sábado, 10 de outubro de 2009

I Congresso Maçônico Boliviano “MASONERIA, SOCIEDAD Y DEBERES HUMANOS”

O propósito do I Congresso Maçônico Boliviano “MASONERIA, SOCIEDAD Y DEBERES HUMANOS” (A MAÇONARIA, SOCIEDADE E DEVERES HUMANOS" é criar um espaço para troca de idéias, opiniões e experiências entre os Irmãos Maçons participantes, esperando uma ação pró-ativa, em beneficio da sociedade em que vivemos.
O objetivo da conferência é promover a discussão através de seminários, integrando assim os irmãos de diferentes Orientes para se alcançar um objetivo comum. É também um objetivo importante que o Congresso se consolide como um marco de referência para a integração nacional e latino-americanos.














sexta-feira, 9 de outubro de 2009

A ASSUNÇÃO DA FÊNIX

Elas voam de Montevidéu (Uruguai), Porto Alegre e Lages (Brasil), e de Rancagua (Chile).
As Lojas Fênix/ Phoenix do Mercosul se reunirão na cidade mãe de 09 a 11 de outubro.
Uma união que é tradição...

A reunião entre as Lojas Fênix nº 69 (Grande Loja da Maçonaria do Uruguai), Phoenix Nº 70 (Grande Loja Maçônica do Estado do Rio Grande do Sul), Phoenix Nº 46 (Grande Loja de Santa Catarina), Phoenix No. 127 (Grande Loja Simbólica do Paraguai) e da nova integrante, a Loja Phoenix No.167 (Grande Loja de Chile), é comemorada todos os anos e desta vez a nossa Loja abrigará estes verdadeiros representantes da maçonaria regular de grande parte da América do Sul.

Este evento sem precedentes a nível local irá reforçar ainda mais os laços fraternais entre os obreiros e suas esposas da Grande Família Fênix/Phoenix que não conhece fronteiras. Também servirá para solidificar a união entre as Grandes Lojas regulares que as abrigam, que fazem parte da Confederação Maçônica Interamericana (CMI).

Esta será a 19ª reunião entre as Lojas Fênix/Phoenix, que teve inicio em Montevidéu em 1990 entre os Irmãos uruguaios e gaúchos. Em 2007 se juntou nossa Loja Phoenix No. 127 na capital Uruguaia e no ano passado participou pela primeira vez a Loja Phoenix Nº 46 no evento em Porto Alegre. Este ano Asunción vai estrear como sede e terá novas integrantes no Grupo Fênix/Phoenix do Mercosul.

A idéia destes encontros anuais é fortalecer os laços entre as Fênix/Phoenix do bloco e também obter o apoio de outras Lojas regulares homônimas na América Latina.

REVISTA DE LA AUG.·. Y RESP.·. LOG.·. FENIX N° 127
AÑO 2 - N° 9 - SETIEMBRE 2009

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

UM CONTO DO VELHO OESTE - SINCERITY LODGE #132

Maçons, seus familiares e amigos estão convidando todo o país e o redor do mundo a irem à Greenville, sábado 27 junho de 2009, para ajudar a comemorar o 150º aniversário da Sincerity Lodge #132 (Loja Sinceridade nº 132) de Maçons Livres e Aceitos.
A Loja não esteve sempre em Greenville, e a designação de seu nome é um daqueles contos que só pode vir do Velho Oeste, onde por alguma estranha razão, tudo na vida parece girar em torno de uísque e mulheres.
O testemunho da história seguinte é retirado de um diário de um mineiro de Rich Bar que esteve diretamente envolvido com a criação de Sincerity Lodge #132, e compilado por um maçom de Greenville Oarn "Pete" Hargraves.
Parece que duas das minas de Rich Bar não estavam produzindo muito ouro, assim os mineiros começaram a procurar outros meios de fazer dinheiro.

