sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Grande Loja de Mestres Maçons da Marca do Grande Oriente do Brasil Por Wagner Veneziani Costa

A cada um é dado um estojo de ferramentas
Uma massa disforme e um livro de regras,
E cada um deve fazer seu tempo fluir.
Uma pedra de tropeço, ou uma pedra de degrau.
(anônimo, século XVIII)

Esse é apenas um pequeno resumo que escrevi, retirado das obras intituladas " O Grau da Marca" de David Mitchell e da obra: Conte-me Mais Sobre o grau da Marca do Rev. Neville Barker Cryer, ambas da Madras Editora, contando um pouco da História do Grau da Marca, agora apresento a Cronologia retirada da mesma fonte...
“Senhor, um homem deveria manter a sua amizade em constante reparo”. (Dr. Samuel Johnson, 1755)
O Grau da Marca tornou-se uma Ordem Independente (Regular) na Inglaterra.
Podemos afirmar que o Grau da Marca é uma sequência do terceiro grau, contendo profundos significados simbólicos e filosóficos e esta ligado a construção do Templo do Rei Salomão. Apesar que a escolha da Marca era uma parte importante em acréscimo ao Grau de Companheiro.

Na construção do Templo do rei Salomão foram empregados mais de 110 mil operários e para que eles pudessem ser identificados por seus Oficiais Superiores - para que cada porção de seu trabalho pudesse passar pelo mais cuidadoso exame e para que cada Artífice pudesse receber com pontualidade a recompensa pela sua obra e habilidade - esse grupo imenso de trabalhadores foi dividido em 1.100 Lojas de Companheiros e de Aprendizes, estando estes últimos sob a superintendência dos primeiros, que lhes ensinavam o ofício; e a todos estes presidiam 3.000 Menatschim, Supervisores ou Mestres - Três em cada Loja.

Cada um desses homens (Aprendizes, Companheiros e Mestres) recebia um salário. E para que não recebessem em duplicidade, ou que não recebessem mais do que lhes era devido, criaram uma Marca para cada um dos operários e esses por sua vez, tinham que esculpi-las ou gravá-las numa pedra talhada. Os Mestres da marca eram conhecidos como "Artífices Perfeitos". Deste seleto grupo eram escolhidos os Supervisores. Adoniran, que era Supervisor, foi selecionado para preencher a vaga decorrente da morte de Hiram Abiff. Adonhiram era, de fato, o Supervisor Chefe dos operários empregados nas florestas do Líbano.

Tantos os Artífices como os demais, certamente, recebiam seus salários no Templo: Os Aprendizes recebiam seus pagamentos em trigo, vinho e óleo; os Artífices em espécie.

O Supervisor conhecia "bem" a Marca de cada um dos seus operários. Era assim, que o exame do trabalho apresentado era comparado com as plantas. Se a pedra estivesse correta e em conformidade às plantas, o Supervisor colocava sua própria Marca sobre a peça examinada e aprovada. Que logo era içada e instalada em seu lugar. Além da Marca do Supervisor indicar a exata localização da pedra, um malho de madeira era tudo o que era necessário para alinhá-la, firme e permanentemente, em sua devida posição.

Assim, as Marcas dos Maçons (pedreiros) representavam uma ajuda fundamental no gerenciamento das funções administrativas, financeiras, produtivas e de controle de qualidade. A Marca era portanto a identidade (assinatura) daquele operário específico. Os progressos e a eficiência na construção dependiam então, de uma boa comunicação e de bom relacionamento entre os trabalhadores, do respeito aos administradores, além do entusiasmo e prazer no trabalho. Todas estas qualidades dependiam, por sua vez, da Marca dos Maçons.

A história antiga nos dá conta de que a colocação de uma marca em um produto acabado não era uma prática restrita aos pedreiros. Podemos encontrá-las facilmente nas Cerâmicas gregas, egípcias, romanas; em obras de ouro e de prata etc. Na Irlanda, Inglaterra e País de Gales, Marcas de Maçons podem ser encontradas em pedras de Catedrais, Igrejas, Castelos e outras edificações medievais.

