sexta-feira, 1 de julho de 2011

13º convocação do Capítulo 8 de Maio n° 63 de Maçons do Arco Real do Supremo Grande Capítulo do GOB

Por ordem do Primeiro Principal, E.Comp. Omar S. Ayub , o Capítulo 8 de Maio n° 63 de Maçons do Arco Real do Supremo Grande Capítulo do GOB, convida a todos os Mestres Maçons, com mais de quatro semanas de exaltados, a ingressarem no Arco Real em sessão a ser realizada em 02/07/2011 as 9:15 horas, no Templo da ARLS Oito de Maio nº 2083 situado na Rua Spipe Calarge, 2411 (Proximo ao Radio Clube Campo) em Campo Grande/MS.
Solicitamos aos Irmãos interessados entrar em contato com o Ir Palmeira, através do telefone (67) 8118 1880, apresentando atestado de regularidade da Loja Simbólica da qual faz parte e cópia da identidade maçônica.
Marcelo Andrade Campos Silva
Secretário

O que é o Arco Real?
 
Trabalho elaborado pelo E. Companheiro Luiz Adive Palmeira, Membro do Capítulo Royal Edward 5566, de Maçons do Arco Real da Inglaterra, subordinado ao Grande Capitulo Distrital da América do Sul – Divisão Norte e Past Primeiro Principal do Capítulo 8 de Maio n° 63 de Maçons do Arco Real do Supremo Grande Capítulo do GOB.
Por mais de dois séculos, para a grande maioria dos Maçons de todo o mundo, o Arco Real tem sido o complemento indispensável da educação dos Mestres Maçons.
Na época em que a Maçonaria inglesa encontrava-se dividida em duas Grandes Lojas rivais, Laurence Dermott (1720-1791), o famoso Grande Secretário dos Antigos, dizia que o Arco Real era "a raiz, o coração e o cerne da Maçonaria". A Grande Loja dos Antigos, a Ancient Grand Lodge, praticava o Arco Real desde a sua fundação e o considerava tão importante que chegou a ser conhecida como a "Grande Loja dos Quatro Graus". Seu brasão, que só ostenta elementos simbólicos do Arco Real, mostra isso.
Quando veio a União das duas Grandes Lojas, dos Modernos e dos Antigos, o Arco Real acabou por se encaixar-se nos Graus Simbólicos. Com isso, ao invés de constituir-se em um grau acima, foi considerado um Grau lateral.
Para um melhor entendimento do que trata o Grau transcrevo abaixo uma explicação publicada pelo E. Comp. Roy A. Wells, GDCA, Escreva E. Domatic Chapter of Instruction Nº177, A.Q.C. vol. LXXVIII, 1965. (Condensação) e traduzida para o português por E. Comp. Alberto Victor Castellet, Membro do Capitulo Atrium N° 04.

“Descrito como a perfeição e completa realização da Maçonaria, este grau trata do longo período que seguiu ao final do glorioso reinado do Rei Salomão. O Templo de Jerusalém havia sido destruído, o reinado de Judá dividido em tribos escravas. Babilônia foi conquistada por Ciro, o Grande, para converter-se parte do poderoso império da Pérsia. Este governante, muito humano, liberou os escravos judeus, e os convidou a voltar a Jerusalém, para iniciar a reconstrução do Templo. Esta lenda está baseada na restauração dos segredos genuínos do Mestre Maçom, e isto é realizado por operários que fazem um descobrimento importante durante seu trabalho e conseguindo uma interessante e iluminada explicação da natureza de Deus.”

O Arco Real tem quatro cerimônias: a exaltação como é chamada a cerimônia de admissão de novos membros e uma cerimônia de instalação para cada um dos três dirigentes. A cerimônia de exaltação está dividida em duas partes: uma apresentação bastante dramática dos princípios da Ordem seguida de três palestras na qual a história, simbolismo e os princípios do Arco Real são melhores explicados. Tal como a Maçonaria Simbólica, o Arco Real está aberto aos Irmãos de todos os credos.
O Maçom entusiasta achará no Santo Arco Real, muito do que estava procurando no terceiro grau, e além do grande ensinamento simbólico e da imponente cerimônia, achará que entre os membros do Capítulo se encontram os mais ativos Obreiros da Franco Maçonaria.
A Maçonaria do Arco Real não é em absoluto excludente, competitiva, ou incompatível com nenhum dos Graus do Escocísmo, e a prova disto é que tantos Irmãos estão atuando simultaneamente em ambos os Corpos Maçônicos.
Bibliografia: Texto do E. Comp. Roy A. Wells, GDCA, publicado na Revista Grande Loja em Destaque, edição de fevereiro 2004, publicação da Grande Loja de São Paulo.
Site do Supremo Capítulo da Inglaterra:
Revista Engenho & Arte, Numero 07, Primavera de 2000.