Um dos dois donos das minas, que era proprietário de uma taberna em Missouri, sugeriu que eles construíssem uma destilaria e começassem a fazer uísque. O outro sócio concordou, e assim se foram ao ferreiro do lugar discutir com ele este assunto.
Ele informou aos homens que a construção de um alambique não era problema, mas aonde eles deveriam obter os grãos e açúcar, necessários para o fazer bom uísque?
Um dos parceiros, disse que ele estava pensando sobre isso, e que ele iria até Marysville, comprar os ingredientes necessários, e carrega-los até Rich Bar de carroça.
Então eles foram em frente com o projeto e fizeram uísque. Durante o tempo que levou para a mistura fermentar e tornar-se pronta para destilar, eles se reuniram para extrair madeira e outros materiais necessários para construir uma espécie de balcão para servir seu uísque.
O projeto foi tão bem planejado que quando finalmente saiu um lote de uísque, eles estavam abertos para negócio.
Este empreendimento provou ser muito rentável. As coisas estavam indo bem para eles, pois eles tinham a cada dia mais clientes. Isto continuou por vários dias, e logo um monte de mineiros estavam gastando mais tempo nessa taverna do que trabalhando em seus negócios.
Isso irritou logo as boas senhoras do lugar, cujos maridos, filhos e irmãos eram alguns dos clientes da taverna, de modo que organizaram uma liga da temperança, e em poucos dias decidiram cuidar desse incômodo de uma vez por todas.
Elas reuniram machados, martelos e tochas, e marcharam do outro lado do rio para este antro de iniquidade, e começaram a destruir todo o conteúdo do edifício. Eles atearam fogo na estrutura que queimou e veio ao chão.
Dois homens que as viram chegar percebendo o que estava para acontecer juntaram, como podiam, muitos jarros de uísque e saíram correndo para a parte de trás da taverna e os esconderem nas pedras e arbustos, na esperança de uso futuro.
Bem, tudo voltou ao normal: os mineiros voltaram a trabalhar em suas minas, e serem bons maridos, filhos e irmãos.
Apesar de tudo isso foi acontecendo reuniões de alguns dos maçons do lugar que estavam com esperança de formar uma nova Loja.
Havia um bom número de mineiros interessados neste projeto, então eles adquiriram um edifício no lugar uma vez que eles precisavam de um lugar de encontro, quando eles fossem bem sucedidos na formação de uma Loja.
Bem, as boas senhoras do lugar foram notando os encontros dos homens, neste edifício, muitas vezes, e assumiram que eles estariam construindo outra taverna, então elas reagruparam-se e marcharam até lá uma noite.
Confrontando os homens que estavam presentes na reunião, as mulheres informaram que elas achavam que eles estavam preparando-se para abrir outra taverna, e elas estavam preparadas para queimá-la como fizeram com a outra.
Mas os homens explicaram que estavam tentando formar uma loja maçônica, e que nenhum álcool jamais seria servido na mesma. Embora não fosse uma igreja, a maçonaria, teve suas raízes na religião, e que seria uma coisa boa para o lugar.
Esta explicação pareceu satisfazer as senhoras, por um tempo, e serviu pelo menos, para os homens seguirem em frente com sua reunião.
Um homem pelo nome de Simms, que tinha sido nomeado como Veneravel Temporario, informou aos homens que a primeira coisa a fazer era chegar a algo concreto para ficarem livres das senhoras. Se esse tipo de comentário sobre a conduta local chegasse ao Grão-Mestre em Sacramento, então suas chances de formar uma nova Loja seriam nulas.
Assim, um dos homens sugeriu que eles colocaram essa linguagem no regimento interno que estavam em processo de elaboração que serviria para convencer as senhoras de sua sinceridade na formação da Loja, e também a Grande Loja.
Depois de um pouco de discussão são estes os estatutos que foram criados:
"Esta Loja será conhecida pelo nome de Loja Sinceridade de Maçons Livres e Aceitos, e seus quadro de oficiais é composto por um Venerável Mestre, um Primeiro e Segundo Vigilantes, um tesoureiro, um secretário, um Primeiro e Segundo Diáconos, dois mordomos, um Marshall, um cobridor , e demais oficiais que Loja achar ser conveniente designar. As reuniões da Loja serão realizadas na quarta-feira, ou na semana seguinte, da lua cheia de cada mês.A contribuição desta Loja é um dólar por mês, a ser paga trimestralmente com antecedência."
"Além das obrigações acima se aplica o seguinte, a qualquer membro deste Loja ou qualquer Mestre Maçom da competência deste Loja, que for considerado culpado de jogatina, embriaguez, ou qualquer outra conduta anti-maçonica em detrimento de si próprio ou da família, elevando assim o desrespeito acima da fraternidade, devem ser objeto de censura pelo Venerável Mestre, suspensão ou expulsão, se a Loja achar por bem."
Estando satisfeitas as damas boas do local, que não causaram mais problemas, em 13 maio de 1859, a Carta foi concedida pela Grande Loja e dada o número de 132. Na primeira reunião o secretário leu cinco novas petições e uma filiação.
Isto feito, os irmãos se sentirma orgulhosos de suas realizações, o Venerável Mestre disse que sentiu que deveria ter algum tipo de comemoração.
Todos os Irmãos concordaram, e um Irmão que tinha sido um parceiro no fiasco da taberna disse o seguinte para o Veneravel Mestre:

"Escolha a hora e local para a celebração", disse ele. "Eu tenho o uísque."

Posteriormente, após todo o fim do ouro em Rich Bar, a Loja mudou-se para "Taylorville", 10 de maio de 1865. Mais tarde, em 16 de outubro de 1896, a Greenville Lodge # 249, que foi constituído em outubro de 1878, foi incorporada com a Loja Sinceridade.
A Loja mais tarde mudou-se para Greenville, comprando por US$ 3.300, em 1913, o Armazém McBeth e Compton, que foi erguido em 1878 na esquina das ruas Principal e Mill.
Em 1 de maio de 2001, a Westwood Lodge #501, que foi fundada em 1919, foi incorporada com a Loja Sinceridade. Maçons de ambos municípios Plumas e Lassen reúnem-se em Greenville, para reuniões, festas e outros eventos.
A Westwood Lodge foi construída pelo grupo Red River Lumber Company, sob a direção do carpinteiro George Peltier, que também era membro da loja. Sua empresa pagou por tudo, incluindo a manutenção, e o prédio era aquecido com vapor da usina. O edifício era usado para reuniões da cidade e até mesmo por uma escola. Quando as lojas foram fundidas oito anos atrás, havia 45 homens que transferiram suas filiações para a Loja Sinceridade, incluindo o Venerável Mestre da Sinceridade Bernard "Ben" Jennelle.

Para reservas, ligue para Ben Jennelle em 258-2766, por volta das 17 horas, 17 de junho.

