domingo, 11 de julho de 2010

Supremo Conselho do Brasil do Grau 33 para o REAA promove sessão de investidura ao Grau 33 em Campo Grande/MS

Aconteceu neste ultimo sábado dia 10 de julho de 2010 a investidura de dezessete Irmãos do estado de Mato Grosso do Sul, pertencentes a 27.1 Delegacia Litúrgica do Supremo Conselho do Brasil do Grau 33 para o REAA, que tem como delegado litúrgico o Poderoso Irmão Benilo Allegretti.
A sessão de investidura foi presidida pelo Soberano Grande Secretario de Finanças Irmão Stenelio Rodrigues de Freitas, que representou o Soberano Grande Comendador Irmão Enyr de Jesus da Costa e Silva e contou com a presença do Soberano Grande Secretario de Relações Interiores Irmão Josué Morais de Oliveira, Poderoso Irmão Ignácio Queiroz, delegado litúrgico de Santa Catarina, Poderoso Irmão Jorge Colombo Borges, delegado litúrgico do Rio Grande do Sul, do Poderoso Irmão Joaquim Pedro Delegado Liturgico do Excelso Conselho da Maçonaria Adonhiramita em Mato Grosso do Sul, do Eminente Irmão Gessirio Domingos Mendes, Grão Mestre do Grande Oriente do Brasil – Mato Grosso do Sul, do Sapientíssimo Irmão Fadel T. Yunes, Grão Mestre Ad Vitam do Grande Oriente do Brasil – Mato Grosso do sul e Grandes Inspetores Gerais de diversos Orientes.
Ao final da sessão reservada aos Irmãos do Grau 33, a Delegacia Litúrgica de Mato Grosso do Sul, promoveu uma sessão publica onde os novos Grandes Inspetores Gerais acompanhados de suas madrinhas receberam do Supremo Conselho seus Diplomas e credenciais.
Nesta ocasião o Soberano Grande Secretario de Finanças Irmão Stenelio Rodrigues de Freitas, fez a entrega da Comenda Montezuma ao Eminente Irmão Gessirio Domingos Mendes, Grão Mestre do Grande Oriente do Brasil – Mato Grosso do Sul e Grau 33 em nome do Supremo Conselho.
O Eminente Irmão Marcio Lolli Gethi, um dos novos Inspetores Gerais, Presidente da PAEL-MS, fez a entrega do Diploma de Merito Legislativo, aos Irmãos do Supremo Conselho e ao Grão Mestre de Mato Grosso do Sul.
A sessão publica foi marcada de grande emoção, num momento especial os filhos do novo Inspetor Geral Irmão Roberto, do Oriente de Maracaju/MS fizeram a entrega do colar do Grau e leram uma mensagem que emocionou a todos.
Ao termino das entregas, o Poderoso Irmão Ignácio Queiroz, delegado litúrgico de Santa Catarina e membro efetivo do Supremo Conselho, declamou uma poesia, de sua autoria, de grande beleza.
O Irmão Ildemar Marques Ferreira, falando em nome novos Grandes Inspetores Gerais fez o seguinte pronunciamento:
“Neste momento, Jubiloso, o Supremo Conselho do Brasil do Grau 33 para o REAA recebe em seu seio 17 novos Grandes Inspetor Gerais que são os Irmãos CAVALEIROS DA ORDEM MAÇÔNICA: - ATANIDES – ALCEU – ARLINDO – CICERO – EDISON – ILDEMAR – JOSÉ MAURICIO – JOSÉ PEDRO
– JOSÉ TONETE – LAZARO – LEIDNIZ – LUIZ PALMEIRA – MARCIO – OMAR – OSMÉRIO – ROBERTO e - SILVIO, todos consagrados e investidos no Grau 33 do REAA.
É para nós, também, novos Inspetores Gerais, data memorável, gratificante e plena de alegria por termos alcançado, após, mais de: - 07 anos, de estudos, dedicação e perseverança o ápice da escala filosófica, administrativa e doutrinária do REAA.
O período compreendido do grau 4 ao 33, equivale a uma graduação de MESTRADO, ou seja, MESTRE no conhecimento da VIDA EM MOVIMENTO, o que permite transformar o HOMEM ANIMAL no SER HUMANIZADO e, assim, buscar o aperfeiçoamento interno para alcançar o caminho do HOMEM CELESTIAL.