sábado, 25 de junho de 2011

Parte para o Oriente Eterno o Irmão Vidal Grefe

Nascido em Ponta Porã/MS, foi para o Rio de Janeiro, onde estudou Engenharia Mecanica, após aposentar veio para Campo Grande/MS onde dedicou-se com afinco a Ordem Maçonica, ingressa na ARLS Athamaril Saldanha nº 3119 do GOB-MS, onde posteriormente foi instalado como Venerável Mestre. No simbolismo foi o primeiro presidente do TEC-GOB-MS e consolidou sua marca de trabalho e austeridade com o julgamento das Contas do Executivo do GOB-MS, período fundamental para se materializar e consolidar os instrumentos legais de atuação e de auditoria e análise dos balancetes e balanços gerais do GOB-MS.
Para ele a presidência do TEC-GOB-MS é “Função que entendemos singular, porque, ao mesmo tempo em que a vivenciaremos no seio de uma Ordem Fraterna e distintamente tolerante, estamos subordinados aos nossos deveres constitucionais, princípios e costumes, aos quais estamos definitivamente fidelizados, uma vez que o direito e a lei, devem sempre ser colocados acima das vontades individuais ou de grupos, em consonância com o bem maior da coletividade.”
Nos corpos filosóficos foi presidente da Loja de Perfeição Pharol do Sul, do Capitulo Rosa Cruz Aurora II e atualmente era presidente do Ilustre Conselho Kadosch 45, do Supremo Conselho do Brasil do grau 33 para o Rito Escocês Antigo e Aceito em Campo Grande/MS.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Irmão Arnaldo Soter Braga é eleito presidente da SAFL do GOB




Numa sessão histórica e marcada pelo exercício da liberdade o Irmão Arnaldo Soter Braga foi eleito presidente da SAFL para o período 2011/2013, com grande experiência jurídica no mundo profano o Irmão Arnaldo Soter explica: “Todo meu crescimento no mundo profano muito tenho a agradecer os ensinamentos que tive no mundo maçônico. Assim, eu uno meu conhecimento profano e meus ensinamentos maçônicos para lutar por um mundo melhor e uma Maçonaria mais unida e mais justa.”
Temos certeza que o equilíbrio necessário e indispensável para a condução do Parlamento Maçônico, o dialogo e o respeito, evitando a pequenez das discórdias e das manobras que desqualificam a harmonia entre os poderes legitimamente constituídos, serão a tonica da nova administração.

Arnaldo Soter Braga Cardoso é advogado; Mineiro de Muriaé; ex-aluno do Colégio Evangélico de Alto Jequitibá-MG e Vice-Presidente da AEACE – Associação dos Ex-Alunos do Colégio Evangélico e Estadual de Alto Jequitibá-MG; titular da Comenda de Pioneiro de Brasília; Servidor Aposentado do TJDFT.
Cidadão Honorário de Mossoró-RN; Diretor da FECOMÉRCIO/DF – Federação do Comércio do DF, onde representa o SINFOC; Diretor Tesoureiro do SINFOC; membro do Conselho Fiscal da CNC – Confederação Nacional do Comércio e do SEBRAE-DF; membro do Conselho Consultivo da Área de Proteção Ambiental do Planalto Central e participante de diversos outros Conselhos Ambientais e não ambientais no DF; Vogal na Junta Comercial do DF; sócio da ACPB-DF; titular Vitalício da Cadeira Nº 19, como Fundador da AMLERN – Academia Maçônica de Letras do Rio Grande do Norte, cujo Patrono é o Irmão Zé Rodrix; titular da Cadeira Nº 36 da Academia Maçônica de Artes, Ciências e Letras do Grande Oriente do Brasil.
Possuidor do Título de Benemérito da Maçonaria do Ceará, outorgado pelo Grande Oriente do Brasil do Ceará, pela Grande Loja Maçônica do Estado do Ceará e pelo Grande Oriente do Ceará, quando da comemoração do Sesquicentenário da Maçonaria no Estado do Ceará; membro do Supremo Grande Capítulo dos Maçons do Arco Real do Brasil-GOB, no Capítulo Ashfield Nº. 4; membro do Mui Poderoso Consistório de Príncipes do Real Segredo Nº. 16 do DF, do Supremo Conselho do Brasil do Grau 33 Para o Rito Escocês Antigo e Aceito; Deputado Federal com assento na Assembléia Federal Legislativa do G:.O:.B:.(SAFL), como representante da Loja Agostinho de Souza Lima, de Durandé/MG e é Obreiro das Lojas:

•A:.R:.L:.S:. Presidente Juscelino Kubitschek, 3530 – Brasília/DF;
•A:.R:.L:.S:. Propter Humanitatem, 969 – Manhumirim/MG;
•A:.R:.L:.S:. Areópago de Brasília, 3001 – Brasília/DF;
•A:.R:.L:.S:. José Castellani, 3883 - Brasília/DF;
•A:.R:.L:.S:. Geraldo Dias do Nascimento - 4106 – Mossoró/RN.

domingo, 29 de maio de 2011

Dicas para os Mestres Eleitos

Joselito Romualdo Hencotte
No mês de Junho teremos as Instalações dos Veneráveis Mestres eleitos, então vai algumas dicas contidas 'The Mac Bride Ritual' de 1870.

Dicas para os Mestres Eleitos

1. O Mestre não deve ser o único a trabalhar ou ser o 'faz tudo' da Loja . Ele deve supervisionar e dirigir os trabalhos.

2. Fazer uma reunião da diretoria eleita logo após a eleição, para organizar o trabalho e incentivar os Oficiais Eleitos a estudarem e exercerem suas funções com entusiasmo.

3. Incentivar cada um dos oficiais para que aprendam e conheçam as funções do cargo imediatamente acima dele, para que ele possa, quando necessário, ser capaz de realizá-las.

4. Lembre-se sempre que o trabalho do Mestre é planejar e elaborar o plano de trabalho. Tenha confiança nos seus oficiais e explique seu plano e então você pode ter certeza que irão trabalhar nele.

5. Dar todo o apoio para quem quiser trabalhar e garantir que seus oficiais façam o mesmo, mas tenha em mente que os membros de sua loja sempre são os primeiros a criticar, auxiliar ou lhe encorajar.

6. Não ostente sua autoridade, mas prove ser digno do poder colocado em suas mãos, usando-o mais raramente possível.

7. Lembre-se, o melhor Mestre é aquele que serve a sua Loja!

domingo, 22 de maio de 2011

Posse do Irmão Wagner Veneziani Costa como Grão Mestre da Grande Loja de Mestres Maçons da Marca do Brasil

Neste ultimo dia 21 de maio de 2011, no salão de eventos do Hotel Mercure, situado no bairro de Santana, em São Paulo/SP, tomou posse o Irmão Wagner Veneziani Costa como Grão Mestre da Grande Loja de Mestres Maçons da Marca do Brasil. A instalação foi presidida pelo PGM Irmão Túllio Colacioppo Junior, e após ser instalação o novo Grão Mestre procedeu a nomeação e promoção dos Grandes Oficias, foram investidos como Past Grão Mestre de Honra os Irmãos, Marcos José da Silva, Soberano Grão Mestre do GOB, Cláudio Roque Buono, Sapientissimo Grão Mestre Adjunto do GOB, Túllio Colacioppo Junior, Eminente Grande Secretário de Relações Exteriores do GOB, Mario Sergio Nunes da Costa, Grão Mestre Adjunto do GOB-SP, Santiago Ansaldo de Aróstegui de Lerín y de Contreras, Past Grão Mestre Assistente da Grande Loja da Espanha. Em seguida deu posse ao Irmão Gerson Magdaleno como Grão Mestre Adjunto e ao Irmão Edson Barsanti, como Grão Mestre Assistente e ainda ao Eminente Presidente do Conselho De Nautas da Arca Real Egisto Francisco Rigoli e aos demais Grandes Oficiais da Grande Loja.
A sessão, que foi marcada pela emoção dos presentes, contou com a presença do Grão Mestre Adjunto do Distrito Brasil da Grande Loja de Maçons da Marca da Inglaterra, Respeitavel Irmão Raphael Behar e a maioria dos Grandes Oficiais do Distrito.
Agradecendo a presença de Irmãos de diversos estados do país o Soberano Grão Mestre Wagner Veneziani, falou do momento de crescimento da Grande Loja e que agora com a Grande Loja completa e a nomeação dos Grandes Inspetores da Ordem, começa um período de crescimento da Ordem no Brasil.