Alicia Knadler
Indian Valley Editor

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Templo da ARLS VIRTUS ET LABOR N° 2386 do GOB-MS, recebe teto de gesso

Esta em fase de conclusão o teto do Templo da ARLS VIRTUS ET LABOR N° 2386 do GOB-MS, do Oriente de Campo Grande/MS. O trabalho executado tem como modelo as Lojas Inglesas, uma vez que a Loja trabalha o Ritual de Emulação.
O pé direito ficou com 4 metros e a sanca com 1,2 metros, dando uma bonita visão do interior da Loja, as paredes também receberão ornamentação especial. Segundo o Irmão João Batista o gesso contribui eficazmente para a resistência ao fogo e para o isolamento termo-acústico, ao mesmo tempo em que possibilita um acabamento interior confortável e elegante, relatou ainda que toda a Loja esta empenhada nesse empreendimento.
Estiveram visitando as obras o VM Ilustre Irmão João Batista Sales, juntamente com os Irmãos Benilo Allegretti, José Carlos Leite, Ângelo José Pescumo Donato, André Antonio Camargo Lorezoni e Luiz Adive Palmeira, Secretário de Planejamento do GOB-MS

terça-feira, 6 de outubro de 2009

ARLS Oito de Maio nº 2083 do GOB-MS promove evento comemorativo ao Dia das Crianças

A ARLS Oito de Maio nº 2083 do GOB-MS, do Oriente de Campo Grande/MS, por intermédio de sua Associação Fraternidade, Igualdade e Liberdade (AFIL) realizou, no último domingo dia 4, o seu tradicional evento comemorativo ao Dia das Crianças. Como é feito anualmente, com a participação dos Irmãos da Loja e de seus familiares, foi oferecido um almoço às crianças do bairro Morada Verde, na periferia da cidade, além da distribuição de brinquedos e kits de higiene bucal. No evento foram contempladas cerca de 90 crianças. Para o Ilustre Irmão Omar Ayub, Venerável Mestre, “O principal e imediato objetivo é proporcionar um dia de felicidade para as crianças carentes de um bairro de nossa cidade, criando um sentimento de inclusão nas comunidades de baixa renda e estimulando, ao mesmo tempo, uma postura mais presente e participativa da maçonaria.”




















































segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Grão Mestre do GOB-MS participa de Sessão Magna de Iniciação

O Eminente Irmão Gessírio Domingos Mendes, Grão Mestre do Grande Oriente do Brasil – Mato Grosso do Sul, participou neste ultimo sábado, dia 03 de outubro de 2009, da Sessão Magna de Iniciação promovida pela ARLS Cavaleiros do Sol nº 3195.
A sessão foi dirigida pelo Ilustre Irmão Sidnei Antonio Arioza, Venerável Mestre da Loja, na ocasião foram iniciados dois novos Irmãos, Alexandre Barbosa da Silva e Marco Antonio Nunes Nascimento, numa sessão marcada pela presença de Irmãos de diversas Lojas da capital de Mato Grosso do Sul.
Participaram da Sessão o Poderoso Irmão Luiz Adive Palmeira, Secretário de Planejamento do GOB-MS, o Poderoso Irmão Zeferino, Secretario de Patrimônio do GOB-MS, o Ilustre Irmão Sadi Bertin, membro do Ilustre Conselho Estadual, o Venerável Irmão Milton Sobrinho, Deputado Estadual pela ARLS Luz do Novo Milênio nº 3350, os Veneráveis Mestres, Geraldo Menezes, da ARLS de Emulação nº 2501, Edgar Afonso Bento, da ARLS 26 de Agosto nº 2670, Adelcio Santos da Silva, ARLS Renovação Campograndense nº 3254 e Moacir Joaquim de Matos, da ARLS Luz do Novo Milênio nº 3350.
O Venerável Mestre, Ilustre Irmão Sidney, falou da alegria de receber tantos Irmãos e da presença do Grão Mestre que deu um brilho especial à sessão.
O Eminente Irmão Gessírio, cumprimentou o Venerável Mestre pela condução dos trabalhos e os novos Irmãos pela Iniciação, dizendo que é na Loja que trabalhamos nossas imperfeições nos tornando melhores para promovermos mudanças no mundo exterior e ao final desejou a todos as bênçãos do Grande Arquiteto do Universo.
Ao final da sessão foi servido um delicioso jantar de recepção aos novos Irmãos e Cunhadas, no salão de eventos da Loja.









































