domingo, 22 de novembro de 2009

A Polícia Montada e a Maçonaria

Como qualquer menino que cresce no Canadá, eu tinha um grande fascínio pela Polícia Montada. Com seu uniforme de gala, chapéu de abas largas, jaqueta escarlate, e calça azul com uma faixa amarela, seu passeio musical, os seus cavalos, tudo a eles associados. Eles tiveram cães chamados rei e salvaram o mundo de todos os tipos de ações covardes. Imagine a minha alegria quando soube que a Polícia Montada tinha sido associada com a Maçonaria em seu início.
No início do século 19, os moradores da América do Norte Britânica começaram a temer que os Estados Unidos quisessem absorver toda a América do Norte. Como resultado muitos colonos procuraram unificar as colônias britânicas. Em 1867, o Parlamento britânico aprovou o British North America Act, que agruparam as colônias em um sindicato chamado o Domínio do Canadá: os quatro primeiros a participarem foram New Brunswick, Nova Escócia, Ontário e Quebec.
Em 1873 o povo canadense e seu governo foram estimulados pela perspectiva de um Canadá maior. Uma nova era começou, a expansão e a unidade se tornaram o tema principal da discussão, um convite à aventura foi soado. Naquele mesmo ano, a atenção do governo foi atraída para uma proclamação Imperial de 1870, através da qual os territórios de Rupert's Land e o North-West tinham sido adicionados ao Canadá e, ainda, que prometeu para o Domínio do Canadá cuidar e proteger os milhares de índios que lá viviam. Isso foi em forte contraste com a situação ao sul da fronteira, onde um estado de guerra contra os índios prevaleceu.

A Força de Polícia para os Territórios
O governo canadense teve, de tempos em tempos, contemplou a patrulha da fronteira ocidental com um pequeno número de homens montados, mas sentiu-se que algo mais abrangente era necessário. Uma aplicação adequada da lei, sem mostrar agressão, foi o principal requisito. Em 28 de Abril de 1873, o Primeiro-Ministro, e maçom, Sir John Macdonald, deu um aviso a Bill: 'Respeitar a Administração da Justiça e o estabelecimento de uma força policial nos Territórios do Noroeste. No dia seguinte, uma invasão de Montana culminou em uma explosão da depravação na fronteira. Em Battle Creek, no longínquo sul de Saskatchewan, sede de sangue e de bebidas era a combinação para acabar com um bando de índios infelizes e injustamente acusados de roubar cavalos. Assassinatos por atacado por parte das gangues do Missouri River atingiu um clímax chocante em solo canadense.
Conforme notícia espalhada pelo 'Cypress Hills Massacre', indignação e raiva explodiram nas primeiras páginas da imprensa do Leste do Canadá e quando os avisos de problemas começaram a chegar o regime de tutela dos territórios mais longes foram acelerados. Em 23 de Maio de 1873 foi dado parecer favorável ao projeto de lei Real e a Polícia Montada se tornou uma realidade. Seus primeiros 150 homens foram enviados para o Ocidente e passaram o inverno em Lower Fort Garry. Rapidamente percebeu-se que eram necessários mais homens e mais 150 se juntaram a eles no ano seguinte. Esta força reforçada viajou até ao sopé das Montanhas Rochosas, onde foi construído um quartel em Fort MacLeod.
O comissário, um tenente-coronel francês, e metade dos homens, em seguida, se deslocaram a leste deixando o Coronel MacLeod no comando do quartel. O último logo foi totalmente absorvido em pacificar milhares de índios, incluindo o Chefe Sitting Bull, que se mudou para o Canadá depois da batalha de Little Bighorn em que Custer e seu Sétimo regimento de cavalaria foram aniquilados. MacLeod e seus homens foram direcionados para os comerciantes e contrabandistas whisky americanos e ajudaram na construção de acordos com as tribos indígenas.
Maçonaria e Polícia Montada
Cerca de três meses antes uma sede da Polícia Montada foi criada em Regina, a capital de Saskatchewan. A Grande Loja de Manitoba, que tinha jurisdição sobre todos os territórios do Noroeste, concedeu uma dispensa para a formação de uma loja maçônica lá a Wascana Lodge, No. 23. Entre os membros da Policia Montada havia vários maçons. A maior parte deles filiou-se na nova Loja, outros foram iniciados nela. Nos meados da década de 1880, foi decidido fundar uma nova Loja exclusivamente para os membros da Polícia Montada. Finalmente, em 24 de Agosto de 1894, foi realizada uma reunião de catorze maçons. Onze deles vieram da Wascana Lodge, nº 23, um da Antiga St John.s Lodge, No.3, um da Bow River Lodge, No. 28 e um da St. John Lodge, No. 175, em Greenock, na Escócia. Que põem as suas assinaturas numa petição para a Grande Loja de Manitoba, em Winnipeg. Eles se tornaram os fundadores da nova Loja: North-West Mounted Police Lodge, No. 61. O primeiro regimento, da Loja, do ano de 1895 continha uma introdução histórica:
Em uma grande massa de homens como a Policia Montada,
cujos membros estão espalhados por uma extensão tão vasta de território, e que são escolhidos a partir de quase todos os países civilizados do mundo, uma determinada percentagem de maçons é obrigada a ser encontrada, e que não teria sido coerente com a perseverança de costume e iluminados ensinamentos da Maçonaria os membros da Ordem não conseguirem organizar uma Loja, e assim estar em melhor posição para realizar os preceitos e princípios da Ordem do que poderia ter sido feito de outra maneira quando estavam em Lojas diferentes.

