do Sul Divisão Norte, David Williamson, atual Grão Mestre Assistente, Richard Fildes, Nicholas Bosanquet e Ronald Cayless que atuou como organista. O Irmão Ronald Cayless, desde que se tornou coroinha da Igreja da Anunciação, perto de Marble Arch em Londres, manteve-se como músico de igreja. Nos anos cinquenta e sessenta, ele era organista e maestro do coro na Igreja da Santíssima Trindade em Sloane Street,. Desde 1960, ele é tesoureiro honorário da Associação dos Músicos da Igreja e continua no cargo até os dias atuais. Ele era diretor da St Peter's Eaton Square CE Primary School, em Londres até sua aposentadoria em 1992. Lá, ele esteve muito envolvido com o Departamento de Música e regia uma orquestra da escola com cerca de 30 crianças. Desde então, tornou-se um organista e atualmente é Diretor de Música na Christ Church em West Wimbledon.

domingo, 7 de março de 2010

História do Alto Cedro do Líbano da America do Norte

De onde nós viemos?
Antes de entrar na história do Alto Cedro. Gostaria de citar o preâmbulo da nossa Constituição, que não só é adequada, mas às vezes preenche uma necessidade daqueles homens que são nossos Irmãos através da grande fraternidade maçônica e que progrediram do grau de aprendiz para companheiro, e Mestre Maçom.
Trata-se de promover conhecimentos mais amplos e amizade entre os homens já ligados por votos fraternais: para perpetuar-se como uma organização fraternal e social, e oferecer para o seu governo regular, "O bom livro afirma." No início." E assim é com os Altos Cedros do Líbano, houve um começo, onde e como é uma questão discutível e isso é um monte de conjectura, mas alguns fatos vem de fora da madeira.
Aparentemente, tudo começou em 1843 com alguns ativos e imaginativos Mestres Maçons que sonharam com a idéia de um Grau do Alto Cedro, e naqueles dias em que o grau era chamado de "The Ancient and Honorable Rite of Humility." "O Antigo e Honrado Rito da humildade". O nome "Grau do Alto Cedro" não se revela por si senão a possibilidade de um título um pouco mais curto do que o citado, e era para permanecer como tal até que nós adotamos o título de "Altos Cedros do Líbano dos Estados Unidos da América" em conseqüência da incorporação em 1902.
Foi por volta de 1846, após as reuniões da Grande Loja e algumas das Lojas Simbólicas da Pensilvânia e Nova Jersey área que eles teriam para realizar o Grau do Alto Cedro. E pelo que eu pude perceber, era uma forma de trote em que os candidatos ao grau obtidos a partir de quem está disposto a recebê-lo, era conferido por aqueles que já haviam recebido o Grau. No entanto, por um grande lapso de tempo nada foi ouvido sobre o Grau até o início da década de 1850 quando o Dr. Thomas J. Corson de Nova Jersey começou a conferir o Grau como ele tinha recebido, na Filadélfia.