domingo, 4 de outubro de 2009

BANDEIRA DA ACADEMIA MAÇÔNICA DE LETRAS DE MATO GROSSO DO SUL


A bandeira da Academia Maçônica de Letras de Mato Grosso do Sul – AMLMS tem a forma retangular e suas dimensões têm referencial no tamanho padrão da bandeira nacional brasileira. É dividida em duas partes por duas linhas de iguais sinuosidades. O lado superior tem coloração verde e o inferior azul.
Na parte superior cuja cor predominante é o verde, tem inserido a esquerda um conjunto de figuras, ou seja, um livro aberto com uma pena de escrever sobre o mesmo, ornado com folhas de louros. Na posição oposta, ainda no mesmo segmento há as configurações de um compasso e um esquadro.
Duas linhas pretas, sinuosas, semelhantes, com distâncias simétricas entre ambas, dividem o retângulo. No espaço interior, existente ao longo dos segmentos lineares na tonalidade branco, fica o registro relativo ao nome da instituição e a data da fundação: ACADEMIA MAÇÔNICA DE LETRAS DE MATO GROSSO DO SUL – FUNDADA EM 13 DE MAIO DE 1999, com todos os caracteres em preto.
Na parte inferior de predominância da cor azul, tem a aplicação de uma estrela amarela, localizada mais a direita da bandeira.
O SIGNIFICADO DAS CORES
O verde: a flora (campos e matas) Sul-Mato-Grossense, a beleza da natureza.
O branco: a harmonia, a paz que deve coexistir entre a humanidade.
O azul: a união, a irmandade sob a abóbada celeste.
O amarelo: as riquezas territoriais (na região onde tem sede a AMLMS).
O preto: as curvas dos rios (manancial) e limites naturais.
O SIGNIFICADO DAS FIGURAS
O livro aberto com uma pena de escrever sobre ele, acrescido de uma coroa de louros: a liberdade de buscar o conhecimento fruto da sabedoria do homem. A vitória pelo saber na cultura maçônica.
O compasso e o esquadro: utensílios, ferramentas (de cunhos simbólicos na doutrina da maçonaria que dão dimensões dos contornos para resguardo das virtudes e no traçar de linhas de condutas retilíneas) que servem respectivamente no auxílio dos mestres (sejam eles pedreiros ou não) na arte de construir obras de arquitetura.
A estrela: a presença firme, reluzente do ser supremo sobre todas as coisas.
Ressalta-se que da ligação das figuras dispostas na bandeira, mediante linhas imaginárias, poder-se-á obter a figura de um triângulo.
Assim, podemos concluir que as representatividades e significados alusivos às cores, figuras, linhas e caracteres que formam a bandeira, permite afirmar que: a ACADEMIA MAÇÔNICA DE LETRAS DE MATO GROSSO DO SUL, pode marcar presença através da sua bandeira em lugar de destaque onde a CULTURA é escrita com letras maiúsculas. Voltada para a difusão dos feitos de ontem, estando no presente, mas com olhar no futuro, neste rico e maravilhoso Mato Grosso do Sul.

Colaboração do Irmão Nelson Vieira de Souza
Membro da Academia Maçônica de Letras de Mato Grosso do Sul, ocupante da cadeira n.º 16, cujo patrono é José Bonifácio de Andrada e Silva.

sábado, 3 de outubro de 2009

ARLS Constância e Esperança nº 2019 do GOB-MS comemorou 31 anos

Com o nome de origem tupi-guarani curupah - que significa "lugar distante" – Corumbá, que anteriormente tivera outras denominações, é conhecida como Cidade Branca por causa da cor clara de seu solo, rico em calcário. A ocupação desta região teve início quando a expectativa de encontrar ouro fez com que a área pertencente ao município fosse explorada pelos portugueses, que começaram a chegar ao local em 1524.
Fundado em 1778, para impedir os avanços dos espanhóis pela fronteira brasileira em busca do precioso mineral, o Arraial de Nossa Senhora da Conceição de Albuquerque, primeira denominação do vilarejo, transformou-se no principal entreposto comercial da região, quando foi liberada a passagem, pelo Rio Paraguai, de barcos do Brasil e do Paraguai e, pela importância comercial que passou a ter, em 1838, foi elevado a Distrito e, em 1850, à Município.
Durante a Guerra do Paraguai foi palco de uma das principais batalhas e a Freguesia de Santa Cruz de Corumbá, nome que passou a ter, foi ocupada e destruída por tropas de Solano Lopez, em 1865.
A partir de 1870, ao ser retomada pelo tenente-coronel Antônio Maria Coelho, a cidade começou a ser reconstruída. Na mesma época, imigrantes europeus e de outros países sul-americanos chegaram à cidade. O fim da guerra e o estabelecimento desses estrangeiros impulsionaram o desenvolvimento de Corumbá, que passou a ter o terceiro maior porto da América Latina até 1930.
Até a década de 50, os rios Paraguai, Paraná e Prata eram os únicos meios de comunicação da região. Assim, a cidade vivia sob a influência dos países da Bacia do Prata, dos quais herdou grande parte dos seus costumes, hábitos e linguagem; isso ocorreu naturalmente devido a sua localização fronteiriça e ao isolamento físico que sofria na época.
No início do século XX, porém, a chegada da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil deslocou o eixo comercial do sul do estado - na época ainda Mato Grosso - para Campo Grande. Os grandes comerciantes locais mudaram-se para outras cidades e Corumbá passou a priorizar comercialmente a exploração mineral as atividades rurais, como a agropecuária.
A cidade iniciou atividades industriais na década de 1940, com a exploração das reservas de calcário - excelente para a indústria do cimento - e outros minérios. No final dos anos 1970, o turismo começou a ser explorado, revelando nova infra-estrutura e viabilizando a restauração das construções históricas.
Com o Pantanal ocupando 60 % de seu território, Corumbá passou a ser chamada de Capital do Pantanal, constituindo-se o principal portal para o santuário ecológico.
E é nesse cenário que nasceu a ARLS Constancia e Esperança nº 2019 do GOB-MS. Em Sessão Magna de Comemoração aos 31 anos da Loja, no dia o Irmão Dorivan Garcia Mendes, Orador da Loja, fez a seguinte alocução.
“Eram 8:00 horas da noite de 20 de setembro de 1978 da E V , encontravam-se reunidos no Augusto Templo da Loja Pharol do Norte, trinta valorosos obreiros junto a sete outros ilustres M M, unidos todos com o intuito inabalável de engrandecer esta Sublime Instituição com o cintilar de mais uma luz no firmamento da maçonaria universal.
Transcorreu ali naquele momento a fundação de mais uma Augusta e Respeitável Loja Maçônica, foram seus padrinhos-fundadores os IIr :
Fadel Thajer Yunes – que na ocasião exercia a função de Poderoso Delegado Especial do Grande Oriente do Brasil para o Estado de MS
Salim José Ronacur – à época Delegado Litúrgico do Supremo Conselho do Brasil para o Rito EAA
Iussef Thajer Yunes – Ven M da A R L S “Pharol do Norte”
Max Gegge – Grande Secretário das Relações Maçônicas do Exterior do GOB
Ruidel Gattass Gay - VenM da ARLS “Constância” - Oriente de Campinas – São Paulo
Ari de Souza Oliveira - 1° Ven M da ARLS “Alvorada do Pantanal”
Islandio de Jesus - VenM da A e R L S “Caridade e Silêncio”
Foram seus trinta valorosos obreiros fundadores:
Agostinho Pereira
Alberto Motta
Antônio Moneia
Armando da Silva
Ary de Souza Carneiro
Assis da Silva
Cassemiro José de Figueiredo
Edvarde Monteiro
Elesbão Reinaldo Pereira
Estevão de Souza Benevides
Hélcio Coderniz Machado
Hipólito Leão da Silva
Iracildo Maciel
Irio de Carvalho
José Augusto de Amorim
José Eloy de Magalhães - 1° Ven M da ARLS ”Constância e Esperança”
Lourenço S. dos Santos
Luiz Capurro Braga
Mario Damaceno França
Massaud Chaim Asseff
Maximiano de Souza Benevides – seu 1°, 1° Vig da ARLS ”Constância e Esperança”
Moacyr Maria Gomes
Modesto Sanches
Nelson da Costa
Otávio Quirino da Motta
Otílio de Souza Benevides – seu 1°, 2° Vig da ARLS ”Constância e Esperança”
Ronei Benites Gomes
Sergio Rodrigues Monteiro
Simeon Stepanovich Darmanscheff
Zeno Guimarães
A denominação da nova Loja foi elegida em homenagem a seu ilustre visitante e co-fundador, venerável da Loja co-irmã em conjunto com a menção e lembrança ao importante porto desta região, essa foi a gênese do título ali escolhido: Constância e Esperança, para a mais nova estrela da constelação do Grande Oriente do Brasil.
Essa luz brilhou por anos no Oriente de Ladário, albergada carinhosamente no seio da Pharol do Norte, até que as condições materiais permitissem alçar vôo próprio, o que veio ocorrer em 12 de dezembro de 1986, quando ela encontrou seu ninho e passou a iluminar desde então a partir deste local no Oriente de Corumbá.
Essa luz vem brilhando ininterruptamente há 31 anos, graças aos esforços e persistência daqueles valorosos obreiros iniciais e dos que os sucederam, e graças à benevolência do Grande Arquiteto do Universo que quotidianamente invocamos nos permita mantê-la assim radiosa pelos anos vindouros.”