 





segunda-feira, 2 de maio de 2011

GRANDE PRIORADO DO BRASIL DA ORDEM DOS CAVALEIROS BENFEITORES DA CIDADE SANTA

O Rito Escocês Retificado

(CAVALEIRO BENFEITOR DA CIDADE SANTA)

História e Origem
Os Cavaleiros Beneficentes da Santa Cidade, mais conhecidos como Chevalieurs Bienfaisants de la Cite Sainte (CBCS), surgiram após uma Convenção realizada em Wilhelmsbad em 1782, tratando-se da mais antiga Ordem ligada à Maçonaria que tenha existência contínua. Ela deriva do Rito da Estrita Observância erigido em 1754, cuja fundação é atribuída ao barão Von Hund, que propunha a teoria de que a Maçonaria se originara diretamente dos Templários Cruzados, incorporando a idéia de que a Ordem seria governada por “superiores desconhecidos”. Ela chegou a possuir muitas Províncias espalhadas pela Europa, mas lentamente, após 28 anos, a influência da Estrita Observância diminuiu e a Ordem foi finalmente reconstruída para se tornar o Rito Escocês Retificado (CBCS). Os Graus da Ordem (não trabalhados por completo por todos os Priorados) são aqueles praticados na Loja de Santo André e na Ordem do Interior, que operam sob o Grande Priorado da Helvetia. Os Graus do Rito são estruturados como se segue:

Conferidos em uma Loja de Santo André
4. (a) Mestre Escocês
    (b) Mestre Escocês de Santo André
Conferidos em uma Jurisdição do Comandante e Capítulo da Ordem Interna
5. Escudeiro Noviço
6. Cavaleiro Beneficente da Santa Cidade

Além da Suíça, existem na atualidade outros OITO Grandes Priorados no mundo, situados nos seguintes países: Estados Unidos da América (erigido em 1934), França (1935), Inglaterra (1937), Bélgica (1986), e ainda Portugal (1995), Brasil (2008), Togo e Espanha (2008).

Estrutura e Qualificação
Cada Grande Priorado é governado por um Mui Reverendo Grão-Prior/Grande Mestre Nacional, que são eleitos. Ele é apoiado por um Grão-Prior Adjunto, um Grande Chanceler (Grande Secretário) e um conjunto de Grandes Oficiais, enquanto os membros são denominados Reverendos Cavaleiros. O ingresso a essa Ordem é cuidadosamente controlado, estando a prerrogativa do convite nas mãos da Hierarquia; dessa forma, raramente se faz referência à Ordem nos círculos maçônicos, com exceção talvez dos próprios membros do CBCS. A qualificação é restrita aos Mestres Maçons Regulares.

Paramentos

O Grau de Mestre Escocês: O paramento no primeiro Grau de Mestre Escocês consiste de um avental branco com acabamento de seda verde, possuindo aba quadrada verde com acabamento em vermelho, contendo três rosetas vermelhas colocadas nas posições de costume. No Grau de Mestre Escocês de Santo André o candidato é também investido com um colar de seda verde e bordas em vermelho, do qual é suspenso um medalhão perfurado de bronze contendo uma coroa de folhas laureadas sobrepostas por uma coroa imperial.

No seu centro existem dois triângulos entrelaçados com raios e com a divisa da letra H, possuindo adicionalmente um esquadro e compassos acima e abaixo, respectivamente, os quais são emoldurados por um nível e um prumo (perpendicular) esmaltados em vermelho. O reverso da joia também possui o padrão triangular entrelaçado, com a figura sobreposta de Santo André crucificado.

Escudeiro e Cavaleiro Beneficente: Os paramentos do primeiro dos dois Graus plenos compreendem uma túnica branca lisa e um collarette vermelho com acabamento em cadarço dourado do qual é suspensa a cruz peitoral da Ordem. Ao ser elevado à Cavalaria, o collarette permanece, a túnica lisa é trocada por um manto branco contendo uma cruz pateada vermelha no ombro esquerdo; e o candidato é investido com uma faixa branca com bordas douradas e uma cruz bordada vermelha no centro, na qual é suspensa a cruz da Ordem. (O CBCS, na capa, sobre o lado esquerdo do peito, tem bordado seu brasão).

Os Graus
O quarto Grau do Rito, que não possui qualquer ligação com a Escócia, foi conferido quando duas seções dentro de uma Loja de Santo André provavelmente se separaram de um simples Grau original de mesmo nome.
Mestre Escocês de Santo André: Esse Grau faz referência à tradição divina do Templo de Salomão e à presença permanente da Santa Shekinah. Infere-se também que, enquanto o Primeiro Templo foi deixado em ruínas, ainda permaneceu dentro dele o conhecimento sagrado do Deus de Israel.

Aqui temos o desenvolvimento da lenda de construção do Segundo Templo, exortando o verdadeiro investigador a penetrar a tumba de Hiram à procura da Palavra Perdida. Seus trabalhos são recompensados pela personalidade alegórica do Mestre Construtor sendo elevada como um véu para revelar o Cristo ressuscitado, que mostra, desse modo, uma interpretação cristã das letras que formam o nome de nosso Grão-Mestre; e também alude à vinda da Nova Jerusalém, a Sion mística.