Douglas Knoop descreveu: "Ponte entre a Maçonaria (da Marca) Operativa e a Especulativa, com uma das pontas - a do lado Operativo - bem apoiada na Escócia, e a outra - a Especulativa - na Inglaterra."
A herança da Maçonaria Operativa e da Maçonaria da Marca é tão brilhante e empolgante como uma Arte, principalmente devotada a propósitos religiosos e a criação de belas edificações, e sempre tendo em mente a perfeição. O Juramento feito pelos nossos antigos Irmãos nos Colégios ou Guildas em Roma, comprometendo-se a se ajudarem mutuamente e a socorrer qualquer Membro em ¬necessidade ainda consta de nosso Ritual. Essa é a mensagem predominante dirigida a cada novo Mestre Maçom da Marca ao ser felicitado pelo Venerável Mestre por ocasião de seu Avançamento a esse respeitável e honroso Grau na Maçonaria.
O Grau de Mestre Maçom da Marca continua vivo como um perene monumento aos antigos operários e artífices que iniciaram a Obra do Grande Supervisor com a construção do Templo do Rei Salomão, e àqueles que assim ainda continuam fazendo, não apenas na Pedra, mas na construção e na consolidação nas relações entre homens de bem e nas amizades duradouras.
Pouquíssimos Maçons do Simbolismo conhecem a rica História do Grau da Marca e a sua legendária ligação com Jerusalém; ou por que esse Grau mereceu a reputação de “Grau Amigável”. Como Mestres Maçons da Marca, podemos ajudar na divulgação e na informação das razões que originaram esta merecida reputação, ao dedicarmos uma atenção especial ao nosso trabalho no Templo, tendo um bom conhecimento de sua História e desenvolvimento, e uma amistosa ânsia de oferecer respostas permissíveis àqueles verdadeiramente interessados.
Possivelmente, todos os Maçons que lerem este texto acharão bastante interessante a relação apresentada a seguir, que assinala alguns importantes eventos no Desenvolvimento e Progresso da Maçonaria a partir da construção do Templo do Rei Salomão até a formação da Grande Loja da Marca. Algumas datas são controversas; no entanto, elas se baseiam em confiáveis documentos escritos por ilustres Maçons, tais como: R. F. Gould, L. Vibert, R. C. Davies, D. Knoop e D. P. Jones, bem como no Masonic Year Book (o Anuário Maçônico) e, assim, podem ser aceitas como razoavelmente corretas.
Cronologia
A.C.
957 — Concluída a construção do Templo do Rei Salomão.
714 — Collegia Artificium — o Colégio dos Artífices, Guildas Romanas, ou Corporações de Artífices, instituída em Roma.
587 — Destruição do Templo do Rei Salomão por Nabuzardã sob ordens de Nabucodonossor. Ao todo, os cercos a Jerusalém somam um período de vinte anos. Estima-se que um total entre 500 mil e 1 milhão de israelitas tenham sido deportados para a Babilônia.
539 — Ciro liberta os judeus de seu cativeiro. De acordo com Josephus, somente 50 mil retornaram a Jerusalém, sob o comando de Zorobabel, para a reconstrução do Templo; destes, cerca de 30 mil eram homens adultos; os demais eram ¬mulheres e crianças. Muitos teriam optado em ficar na Babilônia. Estima-se que 150 mil se dispersaram por todos os países vizinhos, onde haveriam de se estabelecer, construindo suas casas e Sinagogas.
169 — O Templo de Zorobabel literalmente destruído por Antiochus Epiphanes, irmão do rei da Síria.
D.C.
20-26 — Herodes – o Grande, pai de Herodes Antipas (sob quem sofreu Cristo), era um famoso construtor. Ele assumiu o ambicioso desafio de restaurar o Templo à sua antiga glória. O Segundo Templo reconstruído ficou conhecido como o Terceiro Templo e foi, finalmente, destruído pelos romanos, sob o império de Tito, em 70 D.C.
45-107 — Ocupação da Bretanha pelos romanos.
800-1500 — As Sociedades de Arquitetos Livres e Operativos, conhecidos como Franco-Maçons (não os Artesãos comuns), oriundos dos Collegia Artificium, surgiram como Freemasons na Inglaterra, como Steinmetzen na Alemanha, e como Compagnonnage na França. Essas Sociedades eram secretas e operativas, engajadas nas construções eclesiásticas e em outras construções. A Franco-Maçonaria, tal como hoje é praticada, remonta àquela Fraternidade.
Os Monges agiam conforme a capacidade dos Arquitetos e dos Mestres na planificação e planejamento dos edifícios, e supervisionavam a sua construção. Dessa forma, tanto os não-operativos, como os operativos, se tornaram “Aceitos”.
926 — Assembleia Anual de Maçons Operativos, realizada em York, sob a presidência de Edwin, filho de Athelstan. A Antiga Loja de York alega ter a sua origem nesta Assembleia. (vide 1726)
1 292 — Primeira referência conhecida denominando como “Loja” o local de trabalho dos Maçons Ingleses.
1390 — (+/-) Manuscrito Regius (ou Poema Regius), contendo as “Antigas Instruções”. Primeira menção conhecida da palavra “Franco-Maçom”.