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Construção da Nova Sede do GOB-MG

A nova sede do Grande Oriente do Brasil- Minas Gerais, será um marco físico ou melhor, um símbolo dos ideais maçõnicos defendidos pelo nosso eminente grão Mestre Amintas de Araújo Xavier, e por mim, Grão Mestre Adjunto.
Nossa proposta é fortalecer a nossa órdem maçônica no estado de Minas Gerais, e, por consequencia, fortalece-la ainda mais no contexto da naçonaria nacional e internacional. Nerste sentido a obra será o ícone deste nosso propósito.
A comissão de construção da nova sede é formada pelos respeitáveis irmãos: Márcio Corrêa, Durleno Rezende, Altamiro Lourenço, Elias Canaã, Edimar Silva, Álvaro Eduardo Goulart e Eduardo Rezende.
A comissão, após analisar diversos terrenos, optou pelo terreno situado na Avenida Cristiano Machado, lado esquerdo sentido centro bairro, próximo a estação Floramar do Metrô. A escolha teve como diretriz, a topografia, o tamanho da área, o formato, estudos geotécnicos do sub solo, o plano diretor da Prefeitura de Belo Horizonte, consulta ao DER quanto a interferência da construção da linha verde, testada de lote de bom tamanho, voltada para um eixo viário que consideramos, atualmente, como o mais expressivo da capital mineira e também, foi decidida a mudança da sede do governo estadual para o Hipódromo Serra Verde, um pouco á frente do nosso terreno.
No local edificaremos dez modernos templos maçônicos, que permitirão o funcionamento de cinqüenta lojas maçônicas, além de um templo nobre, um salão de eventos, uma sala multimídia, restaurante, estacionamento, tribunais maçônicos, Grandes secretarias, PAEL, lanchonete, loja de conveniência e um moderno apart Hotel com cerca de 90 apartamentos.
Atualmente já aprovamos o Ante Projeto e estamos na fase de elaboração do projeto básico, para darmos inicio aos projetos estruturais, de instalações, de fundações e aprovação junto a PBH.
Tão logo vencida esta etapa, daremos início à construção, que acreditamos, podermos concluí-la no prazo de dois anos.
Estou ao inteiro dispor para informações adicionais que julgar pertinente.
Atenciosamente,
Eduardo RezendeGrão-Mestre Adjunto do GOB-MG
Presidente do Conselho Gestor da AMI






quarta-feira, 30 de setembro de 2009

"Meu pai instalou-me duas vezes!"