Em assim sendo, a sua CONCLUSÃO desperta em cada um de nós a sensação de medo, alívio, nostalgia, tristeza e alegria; sentimentos que variam de acordo com as EXPERIÊNCIAS VIVIDAS em cada ascensão na Escada de Jacó.
Entretanto, independente destes sentimentos, a nossa CONSCIÊNCIA manifesta a certeza que o desafio a partir de agora, está tão somente e, somente só, no início, - ESTAMOS APRENDENDO! O que impõe, mas esforço na busca do nosso aprimoramento interno, para que como CAVALEIRO DO REAL ARCO, cujo LEMA: “É A LIBERDADE, Princípio Fundamental da Lei do GADU e, - sendo LIVRE, o HOMEM TEM QUE SER JUSTO E BOM”!
E, com esta percepção, as nossas ações dignas e honradas, contribuem para o progresso Social, Econômico e Espiritual da Humanidade, enaltecendo o SER e educando o TER.
Desta forma a GRATIDÃO e o AGRADECIMENTO são os reais sentimentos que e
emitemos, neste momento:
- Ao GADU – que é DEUS, que sempre está conosco em nossa caminhada, estimulando-nos, quando a vontade era parar; fortalecendo-nos nas vicissitudes da vida e iluminando-nos na arte do amor, mesmo sem compreendê-lo.
- Aos nossos Pais, que com carinho nos deram o dom da vida e que hoje percebemos o seu movimento. E, àqueles que não estão hoje, aqui presentes, mesmo sem contemplar o seu rosto sentimos em nossos corações a sua presença, o seu sorriso e os seus gestos ternos que nos traz felicidade e gratidão, pois, temos a certeza que no meio desta alegria estão aqui, por ser cada um de nós, parte da sua constituição.
- As nossas Esposas e Filhos, pelo apoio, dedicação e compreensão pelos momentos em que tivemos ausentes, mas compartilhavam com a nossa busca de aperfeiçoamento.
Temos a certeza que sem esses atributos não teríamos chegado até aqui, assim, essa generosidade, carinho, amizade, companheirismo e amor, contribuem e enriquece o nosso crescimento social e espiritual.
Aos nossos Veneráveis Mestres - Irmãos guias e instrutores, que em momento algum deixarem de nos orientar e apoiar em nossa caminhada com entusiasmo, dedicação e elevado amor fraternal.
Por fim, a nós mesmo que a cada etapa e grau galgado se buscava obter mais conhecimento e experiência e, se aproveitando da lição, assimilava o melhor possível, construindo responsabilidade, ética, vontade e amor, atributos da presença do GADU em nossos corações e ações.
Desta forma cabe ressaltar o que representa as nossas insígnias, que passam a fazer parte de nossa indumentária nos trabalhos maçônicos e, que por si só, demonstra a conduta que se deve pautar o Grande Inspetor Geral no seu dia-a-dia em qualquer nível da atividade humana.
A Cruz Teutônica – simboliza o ato do GADU, desde os tempos primitivos e, demonstra a relatividade do tempo e do espaço para engendrar um universo para o nascimento, crescimento e aperfeiçoamento de seus filhos. Esta Cruz simboliza irradiação crescente de forças.
Força, esta, que deve dirigir o caminho da humanidade mantendo a pureza de direito e os princípios morais para nossa evolução. Tendo em mente que o desgraçado necessita de consolação e o transgressor de piedade.
A Águia Bicéfala – É o emblema do mundo físico e do mundo moral. É representação da memória genética de nossa evolução, ou seja, o conhecimento interna do SER, que por meio das boas ações passa a perceber a Divindade e, com o exercício da Imaginação se alcança a Sabedoria.
A Espada – Símbolo do Poder e da Autoridade e, é o emblema dissipador das Trevas e da Ignorância.
O que permite combater de forma inflexível os falsos e os corruptos, bem como, garantir a defesa dos direitos humanos, do livre arbítrio e a Independência da Pátria.
Desta forma, Grandes Inspetores Gerais do Grau 33 para o REAA, com a titularidade máxima da Ordem Maçônica, eu vós pergunto: - Conheceram a Verdade que tanto buscava?