Como você bem sabe nesse tempo o único meio de transporte era o cavalo ou charrete, e o trem, assim este Grau não foi conferido muitas vezes, mas garanto, sempre que tinha uma boa reunião de Mestres Maçons, o Grau do Alto Cedro era conferido. Era sempre muito divertido ver alguém começar o trabalho, até mesmo como ele é hoje. Alguém dos "Velhos Tempos" falou de um júri de homens que estão sendo alojados em um hotel na cidade de Nova Jersey, e ouviu que o Grau do Alto Cedro era para ser conferido. O xerife adjunto por ser Maçom levou aqueles que também eram maçons para vê-lo ser conferido e depois que terminou os trouxe de volta para o hotel. Deve ter sido algo realmente grande para passar por todo esse trabalho.
Após a morte do Dr. Corson, em 1879, o Grau do Alto Cedro foi mantido pelo Dr. Stevens, que organizou a primeira equipe regular do Grau e foi para várias cidades e vilas de New Jersey executar o trabalho.
Parece que Glassboro, Nova Jersey, foi o ponto focal para o desempenho do Grau do Alto Cedro, pois sempre havia candidatos suficientes para serem iniciados. Em 1887 o Dr. Stevens e sua equipe de Grau vieram para a cidade e confere o Grau para Frank W. Bowen e Orlando M. Bowen, e treze outros candidatos. Menciono os nomes desses Irmãos porque parte do grupo estavam na carta que formou o Grau do Alto Cedro do Líbano. Ainda hoje, o Clube Maçônico Pitman em Pitman, Nova Jersey é onde o Grau 34 é conferido, e talvez seja a conseqüência do Grau do Alto Cedro.
De maneira semelhante como o Grau 34 é agora conferido, no Clube Maçônico Pitman em 24 de maio de 1901, cinqüenta e quatro Mestres Maçons que tinham recebido o Grau do Alto Cedro reuniu-se em Manchester, New Jersey, para assistir e conferir o Grau para 53 candidatos de Glassboro, Clayton, Williamstown, Manuta, Woodbury e Filadélfia, acompanhados dos oficiais. Eles foram o Grão Mongol Frank W. Bowen, o Vice-Mongol Jacob Bibo, o Tesoureiro TC Allen, o Secretário Dr. FA Stanger, o Condutor S. Stanger Iszard, o Condutor Assistente Charles W. Wood, o Guarda Interno WH Jones, o Guarda Externo B.T. Ferrell, o Preparador de Florestas Bresier Westcoat, e o Capelão Junior Rev. John H. Algar.
Eu mencionei acima os títulos dos oficiais para dar uma idéia de como é composto o Time do Grau do Alto Cedro. Parece que a biblioteca da Grande Loja da Pensilvânia tem um manuscrito em seus arquivos escritos em 1864 pelo Irmão William H. Adams, Grande Secretário da Grande Loja, registrando o trabalho secreto, e uma descrição do Grau.
Quatro Mestres Maçons receberam o Grau do Alto Cedro que mais tarde se tornou Supremo Alto Cedro, Eles eram Frank W. Bowen, e Orlando M. Bowen, em 1887, David H. Lukens em 1888, e Johns S. Broughton, em 1889. Os irmãos acima, juntamente com outros (quinze no total, foram sócios fundadores da nossa organização) juntaram-se no Capitólio Estadual de New Jersey, na cidade de Trenton, em 18 de março de 1902 com propósito de estabelecer uma ordem fraternal a ser conhecida como os Altos Cedros do Líbano da América para divertimento, alegria e companheirismo. Esses irmãos sentiram que essa forma de amizade e sociabilidade acontecia tão pouco e criaram um pequeno formulário, que mediante a incorporação poderiam eliminar o acaso, os métodos desorganizados de conferir o Grau do Alto Cedro e, assim, estabilizar e preservar uma cerimônia de valor.