O Venerável Irmão Sean Bellati Favato foi iniciado na Loja Wynnstay No. 3876 de Mestres Maçons da Marca, Ruabon, Inglaterra, em 1994 e em 2004 foi instalado na presidência por seu pai o Venerável Irmão Stanley Bellati Favato.
Sean foi avançado, termo usado para a entrada em uma Loja da Marca, em St Mark Mabon Lodge em 1996 e foi mais uma vez incentivado pelo seu pai a dirigir uma Loja da Marca, com orgulho e honra. Em 2008 ele chegou ao Cargo de Primeiro Vigilante e estava ansioso para sua instalação. Este ano foi também o 75 º aniversário da Loja, e cargo de Venerável Mestre foi ocupado pelo Grão Mestre Provincial, R.W.Bro. T. Gareth Williams.
O mês de instalação se aproximou, ficou acordado que mais uma vez, o Venerável Irmão Stan Bellati Favato iria instalar Sean na presidência, mas desta vez, na Loja São Mabon No.919.
No entanto,houve um desastre e Stan foi internado no hospital e passou mal misteriosamente durante uma noite. Ele passou as três semanas seguintes no hospital passando por diversos testes, e na recuperação de três costelas quebradas durante seu mal estar. O Diretor de Cerimônias da Loja, Venerável Irmão David A. Wright criou inúmeras alternativas e soluções possíveis para o problema.
Stan, não podia ter perdido o prazer da Instalação de Sean, e com apenas três horas depois de liberado, ele foi autorizado pelos médicos, não só para assistir a sessão, mas também a realizar a instalação.
A cerimônia foi realizada com honra, orgulho e amor fraterno, apesar da dor que Stan estava sentindo.
Sean disse: "Foi o dia mais maravilho de minha vida maçônica, e eu sinto que esta história deve ser compartilhada. Estou extremamente orgulhoso do meu pai, e grato por tudo que ele fez por mim"
E assim de todos nós!
Fonte:
Provincial News
Provincial Grand Lodge of Mark Master Masons of North Wales

terça-feira, 29 de setembro de 2009

ARLS 8 de Maio nº 2083 do GOB-MS, do Oriente de Campo Grande/MS, realizou sessão magna de exaltação

Nesta segunda-feira, dia 28 de setembro de 2009, a ARLS 8 de Maio nº 2083 do GOB-MS, do Oriente de Campo Grande/MS, realizou sessão magna de exaltação de dois Irmãos ao grau de Mestre Maçom. A Loja 8 de Maio, conhecida pelo rigor na ritualística, realizou um bonito trabalho dirigido pelo seu Venerável Mestre Ilustre Irmão Omar Ayub. Na oportunidade o Irmão Luiz Carlos Pereira, Orador da Loja, deu as boas vindas aos novos Mestres, Marlon Resina Fernandes e Odilon de Oliveira Jr. em nome da Loja e os alertou para as suas novas obrigações. A sessão contou com a presença do Poderoso Irmão Luiz Adive Palmeira, secretário de Planejamento do GOB-MS, membro da Loja, que cumprimentou os Irmãos exaltados e a diretoria da Loja pelo trabalho executado. Também participaram da sessão o Ilustre Irmão Geraldo Antonio de Menezes Venerável Mestre da Loja de Emulação n° 2501 e Irmãos do Oriente de Dourados/MS e Costa Rica/MS. Agradecendo a presença de todos o VM Omar Ayub, fez o encerramento da Loja e convidou a todos os presentes para um ágape que foi servido no salão de eventos da Loja.















segunda-feira, 28 de setembro de 2009

ARLS Universitária Álcio Antunes nº 3778, do Oriente de Florianópolis/SC, promoveu cerimônia de elevação

A ARLS Universitária Álcio Antunes nº 3778, do Oriente de Florianópolis/SC, promoveu cerimônia de elevação neste ultimo sábado dia 26 de setembro de 2009.
A Loja completou, em maio de 2009, três anos de profícuo trabalho pela Maçonaria Florianópolitana e pelo Rito Moderno. O nome "Universitária Álcio Antunes" foi escolhido por seu foco principal ser a iniciação de Irmãos do meio acadêmico, e Álcio Antunes em homenagem ao Irmão que reestruturou o Rito Moderno.
A sessão foi marcada pela presença dos Irmãos de Campo Grande/MS, que após um ano, voltaram à Florianópolis para participarem da sessão que elevou o Irmão Rogério de Souza Versage, filho do Irmão José Versage Neto, MI da ARLS 8 de Maio 2083 do GOB-MS do Oriente de Campo Grande/MS.
Acompanharam o Irmão Versage os Irmãos Renato Versage, tio do Irmão Rogério e Luiz Adive Palmeira, Secretário de Planejamento do GOB-MS, ambos da ARLS 8 de Maio 2083 do GOB-MS.
A cerimônia foi conduzida pelo Ilustre Irmão Júlio César Giordani de Souza, VM da ARLS Universitária Álcio Antunes nº 3778. Foram elevados junto com o Irmão Rogério os Irmãos Alexei Rolemberg Aguiar e Edson Rosa Gomes da Silva.
O Poderoso Irmão Chico Pereira, Deputado Federal pela Loja Acácia do Continente nº 2014 do GOB-SC, que recepcionou os Irmãos em Florianópolis, participou da sessão de elevação onde parabenizou o Irmão José Versage pelo progresso do Filho/Irmão Rogério Versage.
O Poderoso Irmão Luiz Adive Palmeira, Secretário de Planejamento do GOB-MS, falou em nome dos Irmãos de Campo Grande, da Loja 8 de Maio e do GOB-MS, manifestando a alegria de poderem voltar um ano depois e presenciar a evolução do Irmãos elevados e da Loja.
O Poderoso Irmão Cid Gomes, Secretário Adjunto de Orientação Ritualística do Rito Moderno do GOB-SC, representando o Eminente Irmão Ib Silva, Grão Mestre do Grande Oriente do Brasil – Santa Catarina parabenizou os Irmãos elevados e o VM pela condução dos trabalhos e entregou ao VM Irmão Julio o Diploma de Mestre Instalado e Medalha.
Ao final dos trabalhos o VM Irmão Julio agradeceu a presença dos Irmãos na sessão e convidou a todos para participarem de um ágape em comemoração a data.

































domingo, 27 de setembro de 2009

Nautas da Arca Real

"Também conhecido como a Antiga e Honrosa Fraternidade de Nautas da Arca Real.

