sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
domingo, 23 de fevereiro de 2014
INSTALAÇÃO NA ORDEM DA CRUZ VERMELHA DE CONSTANTINO
Muito
Poderoso Soberano Ill. Kt. John Collakis 2013/2014 fez a instalação do Ill. Kt.
John Charles Woodrow para o período 2014/2015. A Ordem chegou ao Brasil em 2012
num trabalho conjunto dos Irmãos do Distrito Inglês e do GOB, que estiveram em
Londres para a fundação do Conclave Caminhos da Sabedoria, nº 514 e tem
crescido bastante.
Participaram
Irmãos de várias partes do Brasil, de Mato Grosso do Sul, o Poderoso Irmão Luiz
Adive Palmeira, Grão Mestre Adjunto do GOB-MS, que é um Muito Poderoso Soberano
Passado da Ordem se fez presente, ocasião em que recebeu seu certificado.
Reproduzimos
abaixo um trabalho do V. Irmão Plinio Virgilio Genz, membro e grande conhecedor
da maçonaria inglesa.
A Ordem da Cruz Vermelha de
Constantino pertence à classe “Oriente e Ocidente” dos Ritos Iniciáticos, consistindo basicamente de três graus:
Cavaleiro, Sacerdote e Soberano-Príncipe, títulos que representam graduações na
escala de iniciação. São suplementados por duas escalas adicionais de
Cavalaria, as Ordens Complementares, e coletivamente completam o Rito:
Cavaleiro da Cruz Vermelha de Constantino
Cavaleiro do Santo Sepulcro
Cavaleiro de São João Evangelista
O primeiro Grau do Rito conduz desde a
Revelação Pagã até a Cristã, usando a Lenda de Conversão de Constantino o
Grande, como um símbolo da transição. O candidato, um Maçom do Arco Real,
inicia uma jornada mística em busca de conhecimento divino, vendo seus esforços
finalmente recompensados quando se compromete
a seguir os inspirados passos do Grande Imperador Constantino.
O segundo e terceiro graus de
Cavaleiro do Santo Sepulcro e Cavaleiro de São João Evangelista constituem as
Ordens Complementares e são conferidos respectivamente em um Santuário e numa Comandância (Commandery).
O quarto grau é o de Venerável
Eusébio e é um dos Sacerdócios simbólicos. Quando um Cavaleiro atinge essa
condição, estará qualificado para o cargo de Vice-Rei de um Conclave. O quinto
e último grau é restrito ao de Muito Poderoso Soberano, que representa
Constantino, o Soberano Príncipe do Oriente e do Ocidente, e este significativo
grau cristão é o ponto culminante deste importante Rito Maçônico.
Trata-se de uma ordem cristã e os
candidatos, Companheiros do Arco Real, devem confirmar que professam a crença
na Santíssima Trindade. Para a cerimônia de admissão os candidatos devem
usar os paramentos do Arco Real, isto é, Avental, Faixa e Joia.
O grau da Cruz Vermelha de
Constantino tem uma história bastante movimentada e sua
existência é conhecida pelo menos desde 1770, porém somente em 1865 ela
foi organizada como uma Ordem Maçônica soberana.
Constantino foi o primeiro Imperador
Romano a abraçar e promover abertamente o Cristianismo. Convocou uma série de
Concílios de Bispos que estabeleceram uma base firme para a liturgia e crença
cristã, e foi sob o seu comando que essas decisões foram promulgadas pelas
igrejas como a pedra fundamental da cristandade. Ele foi batizado na nova fé
pouco antes de sua morte, que ocorreu em Bitínia
em 22 de maio de 337.
fotos da rede colméia: www.redecolmeia.com.br
INSTALAÇÃO NA ORDEM DOS GRAUS MAÇÔNICOS ALIADOS
Aconteceu
neste ultimo sábado, dia 22 de fevereiro de 2014, a instalação do novo
Venerável Mestre do Saint Paul’s Council, 254, ligado ao Grande Conselho da
Ordem dos Graus Maçônicos Aliados da Inglaterra.