1410 — (+/-) Manuscrito Cooke, contendo as “Antigas Instruções”.
1530— Os Estatutos de Edward III mencionando a palavra “Franco- Maçom”.
1563 — Aparece, pela primeira vez, a palavra “Franco-Maçom” impressa um livro; livro este intitulado “Dives Pragmaticus”.
1598 — Descoberto o mais registro da Franco Maçonaria no Livro de Atas da Loja Escocesa Aichison Haven,
1646 — Elias Ashmole feito Franco-Maçom uma Loja de Warrington. Ele escreve em seu diário que nas Guildas (Operativas) da Pedra e Franco-Maçons, o Candidato tinha de ser “Iniciado” antes de poder aprender o seu Ofício.
1650 — (+/-) O Manuscrito Sloane e o Manuscrito Harleian fazem referência à “Palavra de Maçom”.
1705 — Os Registros da Grande Loja de York mostram que, já naquela data, existia uma Constituição separada, com um Presidente e um Vice-Presidente.
1714 — Marca um período de transição, quando os Maçons Especulativos se tornaram tão numerosos e importantes, que chegaram a sobrepujar a Organização dos Operativos.
1717 — Citada e convocada a Grande Loja, tendo Anthony Sayer como Grão-Mestre. Esta Grande Loja ficou, mais tarde, conhecida como a dos “Modernos”.
1718 (+/-) — Os Graus de Aprendiz e de Companheiro reunidos em um só Grau, ou ambos os Graus trabalhando em conjunto. Estes dois Graus compondo toda a Maçonaria Simbólica.
1723 — Primeiro exemplar da Constituição (modernos), publicado pelo Dr. Anderson, no qual apenas dois Graus são mencionados: Primeiro, o de Aprendiz, e o Segundo, o de Companheiro ou Mestre. As Instruções e Preleções corrigidas, omitindo referências diretas ao Cristianismo e com uma visão mais ampla sobre as qualificações religiosas.
1725 (+/-) — Reconhecido o Terceiro Grau como um Rito Aceito, com os seus assuntos separados dos Graus anteriores e das suas lendas. Incorporação da lenda de Hiram Abiff ao Ritual. Criada a Comissão de Caridade.
1726 — Encontrados registros desse ano mostrando a Grande Loja de York reivindicando a sua origem a partir da Grande Assembleia de York, em 926 D.C.; portanto de maior antiguidade do que a Grande Loja de Londres (de Modernos), de 1717. A Antiga Loja de York precede a própria Grand Lodge of all England.
1738 — Edição revisada do Livro de Constituições (Modernos) publicada pelo Dr. Anderson, no qual os três Graus são reconhecidos: Primeiro Grau, o de Aprendiz; Segundo Grau, o de Companheiro; Terceiro Grau, o de Mestre.
1744 — O Arco Real sendo trabalhado, pela primeira vez, como uma cerimônia em separado.
1751 — Uma “Grande Loja da Inglaterra” é formada em concordância à antiga Instituição. Os seus Membros se autodenominavam “York”, “Atholl”, ou “Antigos”. “York” porque diziam preservar as verdadeiras tradições, tal como os Maçons da velha Loja de York, das Lojas Operativas e das suas Antigas Instruções; “Atholl” em razão de seu Grão-Mestre, o Duque de Atholl; e “Antigos” por se declararem bem mais antigos do que os “Modernos”. Uma guerra aberta foi declarada pelos “Modernos” (Grande Loja original, de 1717) aos ¬“Antigos”.
1755 — Publicada a Edição Revisada do Livro de Constituições (“Modernos”).
1756 — Laurence Dermott publica o primeiro Livro de Leis, ou Constituição dos “Antigos”, sob o título de Ahiman Rezon or a Help to a Brother (mais corretamente: Voluntary Brethren)
1766 — Edição revisada do Livro de Constituições (Modernos).
1769 — Primeiro Registro da Maçonaria da Marca em um Corpo de Maçonaria Especulativa; aparece nas Atas de Abertura do Capítulo da Amizade, ora com o nº 257, em Portsmouth; presente o Pró-Grão-Mestre Thomas Dunckerley, que investiu diversos Irmãos como Maçons da Marca, fazendo com que cada um deles fizesse a sua “Escolha da Marca”.
1776 — Sagração do ‘Freemasons’ Hall, na Great Queen Street, Londres.
1781 — HRH Henry Frederick – Duque de Cumberland, é eleito Grão-Mestre.
1789 — Os “Modernos” elaboram um detalhado Ritual de ensinamento moral, baseado no LSE e em seu primeiro Livro de Constituições.
1790 — HRH George – Príncipe de Gales (posteriormente, Rei George IV), é eleito Grão-Mestre.
1809 — Uma base de acordo encontrada entre “Modernos” e “Antigos”.
1813 — HRH George, príncipe regente (posteriormente, rei George IV) renuncia ao Grão-Mestrado, assumindo o título de Grão- Patrono. O HRH duque de Sussex é eleito Grão-Mestre. Sessão de União de “Modernos” e “Antigos”. Em 25 de novembro, o HRH Grão-Mestre duque de Sussex, e o HRH duque de Kent — Grão-Mestre da Grande Loja Antiga ou Atholl, assinam os Artigos da União.
1851 — A Loja de Mestres da Marca Bon-Accord realizam a sua primeira Sessão em Londres.
1856 — Formação da Grande Loja da Marca.
1857 — Lorde Leigh, Primeiro Grão-Mestre da Grande Loja da Marca.