Este Grau, embora trabalhe sob a égide da Grande Loja de Mestres Maçons da Marca, e obrigar os candidatos a serem Mestres Maçons da Marca, não tem qualquer ligação histórica com o Grau da Marca. O Regulamento da Grande Loja de Marca sobre a “Antiga e Honrosa Fraternidade de Nautas da Arca Real” é simplesmente um capricho do destino. Ergue-se completamente sozinho e totalmente alheio a qualquer outro grau na Maçonaria.

A história do Grau é um assunto obscuro e difícil e o número de fatos históricos que surgiram ao longo dos anos foram realmente pequenos. Como resultado, a origem precisa do grau é desconhecida.

O grau é de cerca de duzentos anos e, como seu nome sugere, tem um sabor náutico, tendo a sua definição das circunstâncias que levaram ao Grande Dilúvio e as medidas tomadas por Noé para construir a Arca, através da qual a humanidade foi preservada de perecer no "Dilúvio Universal".

Como o grau de Mestre Maçom da Marca, que é baseado em um fato estabelecido (ou seja, a construção do Templo de Jerusalém), assim o grau de Nautas da Arca Real também é baseado em um acontecimento real, ou seja, o Dilúvio, como registrado na Bíblia e como verificado em 1929 pelo arqueólogo Sir Leonard Woolley, que não só encontrou provas claras de que a inundação existiu, como também estabeleceu que ocorreu há cerca de 6.000 anos.

A lenda de Noé, de seus filhos, da Arca e do Dilúvio foi promulga no século XVII, e continuou como catecismo em muitos dos rituais primitivos da maçonaria. Por volta de 1750 houve um certo grau de Noaquita ou Calavaleiro Prussiano. No entanto, o primeiro registro autêntico do grau aparece na ata de uma reunião realizada em Bath, em 1790. Existem numerosos registros em todo o país, da cerimônia de elevação sendo realizado desde essa data.

As alegações de que uma Grande Loja de Nautas da Arca Real foi formada em 1772 e presidida por Sua Alteza Real o Duque de Clarence não são apoiadas pelos fatos conhecidos e, assim, mais tarde, afirma que esta Grande Loja caiu em desuso, apenas para ser revivida em 1871, realmente não resiste a qualquer grau de pesquisa mais rigorosa.

Embora o grau parecer ter sido praticado de diversas maneiras e como convidado em diferentes Lojas, quase não havia dúvida nenhuma de que uma Grande Loja presidiu o grau. Estamos, naturalmente, lembrando de que cada vez que entramos em uma Loja simbólica observamos o uso, pelos diáconos, da pomba tendo um ramo de oliveira, em vez de Mercúrio, o mensageiro dos deuses, que vemos em Lojas de Marca.

É interessante notar que, mais uma vez, que Thomas Dunckerley, tão importante no destino de muitos graus na Maçonaria, foi também em 1793, descrito como Grande Comandante da Antiga e Honrosa Fraternidade de Nautas da Arca Real. Foi Dunckerley que nomeou o irmão Ebenezer Sibley, outro homem de considerável habilidade em vários campos, como seu adjunto. Pouco antes da morte de Dunckerley foi Sibley que acolheu Lorde Rancliffe como próximo Grande Comandante. Rancliffe ocupou o cargo até 1799, após o que a Grande Loja gradualmente cessou seus trabalhos até fechar. O Grau, no entanto, sobreviveu e agarrou-se tenazmente em uma série de lugares. Em 1843 uma tentativa foi feita pelo irmão John F Dorrington para reviver a Grande Loja de Nautas da Arca Real. Mas tem que ser dito, porém, que a sua Grande Loja foi ainda menos bem sucedida do que a de 1793.

Morton Edwards, tendo sido levado à presidência, parece ter tido a ambição de relançar a Grande Loja de Nautas da Arca Real. Assim, foi realizada uma reunião em 13 de maio de 1870 na Estrada Bow, Londres, na casa do Irmão Dorrington e foi acordado a reconstituir uma Grande Loja.

Desde que várias Lojas de Marca começaram também a trabalhar o Grau de Nautas da Arca Real, houve conflito entre a Grande Loja de Nautas da Arca Real e a Grande Loja de Mestres Maçons da Marca, que havia sido formada em 1856. Isso veio à tona quando o Reverendo Irmão Canon Portal, Grão-Mestre da Grande Loja de Mestres Maçons da Marca, anunciou, em 1870, que o grau de Nautas da Arca Real estava sendo trabalhado em Lojas da Marca desde 1790 e portanto, a Grande Loja de Marca, protegeria o Grau de Nautas da Arca Real, sob um novo conselho de Grão-Mestres. Esta é a razão do porque as Lojas de Nautas da Arca Real estão sob a responsabilidade da Grande Loja de Mestres Maçons da Marca.

O conflito e a discórdia continuaram depois de 1870, até que a Grande Loja de Mestres Maçons da Marca simplesmente comprou o Grau de Morton Edwards, no valor de £ 25! A ata desta transação ainda está na biblioteca do Hall Mark Mason em St. James's Street, Londres.