O
Eminente Irmão Mario Sergio Nunes da Costa, Grão Mestre do GOB-SP, Venerável
Mestre 2013/2014 fez a instalação do V. Irmão Malcon Leo Curtis para o período
2014/2015. A Ordem chegou ao Brasil em 2012 num trabalho conjunto dos Irmãos do
Distrito Inglês e do GOB, que estiveram em Londres para a fundação do Conselho
São Paulo, 254 e tem crescido bastante.
Participaram
Irmãos de várias partes do Brasil, de Mato Grosso do Sul, o Poderoso Irmão Luiz
Adive Palmeira, Grão Mestre Adjunto do GOB-MS, que é um Venerável Passado da
Ordem se fez presente.
Reproduzimos
abaixo um trabalho do V. Irmão Plinio Virgilio Gens, membro e grande conhecedor
da maçonaria inglesa.
GRAUS MAÇÔNICOS
ALIADOS
HISTÓRICO
Para dar certa coesão a esses
“filhos órfãos” e assegurar trabalhos com rituais padronizados, ao final dos
anos 1870 ficou decidido estabelecer um “Grande Conselho dos Graus Maçônicos
Aliados da Inglaterra, País de Gales e das Colônias e Dependências da Coroa
Britânica”, com sede em Mark Masons’ Hall. A partir de 2001 passou a ser “O
Grande Conselho da Ordem dos Graus Maçônicos Aliados da Inglaterra, País de
Gales e Distritos e Conselhos Ultramarinos”.
Nos Estados Unidos da América do Norte houve
em 1892 um objetivo similar de reunir um número de graus até então sob nenhum
controle naquele país, entre os quais estavam o grau de Grandes Guardiões de
Salomão e o de Monitor Secreto.
Na Inglaterra, mediante um acordo
com o Soberano Colégio, em 1893 o grau de Grandes Guardiões de Salomão passou a
ser conferido aos Grão-Mestres e outros membros proeminentes do Grande
Conselho, sendo adicionado aos primeiros quatro graus autorizados e praticados até
então. Em virtude de regulamentação do
Grande Conselho, os Conselhos subordinados estão atualmente habilitados a
trabalhar apenas com os seguintes cinco graus, salvo autorização especial do
Grande Conselho:
São
Lourenço o Mártir
Cavaleiro
de Constantinopla
Grandes
Guardiões de Salomão
Cruz
Vermelha da Babilônia
Grande
Sumo Sacerdote
O trabalho administrativo de um
Conselho da Ordem é procedido no Grau de São Lourenço o Mártir. O Mestre de um
Conselho é eleito como tal numa Loja de São Lourenço o Mártir. A única
cerimônia de instalação atualmente praticada na Ordem é a de Mestre de uma Loja
de São Lourenço o Mártir, o qual se torna constitucionalmente o Mestre do
Conselho, nomeando os Oficiais não eletivos da Loja de São Lourenço o Mártir. Toda
reunião do Conselho deve ser aberta pela Loja de São Lourenço o Mártir. As
Lojas ou Conselhos de qualquer outro dos quatro graus são abertas somente
quando houver uma cerimônia de admissão para o grau.
Os candidatos para admissão na Ordem dos
Graus Maçônicos Aliados deverão ser Mestres Maçons da Marca e Companheiros
do Sagrado Arco Real. Um candidato deve ser admitido primeiramente no Grau
de São Lourenço o Mártir. Os outros quatro graus podem ser conferidos
subsequentemente em qualquer sequência.
Muito embora antigamente houvesse a
determinação de usar paramentos vistosos e complicados para cada um dos cinco
graus, os membros da Ordem que não sejam Oficiais devem agora usar apenas as
joias dos diferentes graus em que tenham sido admitidos.