Eu honestamente acredito que no prólogo e na Corte Real, temos um dos mais belos trabalhos ritualísticos e estamos realmente agradecidos ao Rev. George S. Gassner, que foi fundamental na criação do ritual. Ele vem diretamente do primeiro livro de Reis capítulo 5 versículos 1 a 10, e do segundo livro de Crônicas, capítulo 2 versículos 8 e 9. Das duas passagens, no primeiro livro de Reis, o capítulo 5 é mais específico. Ele gira em torno da construção do Templo de Jerusalém, e que o Rei Salomão teve que confiar na ajuda do Rei Hiram de Tiro que enviou seus cortadores de madeira para a floresta do Líbano para derrubar e preparar todos os Altos Cedros para uso no Templo, portanto, os Altos Cedros do Líbano têm um fundo bíblico e o desempenho do Grau do Alto Cedro na Loja Simbólica, na conclusão das suas reuniões, nos deixa mais próximos de nossa tolerância maçônica.
Assim, a partir de 18 de março de 1902 até 1971 nós somos conhecidos como os Altos Cedros do Líbano dos Estados Unidos da America, no entanto, em 13 de novembro de 1971 em nossos 70 anos de existência, foi instituída uma Floresta no Canadá, que ficou conhecida como os Altos Cedros do Líbano da América do Norte. Enquanto a nossa força de adesão encontra-se na parte leste dos Estados Unidos continuamos expandindo lentamente para o oeste.
Ao longo de todos esses anos, os Altos Cedros do Líbano tinham uma maneira ou antera, na ocasião contribuíam para causas nobres, porém tornou-se realmente de maior idade, quando decidiram que "nenhuma organização poderia continuar a prosperar a menos que tivesse um bom objetivo definido para o benefício da humanidade”. Estes foram os comentários do Mui Venerável Grão Mestre Harry Campbell de Washington, DC, em 1933. Depois de anos de investigação e pesquisa, em 1951, encontraram não só uma causa digna, mas que precisava desesperadamente de apoio a distrofia muscular. Até 1972, apoiamos a Unidade de Metabolismo no décimo andar do Centro de Pesquisas em Nova York, através de nossas contribuições e Associações ao fundo Vida no objetivo nacional de beneficência.
Quando a Unidade Metabolismo do Centro de Pesquisa foi fechada em 1972, a Floresta Suprema foi informada de que a Associação de Distrofia Muscular e a Associação de Distrofia Muscular da América iam apresentar verbas sob a forma de bolsas de pesquisas para várias universidades e faculdades, na busca e cura da distrofia muscular, e gostaria de receber nosso apoio neste esforço. Foi decidido que os Altos Cedros do Líbano da América do Norte se tornaria uma parte deste projeto com o dia de campo Alto Cedro Jerry Lewis no verão. Assim, enquanto um aspecto do nosso objetivo nacional de beneficência desaparece gradualmente outro entra na linha de frente com a descoberta de uma possível cura para a doença temida por meio do projeto e proporcionar um pouco de diversão para essas crianças no verão.
Antes de encerrar, gostaria de deixar esse pensamento com você. Se você encontrar um Cedro vestindo uma pirâmide em cima de sua cabeça, cumprimente-o porquê ele sempre fica feliz em estender-lhe a mão da amizade, pois ele carrega em seu coração a compaixão, a amizade e o amor por seu companheiro - é por isso que ele é um Alto Cedro.