Claro que não! Porém, lembrando o ensino de JESUS, o Mestre dos Mestres que afirmou: “Conheças a Verdade e ela vós Libertará”, o que nós leva a concluir que NADA SABEMOS e, assim, devemos aprofundar na introspecção e prosseguir na caminhada, partindo das seguintes premissas:
- Que o Homem e um SER de natureza tripla, uma vez que é formado de:
- Um corpo, que é Terra, porque provêm da Terra.
- Uma vida. Que é Vida, porque provêm da Vida.
- Um Espírito que é Divino porque provêm do GADU, que é DEUS.
POR ISSO, COMPETE AOS INSPETORES GERAIS, cumprir a Lei Maior do Universal que é o “AMOR”: - ONDE SUA AÇÃO É: - “SERVIR e SERVIR BEM”, os nossos SEMELHANTES, em qualquer parte e em todas as ocasiões como Obreiro da PAZ e da MISERICÓRDIA. - Fraternalmente. Sejamos Felizes!”
































































terça-feira, 6 de julho de 2010

Os Grandes Mestres de Banquetes e Lojas de Aventais Carmesins

A História da Maçonaria em Inglaterra está envolta nas névoas do tempo, mas há alguma evidência positiva da existência da maçonaria especulativa como distinta da maçonaria operativa no século 17. Lojas dos maçons nesse período foram amplamente ocasionais no sentido de que elas eram convocadas em intervalos irregulares e de acordo com as circunstâncias, não obstante as construções de Maçons continuarem em Londres, e nas províncias com regularidade suficiente, de modo a preservar o conhecimento dos procedimentos e princípios da Arte. O surto especulativo na maçonaria, dando origem aos acontecimentos, ainda não identificados, que levaram à formação de uma Grande Loja, teve lugar em Londres. Admite-se que quatro lojas que se reuniam em tabernas, reuniram-se e concordaram em criar uma Grande Loja. O processo pelo qual se chegou ao acordo é desconhecido, mas sabe-se que a primeira Grande Loja foi criada em 24 de junho de 1717, dia de S. João, quando a festa foi realizada na Goose and Ale House Gridiron na igreja de St Paul's.
As quatro Lojas envolvidas reuniam-se na Goose and Gridiron, a Crown Ale House em Parkers Lane (perto do edifício atual, em Great Queen Street), A Apple Tree Tavern em Charles Street, Covent Garden e Runner and Grapes Tavern in Channel Row, Westminster. Três sobreviveram até hoje e são agora conhecidas como Loja da Antiguidade n º 2 Fortitude and Old Cumberland Lodge n º 12 (originalmente n º 3) e Royal Somerset House e Inverness Lodge n º IV. Estas são conhecidas como "Lojas de tempos imemoriais" as lojas só no âmbito da Constituição Inglesa, com esta distinção. Eles, juntamente com a Loja Grandes Mestres de Banquetes, têm a capacidade de trabalhar sem um mandado.
A festa realizada todos os anos no dia de S. João foi inicialmente baseada na Goose and Gridiron, mas em 1721, quando o primeiro nobre Grão-Mestre João, o segundo duque de Montagu foi eleito, o número de participantes significava que a Grande Loja reunira-se na Kings Arms Tavern e os irmãos depois marcharam em procissão para o Hall Stationers para jantar.
A gestão da festa na Goose and Gridiron estava nas mãos dos Vigilantes e funcionários da taverna. Agora que a reunião havia tornado-se muito maior, foi sugerido que Stewards (Mestres de Banquetes) fossem nomeados. O primeiro conhecido Stewards foi o senhor Jessiah Villeneau que organizou a festa com a ajuda de alguns garçons. Em 1728 uma moção foi elaborada "Certo número de Mestres de Banquetes deveriam ser escolhidos, e que devem ter todo o cuidado e direção da referida festa (junto com os Grandes Vigilantes), nos termos dos regulamentos impressos". Esse movimento foi realizado quando o Grão-Mestre Adjunto convidou todos aqueles dispostos a aceitar o cargo de Mestre de Banquetes , dizendo, para avançarem para a mesa e assinar seus nomes antes do presidente. No evento, 12 foram nomeados Mestre de Banquetes. Nos primeiros anos os Mestres de Banquetes eram indivíduos que se ofereciam para o cargo e que pessoalmente nomeavam seus sucessores. Foi só a união das duas Grandes Lojas que a situação foi regularizada. As nomeações foram feitas por Lojas específicas, ao invés de um indivíduo para outro.