A vinda da Ordem dos Graus Maçônicos
Aliados ao Brasil é um projeto conjunto entre o Grande Oriente do Brasil e a
Maçonaria Inglesa no Brasil com o objetivo de trazer para o nosso país as
diversas Ordens e Graus Maçônicos existentes na Inglaterra e no mundo e que,
com certeza, contribuirão para enriquecer o cenário maçônico brasileiro.
OS
GRAUS
GRAU
DE SÃO LOURENÇO O MÁRTIR
O Grau de São Lourenço o Mártir foi
estabelecido em recordação ao martírio do santo em Roma, em meados do terceiro
século. Há registros de que o grau tenha sido praticado em sua forma atual pelo
espaço de dois séculos em Lancashire e Yorkshire. Tem havido afirmações de que
se tratava de parte de um antigo ritual Operativo, destinado a distinguir um
artífice genuíno dos novos Especulativos que começaram a participar das Lojas.
O
grau ensina muito especialmente as lições de constância e humildade.
O arranjo de uma Loja de São
Lourenço o Mártir é igual ao de uma loja simbólica, sem as velas e nem as
colunas dos Vigilantes. Os Oficiais da loja são os mesmos de uma loja
simbólica. O Diretor de Cerimônias, o Assistente de Diretor de Cerimônias e os
Diáconos carregam varas dos cargos.
Neste grau, o candidato é referido
com tendo sido “Introduzido, Recebido e Admitido como Irmão de São Lourenço”.
Os paramentos tradicionais usados neste grau consistem de: Joia do peito: uma grelha com sete barras verticais prateadas,
suspensa de uma fita, na cor laranja no centro e bordejada de cada lado na cor
azul real. Para os Veneráveis Passados (Past Masters) a grelha é envolvida por
um círculo.
GRAU
DE CAVALEIRO DE CONSTANTINOPLA
Este é um grau que poderemos chamar
de “grau colateral”, “side degree” em inglês, no sentido de que, há muitos
anos, era costume um irmão conferir este grau a outro. Ao final de uma reunião
de loja simbólica, um irmão chamava outro de lado, lhe solicitava um juramento
simples e lhe conferia os segredos do grau.
A origem do grau é desconhecida, mas
pela forte influência dos Operativos que transparece no seu ritual, pode-se
conjeturar que tenha surgido durante a transição da Maçonaria Operativa para a
Especulativa. Sabe-se que o grau era trabalhado nos Estados Unidos da América
do Norte em 1831 e pode ter sido levado para lá por uma loja militar.
O grau ensina as lições úteis de
humildade e igualdade universal.
O cenário da cerimônia é o pátio do
palácio do Imperador Constantino o Grande, em Constantinopla, durante o século quarto
da era cristã. A Câmara do Conselho é arrumada como uma loja simbólica, porém
sem as velas e sem as colunas dos Vigilantes. Nada é colocado sobre o Livro das
Sagradas Escrituras quando aberto.
Os
títulos de alguns dos Oficiais são os seguintes:
Ilustre Potentado
Chefe dos Construtores (Eusébio) Primeiro Vigilante
Chefe dos Artesãos (Antêmio) Segundo Vigilante
O
Ilustre Potentado poderá usar um manto de cor vermelha e uma coroa, e carregar
um cetro. Podem ser usados os mantos do Arco Real. Os Oficiais não usam colares
e nem carregam varas.
Neste grau, diz-se que o Candidato
foi “admitido”.
O
paramento tradicional usado neste grau consiste de uma joia na forma de uma
cruz de malta, ornada com um crescente, ambos dourados, suspensa de uma fita
verde na qual aparecem três punhais dourados apontando para baixo.