Fraternalmente,
Wagner Veneziani Costa
Grão-Mestre da Grande Loja da Marca do Grande Oriente do Brasil

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Passou para o Oriente Eterno o Irmão Raimundo Rodrigues

Passou para o Oriente Eterno, neste domingo 03 de outubro de 2010, o Irmão Raimundo Rodrigues
Raimundo Acreano Rodrigues Albuquerque / Raimundo Rodrigues — Nasceu na Vila Seabra (hoje Tarauacá), no Estado do Acre. Filho de José Marques de Albuquerque Sobrinho e Odília Rodrigues de Albuquerque. Iniciou sua vida literária em Goiás, quando teve seu romance Riachão, premiado pela Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos. Reside em São Paulo.
Obra — Riachão, romance. São Paulo: Gráfica Revista dos Tribunais, 1956; Trovas do ontem e do hoje.
O grande feito do autor Irmão Raimundo Rodrigues foi trazer à tona as várias correntes filosóficas absorvidas pela Maçonaria e que, de certa forma, as tem traduzido literalmente. O questionamento filosófico, assim como a ciência não se restringe ao que é aceito democraticamente, mas mesmo contrário às correntes de pensamento vigentes, o pensador se aprofunda e mostra o que vê e sente, seja aceito ou não.
Seu corpo foi velado na GLESP Grande Loja do Estado de São Paulo, na rua São Joaquim 138, no Bairro da Liberdade, São Paulo/SP.