Em março de 1735, foi proposto a Grande Loja para re-imprimir o Livro das Constituições. Decidiu-se imprimir os nomes de todos os Grãos Mestres, juntamente com os de todos os Deputados dos Grãos Mestres, Grandes Vigilantes e irmãos que haviam servido a maçonaria na condição de Mestre de Banquetes. Todos os futuros Grandes Oficiais deviam ser selecionados a partir dessa
lista. Esta resolução foi de extrema importância, uma vez que tornou o cargo de Mestre de Banquetes não só desejável, mas essencial para aqueles que procuram nomeações da maçonaria.
Em junho de 1735, na comunicação trimestral da Grande Loja, uma petição foi apresentada pelo corpo de cavalheiros que tinham servido como Mestre de Banquetes buscando certos privilégios em consideração dos seus serviços.
Estas foram às seguintes:
1. Que eles possam se reunir mensalmente ou como uma Loja de Mestres Maçons (sob a denominação de Loja de Mestres de Banquetes) e estarem inscritos entre o número de Lojas como de costume com os tempos de sua reunião.
2. Que eles dessa forma possam ser caracterizados (desde que todos os Grandes Oficiais são no futuro nomeados e escolhidos fora do seu número e, a fim de qualificarem-se para a baixa desses Oficiais, quando chamados para o mesmo) enviar uma petição de doze nomes para o corpo
dos Mestres de Banquetes em cada comunicação trimestral, e todos os doze devem ter voz ativa e que todos venham a pagar a metade de uma coroa para as despesas da ocasião.
3. Essa pessoa, que não serviu a sociedade como um Mestre de Banquetes pode ser admitida em uma comunicação trimestral ou em outro lugar para usar seu avental ou colar coloridos, mas se tal tenha sido Mestre de Banquetes pode, ainda, usar uma jóia especial, por meio de distinção, suspenso no seu colar como usam os maçons.
Assim começou a história da Loja Grande Mestres de Banquetes, que comemorou seu 250º aniversário em 1985, quando o príncipe Michael de Kent presidiu a sessão como Venerável Mestre. No momento da sua formação, ele deu o nome de Loja Mestres de Banquetes e foi atribuída a ela o numero 117. O famoso historiador maçônico, Coln Dyer observa em seu livro "Loja Grande Mestres de Banquetes 1725 - 1985" que, nessa altura apenas dois graus eram trabalhados nas Lojas, mas que o terceiro grau foi trabalhado em uma Loja de Mestres Maçons. Na lista de 1735, o número 117 era de uma Loja formada em 1733, embora nenhuma data fosse mostrada na lista, e descrito como uma “reunião da Loja de Mestres Maçons" na King's Arms Tavern em Strand. Por posterior numeração tornou-se, sucessivamente, n º 115, 70, 60, 47 e em abril de 1792, ela foi ordenada a ser colocada no topo da lista das Lojas, sem número e ser reconhecida como The Grand Stewards’ Lodge e esta posição de honra continua até os dias atuais.
Constituída como uma Loja de Mestres Maçons, a participação é restrita a quem tenha estado no cargo de Grande Mestre de Banquetes sujeito a proposta e eleição. A Loja não tem poder para iniciar, passar ou elevar Maçons. A Loja reúne-se antes de cada comunicação trimestral da Grande Loja. Após o fechamento, os irmãos procedem ao Grande Templo, onde ocupam lugares reservados para eles, em conformidade com o artigo 37 do Livro das Constituições. A instalação da reunião, que acontece em janeiro, é uma cerimônia aberta para convidados maçons.
A Loja mantém uma reunião de emergência no final de outubro em que é dada posse aos Irmãos como Passados Grandes Oficiais. A responsabilidade por esta investidura agora passou para sua Loja filha recém-formada Loja Metropolitana Grande Mestres de Banquetes.