O
GRAU DE GRANDES GUARDIÕES DE SALOMÃO
Este Grau relata uma lenda similar à
do Grau Críptico do Mestre Seleto, porém com interessantes variações,
principalmente no que diz respeito ao período dos
eventos. Também tem muito em comum com o Grau de Mestre Secretário
Íntimo (6º do Rito Antigo e Aceito). O Grau tem sido praticado nos Estados
Unidos da América do Norte desde 1761 e na Inglaterra existem vestígios de que
já estava sendo praticado antes de 1893, ano em que o Grau foi conferido ao
Grão Mestre e outros membros proeminentes do Grande Conselho. A partir de então
o Grau foi adicionado aos outros quatro graus originais que estavam sendo
praticados sob a égide do Grande Conselho.
O Grau previne sobre os grandes
perigos da negligência e do julgamento precipitado e ensina a importância da
atenta vigilância.
A Loja representa uma cripta
abobadada nas entranhas da terra, debaixo do local do Templo do Rei Salomão. O
Venerável Mestre, o Primeiro e Segundo Vigilantes tem assento no Oriente e
respectivamente representam Salomão, Rei de Israel, Hirão, Rei de Tiro, e Hiram
Abif, os três Grão-Mestres que presidiram na construção do Templo em Jerusalém.
Tradicionalmente os dois Reis deveriam estar coroados, vestir mantos vermelhos
e portar os cetros reais, porém, na prática atual todos os três Grão-Mestres
usam os mantos dos Principais do Arco Real, mas raramente usam coroas ou
cetros. Os Oficiais não usam colares e nem portam varas. Os títulos dos principais
Oficiais são os seguintes:
Rei
Salomão Venerável
Mestre
Rei
Hirão de Tiro Primeiro
Vigilante
Hiram
Abif Segundo
Vigilante
O candidato neste Grau é referido
com tendo sido “Admitido ao Grau de Maçons Eleitos dos Vinte e Sete e Criado um
Grande Guardião de Salomão”.
CRUZ
VERMELHA DA BABILÔNIA
A Cruz Vermelha da Babilônia foi uma
das quatro cerimônias que o Grande Conselho tomou sob o seu controle
inicialmente. O Grau, que é o de maior profundidade mística dos Graus Maçônicos
Aliados, é de considerável antiguidade. Suas três partes, ou pontos, descendem
de três dos graus dos Ritos que eram praticados em meados do século dezoito.
A tragédia ocorrida na construção do
Templo do Rei Salomão que é descrita no Terceiro Grau da maçonaria simbólica,
inspirou os compiladores de todos aqueles ritos a incluir uma série de graus
ligados à construção do Segundo Templo, como sendo uma alegoria de vida. Em
cada uma das séries, o cenário se localiza parcialmente na Babilônia e
parcialmente em Jerusalém, mas onde quer que as séries comecem ou terminem, no
meio há um curto, mas importante episódio do cruzamento de uma ponte sobre um
rio.
Nas grandes religiões do mundo –
Cristianismo, Judaísmo, Islamismo, Zoroastrismo, Confucionismo, Xintoísmo –
existe a tradição de que alma deve atravessar o rio da morte, geralmente sobre
uma ponte, como também por um barco, conforme a mitologia grega, ou até pela
divisão das águas, no exemplo de Elias antes de sua ascensão.
Em algumas jurisdições dos Estados Unidos existe um trabalho dramático da
Passagem da Ponte como uma exigência prévia à exaltação no Arco Real.
Da forma como é praticado
atualmente, em alguns aspectos o grau é similar aos graus 15º, 16º e 17º do
Rito Antigo e Aceito, que não inclui o Arco Real.
O Grau da Cruz Vermelha da Babilônia nos
ensina a manter invioláveis os nossos segredos maçônicos e de resistir a todas
as tentações de sua revelação, independentemente do proveito pecuniário que pudesse
advir da revelação. O grau enfatiza a importância da Fidelidade, Integridade e
Verdade.
Em muitos Conselhos antigamente
havia o costume de suspender os trabalhos para um banquete durante o curso da
cerimônia.