Escudeiro Noviço: No quinto Grau, o candidato é submetido a um período de reflexão dentro de um Colégio Escocês, antes de ser juramentado no Capítulo de noviços. A lenda conta que, nos primórdios da Era Cristã, Magos Sábios e iluminados que residiam na Cidade Santa foram convertidos ao Cristianismo por

São Marcos. O trabalho esotérico de iniciação exigia que sua doutrina fosse transmitida por tradição oral secreta, o que era feito e culminava nos Cavaleiros Templários, que eram reputados em serem os últimos depositários desse divino conhecimento.

Cavaleiro Benfeitor da Cidade Santa: No sexto e final Grau, é revelado ao Noviço, em seu enobrecimento dentro de uma “Prefeitura”, um Convento. Idêntico ao Cristianismo Antigo, no zênite da antiga civilização egípcia, equiparado a Orfeu, Pitágoras e Platão. Também lhe é explicado que a Cavalaria da Cidade Santa se manifestava em obras beneficentes que eram o caminho perfeito para Deus, e pela difusão desses trabalhos, assegurando a maior bondade para a família humana e a obtenção final da verdadeira iluminação.
Em todo o ritual está impresso as virtudes da Fé, Esperança e Caridade. Ligados as mensagens de Amor e Tolerância, Tradição Templária, em termos de herança espiritual e muito próximo da GNOSE CRISTÃ...

Eu Sou,
Wagner Veneziani Costa
Grande Visitador Geral




terça-feira, 19 de abril de 2011

IRMÃO PLINIO DE ARRUDA PARTE PARA O ORIENTE ETERNO


Em junho do ano passado foi a ultima vez que o vi, chegava ao Grau 33 junto com meu Irmão gêmeo Omar. Quando fomos iniciados o Irmão Plinio de Arruda, veio para a sessão junto com meu pai e meu tio. Desde aquela data, junho de 2000, aprendi a admirar e respeitar o Maçom Plinio de Arruda, que não media esforços para fazer uma maçonaria de fraternidade, sempre com uma palavra de estimulo a aqueles que estão começando.
Adeus Irmão Plinio de Arruda, que o Grande Arquiteto do Universo o mantenha nesse caminho de Luz.

Decretado luto oficial pelo falecimento do Irmão Plínio de Arruda
18/04/2011
O Prefeito Municipal de Dracena, Célio Rejani, considerando o impacto sofrido por toda a comunidade dracenense com o falecimento ocorrido na data de 18/04/2011 do Sr. Plínio de Arruda, empresário, agropecuarista, vereador em Dracena na 5ª Legislatura – ano de 1965 a 1969 e 7ª Legislatura – ano de 1973 a 1977, um dos fundadores da FAPIDRA, Conselheiro da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia e Maternidade de Dracena, cidadão honorário de Dracena e insigne figura de nossa sociedade, querido e respeitado por todos, e, irmanando-se à dor de seus familiares, com os sentimentos de profundo pesar, através do Decreto N° 5.980 de 18 de abril de 2011, declara luto oficial em todo o território do município de Dracena, durante 03 (três) dias, a contar da data da publicação.



domingo, 20 de março de 2011

ANO MAÇÔNICO

Irmão Antônio Carlos Rios 

Da Academia Maçônica de Letras de MS

Cadeira nº 19 Fundador da

A R L S Expansão da Luz Nº 35

G O M S- C O M A B


 
A tradição diz que o ano Maçônico no hemisfério sul inicia-se no equinócio de outono, próximo ao dia 20 de março, mais precisamente no dia 21 de março e que no hemisfério norte inicia-se no equinócio de primavera que corresponde ao mesmo período, ou seja, próximo ao dia 20 de março, mais precisamente no dia 21 de março e que a Abóbada Estrelada do Teto da Loja representa o céu no dia 21 de março, durante o equinócio de primavera no hemisfério norte.

Por constar nos principais documentos maçônicos do século XIX, a maçonaria brasileira adotou o calendário do Rito Adonhiramita que se inicia no dia 21 de março juntando 4.000 anos aos da E.˙.V.˙.
Na elaboração das pranchas é costume conter a data da Era Vulgar: E.˙.V.˙. e, poderão conter a data da Verdadeira Luz: V.˙.L.˙., que é a época que se começa a contar a era maçônica, que se obtêm, acrescentando 4.000 anos ao do Calendário Gregoriano, ou seja: 4.000 + 2.009 = 6.009 da V.˙.L.˙.