A Loja Grandes Mestres de Banquetes tem quatrocentos e dez membros. Todos os anos há até dezenove novos membros juntando-se a ela que representam os dezenove Grandes Mestres de Banquetes co
m privilégio de nomear um Grande Mestre de Banquetes.
A Jóia Hockley é usada pelo Secretário da Loja e apresentada ao seu sucessor na instalação da reunião. É triste a história e está contida em duas inscrições, com a seguinte redação: Presenteada ao irmão Frederick Hockley pelos membros da Loja Grandes Mestres de Banquetes em sua aposentadoria do cargo de secretário como um símbolo de seu apreço dos muitos serviços valiosos prestados por ele durante os anos 1872-1885. Em conseqüência da lamentada morte do Ir. Hockley a 10 de novembro de 1885, esta jóia nunca foi apresentada e em conformidade com a sua vontade expressa, é revertida para a Loja.
A Loja dos dezenove aventais vermelhos.
Antes da união das duas Grandes Lojas, realizada no dia 27 de dezembro de 1813, o número de Mestres de Banquetes nomeados parecia ser doze. Eles nem sempre representavam uma Loja em particular porque, anteriormente, o privilégio era passado entre os indivíduos ao invés de Loja para Loja. Porém, segundo o novo Livro de Constituições da Grande Loja Unida da Inglaterra, aprovado em 1815, uma série de regulamentos relativos aos Grandes Mestres de Banquetes e a Loja Grandes Mestres de Banquetes foram formuladas de modo que sugere que deve ser neste momento que Loja e Grandes Mestres de Banquetes foram tratados como sendo inseparáveis.

A nova regulamentação definiu uma data fixa para os Grandes Festivais futuros em abril na quarta-feira seguinte ao dia de St Georges. Na primeira delas a 24 de abril de 1816, "Os dezoito Grandes Mestres de Banquetes do dia", o último nomeado pelo Grão-Mestre, apresentaram seus sucessores, que foram devidamente proclamados. A ata da reunião indica que as lojas, de onde vieram, por novas atribuídas em 1814. Sendo estas as Lojas, que para o futuro, seriam responsáveis pela nomeação de um Grande Steward para o ano.
Aquelas Lojas foram às seguintes:
Grand Masters Lodge No.1
Lodge of Antiquity No 2
Royal Somerset House and Inverness No IV
St Georges’ and Corner Stone No 5
Lodge of Friendship No 6
British No 8
Tuscan No 14
Lodge of Emulation No 21
Globe No 23
Castle Lodge of Harmony No 26
Old Kings Arms No 28
St Albans No 29
Lodge of Felicity No 58
Lodge of Peace & Harmony No 60
Lodge of Regularity No 91
Shakespear Lodge No 99
Pilgrim Lodge No 238 (Loja Peregrino)
Prince of Wales’s No 259
Destas, nove regularmente nomearam Grandes Mestres de Banquetes antes da União, juntamente com três outras, Royal agora Royal Alpha Lodge n º 16, London Lodge n º 108 e Jacobs Ladder Lodge, que parou de trabalhar em 1800, cada uma constituía um Mestre de Banquetes por um período consecutivo de anos em dia da pré-união.
Das dezoito Lojas na época da união, a Loja Peregrino que foi fundada em 1779, trabalhando no idioma alemão, manteve o seu direito de nomear um Grande Mestres de Banquetes até 1834, quando seu secretário escreveu ao Grão-Mestre em 08 de fevereiro desse ano como se segue:
"Muitíssimo Venerável Grão Mestre,
A forma mais gentil e graciosa que Sua Alteza conferiu a Loja Peregrino com o distinto privilégio de retornar um dos Grandes Mestres de Banquetes já foi um premio aos seus membros como uma jóia mais valiosa e eles acreditam que a seleção que tem sido feita periodicamente evidencia a sua atitude e proporcionam satisfação a sua Alteza Real.
A alteração das circunstâncias, no entanto, em relação os números, diz respeito aos alemães residentes em Londres durante um período de paz e tornou impossível para a Loja utilizar por mais tempo este elevado privilégio e eles estão, portanto, sob a dolorosa necessidade de devolvê-lo nas mãos do Muitíssimo Venerável Grão Mestre.
Ao fazê-lo, arriscam-se na esperança de que sua Alteza Real fará justiça aos seus motivos e acredito que Loja Peregrino nunca vai manter um sentimento de gratidão a bondade e a condescendência com que sua Alteza Real tem mostrado a seu corpo.