Neste Grau, diz-se que o candidato
foi “constituído e criado Cavaleiro da Cruz Vermelha da Babilônia”.
Os paramentos usados
tradicionalmente neste Grau consistem apenas de uma Joia em formato de uma cruz
de sete pontas, tendo ao centro espadas douradas cruzadas sobre um círculo
esmaltado. Na prática atual, esta joia é usada no peito esquerdo, suspensa de
uma fita verde.
A
SAGRADA ORDEM DO GRANDE SUMO SACERDOTE
A Sagrada Ordem do Grande Sumo
Sacerdote, que foi extensivamente praticada em Lancashire e Yorkshire e outras
partes da Inglaterra sob a égide de algumas lojas dos “Antigos”, foi uma das
quatro cerimônias controladas pelo Grande Conselho. Tanto na Inglaterra quanto
nos Estados Unidos ela foi designada como sendo uma “Ordem”, e este título, ao
invés de “Grau”, foi preservado no Ritual.
Em quase todos os lugares a Ordem
tem estado intimamente ligada à Maçonaria do Arco Real. Sob a vigência das
antigas Constituições originais do Grande Conselho, somente podiam ser
admitidos na Ordem os irmãos que fossem Principais Instalados de um Capítulo do
Arco Real. Essa limitação, porém, mais tarde foi considerada excessivamente
restritiva, não atendendo aos interesses dos Graus Maçônicos Aliados, como um
todo. Em consequência, no ano de 1934 uma emenda introduzida nas Constituições
passou a permitir que qualquer Maçom do Arco Real seja admitido na Ordem. Não
obstante, os membros da Ordem, sejam Principais Instalados ou não, continuam a
ser designados como “Excelentes Companheiros”.
A Ordem nos transporta para um nível
elevado do pensamento maçônico. Ao ser admitido, o Companheiro percebe que está
destinado aos mais altos deveres e responsabilidades na vida, como homem e como
um Maçom; ele é ensinado que, para desempenhar estes deveres, é chamado para se
dedicar a serviço de Deus Altíssimo, como também aos seus semelhantes.
Os títulos dos Oficiais da Convenção
da Ordem são: Muito Excelente Presidente
Vice Presidente
O Muito Excelente Presidente veste
um manto branco, sobreposto por um peitoral, e uma mitra branca. O Vice
Presidente veste um manto vermelho e o Capelão um manto azul claro: para estes
dois oficiais os mantos do Arco Real são apropriados. Não é uma prática usual
os Oficiais usarem os colares dos Oficiais de uma Loja de São Lourenço o
Mártir; e nem devem usar os bastões dos cargos.
Setembro
de 2012.
Imagens da rede colméia: www.redecolmeia.com.br
terça-feira, 8 de outubro de 2013
UMA INTRODUÇÃO À MAÇONARIA DA MARCA
O Grau de Marca é um dos Graus mais populares na Maçonaria. Hoje temos mais de 1.500 Lojas da Marca na Constituição Inglesa e em torno de 20 Lojas filiadas a Grande Loja de Mestres Maçons da Marca do Brasil.
O grau é conhecido como o grau da Amizade e todos os Mestres Maçons ativos e regulares do GOB são elegíveis para serem avançados ao grau. Este grau é um pouco menos formal do que os Graus Simbólicos ( Craft ) e não há dúvida de que entre os Mestres Maçons da Marca você sempre vai encontrar amigos.
Da mesma forma que a Maçonaria simbólica, o Grau da Marca transmite lições de moral e ética, utilizando uma alegoria ritualizada em torno da construção do Templo do Rei Salomão antes da morte de Hiram Abif .
Iniciação ao Grau de Marca é classificado como "Avançamento" e em um sentido cronológico a cerimônia segue a do Grau de Companheiro .
Da maneira como é trabalhado hoje o ritual da Marca na verdade abrange dois graus. O candidato é primeiro reconhecido como uma Homem da Marca e em seguida é "Avançado" como um Mestre Maçom da Marca .