Escrito pelo falecido J. Edward Bullen, Past Grand Tall Cedar Baltimore nº 45, Supremo Historiador 1970-1975.
Fonte:
http://www.tallcedars.org/





































































































































domingo, 21 de fevereiro de 2010

Primeira Loja Maçônica do Rito Adonhiramita em Portugual

"O Grão-Mestre da Grande Loja Maçônica Regular de Portugal, Mario Martin Guia, decretou autorização para que seja instalada a Primeira Loja Maçônica do Rito Adonhiramita, no país.
Segundo o Eminente Grão-Mestre do Pará, Waldemar Coelho, que é um dos maiores incentivadores para que o rito Adonhiramita cresça em todo o mundo, o sucesso da instalação em Portugal se deve ao apoio imensurável de inúmeros Maçons, tanto do Pará quanto do Rio de Janeiro e também “ao imprescindível apoio oferecido pelo amado irmão Luis Honrando Ramos, de Portugal”, ressalva o Grão-Mestre paraense em um dos parágrafos dos ofícios de agradecimentos pela instalação da Loja encaminhados ao Soberano Grão-Mestre Geral do Grande Oriente do Brasil (GOB) Marcos José da Silva e ao Grande Patriarca Regente Adonhiramita, Florisvaldo Xavier. De acordo com Waldemar Coelho, Luis Ramos foi espetacular, a toda prova. “Ele recebeu com muita alegria a delegação de brasileiros que estivera num primeiro momento em Portugal entabulando propostas para a instalação do rito no país e ficou todo o tempo à nossa disposição”, lembra Waldemar, relatando que, até o “aprovo” do Grão-Mestre de Portugal, foram 40 dias de exaustivas reuniões. Waldemar diz ainda que o anfitrião Luis Ramos providenciou, além de lazer, uma série de passeios e visitas para a delegação brasileira. “A elegância do Ir. ’. Luis Ramos foi própria de um grande e honrado Maçom”, compara, agradecendo. Para retribuir tanta generosidade, o eminente Grão-Mestre paraense já pensa em reunir, em novembro, um número expressivo de obreiros do Grande Oriente do Pará e do Rio de Janeiro para irem participar de uma das sessões nessa primeira Loja Adonhiramita em Portugal, denominada por: ARLS José Estevão.
Já regularmente instalada e trabalhando sob os auspícios do GADU. ’., a ARLS José Estevão reúne-se na cidade de Aveiro, a 250 km de Lisboa. Na sessão magna de instalação, como forma de gratidão, seus obreiros investiram no cargo de Venerável Mestre o ilustre Irmão Luis Ramos que, também prestou significativa homenagem aos irmãos Marcos José da Silva, Soberano Grão Mestre do GOB; ao Eminente Grão Mestre do Grande Oriente do Pará, Waldemar Coelho; e ao Respeitável Grão-Mestre, Mario Martins Guia, oferecendo a cada um deles o honroso título de Membro Fundador da Loja José Estevão e os respectivos aventais personalizados do Rito, gravados com o nome de cada um.”
Fonte: Tribuna Maçônica - julho e agosto de 2009 - Edição nº 51 - Ano IX – Pág. 3







































domingo, 14 de fevereiro de 2010

Ordem dos Mestres Real e Seleto

O Grande Conselho de Mestres Real e Seleto da Inglaterra e País de Gales e seus Distritos e Conselhos Alem Mar é mais conhecido entre os maçons ingleses como Rito Críptico. Este Grande Conselho controla quatro graus que são conferidos em ordem cronológica: Mestre Seleto, Mestre Real, Mui Excelente Mestre e Super Excelente Mestre.
Há muitos Maçons que não se aventuraram além do simbolismo, Arco Real, ou mesmo o Grau da Marca. Pois entrando para os Graus Crípticos isso irá significar ainda mais uma noite, outra contribuição monetária, uma nova hierarquia maçônica e ainda mais quatro graus para aprender. Pode-se entender o motivo por que eles adiam essas adesões. De fato, como é necessário ser tanto Mestre Maçom da Marca como Maçom do Arco Real para ser elegível como candidato muitos nunca se qualificam. No entanto, nenhum desses fatores deve deter o Maçom em sua busca particular de uma maior compreensão da Maçonaria Salomônica, da Palavra perdida que, em seguida, foi substituída, como é bem conhecida na história tradicional do Grau de Mestre Maçom. Além disso, certamente há um grande número de eventos e lendas maçônicas omitidas entre o Simbolismo e o Arco Real. É esta grande lacuna, e uma razão pela qual o Rito Críptico deve ser visto como essencial para uma maior compreensão da jornada maçônica em busca da palavra perdida. Para avaliar isso, é necessário certa compreensão tanto das tradições do Antigo Testamento como também da posição do Templo na Maçonaria Simbólica.

