quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Abd El-Kader: Argelino nacionalista e Maçom

A Maçonaria conta com muitos membros extraordinários em sua história, mas certamente Abd El-Kader está entre os maiores, um argelino, um santo sufi, uma figura proeminente do século XIX, e do Islã.
Abd El-Kader nasceu em Guetna perto de Mascara, na Argélia em 6 de Setembro de 1808. Ele era um descendente do profeta Maomé e aos catorze anos de idade ele era reconhecido como um Hafiz - alguém que tinha memorizado o Alcorão inteiro. Em novembro de 1832, ele sucedeu seu pai como emir de Mascara e, daí em diante, ele liderou uma revolta contra os hábeis franceses que haviam invadido a Argélia, em Julho de 1830. Por quinze anos, Abd El Kader foi implacavelmente perseguido pelas forças colonialistas e, em 1835, impos uma derrota notável sobre eles em La Macta, 30 quilômetros ao norte de Mascara, na costa do Mediterrâneo. Mas, finalmente, no inverno de 1847, ele foi obrigado a render-se ao comandante francês, o Duque de Aumale.
Em outubro de 1852, após vários anos de prisão na França, Abd El Kader foi exilado para a Turquia. Três anos depois foi instalado no Império Otomano controlado por Damasco juntamente com sua família e mil fortes guarda-costas argelinos. E foi ali, na antiga capital da Síria, que o emir iria posteriormente realizar um feito notável, que não só o elevou ao status de celebridade internacional, mas que também o levou a se tornar um maçom.
A gratidão dos Maçons
Em Damasco, Abd El Kader dedicou a maior parte de seu tempo aos seus estudos filosóficos e religiosos, e ele também estabeleceu uma nova escola islâmica, que empregava mais de sessenta acadêmicos, mas quando em julho de 1860 violentos tumultos eclodiram, interveio pessoalmente com seus guarda-costas para tentar impedir que uma multidão furiosa massacrasse os cristãos da cidade. Com algum risco considerável para si e seus homens, e com o bairro cristão já em chamas, o Emir começou a resgatar muitos cristãos como podia, usando sua própria casa e terras como um refúgio seguro. E quando a multidão exigiu que ele entregasse todos os cristãos para a execução, ele raivosamente desembainhou a espada e ordenou-lhes para dispersar ou que de outro modo os seus guardas abririam fogo.
Relutante, a multidão recuou e, como resultado, um número estimado de 12 a 15.000 cristãos foram salvos. As notícias de suas ações repercutiram em todo o mundo e ele foi homenageado por vários governos e associações, uma das quais foi a Loja parisiense Henry IV (registrada no Grande Oriente de França) que, em 16 de Novembro de 1860, escreveu ao Emir exilado e felicitou-o por seu ato corajoso e tolerante, e também enviou uma jóia com seu nome gravado como um símbolo de sua admiração sincera. O emir ficou evidentemente comovido com a carta e em 27 de janeiro de 1861, ele respondeu e agradeceu aos irmãos por seus "nobres" sentimentos e expressou seu desejo de participar da sua fraternidade.
Que maior honra pode sobressair o amor do homem pela a humanidade? [escreveu] ... Se não houvesse amor em nós, pertenceriamos a uma religião certa? Claro que não. O amor é o único fundamento. Deus é o Deus de todos: é preciso, portanto, amar a todos.
Unindo-se a Maçonaria