domingo, 26 de setembro de 2010

O MAÇOM MARCOS JOSÉ DA SILVA

Era final de novembro de 2008, o momento era de expectativa. Nosso CA (Centro Administrativo) estava finalmente concluído, para entregarmos aos Maçons do Grande Oriente do Brasil – Mato Grosso do Sul planejávamos uma grande festa. Uma festa que pudesse demonstrar o quando estávamos felizes por ter conseguido concluir parte de nosso projeto para o GOB-MS.
A ocasião requeria muitos convidados, e o ponto alto seria a presença do nosso Soberano Grão Mestre Geral Marcos José da Silva. As negociações para a presença do soberano foram iniciadas e finalmente agendamos a data, seria dia 12 de dezembro de 2008.
Com uma agenda bastante apertada nosso Soberano Irmão Marcos, chega a Campo Grande na manhã do dia 12 de dezembro, após o encontro com nosso Eminente Grão Mestre Estadual Irmão Gessírio Domingos Mendes, fomos para o almoço, o local escolhido foi à Casa do Peixe, restaurante reconhecido nacionalmente pela elaboração de pratos à base de peixe e pertencente ao nosso querido Irmão Sergio Oyadomari. Ao terminarmos o almoço com uma conversa agradável, o Irmão Marcos diz-me que gostaria de visitar um Irmão que tivesse enfermo. Nesse momento senti a grandeza de caráter do Maçom Marcos José da Silva, todos estávamos pensando em ir para nossos lares a fim de fazermos a sesta, coisa comum no lugar, e nosso Soberano em busca de praticar os mais sagrados preceitos de nossa Ordem, confortar os Irmãos em momentos difíceis.
Lembrei-me então de um Maçom com quem tive a honra de conviver e conhecer sua história, Edson Gianotti, membro da ARLS Edificadores de Templos nº 2013, agora enfermo e com pouca mobilidade, liguei para a cunhada, Glorinha, que alegre pelo contato, relatou que o “Gia” iria ficar muito contente com a visita. Ao chegarmos à residência do Irmão Gianotti fomos gentilmente recebidos pela cunhada Glorinha, carioca, tal qual nosso Soberano, e iniciou-se uma agradável conversa junto ao Gianotti.
Despedimo-nos e o Irmão Marcos, pede-me para levá-lo ao hotel, pois teria que ver seus e-mails e estudar a edição do Ritual da Marca, que o Irmão Gerson Magdaleno havia revisado e fazer alguns contatos.
A inauguração do Centro Administrativo chamado de Barão de Batovi, em homenagem ao primeiro Venerável Mestre de Mato Grosso do Sul, estava prevista para as 20 horas, passo no hotel ás 18 horas e nosso Soberano já está a postos.
A solenidade acontece, o Irmão Marcos recebe o Titulo de Visitante Ilustre, concedido pela Câmara Municipal de Campo Grande, uma grande festa, banda da Policia Militar, autoridades civis e maçônicas. Passamos ao salão de festas para o jantar, uma deliciosa obra prima da culinária de Campo Grande. O Soberano deveria participar na manhã do dia 13 da sessão da Poderosa Assembleia Estadual Legislativa do GOB-MS, porém uma noticia vinda de Brasília, antecipa sua volta.
O voo sai às 03h50min horas, e prontifico-me a levá-lo, independentemente de sua vontade. Despedimo-nos e vejo entrar na sala de embarque um dos maiores Maçons que conheço, algo que não se deve ao cargo que ocupa, e que para mim deve ser cultuado com um Rei, pois ser Grão Mestre de uma potência maçônica como o Grande Oriente do Brasil, além de conduzir milhares de homens livres e de bons costumes, é participar dos destinos do país.
Um maçom que pratica a solidariedade humana sem ostentação, sem vaidade, sem orgulho, com a verdadeira humildade maçônica, guardando deste ato profundo segredo; e que agora indevidamente eu exponho.