O Antigo Testamento, Tradição e Lenda da Críptica
Embora a arqueologia moderna exigir revisões fundamentais na história do Oriente Médio e ter desembaraçado eventos históricos e um pouco das histórias bíblicas, o ritual maçônico é baseado na lenda tradicional do Antigo Testamento. Uma lenda onde o evento-chave é a construção do Templo de Salomão. Ele foi construído seguindo um modelo padrão, onde é hoje a Palestina e a Síria, sendo em forma retangular e voltado para o oriente com duas grandes colunas livres na frente dele. O edifício em si consistia em um vestíbulo, salão principal do santuário e, na parte de trás, o Santo dos Santos, um cubo pequeno, sem janelas, a habitação a Arca da Aliança. Naquele lugar se acreditava que o todo-poderoso YHWH permanecia sob as asas de dois grandes querubins. Adjacentes ao templo, segundo nos dizem, foram construídos outros edifícios no grande complexo de Salomão, incluindo o palácio, a sala de julgamento e do Tesouro.
O Antigo Testamento não faz menção a uma abóboda secreta ou cripta, nem passagens subterrâneas ligando o Templo ao palácio real, nem há referência a estes nos graus simbólicos. No entanto, em algumas tradições, como é ensinado nos Graus Crípticos e certamente no Arco Real (além de certos graus no Rito Antigo e Aceito, e um nos Graus Maçônicos Associados), esta abóboda secreta é fundamental para a sobrevivência da Palavra na Maçonaria Simbólica. Foi esta, de acordo com o Terceiro Grau, que foi perdida quando, pouco antes da realização do primeiro Templo, Hiram, o Arquiteto, um dos três Grão-Mestres, foi morto.
Após a morte de Salomão, diz-se, seu reino foi dividido em dois: Israel e Judá. O primeiro, do norte, foi invadido durante o século VIII AC e se tornou parte primeiro dos assírios e depois dos impérios da Babilônia. Sob o grande rei da Babilônia, Nabucodonosor (605/4-562), Judá também foi invadida e em 586 Jerusalém caiu e as pessoas foram levadas para o exílio vulgarmente conhecido como cativeiro da Babilônia. O Principal Forasteiro no Arco Real lembra o Grande Sinédrio que era devido aos pecados da casa real e do povo, é que foram conduzidos com o rei Joaquim, em um exílio por setenta anos.
No entanto, antes desse evento, seu pai, um vassalo de Nabucodonosor, se rebelou. Ele morreu no mesmo mês que uma força foi despachada para esmagar a rebelião e o seu filho, de dezoito anos de idade, Joaquim, foi colocado no trono. Dentro de três meses a cidade se rendeu e Joaquim e sua família foram levados para a Babilônia. Seu tio, Zedequias, foi instalado como governante fantoche. Zedequias foi incapaz de controlar seus nobres e prevenir novas insubordinações, levando mais uma vez a entrarem em luta contra Babilônia, culminando em seu final horrível e um mês depois a destruição de Jerusalém (586) pelo comandante da guarda de Nabucodonosor. Isto foi seguido por um período muito curto com Gedalias, ex-ministro chefe de Zedequias, instalado como sátrapa sobre o que restou da devastada Judá, até então ser assassinado por um membro da casa real. É neste ponto que o Grau de Super Excelente Mestre é estabelecido para comemorar aqueles que permaneceram fiéis quando foram atacados por todos os lados sem esperança de vitória.
O Império Babilônico foi pouco depois invadido pelos Persas, sob Ciro, o Grande (550-530), com a Babilônia tomada em 539. No Arco Real estamos familiarizados com o Decreto de Restauração de Ciro em 538. Isso levou, posteriormente, no reinado de Dario I (522-486) a reconstrução do Templo (520-515) sob Zorobabel, o governador judeu de Judá. Estamos todos familiarizados com a recuperação da Palavra, durante a construção do Segundo Templo, no Arco Real.
Dentro da Abóboda Secreta