Assim, em Julho de 1861, os oficiais da Loja Henry IV escreveram novamente para Abd El-Kader e, desta vez enviaram as questões tradicionais colocadas aos membros em potencial. Dois meses depois, eles receberam sua resposta, que incluía algumas notáveis respostas às suas perguntas. Dever do homem em relação a seus companheiros, o Emir escreveu: ele deve aconselhá-los, mostrar respeito ao idoso, ser amável com as crianças... não ter ciúmes, fazer o bem e resistir ao mal. Todas os demais religiões repousam sobre duas bases: a primeira consiste em glorificar a Deus, e a segunda em ser bom para as Suas criaturas.
Todos os homens", ele pensou, "têm uma alma que se manifesta sob diferentes aspectos, e essa" alma universal '... é como o centro do círculo, e as almas particulares como o círculo. “O Homem”, continuou ele, "também deve levar em conta os direitos do corpo ... negligenciar o corpo e expô-lo à morte é um dos maiores pecados e uma maneira de opor ao seu Criador e da sabedoria do Altíssimo."
... A perfeição da condição do homem é conhecer a verdade em si mesmo, e praticá-la.
Os membros da loja parisiense ficaram encantados e logo começaram a se preparar para a iniciação do Emir, mas como não haviam Lojas na Síria, na época, eles tiveram de encontrar alternativas e isso, juntamente com outros problemas imprevistos, atrasou o processo por três anos .
A Iniciação de El Kader
No entanto, em 18 de Junho de 1864, às nove da noite, o Abd El Kader, finalmente, foi iniciado na Loja das Pirâmides (Grande Oriente de França), em Alexandria, durante uma estada no Egito. Durante a cerimônia, ele foi informado que a Maçonaria não defendia nenhum culto especial, somente acreditava em Deus, e que todos estavam "livres para acreditar, de acordo com suas convicções".
Ele foi informado também que a Maçonaria é dedicada à "propagação da moral universal e a prática da benevolência", e que um Maçom verdadeiro é alguém que "faz do seu coração um templo puro para que o espírito divino tenha prazer em habitar nele"; "Ninguém mais do que você”, foi dito "ilustra um irmão mais verdadeiro”. O Emir, em seguida, recebeu o segundo e terceiro grau, antes da Loja ser definitivamente encerrada à meia-noite.
No mês seguinte, os membros da Loja Henry IV, e em fevereiro 1865, tanto a revistar maçônica Freemasons’ Magazine e Masonic Mirror repassaram a história para o mundo em língua Inglêsa. Como conseqüência, quando o Emir visitou Paris e Londres no verão de 1865, um grande número de Maçons queriam se encontrar com seu irmão famoso, mas devido aos seus numerosos outros compromissos, isto revelou-se algo problemático
No entanto, em 30 de agosto, ele conseguiu participar de uma reunião especial da Loja Henry IV em Paris e falar com seus novos irmãos em pessoa. Depois de testemunhar uma iniciação, o Emir foi questionado sobre o futuro da Maçonaria no Oriente Médio. Respondendo, ele explicou que a sociedade foi mal interpretada e que não tinha a confiança da região, e que antes tinha lido os estatutos da Ordem, ele também tinha "compartilhava da mesma opinião”.
"Mas", acrescentou ele, "depois de ter olhado mais em seus objetivos e suas leis, eu estava convencido de que é a instituição mais admirável do mundo." Suas palavras foram recebidas com muitos aplausos e, em seguida, ele foi presenteado com um diploma que confirmou os graus que tinha recebido em Alexandria.
Infelizmente, pouco se sabe sobre o envolvimento do Emir com a maçonaria, mas sabe-se que três de seus filhos foram posteriormente iniciados na Grande Loja Unida da Inglaterra.
FREEMASONRY TODAY - Summer 2008 - Issue 45
© Matthew Scanlan, 2007