O Grau de Marca é uma das duas Ordens Maçônicas que demonstra o trabalho dos Talhadores de Pedra ou Maçonaria Operativa e a cerimônia de Avançamento descreve a trajetória um Companheiro ambicioso buscando promoção em se oficio, demonstrando as sua habilidades e capacidade .
A tradição maçônica nos informa que, na construção do Templo do Rei Salomão, a cada Maçom foi fornecido uma marca peculiar para sua identificação. Que ele colocava em seu trabalho, a fim de distingui-lo da marca de seus companheiros.
Com a ajuda destas marcas os Supervisores (ou Mestres da Marca) eram capazes de rastrear qualquer trabalho defeituoso e o responsável pelo mesmo.
No início da cerimônia os talentos do candidato não são reconhecidos e suas esperanças são frustradas, mas com decorrer dos fatos, ele triunfa sobre a adversidade e é justamente recompensado pelo seu trabalho.
O conceito dos Maçons como "pedras vivas" e que está sendo construído em uma casa espiritual, em paralelo com a construção do Templo. É um poderoso tema no Grau .
É uma cerimônia maravilhosa com elementos de drama e humor e acima de tudo, fortes lições de moral!!!!!
Fraternalmente como sempre.
Joselito Romualdo Hencotte
Grande Secretário de Relações Exteriores da Grande Loja de Maçons da Marca do Brasil
Grande Secretário de Relações Exteriores da Grande Loja de Maçons da Marca do Brasil
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
EXALTAÇÃO DE TRÊS NOVOS COMPANHEIROS NO ARCO REAL
Nesta
ultima quarta-feira, dia 31 de julho de 2013 o Capitulo Carlos Augusto Ramos
Filho n° 64 de Maçons do Arco Real do Supremo Grande Capítulo do Brasil,
promoveu sessão para a exaltação de três novos companheiros, Cícero de Araújo
Cruz, da ARLS Fraternidade e Justiça nº 2379 do GOB-MS, José Augusto Roriz
Braga e Carlos Roberto de Abreu da ARLS Virtus Et Labor nº 2386.
A
sessão foi marcada pela presença do Grão Metre do GOB-MS Eminente Irmão Benilo
Allegretti e do Grão Mestre Ajunto Poderoso Irmão Luiz Adive Palmeira, que
atuou como Principal Forasteiro, e na medida em que ocorria a cerimonia o mesmo
explanava os pontos do ritual, explicou que a cerimônia de exaltação está
dividida em duas partes: uma apresentação bastante dramática dos princípios da
Ordem seguida de três palestras nas quais a história, simbolismo e os
princípios do Arco Real são melhores explicados.
Para
o novo Companheiro José Augusto, foi uma alegria participar dessa Ordem, pois
não imaginava quanta informação maçônica contem o Grau, observa também que é um
incentivo para continuar os estudos da maçonaria.
Excelentíssimo
Companheiro João Roberto Ambrósio, Primeiro Principal do Capitulo, ressalta a
importância da sessão que contou com a presença dos mais altos dirigentes da
maçonaria do GOB-MS.
O
Excelente Companheiro e Grão Mestre Adjunto do GOB-MS Luiz Adive Palmeira destacou
a grande quantidade de Irmãos do Rito de York presentes na sessão e a
participação de todos os Ritos praticados no âmbito do GOB-MS, Rito Escocês,
Rito Brasileiro e Rito Adoniraminta. Lembra que no dia 17 de agosto de 2013, as
09h00min horas na Loja 8 de Maio, o Capítulo 8 de Maio 63 fará sessão para
instalação de seus novos principais.