Desde então, o Grão-Mestre da Grande Loja de Mestres Maçons da Marca da Inglaterra e País de Gales e seus distritos alem mar é automaticamente Grão Mestre da Antiga e Honrosa Fraternidade de Nautas da Arca Real. O grau de Nauta da Arca Real só podem ser atribuído a Mestres Maçons da Marca, o governo dos dois graus é intrinsecamente ligados e uma Loja de Nautas da Arca Real está ligada a uma Loja de Marca com o mesmo número, independente de idade e, em geral com o mesmo nome.

Desde que a Grande Loja de Mestres Maçons da Marca assumiu a responsabilidade da Fraternidade, ela tem crescido constantemente, com dois eventos que são dignos de nota. Em 1991, foi decidido usar a Comunicação de dezembro da Grande Loja de Marca uma vez que a Reunião Anual dos Nautas da Arca Real, ao longo dos últimos três anos, teve que ser realizada na Freemason's Hall, Great Queen Street, a fim de acomodar os que pretendiam participar.

Mais recentemente, a Tábua de Delinear foi reintroduzida, ela esteve fora por mais de cem anos. Ela só pode ser reativada, porque a Gladsmuir Lodge No. 367 ((desta) da Província de Hertfordshire) tomou uma grande medida, ter guardado uma cópia da Tábua de Delinear e com a ajuda dos membros seniores da Província que convenceu os "poderes constituídos", que agregariam valores às Lojas de Nautas da Arca Real e aos seus cerimoniais. As Lojas de Nauta da Arca Real também estão começando a reviver o uso de um tapete especial que acrescenta muito brilho às cerimônias.

A qualificação para a “Elevação" é, como já foi mencionado, ser um Mestre Maçom da Marca.

A Elevação no Grau de Nauta da Arca Real comemora a providência e misericórdia de Deus e refere-se à lenda do dilúvio. O assunto é tomado diretamente da Bíblia é naturalmente bonito e instrutivo. Quando o candidato entra na sala da Loja sua atenção é dirigida a três pilares e em determinada fase a arca e momentaneamente simbolizada em termos semelhantes aos da Arca da Salvação. O candidato é instruído finalmente para avançar com o espírito das virtudes cardeais.

O ensinamento do Grau destaca a importância das forças da família e da necessidade de cada membro da sociedade fazer sua parte para o benefício de todos. Nós somos ensinados que a partir do caos, a humanidade pode sobreviver a uma catástrofe e que devemos enfrentar as adversidades juntos, ajudando a cuidar dos menos afortunados do que nós mesmos.

Durante a cerimônia algumas analogias são traçadas entre os perigos de inundações e os perigos da vida. Nós somos lembrados de como devemos nos esforçar para chegar a Arca, o refúgio de descanso, assim como fez a família de Noé e os outros ocupantes da arca nos contos bíblicos do dilúvio.

A maioria das Lojas de Nautas da Arca Real reuni-se três vezes por ano, geralmente na mesma noite que a sua Loja de Marca. Em alguns casos, a instalação pode ser realizada em outra sessão, de modo a permitir que o novo Venerável Comandante presida a reunião festiva.

A mais antiga Loja de Nautas da Arca Real na província é a Gladsmuir Lodge n º 367, cuja fundação é datada de 17 de outubro de 1894.

Os oficiais de uma Loja Nautas da Arca Real são semelhantes aos de uma Loja de Marca embora tenham nomes diferentes. O Venerável Mestre é conhecido como Venerável Comandante, o secretário como escrivão, o Guarda Interno como Guardião e o Cobridor como Guarda Externo.

Os principais oficiais representam Noé (Venerável Comandante) e seus dois filhos Jafé (Primeiro Vigilante) e Shem (Segundo Vigilante). Os vigilantes se sentam como nas lojas simbólicas de antigamente, no Noroeste e Sudoeste da Loja, respectivamente, os diáconos sentam-se juntos no Ocidente.

Existe apenas uma cerimônia (além da instalação de um Comandante Venerável), que é a cerimônia de elevação que é relativamente curta, dura cerca de quarenta e cinco minutos. Apenas um ritual é utilizado em toda a Constituição. "

W Bro John Oakley-Smith, RAMGR, DPGM
Baseado num artigo do VW Bro Brian Vickers A, RAMGR (Past DPGM (Londres))

No Brasil temos a Grande Loja Distrital de Mestres Maçons da Marca do Brasil, ligada a Grande Loja de Mestres Maçons da Marca da Inglaterra, que administra o Grau e cujo Grão Mestre Distrital é o Irmão John C. Woodrow, com as Lojas Guanabara nº 1156, Saint Paul’s nº 961, Campos Salles nº 1355, e Barão de Mauá 1852.

Ligada ao Grande Oriente do Brasil e com reconhecimento da Grande Loja de Mestres Maçons da Marca da Inglaterra, temos a Grande Loja de Mestres Maçons da Marca do Brasil, que também administra o Grau de Nautas da Arca Real. As Lojas brasileiras se reúnem 4 vezes por ano e em dias diferentes. O Grão Mestre é o Irmão Tullio Colacioppo, tendo com adjunto o Irmão Wagner Veneziani Costa e assistente o Irmão Gerson Madagleno. Ela está em pleno crescimento em todo o território nacional.

Luiz Adive Palmeira, Membro da GUANABARA LODGE OF ROYAL ARK MARINER Nº 1156 on the register of The Ancient and Honourable Fraternity of Royall Ark Mariners of England, in the District of Brazil.
Com a colaboração do Eminente Irmão Gerson Madagleno, Grão Mestre Assistente da Grande Loja de Mestres Maçons da Marca do Brasil