Tenho a honra de contribuir a sua Alteza Real como seu servo mais obediente por ordem do Venerável Mestre da Loja Peregrino, John Schmidt, Secretário. "
O retorno do direito de nomear foi recebido com grande pesar e passou a privilegiar a Loja Jerusalém n º 197.
Vestimentas e Paramentos.
Bem como a adoção de práticas derivadas das antigas Gildas da cidade de Londres, a Maçonaria também adquiriu algumas
das nobres Ordens de Cavalaria. Por exemplo, membros proeminentes da maçonaria foram Cavaleiros da Ordem da jarreteira e azul é a cor especificada no Livro das Constituições para os paramentos dos Grandes Oficiais, com exceção dos Grandes Mestres de Banquetes, que é carmesim.
É geralmente considerado que o carmesim é utilizado da Ordem de Bath, reativada em 1725, pelo rei George I. A mais antiga referência a sua sobrevivência parece ser o Mestre de Banquetes carmesim na ata da Grande Loja de 17 de Março 1731. Lá, foi proposto que os irmãos que são Mestres de Banquetes devem usar seus aventais forrados de seda vermelha e jóias pendentes em colares vermelhos e que todos aqueles que serviram como Grandes Mestres de Banquetes estão habilitados a usar aventais forrados com seda vermelha.
Depois, houve mudanças no tamanho e forma do avental aparente conforme retratos e gravuras contemporâneas sobreviventes, e a ampliação da composição da Grande Loja a resolução quanto aos Mestres de Banquetes é praticamente inalterada.
Grandes Mestres de Banquetes estão qualificados para usarem paramentos vermelhos após a nomeação de sua Loja. Os membros da Loja dos dezenove aventais vermelhos quer pela iniciação ou filiação utilizam paramentos normais da maçonaria, até a nomeação pelo o Grão-Mestre através de suas Lojas. Um pré-requisito para isto é um compromisso do Grande Mestre de Banquetes Eleito de cumprir as obrigações inerentes ao oficio. O Grão-Mestre possui direito de veto, embora isso raramente tenha sido exercido
Um Grande Mestre de Banquetes do ano usa um simples colar vermelho, como fazem os oficiais e Past Masters da Loja Grandes Mestres de Banquetes. Os colares dos Passados Grandes Mestres de Banquetes, são demarcados com prata (ou ouro, no caso de duas Lojas a n º 2 e n º 8). Desde 1835, a jóia dos Grandes Mestres de Banquetes é no formato de uma cornucópia entre as pernas de um compasso.
Em 1797, um Grande Mestre de Banquetes propôs que cada membro do seu Conselho de Administração deveria vestir um casaco azul claro com botões amarelos e as iniciais GS gravadas em cada botão, um colete branco e calças de seda preta. Contudo, em 1813 foi decretado que a forma do traje era terno preto, usado com luvas brancas. Hoje o traje completo é usado em todas as funções oficiais de um Grande Mestre de Banquetes.
É interessante notar que o parágrafo n.º 36, do Livro das Constituições que afirma: -
Após a instalação anual do Grão-Mestre, ele nomeará dezenove Grandes Mestres de Banquetes e para essa finalidade, um Irmão deve ser recomendado anualmente para o Grão Mestre para ser nomeado por cada uma das dezenove Lojas, um que tenha o privilégio de ser recomendado para o oficio. Cada Irmão assim recomendado deve ser membro da Loja que subscreve a recomendação e não ter menos de cinco anos no momento da indicação para ser Grande Mestre de Banquetes e deve ter atingido o grau de Mestre. O nome, endereço e grau maçônico de cada Irmão recomendado devem ser transmitidos por sua Loja para o Grande Secretário em, ou antes, de 31 de março e, se algum Irmão declinar o oficio ou for incapaz de cumprir os deveres do mesmo ou deixar de receber a aprovação do Grão Mestre, a Loja, que recomendou-lhe, quando informado da circunstância, no prazo de 14 dias deve transmitir o nome, endereço e grau maçônico de outro Irmão para seu lugar.