O
Excelente Companheiro e Eminente Grão Mestre do GOB-MS Irmão Benilo Allegretti destaca
a importância do Arco Real para o complemento dos estudos maçônicos, pois o
Arco Real mostra a maçonaria por outro ângulo o que completa o aprendizado do
Mestre Maçom de qualquer Rito. Disse que é o primeiro exaltado no Arco Real do
Estado de MS, num Capítulo Inglês, há treze anos no Rio de Janeiro, disse
também que foram excelentes os trabalhos dos principais, que dirigiram a
primeira reunião do Capítulo depois de instalados.
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
Uma Introdução aos Graus Maçônicos Aliados
A grande
maioria dos graus "adicionais" trabalharam na Inglaterra no início do
século XIX e estavam originalmente sob o patrocínio dos 'Antigos', que
consideravam que as Lojas Simbólicas tinham direitos a trabalhar qualquer grau
maçônico de que tinham conhecimento e
que seus membros poderiam trabalhar esses Graus. Após a formação da Grande Loja
Unida vários graus foram gradualmente organizados em ordens separadas, cada um
com seu próprio corpo diretivo. Até o final desse século, um grande número de
graus independentes de qualquer órgão diretivo estavam sendo trabalhados em
diferentes partes do país. No final da década de 1870, foi acordado pelos então
Grandes Secretários da Grande Loja Unida, Grande Loja de Marca do e Rito Antigo e Aceito para que se estabelece-se
um ‘Grand Council of the Allied Masonic Degrees in England and Wales and the
Colonies and Dependencies of the British Crown’ (Grande Conselho dos Graus
Maçônicos Aliados da Inglaterra e no País de Gales e as colônias e dependências
da Coroa Britânica). A sede seria no Mark Masons’ Hall. Também foi acordado que
nenhum novo organismo que pretendesse ser um organismo maçônico e ser
legalmente estabelecido na Inglaterra, poderia faze-lo sem o consentimento dos
Órgãos Diretivos da Ordem dos Templários, Rito Antigo e Aceito, Marca,
Cruz Vermelha de Constantino,
Royal and Select Masters, e do novo Grande Conselho, e que
qualquer novo orgão criado com o consentimento deveria ser sob a direção do
Grande Conselho. Assim nasceu o Grande Conselho, que conhecemos agora como o
Grand Council of the Allied Masonic Degrees of England and Wales and Districts,
and Councils Overseas.
Os Graus
São Lourenço, o Mártir
Há cinco graus que são trabalhados nessa Ordem, que está aberta para os irmãos
que são Maçons da Marca e Companheiros do Arco Real de qualquer fé. O Grau de
São Lourenço Mártir deve ser conferido em primeiro lugar e explica como
Lawrence deu a sua vida em vez de trair seus princípios; responsabilidade,
integridade e coragem são as lições a serem aprendidas nesse Grau.
Joia – Um grelha em prata suspensa a partir
de uma fita laranja com a borda em azul Royal.
Os outros graus podem ser conferidos em qualquer ordem.
Os outros graus podem ser conferidos em qualquer ordem.
Cavaleiro
de Constantinopla
Trata-se de um Grau que
trata da relação entre o Imperador Constantino e seus súditos. A cerimônia é
divertida e engraçada, mas no final, o candidato fica em dúvida sobre a
importância da virtude da humildade.Joia - Cruz de Malta em ouro ou dourada sobreposta por uma Lua em quarto crescente suspensa em uma fita verde em que são 3 punhais em ouro ou dourados apontados pra baixo.
Grande
Cobridor de Salomão
Este
Grau é muito dramático e o ocorre sobre a abóboda secreta sob o templo. Ele
reflete sobre o perigo do julgamento apressado.
Joia – Um triângulo
com o vértice apontando para baixo em esmalte preto e as bordas em ouro ou
douradas. O numero 27 inscritos com os caracteres hebraicos e no reverso o Nome
Inefável em Ordem Cabalística. Ela é suspensa a partir de uma fita cor de fogo
com um cinza claro de cada lado e uma mão segurando um punhal com a ponta para
baixo e encimado por três coroas, tudo em ouro ou dourada.