Luiz Adive Palmeira
MI da ARLS 8 de MAIO 2083 – GOB-MS
CAMPO GRANDE/MS

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Fundação do 41º Preceptório em Santos/SP









GRANDE PRIORADO DO BRASIL ORDENS UNIDAS RELIGIOSAS, MILITARES E MAÇÔNICAS DO TEMPLO E DE SÃO JOÃO DE JERUSALÉM,PALESTINA,RODES E MALTA

É com imensa alegria que anunciamos a fundação do Preceptório Véritas, 41 na cidade de Santos/SP. Parabenizamos todos os envolvidos na fundação, os Preceptores que foram devidamente instalados e demais oficiais, pela posse. A Sessão foi realizada sob fortes emoções, a Consagração do Templo e Instalação dos Preceptores foi conduzida pelo M.A.D.E. Grande Senescal, Cav. Wagner Veneziani Costa, GCT, Cav. Grão Prior do Templo Cav. Gerson Magdaleno CCT e contou com a presença do Past GM Manuel de Oliveira Leite, GCT e dos Grandes Oficiais: José Rosa de Souza Neto, Roberto Expedito Casemiro, José Cherington das Neves Boarin, Mario Holderegger, Christian Marcucci, Cássio Araújo Borges, Edson Costiuc, Eduardo Alvarez Ferreira, Tulio Prata, Paulo Roberto de Medeiros, João José Viana, Adler Friozi entre outros. Nesse ato o Grande Priorado do Brasil, das Ordens Unidas Religiosas, Militares e Maçônicas do Templo e de São João de Jerusalém, Palestina, Rodes e Malta como a única Ordem REGULAR e RECONHECIDA em todo o Território do Brasil, concedeu a Carta Patente ao Preceptório Véritas, 41.













sábado, 18 de setembro de 2010

A ARLS UNIÃO, FORÇA E TRABALHO Nº 3266 DO GOB-MS RECEBE TRÊS NOVOS IRMÃOS

Neste ultimo sábado, dia 11 de setembro de 2010, na ARLS União, Força e Trabalho nº 3266 do GOB-MS no Oriente de Campo Grande/MS, sob a presidência do Ilustre Irmão Alexsandro Araujo Caramalac foram iniciados os Irmãos Edson, Marlon e Marciel.
A sessão que transcorreu num clima muito agradável teve a presença do Poderoso Irmão Luiz Adive Palmeira, Secretário de Planejamento do GOB-MS, e de Irmãos de varias Lojas da Capital de Mato Grosso do Sul.
No seu pronunciamento o Irmão Palmeira falou da importância da Loja para sua vida maçônica, uma vez que foi o primeiro aprendiz a freqüentar as sessões da Loja durante o mandato do Irmão Pedro Candido, apresentou felicitações aos oficiais pelo excelente trabalho executado. Aos novos Irmãos falou que o principal papel das Lojas maçônicas é buscar no mundo profano os elementos que ela precisa preparando-os com seus ensinamentos esperando que os mesmos levem para fora Templo nossos pensamentos. Desejou-lhes uma vida profícua na maçonaria. Disse ainda que esta é sua ultima sessão como Secretario de Planejamento pois está empenhado em um novo projeto para a Maçonaria Gobiana de Mato Grosso do Sul.
O VM Alex agradeceu seus oficiais pelo empenho nos trabalhos, aos Irmãos visitantes e principalmente ao Irmão Palmeira, pois para ele sua presença transmitiu-lhe segurança na condução dos trabalhos. Desejou ao Irmão Palmeira sucesso no novo caminho e se colocou a disposição para ajudá-lo a promover as mudanças de que tanto precisa nossa Maçonaria. Convidou a todos para a recepção preparada pela Loja aos novos Irmãos.
O Irmão Alcir Caramalac, Orador da Loja, deu boas vindas aos novos Irmãos dizendo que a Loja se sente honrada com suas iniciações, agradeceu aos Irmãos visitantes pela presença e auxilio nos trabalhos.


































