Se alguma Loja que possui o privilégio de recomendação deixar de recomendar um Grande Mestre de Banquetes conforme exigido por esta norma, a Loja (salvo disposição em contrário dirigida pelo Grão-Mestre) deve perder seu privilégio e o Grão Mestre nomeará outra Loja que terá esse privilégio no futuro.
Isso aconteceu em 1852 quando a Loja Old Kings Arms n º 28 não indicou um Grande Mestre de Banquetes para esse ano. O direito de nomear foi transferido para a Loja Old Union nº 46, restabelecendo assim a força do Conselho de Grandes Mestres de Banquetes, naquela época dezoito, como previsto no Livro das Constituições em vigor. As circunstâncias relacionadas com a falta de nomear são gravadas na história da Loja. O então secretário da nova Loja apresenta um Irmão, passando o nome do Irmão escolhido pelo voto, em Loja aberta, para o Grande Secretário. Embora ninguém possa questionar o resultado deve ter sido surpresa pela seriedade do Grão-Mestre, o Conde de Zetland.
Uma série de razões tem sido sugeridas por que dessa decisão draconiana ser tomada. Charles MacKechnie-Jarvis, em sua palestra Prestoniana, intitulada Grandes Mestres de Banquetes 1728-1978, sugere que a decisão de "Uma regra para os trabalhos" surgiu de um incidente cerca de quarenta anos antes, quando um membro da Loja n º 28, na qualidade de Secretário do Conselho de Grandes Mestres de Banquetes se recusou a passar o Livro de Atas do Conselho, como resultado as atas de um ano foram perdidas. O Grande Secretário na época e
ra o Irmão W H White. Ele não gostou que a sua autoridade fosse ignorada de forma tão flagrante e curiosamente ele ainda era o Grande Secretário em 1852! A Old Kings Arms fez grandes esforços no momento e, posteriormente, para que a decisão fosse revogada.
No caso, o privilégio foi restaurado em 1904. Isto foi devido em grande parte a eloqüência do Irmão E A Ebblewhite da Loja Shakespear n. º 99, que foi presidente do Conselho de Grandes Mestres de Banquetes em 1903 “juntamente com o WM da Loja Grandes Mestres de Banquetes”, Irmão John Smithers. Houve uma discussão em torno de quatro anúncios de proposta para permitir um aumento do número de Grandes Mestres de Banquetes de dezoito para trinta, mas estas foram retiradas. No entanto, o Irmão Ebblewhite apresentou outra proposta para aumentar o número de 18 para 19 e que foi aprovada no próximo Festival, o privilégio foi restaurado para a Old Kings Arms.
Aprender com o passado é muito importante para garantir que a nomeação do Grande Mestre de Banquetes do ano seja feita dentro do prazo previsto no Livro das Constituições.
Um Grande Mestre de Banquetes é investido na investidura anual, após a nomeação da Grande Loja e aceitação pelo Grão-Mestre. Ele é introduzido pelo seu antecessor, o Grão-Mestre e os outros dirigentes da maçonaria antes do Festival. Grandes Stewards atendem a Grande Loja em cada comunicação trimestral.
O Conselho de Grandes Stewards, - como são conhecidos durante o ano - seleciona um Presidente, Secretário e Tesoureiro. Durante o curso do ano eles promovem cinco ou seis jantares onde entres os convidados incluem os dirigentes da maçonaria. Eles também estão responsáveis pela organização do Grande Festival incluindo a partilha de 40% do custo total, o que é uma soma considerável!
Para o ano, um Grande Mestre de Banquetes é um Grande Oficial. Mas ao contrário de qualquer outro Grande Oficial, no final do ano ele se torna um Passado Grande Mestre de Banquetes, para um Grande Oficial o cargo não é mantido. No entanto Passados Grandes Stewards são superiores a Senior London Grande Oficial, ou Grande Oficial Provincial.
Extraído e editado por Brian Parkins de um texto original escrito por Michael Green
fonte: http://www.grandstewards.org/




























quarta-feira, 30 de junho de 2010

ARLS Cavaleiros da Fraternidade III nº 2342, no Oriente de Costa Rica-MS instala nova diretoria

Neste ultimo dia 26 de junho de 2010, em sessão magna, ocorreu no Templo da ARLS Cavaleiros da Fraternidade III nº 2342, no Oriente de Costa Rica-MS, a cerimônia de Instalação e Posse do Venerável Mestre da Loja Irmão Irini Gilberto Marchete e diretoria.