Vejamos um exemplo de texto:

Or.˙. de Campo Grande – Mato Grosso do Sul, 21 de março de 2.009 da E.˙.V.˙. e 6.009 da V.˙.L.˙.
Consta que o Calendário Maçônico usado nos antigos documentos do Grande Oriente do Brasil e do Supremo Conselho do REAA era baseado no calendário hebraico e começava no mês de “Niçan ¹” que tem seu inicio em: 21 de março e seu termino em: 20 de abril. Todos os meses subsequentes começavam no dia 21 e terminavam a 20 do mês seguinte.

“Em suma o calendário mais usado começa o ano no dia 21 de março e soma 4.000 à Era Vulgar ² ”.


Bibliografia:


• Aslan. Nicola. Grande Dicionário Enciclopédico da Maçonaria e Simbologia.
• Mellor. Alec. Dicionário da Franco-Maçonaria e dos Franco-Maçons. Tradução Sociedade das Ciências Antigas. Martins Fontes Editora Ltda. 1.989.
• José Castellani. As Origens Históricas da Mística Maçônica. Editora Landmark. 2003.
• ¹ - Nisan ou Niçan. Antigamente o nome hebraico era Adib e significava mês da espigas.
• ² - José Castellani. O Verdadeiro Ano Maçônico. Consultório Maçônico II.

domingo, 16 de janeiro de 2011

“CAMPANHA AJUDE AS VÍTIMAS DA CHUVA DO RIO DE JANEIRO”

O número de mortos em decorrência das chuvas que devastaram a região serrana do Estado do Rio de Janeiro já chega a 635, de acordo com informações da Secretaria Estadual de Saúde e Defesa Civil.
Nova Friburgo foi a cidade mais castigada, com 287 mortos. Em seguida vem Teresópolis (269), Petrópolis (56), Sumidouro (19) e São José do Vale do Rio Preto (quatro).
Já a quantidade de desalojados e desabrigados já passa de 14 mil. Em Petrópolis são 6.400; em Nova Friburgo, 5.190; em Teresópolis, 2.240; e em Sumidouro, 500.
Há outros municípios onde há desabrigados e desalojados, como Areal e São José do Vale do Rio Preto.
Do R7 16/01/2011 às 19h23 Atualizado em: 16/01/2011 às 20h13

O Eminente Irmão Luiz Sergio Fraga Freitas, Grão Mestre do Grande Oriente do Brasil MS, disponibilizou o Palácio Maçônico do GOB, sito a Rua São Felix,789, Jardim Vilas Boas, Campo Grande - MS para ser Posto de Coleta de donativos.

Houve plantão nesse domingo, com a presença do GME Irmão Luiz Sergio, para o Irmão Eduardo Ayub, VM da ARLS 8 de Maio nº 2083, que levou donativos ao Palácio é triste por ver que somos tantos, e tão poucos estão colaborando. Disse ainda que o momento não é buscar culpados desta catástrofe, pois nesta busca quem perde são os necessitados (que eventualmente também tem sua parcela na participação de sua tragédia) e nós Maçons que nos propomos a contribuir com a sociedade de forma Pró-Ativa. Sobretudo para fazer filantropia.

Desta forma meus Irmãos, conclamamos que todos possamos dar a sua contribuição, seja por meio de uma doação pessoal ou por meio do acionamento dos contatos, com o objetivo de obter seu auxilio para os próximos dias.

O momento exige urgência!!!!

Na segunda e terça, 17 e 18 de janeiro, a Ordem Demolay estará próximo a Praça Ary Coelho recebendo doações para a campanha, das 8:00 as 18:00 horas.

Alguns itens necessários: água potável, alimentos, roupas, cobertores, colchonetes e itens de higiene pessoal, como sabonete, pasta de dente e fralda descartável, etc..

Continuem colaborando com a campanha, fale com seu vizinho, sua familia, seus amigos. Divulgue em sua rede de relacionamentos.