sexta-feira, 17 de setembro de 2010

CHURRASCO DA LOJA PATRIARCA DE CAMPO GRANDE

Meus Caros Irmãos,

Tenho recebido emails de Irmãos solicitando que eu divulgue os eventos antes de acontecerem.
Isso é um pouco difícil, pois só após ter conhecimento ou ter ido a algum evento é que publico para conhecimento dos Irmãos.
Mas no caso deste evento tenho a satisfação de divulgar antes do ocorrido.
A Loja Patriarca de Campo Grande faz apenas um evento por ano, e em visita ao VM Irmão Sussumo fui convidado para o almoço desse ano.
Conheço o trabalho dos Irmãos, aqueles que quiserem saborear um bom churrasco têm um destino certo nesse próximo domingo 19/09/2010.

Maiores informações no fone: 3341.4939 ou 99576661 - Joaquim Pedro

sábado, 4 de setembro de 2010

ARLS Razão e Força nº 1997, do GOB-MS, Oriente de Porto Murtinho/MS realizou sessão magna de Iniciação

ARLS Razão e Força nº 1997, do GOB-MS, Oriente de Porto Murtinho/MS realizou sessão magna de Iniciação. No dia 28 de agosto de 2010, foram iniciados três novos Irmãos.
“Porto Murtinho é um município sul-mato-grossense, distante 443 km da capital do Estado - Campo Grande/MS. O município de Porto Murtinho foi criado em 20 de Setembro de 1911, mas comemora seu aniversário no dia 13 de Junho, data que marca sua emancipação Político-administrativa. É considerada a última guardiã do Rio Paraguai, seu nome é uma homenagem a Joaquim Murtinho, presidente do Banco Rio e Mato Grosso.Porto Murtinho é banhada pelo Rio Paraguai, situado na fronteira com a República do Paraguai. A cidade é conhecida principalmente pelo turismo de pesca. O ecoturismo chegou em Porto Murtinho devido suas belezas naturais e a biodiversidade do Pantanal sul matogrossense.Possui hotéis especializados em atender o turista, oferece infra - estrutura para pesca esportiva e para o ecoturismo.A cidade tem um forte elo histórico - cultural, e grande importância nas questões relacionadas aos acontecimentos da Guerra Brasil - Paraguai. É visível e preservado seu patrimônio como as igrejas, antigos casarões, as festas regionais e manifestações culturais. Na região há a reserva indígena dos índios Kadiwéus, população ainda típica do Estado do Mato Grosso do Sul.”
A sessão foi marcada pela expressiva presença de Irmãos visitantes de diversas Lojas e Orientes, 17 Lojas fizeram-se presentes a sessão. Participaram da sessão o Poderoso Irmão Luiz Adive Palmeira, Secretário do GOB-MS, o Eminente Past Grão Mestre Adjunto da Grande Loja de MS Irmão Heron dos Santos.Para o Poderoso Irmão Luiz Adive Palmeira, Secretário do GOB-MS, o papel das Lojas é identificar com precisão os Homens Livres e de Bons Costumes de que precisa a Ordem Maçônica para se perpetuar, e que o trabalho de Lojas, como a Força e Razão, é necessário para a renovação da Maçonaria.
Para os Irmãos da Razão e Força e para o VM Irmão José Miranda, esses novos Irmãos vão trazer para os Mestres da Loja um novo desafio que é de preparar esses novos Aprendizes para o mundo maçônico.O VM Ilustre Irmão José Miranda, agradeceu a presença dos Irmãos, da caravana de Campo Grande, que contou ainda com o Ilustre Irmão Ronaldo Domingos Veras, Conselheiro do Ilustre Conselho Estadual da Ordem e diversos Veneráveis de Lojas da Capital.As comemorações continuaram, quando os novos Aprendizes recepcionaram os Irmãos, suas famílias e convidados num delicioso jantar.