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Loja 8 de Maio nº 2083 do GOB-MS homenageia Irmãos do Quadro

Campo Grande, 14 de dezembro de 2009
Hoje foi uma noite um pouco diferente nos trabalhos da Augusta e Respeitável Loja Simbólica 8 de Maio nº 2083 do GOB-MS, no Oriente de Campo Grande/MS. Agraciada pela presença do Poderoso Irmão Benilo Allegretti, Grão Mestre Adj. Honorário do GOB-MS, atualmente Delegado Litúrgico da 27.1 Delegacia do Supremo Conselho do Brasil do Grau 33 para o REAA, do Eminente Irmão José Aedo Camilo, Presidente do Tribunal de Justiça do GOB-MS, do Ven. Irmão Marcio Lolli Ghete, Grande Orador da PAEL-MS, do Ilustre Irmão Benjamim José Machado, Procurador Adj. do MPM-GOB-MS, do Poderoso Irmão Vidal Grefe, Presidente do TCE-GOB-MS, do Ilustre Irmão Elcio Gonçalves de Oliveira, Presidente do TRE-GOB-MS, do Poderoso Irmão Luiz Adive Palmeira, Secretário de Planejamento do GOB-MS, do Poderoso Irmão Sergio Luis Gonçalves, Secretário de Administração Adj. do GOB-MS e Irmãos de diversas Lojas da Capital, ela teve o prazer de homenagear alguns de seus membros e de ser ela mesma homenageada.
Definindo um marco na vida maçônica dos Irmãos Flaviano Ramos da Rosa, João Rosa Rosa e André Puccinelli, a Loja os agraciou com medalhas de honra por 25 anos de trabalhos maçônicos. Já o irmão Luiz Marcelo Benites Giummaressi recebeu suas honras, através de uma medalha de reconhecimento maçônico, pelos serviços prestados ao Supremo Conselho do Brasil do Grau 33 para o REAA. E pelas mãos do Delegado Litúrgico Poderoso Irmão Benilo Allegretti a ARLS 8 de Maio recebeu do Supremo Conselho a medalha Vermeil, um metal que é uma combinação de prata esterlina, ouro e outros metais preciosos, como reconhecimento pelos 25 anos de trabalhos maçônicos.
Ainda na mesma ocasião o Irmão André Puccinelli, Governador do Estado de MS, foi agraciado pelo Grande Oriente do Brasil com o Titulo de benemérito da ordem, através do ato 6029 de 07/07/2006 assinado pelo Grão Mestre Geral Laelson Rodrigues,
por 25 anos de Ordem Maçônica no GOB.
Os Irmãos João Rosa e Flaviano, agradeceram a honraria prestada pela Loja. O Irmão André falou que não se sentia merecedor das honras, mas que fará todo o possível para justificá-las.
O Irmão Benilo falou da alegria de estar nesta noite trazendo o reconhecimento pelos trabalhos aos Irmãos da Loja 8 de Maio, que as honrarias trazem aos homenageados mais responsabilidades perante a sociedade, ao Irmão André, em particular, que é o Timoneiro de nosso querido Estado de Mato Grosso do Sul, falou de espera que os ensinamentos maçônicos o ajudem a conduzir os destinos do MS com sabedoria.
O Venerável Mestre Ilustre Irmão Omar S. Ayub agradeceu a todos pela presença, disse da alegria em ter o Irmão André em nossa Loja, que é sua casa.
A sessão foi seguida por um jantar, oferecido pela Loja aos Irmãos e cunhadas presentes.





























































segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

AMLMS visita Governador de MS


Campo Grande (MS) – A Academia Maçônica de Letras de Mato Grosso do Sul (AMLMS) faz visita, no dia 18 de maio de 2009, de cortesia ao governador André Puccinelli.

Cid Antunes da Costa e os acadêmicos Fadel Tajher Iunes, Orlamar Teixeira Gregório e Rubênio Marcelo se encontraram com o governador, no gabinete, para manifestar reconhecimento ao apoio de Puccinelli à instituição ao longo de muitos anos. “O André é um irmão e sempre ajudou a Academia, desde a época em que
foi prefeito”, disse o presidente da AML, entidade que outorgou ao governador a honraria de membro benemérito. A Academia é composta por 40 cadeiras e os membros são vitalícios. São 20 patronos internacionais e 20 nacionais, oriundos principalmente de Campo Grande, Corumbá e Aquidauana, segundo o presidente.

domingo, 13 de dezembro de 2009

No dia 13 de dezembro de 1912, nasce na fazenda Caiçara, no sopé da Serra do Araripe, município de Exu, Pernambuco, Luiz Gonzaga