 

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Societas Rosicruciana in Anglia

A Sociedade Rosa-Cruz para os Maçons

História e Origem

A forma atual da moderna Sociedade Rosa-Cruz foi elaborada em 1865 por Robert Wentworth Little, que, juntamente com outros entusiastas maçons, fundou essa Ordem após a descoberta de certos manuscritos dos arquivos da Grande Loja. Essa Sociedade se baseia em tradições e simbolismos de uma Sociedade muito antiga, conhecida como Fraternidade da Rosa e da Cruz, a qual, por sua vez, alegava que suas origens eram de um caráter imortal, real ou mítico, conhecido como Christian Rosenkreutz e normalmente designado pelas suas iniciais CRC. Essa sociedade posteriormente serviu de modelo para as modernas sociedades na Escócia e nos Estados Unidos da América, as quais não se afastaram da Antiga Ordem e continuaram com a eterna busca pelo conhecimento. Isso é evidenciado pelo encorajamento dado aos membros em produzir documentos e fazer palestras como parte vital do trabalho do Colégio. A Sociedade tem o poder de conferir nove Graus, como se segue:

Iº - Zelator
IIº - Theoricus
IIIº - Practicus
IVº - Philosophus
Vº - Adeptus Minor
VIº - Adeptus Major
VIIº - Adeptus Exemptus
VIIIº - Magister
IXº- Magus

Existem 70 Colégios na sociedade inglesa, distribuídos em locais tão distantes como Austrália, Canadá, Nova Zelândia, França e Holanda.

Estrutura e Qualificação

As Assembléias da Sociedade são denominadas Colégios e são agrupadas em Províncias sob Chefes Peritos e seus Sufragâneos. Os oficiais são:

Celebrante
Expoente
*Capelão
Secretário
Tesoureiro
*Diretor de Cerimônias
Anciões (quatro)
*Diretor de Estudos
*Assistente de Diretor de Cerimônias
Condutor de Noviços
Porta-Archote
*Organista
*Chantre
*Assistente de Secretário
*Bibliotecário
*Escrivão de Divisas
Arauto
Guardião
*Despenseiros (3)
Coroinha

É mandatório para um Perito Chefe ou seu Sufragâneo instalar o Celebrante de cada Colégio em sua Província, na ausência do Magus Supremo, embora possa apontar algum outro Magus devidamente qualificado (um Delegado) para substituí-lo na instalação. Em todos os casos, o Celebrante deve antes da instalação ter recebido o Grau de Adeptus Exemptus e servido a posição de Expoente de um Colégio. Todos os candidatos devem ser Mestres Maçons ativos e pertencer a Lojas Regulares da Grande Loja Unida da Inglaterra ou de outra Potência maçônica com a qual ela possua tratados de reconhecimento. Além disso, os candidatos devem ter caráter e abraçar totalmente os princípios do Cristianismo; espera-se que eles possam ter habilidade suficiente para apreciar os estudos da Sociedade, que incluem a revelação da Filosofia, Ciência e Teosofia.

Paramentos

Todos os membros da Sociedade devem usar as jóias de seu grau conforme descrito a seguir:

Graus de I-IV: Um losango de metal dourado esmaltado em branco é utilizado, contendo uma cruz vermelha de braços de iguais dimensões, suspensa por uma tira de seda verde anexada a uma barra dourada que possui as iniciais SRIA.


Graus de V-VII: Os membros utilizam uma joia idêntica aos primeiros quatro Graus, mas suspensa por uma tira de seda amarela com os respectivos numerais romanos bordados em seda violeta.


Grau VIII: Como um Magister (Honoris Causa 8º), o padrão de losango branco e vermelho é utilizado sobreposto por uma mitra dourada com a palavra LUX suspensa por uma tira de seda vermelha. Um Alto Conselheiro Magister VIIIº utiliza a mesma joia, mas suspensa por um collarette de seda vermelha.

Grau IX: Como um Magus (Honoris Causa 9º), uma cruz calvária preta com uma pequena rosa de prata em cada braço e uma miniatura do losango da Sociedade no centro é usada suspensa de uma tira de seda vermelha. O Magus Supremo e o Substituto Magi IXº usam cruzes maiores de padrão similar suspensas por collarette de veludo vermelho, sendo a do Magus Supremo sobreposta por uma coroa celestial.
Além disso, aos Oficiais de um Colégio é dado um manto do ofício, que denota a cor ou o emblema de sua função particular.
Celebrante: O celebrante de um Colégio veste um manto sobrepeliz carmesim, contendo uma cruz branca de quatro braços iguais no lado esquerdo do peito, juntamente com um collarette de seda vermelha, do qual é suspenso o losango esmaltado de branco da Ordem, sobreposto por uma coroa celestial. Um Celebrante Passado veste um manto carmesim similar no qual a cruz é cercada por um losango branco com galão, enquanto ele possui um losango esmaltado de branco suspenso por uma tira vermelha no lado esquerdo do peito. Quando um Celebrante ou Celebrante Passado é um Magister (8º ou VIIIº), o emblema do manto é sobreposto por uma mitra branca.