No primeiro dos graus Crípticos o candidato é "escolhido como um Mestre Seleto". Ele é um dos vinte e sete, com conhecimento da abóboda secreta, construída em completo sigilo sob as ordens dos três Grão-Mestres antes da conclusão do Primeiro Templo. Isto aconteceu para preservar os seus segredos e tesouros para o dia quando, de acordo com os profetas, os seus inimigos destruíssem Jerusalém, porque os filhos de Israel tinham abandonado o caminho da verdade. De muitas maneiras, essa medida pode ser considerada a perfeição da Maçonaria Simbólica, sendo ao candidato, especialmente, confiados conhecimentos esotéricos, bem como vigorosamente lembrado da necessidade de vigilância e sigilo.
No entanto, o grau seguinte, no qual o candidato será "honrado como um Mestre Real" é por muitos considerado como contendo uma das peças mais belas e profundas do ritual maçônico. O candidato representa Adoniram ambicioso para receber conhecimento e promoção, que questionando bruscamente Hiram Abif, pouco antes do assassinato do terceiro grau, recebe sábio e humilde conselho sobre o destino inevitável do homem. Como primeiro o candidato, e muito mais tarde, um dos principais oficiais do Conselho, que na qualidade de representante de Hiram instrui o candidato, faz isto ser uma poderosa experiência de iniciação. Isso por si só torna o Rito Críptico como um complemento importante para a compreensão maçônica, mas o Grau de Mestre Real continua também com a lenda da abóboda secreta e os meios pelos quais a palavra foi preservada, apesar da iminente morte de Hiram. O subseqüente saqueamento do Templo é simbolizado nos últimos graus Crípticos.
A Arca e o Triângulo
A Arca da Aliança, que é o mais importante dos Tesouros dos Filhos de Israel como símbolo da sua ligação com YHWH desde os dias de Moisés, parece surpreendentemente esquecida nos muitos graus da maçonaria por causa da sua preocupação em construir o Templo para abrigá-la! No entanto, no terceiro grau do Rito, o Mui Excelente Mestre, é bastante claro que a colocação cerimonial da Arca, a sede terrena de YHWH, no Santo dos Santos na dedicação do templo, foi à culminação da obra de Salomão. Como a construção do templo deve ser vista como uma alegoria para a jornada espiritual dos homens, a colocação de Deus no seu centro é de extrema importância para um Maçom "recebido e reconhecido como um Mui Excelente Mestre". Além disso, mais de quatro séculos depois, no grau de Super Excelente Mestre, aqueles que permaneceram fiéis a seu Deus, simbolicamente guardaram a Arca da Aliança, sob o comando de Gedalias na hora exata da destruição do Primeiro Templo. É justo então que a jóia e o avental da Ordem sejam, ambos, de forma triangular, emblema da Divindade, na sua forma trina da onisciência, onipresença e onipotência. A instrução não é apenas para a importância da fé, mas também para o triplo dever devido a Deus, ao próximo e para si mesmo, não menos importante que a época do julgamento final. Desconhecida para os Maçons fiéis foi por muito tempo transmitida como lenda até ser esquecida, e muito abaixo de seus pés permaneceu a abóboda secreta e a palavra perdida. Isto era para permanecer lá durante o seu longo sofrimento e, finalmente ser redescoberto pelo Forasteiro no Arco Real.
O que estava perdido
Todos nós estamos de alguma forma em busca da grande Luz Maçônica. Isto é ilustrado na maçonaria simbólica, "salomônica", como a busca da palavra perdida no Terceiro Grau e que é encontrada no Arco Real. Sem a Ordem dos Mestres Real e Seleto, fazer essa busca é ainda mais difícil. Suas tradições deixam claro que um grande cuidado foi tomado para preservar em segredo contra o desastre, a Palavra e o tesouro mais importante do Templo, que é simbolizado pela Arca da Aliança. Os Graus Crípticos nos ajudam a compreender os passos que, até o Arco Real, tinha, mas que desapareceram na lenda. Eles nos ajudam em nossa jornada.

Por Matthew Christmas, que é o atual Três Vezes Ilustre Mestre do Conselho Terra Sancta No. 151 do Distrito Críptico de Oxfordshire, Berkshire e Buckinghamshire.
Freemasonry today – Abril/2002 – Edição nº 20