No dia 13 de dezembro de 1912, uma sexta-feira, nasce na fazenda Caiçara, no sopé da Serra do Araripe, município de Exu, Estado de Pernambuco, divisa com os estados do Ceará e Piauí.Luiz Gonzaga do Nascimento, o segundo de nove filhos do casal Januário José dos Santos e de Ana Batista de Jesus, que na pia batismal da matriz da cidade de Exu, recebe o nome de "Luiz" (por ser dia de Santa Luzia) "Gonzaga" (por sugestão do vigário) e "Nascimento" (por ter nascido em dezembro, também mês de nascimento de Jesus Cristo).
Em 1920, aos oito anos de idade, substitui um sanfoneiro em festa tradicional na fazenda Caiçara, no Araripe, Exu, a pedido de amigos do pai; canta e toca a noite inteira e, pela primeira vez recebe o que hoje se chama cachê; o dinheiro, 20$000, amolece o espírito da mãe, que não o queria sanfoneiro.
A partir daí, os convites para animar festas ou sambas, como se dizia na época, tornam-se freqüentes.
Antes mesmo de completar 16 anos de idade, "Luiz de Januário", "lula" ou "Luiz Gonzaga" já é nome conhecido em Araripe e em toda a redondeza, como: Canoa Brava, Viração, Bodocó e Rancharia.
Em 1929, vira "escoteiro" e apaixona-se por uma mulher a contragosto da mãe, de quem leva uma surra e foge de casa para a cidade do Crato.O revoltado "Luiz Gonzaga do Nascimento" fica sabendo que as Forças Armadas estão recrutando voluntários. Era isso o que queria. Não pensa muito e alista-se no primeiro posto de alistamento do Exército Brasileiro. O ano, 1930. Explode a revolução nos estados do Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraíba.
O então soldado "Gonzaga" nº 122, corneteiro, segue com o 2º Batalhão de Caçadores para a cidade de Souza, estado da Paraíba; ainda em missão, segue para as cidades de Belém, estado do Pará, e Teresina, estado do Piauí; e depois para os Estados do Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Ganha fama no Exército Brasileiro e um apelido: "Bico de Aço", por ser exímio corneteiro.
Em 1939, dá baixa do Exército Brasileiro e, aventureiro, segue para São Paulo; desembarca na Estação da Luz e, nas imediações compra a sua primeira sanfona "branca" (todas as suas sanfonas seguintes seriam de cor branca) de 120 baixos.
Nesse mesmo ano volta para o Rio de Janeiro, onde faz amizades e inicia a carreira artística, divertindo marinheiros e desocupados em geral no Mangue, lugar também muito freqüentando por malandros e prostitutas.Explode a segunda grande Guerra Mundial, o Brasil é literalmente invadido pela música estrangeira, principalmente a norte-americana.
Em 1940, conhece o guitarrista português Xavier Pinheiro e outros artistas que, como ele, disputam a duras penas um lugar ao sol; toca todo tipo de música, de "blues" a "fox trotes"; imita artistas famosos da época, como Manezinho Araújo, Augusto Caldeiros e Antenógenes Silva. Começa a apresentar-se em programas de rádio, como calouro.
Em 1942, começa a fazer sucesso e as emissoras de rádio começam a se interessar de fato, pelo novo cartaz. Enquanto isso, o Brasil declara guerra à Alemanha e seus aliados.
Em 1946, com Humberto Teixeira, compõe e grava a primeira de uma série de 18 parcerias: "No meu pé de Sena". O sucesso é imediato e enorme, e, ao mesmo tempo, o seu nome começa a correr o mundo: Europa, EUA, Japão. Além de No Meu Pé de Serra, com Teixeira, compôs, entre outras, "Asa Branca", "Juazeiro", "Légua Tirana", "Assum-preto", "Paraíba" e "Respeita Januário".
Em 1953, grava "A vida do Viajante", composição do Irmão Hervê Cordovil.