 Oficiais Provinciais: O Perito-Chefe de uma Província veste manto coberto carmesim contendo uma cruz calvária com uma mitra acima bordada em ouro no lado esquerdo do peito. Ele também usa um padrão de losango da Sociedade, em ouro e sobreposto por uma mitra colorida, suspensa por um collarette de seda vermelha. Seu Sufragâneo (Adjunto) veste um manto similar com os símbolos em branco, enquanto a joia dourada do collarette não possui a mitra. Os Oficiais Provinciais também vestem a mesma joia do Sufragâneo, mas não possuem nenhum manto especial.
Alto Conselheiro: Um Alto Conselheiro VIIº veste um manto carmesim com acabamento de seda azul contendo uma cruz com braços de igual comprimento bordada a ouro no peito, juntamente com uma placa de ouro triangular portando uma cruz vermelha esmaltada no centro, suspensa por um collarette amarelo (a cor dos Peritos). O Magister Alto Conselheiro VIIIº possui um manto similar, com a adição de uma mitra em ouro, e veste o collarette acima especificado. (Veja o Grau VIIIº)
Oficiais do Alto Conselho: Com a exceção do Magi, estes vestem manto carmesim com acabamento de cores diversas, pertinentes ao seu cargo, juntamente com um símbolo bordado apropriado no peito esquerdo. Os Magi vestem mantos de veludo vermelho.
Os Graus
Dos nove Graus, quatro estão agrupados na Primeira Ordem e podem ser conferidos por um Celebrante de um Colégio em Templo aberto.
Iº Zelator: Esse é o primeiro Grau da Sociedade, em que o aspirante é recebido em cerimônia muito comovente e colorida, sendo exortado a iniciar sua busca pela verdadeira sabedoria. Todos os assuntos do Colégio são tratados nesse Grau.
IIº Theoricus: Como mostrado pelo seu título, o ritual de admissão diz respeito aos aspectos teóricos da divindade em todas as suas formas. Esse Grau incorpora uma preleção erudita em cores.
IIIº Practicus: O estudo e o ritual desse Grau fazem referência especial à faceta espiritual da antiga arte da Alquimia.
IVº Philosophus: Aqui o aspirante é encorajado a expandir o seu conhecimento por meio de um estudo cuidadoso das várias filosofias e escrituras sagradas das religiões do mundo.

A Segunda Ordem, que compreende os Graus de V a VII, é conhecida como os Graus de Adepto, que são conferidos em um Colégio de Adeptos por um Perito-Chefe ou por um adjunto devidamente constituído. Somente o Magus Supremo ou Adepto-Chefe podem aprovar a seleção para o avançamento para os Graus de Adepto.
Vº Adeptus Minor: A admissão a esse Grau não é permissível antes de um período de quatro anos de serviços à Sociedade. Esse é um Grau pré-requisito para o avançamento ao cargo de Antigo em um Colégio.
VIº Adeptus Major: O sexto grau possui grande significância e demanda alto grau de contemplação na preparação para o avançamento ao sétimo Grau de...
VIIº Adeptus Exemptus: Esse é o Grau final da “Segunda Ordem”, o qual é um pré-requisito para a instalação na cadeira de um Colégio. Os ensinamentos incorporados são de natureza etérea e divina, feitos para elevar a mente para a preparação da iniciação completa.
A Terceira Ordem: As eleições para esses graus eminentes são realizadas somente pelo Magus Supremo, e como tal compreendem a Ordem administradora da Sociedade. Somente o Magus Supremo ou seu Delegado (por dispensa) podem conferir esses Graus.
VIIIº Magister: Esse Grau é conferido aos Oficiais do Alto Conselho designados nos Decretos da Sociedade e pode ser outorgado a outros membros do Alto Conselho. A honra de Magister (Honoris Causa 8º) pode ser conferida a outros Fratres que mostrem serviços importantes para a Sociedade. O Alto Conselheiro Magister que deixar de ser um membro do Alto Conselho retorna à posição de Magister (Honoris Causa 8º).
IXº Magus: O Magus Supremo, o Sênior e Junior Magus Substituto são os únicos membros que possuem o Grau ativo do IXº. O Grau de Magus (Honoris Causa 9º) pode também ser conferido pelo Magus Supremo em ocasiões muito especiais, usualmente em Fratres que tenham realizado serviços excepcionais ou mostrado projeção e devoção aos objetivos da Sociedade. Obviamente, são poucos os Fratres que conseguem essa honra.
O Colégio Eleitoral é composto de todos os membros da Terceira Ordem que sejam regulares de um Colégio da Sociedade, e é responsável pela eleição de um novo Magus Supremo quando esse cargo fica vago.
Por Wagner Veneziani Costa
Além da Maçonaria Simbólica, Madras Editora, 2009