Cruz
Vermelha da Babilônia
Este grau preenche a
lacuna entre o Simbolismo e o Santo Arco Real com Zorobabel conseguindo autorização
para iniciar a reconstrução do Templo. A lição aqui é de que é suprema a importância
da verdade.Joia - consiste de uma estrela de sete pontas em que são duas espadas cruzadas, apontadas para cima, em ouro ou douradas, dentro de um círculo de esmalte verde suspensas a partir de uma fita verde.
Grande
Alto Sacerdote
Muitos acreditam que
este deveria ser o último grau a ser concedido, o candidato é ungido,
consagrado e separado para o serviço de Deus com sumo Sacerdote. Esta é uma cerimônia
verdadeiramente edificante, que é bastante especial.
Jóia - consiste de uma mitra sobreposta uma um triângulo, vértice apontando para cima, em ouro e dourada, suspensa em uma fita vermelha.
Jóia - consiste de uma mitra sobreposta uma um triângulo, vértice apontando para cima, em ouro e dourada, suspensa em uma fita vermelha.
A estrutura
O trabalho administrativo de um Conselho da Ordem é
procedido no Grau de São Lourenço o Mártir. O Mestre de um Conselho é eleito
como tal numa Loja de São Lourenço o Mártir. A única cerimônia de instalação
atualmente praticada na Ordem é a de Mestre de uma Loja de São Lourenço o
Mártir, o qual se torna constitucionalmente o Mestre do Conselho, nomeando os
Oficiais não eletivos da Loja de São Lourenço o Mártir. Toda reunião do
Conselho deve ser aberta pela Loja de São Lourenço o Mártir. As Lojas ou
Conselhos de qualquer outro dos quatro graus são abertas somente quando houver
uma cerimônia de admissão para o grau.
Os candidatos
para admissão na Ordem dos Graus Maçônicos Aliados deverão ser Mestres Maçons
da Marca e Companheiros do Sagrado Arco Real. Um candidato deve ser admitido
primeiramente no Grau de São Lourenço o Mártir. Os outros quatro graus podem
ser conferidos subsequentemente em qualquer sequência.
Muito
embora antigamente houvesse a determinação de usar paramentos vistosos e
complicados para cada um dos cinco graus, os membros da Ordem que não sejam
Oficiais devem agora usar apenas as joias dos diferentes graus em que tenham
sido admitidos.
A vinda
da Ordem dos Graus Maçônicos Aliados ao Brasil é um projeto conjunto entre o
Grande Oriente do Brasil e a Maçonaria Inglesa no Brasil com o objetivo de
trazer para o nosso país as diversas Ordens e Graus Maçônicos existentes na
Inglaterra e no mundo e que, com certeza, contribuirão para enriquecer o
cenário maçônico brasileiro.
Nesta ultima segunda-feira o Saint Paul's Council nº 254, consagrado em Londres, em abril de 2012, para trabalhar no Brasil e dar inicio a Ordem em território nacional, promoveu avançamento de diversos candidatos no Palácio Maçônico Piratini, sede do GOSP. Na ocasião o Grão Mestre do Rio Grande do Sul, Eminente Irmão Jorge Colombo Borges, o Grão Mestre de Santa Catarina, Eminente Irmão Wagner Sandoval Barbosa, o Grão Mestre do Paraná, Eminente Irmão Dalmo Louzada e o Grão Mestre Adjunto do MS, Poderoso Irmão Luiz Adive Palmeira foram instalados com Veneráveis da Ordem que é dirigida no Brasil pelo Eminente Irmão Mario Sergio Nunes da Costa, Grão Mestre do GOSP.
IMAGENS DA CONSAGRAÇÃO DO CONSELHO EM LONDRES - ABRIL 2012
Fonte:
Informações do MR Irmão Plínio V. Genz
Imagens:
Rede Colmeia:
Revista Universo Maçonico:
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