A Comissão Instaladora foi presidida pelo Irmão David Mariano de Oliveira e composta pelos ilustres Irmãos, Adevilton Correa de Moraes, Walter da Silva Rodrigues e Edson Roberto Veratti.
Tomaram posse os Irmãos Valdici Pelizer como 1º Vigilante, Welligton de Morais Ferrato, como 2º Vigilante, Marcio Rodrigues, como Orador, Fernando Rodrigues, como Secretário, Osni Lalier, como Tesoureiro e Patrick Jean Marck Labord como Chanceler.
A instalação contou com a presença dos Irmãos Henrique, Claudio, Bento, Rodrigo e Juliano Marchetti da ARLS D. Pedro I do Oriente de Mineiros/GO, jurisdicionada a GLGO.
Ao final o Venerável Mestre, instalado e empossado, convidou a todos a participarem de um delicioso jantar no salão de eventos da Loja.
















terça-feira, 29 de junho de 2010

Mais sobre a Sessão na Cabeça da Coruja em Quebec no Canadá

Cerca de cento e cinqüenta Maçons de todo o Quebec e de lugares mais distantes fizeram a peregrinação anual neste último sábado, 19 de junho de 2010, para o topo da Owl's Head Mountain (Montanha Cabeça da Coruja), com vista magnífica para o lago Memphremagog.
A Owl's Head, se eleva a mais de 2.400 metros acima do nível do mar, é o único lugar na província de Quebec que se abre uma Loja em céu aberto. Em 1857, para a Golden Rule Lodge, de Stanstead, Quebec, foi concedida uma dispensa especial da extinta Grande Loja do Canadá para realizar uma comunicação "anual", ou reunião, no topo da montanha. A Tradição é tão importante para os maçons, que a Golden Rule Lodge ainda assegura este acontecimento, 153 anos mais tarde.
Ao longo dos anos, o número de maçons presentes ao evento, em meados do verão anual, aumentou. A reunião na Owl's Head rotineiramente atrai maçons de Quebec, Ontário, a Maritimes, Vermont, New Hampshire, Maine, e até mesmo de países distantes como a Austrália. Na verdade, o evento é uma tradição tão importante se tornou um dos destaques do calendário maçônico em Quebec.
O Templo da Loja em cima da Owl's Head é na verdade uma fenda natural, mais ou menos em forma de anfiteatro, no lado da montanha. Só a Mestres Maçons regulares é permitida a entrada no evento e as precauções são tomadas para garantir sempre que os não-maçons sejam proibidos de participarem.
Ao longo dos anos, o tempo tem sido um fator aliado uma série de vezes, mas nunca esse encontro famoso foi cancelado devido a condições adversas do tempo. Na verdade, uma série de eventos na Owl's Head foram realizadas sob a chuva ou temperaturas frias. A Reunião deste ano teve lugar sob o céu ensolarado e temperatura quente.
Enquanto a maioria dos Maçons tomam o teleférico para o topo da colina de esqui, os demais fazem o caminho para o cume reais a pé, um grupo de durões subiu a montanha pelo fundo. Esta é uma boa caminhada, principalmente para o candidato, que está prestes a ser iniciado maçom, e que tradicionalmente é convidado a carregar um fardo pesado para o cume da montanha.
Após o encontro no topo, um churrasco e bebidas são servidas na base da montanha por membros e amigos da Golden Rule Lodge. Como sempre, o evento foi considerado um grande sucesso por todos os presentes.
Grant Myers, Oficial Presidente para a ocasião (o mestre do passado da Golden Rule Lodge) ficou encantado com os procedimentos. "Participar de uma tradição anual que antecede a Confederação", disse ele, "é ao mesmo tempo gratificante e uma experiência de humildade. Há um sentido de responsabilidade e de conexão com o tempo e lugar que é difícil de descrever. Eu não perderia isso por nada."
Esse sentimento foi notado por muitos que fizeram a viagem para Owl's Head este ano. Alguns, de fato, já estão planejando voltar no próximo ano.
Texto de Matthew Farfan

Fotos recebidas por email do Irmão Nelson Carvalho