Em 03 de abril de 1971, o irmão Luiz Gonzaga é iniciado na Maçonaria, na ARLS.'. "Paranapuan" nº 1477, do Grande Oriente do Brasil, Or.'. da Ilha do Governador, do Rito Moderno" ou "Francês". Elevado ao Grau de Companheiro Maçom, em 14 de dezembro de 1972 e Exaltado ao Grau de Mestre Maçom, em 05 de dezembro de 1973. Tendo como seu "padrinho" o irmão Florentino Guimarães, membro do quadro da Loja "Paranapuan".
A música “Acácia Amarela” nasceu em 1981.
O Irmão Luiz Gonzaga, achando oportuna uma homenagem musical à Maçonaria, elaborou a letra e o tema musical. O Irmão Orlando Silveira deu algumas sugestões e harmonizou a melodia.
Concluído o trabalho, a gravação foi feita em 1982, e incluída no elenco do CD “Eterno Cantador”, da etiqueta RCA-Victor. E regravado em CD em 1998, com arranjo de “Orlando Silveira e execução vocal de Luiz Gonzaga”.
Em 1997 o Grande Oriente do Brasil através do Projeto Classes Musicais, por ocasião do encontro “Compasso para o Futuro”, gravou a mesma com a Orquestra Sinfônica e Coral Baccarelli e a regência e arranjos do Maestro Sérgio Kuhlmann.
ACÁCIA AMARELA
“Ela é tão linda é tão bela
Aquela acácia amarela
Que a minha casa tem
Aquela casa direita
Que é tão justa e perfeita
Onde eu me sinto tão bem
Sou um feliz operário
Onde aumento de salário
Não tem luta nem discórdia
Ali o mal é submerso
E o Grande Arquiteto do Universo
É harmonia, é concórdia
É harmonia, é concórdia”.
De acordo com o Irmão José Castellani em seu livro “Dicionário Etimológico Maçônico”. No Egito, as acácias eram árvores sagradas e tinham o nome hieroglífico de shen; na Fraternidade Rosa-Cruz, ensina-se que a acácia foi a madeira usada na confecção da cruz em que Jesus foi executado; segundo o Tabernáculo hebraico, eram feitos de madeira de acácia: A Arca da Aliança (Êxodos, 25 – 10), a mesa dos pães propiciais (Êxodo, 25 – 23) e o altar dos holocaustos (Êxodo, 27 – 1).
Na maçonaria, além de ser o símbolo da Grande Iniciação, representa, também, a pureza e a imortalidade, além de ser o símbolo da ressurreição, por influência da tradição mística dos árabes e dos hebreus.
O Grande Arquiteto do Universo nos seus desígnios, requisitou o irmão Luiz Gonzaga para uma outra missão.Sofrendo de osteoporose, passou 42 dias internado no "Hospital Santa Joana", na cidade de Recife. Agravados seus males físicos, viajou para o Oriente Eterno na madrugada de 02 de agosto de 1989, com 76 anos de idade, em conseqüência de parada cardíaca por pneumonia.Sob comovente manifestação popular, seu corpo foi velado na cidade do Recife, e transportado inicialmente para a cidade de Juazeiro do Norte, CE, onde recebeu as bênçãos do Padre Cícero de quem era muito devoto, e daí para sua cidade natal, em Exu, onde foi sepultado.

sábado, 12 de dezembro de 2009

Instalação e Posse do Grão-Mestre do GRANDE PRIORADO DO BRASIL

Na noite do dia 13 de Novembro de 2009 os Grandes Oficiais do Grande Priorado do Brasil, seus Preceptores com paramentos de Templários, suas condecorações, seus estandartes e acompanhados de seus cavaleiros estiveram presentes na Sessão Magna de Instalação e Posse do novo Grão-Mestre dos Templários, Mario Sérgio Nunes da Costa e do Grande Senescal, Wagner Veneziani Costa no GRANDE PRIORADO DO BRASIL, cujo titulo completo é Unificadas Ordens Religiosas, Militares e Maçônicas do Templo e de São João de Jerusalém, Palestina, Rhodes e Malta do Brasil, com a presença dos Past Grãos Mestres Manoel Ferreira Leite, Marcos Jose da Silva, Francis Maccormick, Santiago Ansaldo, a cerimônia foi realizada no Novo Hotel Jaraguá na Rua Martins Fontes, 71, São Paulo/SP.
Participaram também os cavaleiros do Provincial Priory of South America, ligado ao Grande Priorado da Inglaterra, cujo prior é o R.E.Kt. John Collakis.