O primeiro Venerável Mestre foi o terceiro funcionário mais alto do Regimento, Robert Belcher, que se juntou a Loja em 1873, ascendeu na hierarquia e foi instalado em 1893. O altar, pedestais dos Vigilantes e colunas foram feitas no quartel de Regina. Eles foram pintados de branco e enfeitados com a Polícia Montada nas cores azul e ouro. Os pilares ainda podem ser vistos no Templo Maçônico de Regina. A espada original foi dada de presente pelo inspetor da Igreja, que originou o famoso Passeio Musical. Seu pai a levou na carga da Brigada Ligeira de Balaclava. Também no Templo de Regina podem ser vistos as pedras bruta e polida originais, lavradas pelos primeiros membros da Loja.
Como a Polícia Montada crescia em estatura assim também floresceu na maçonaria, e mais e mais membros tornaram-se iniciados na Maçonaria. Este foi um desenvolvimento natural, como os altos ideais são semelhantes e se misturam uns com as dos outros.
Com a grande política de imigração do Governo, a partir de 1896, a descoberta do ouro no Yukon, em 1898, e da Guerra Boer, membros da Polícia Montada do Noroeste ficaram extremamente ocupados servindo em todas as esferas e assumindo responsabilidades múltiplas. O número de membros da Loja em Regina tornou-se relativamente pequeno, e destes apenas dois maçons continuaram a manter viva a Loja. O Grão-Mestre de Manitoba movimentou-se para deter a Carta. Mas os irmãos queriam salvar a Carta, e fazê-lo relaxar o costume de que só membros da polícia poderiam inscrever-se na Loja.
Assim, em 1906, foi decidido realizar reuniões futuras na cidade de Regina. O Grão-Mestre Adjunto Distrital Isaac Forbes, ele próprio um membro da Força, relatou a Grande Loja, nos seguintes termos:
N.W.M.P. Lodge No. 11 (G.R.S.), Regina. Eu paguei a minha visita oficial a esta Loja em 2 de maio. Sendo esta a minha própria Loja, e freqüentando regularmente, eu tenho um grande interesse por ela. Devido ao fato de que todos os membros pertenciam à Polícia Montada, e que a maioria deles tinham sido transferidos para lugares diferentes, deixando a pequena Loja os membros com os quais era possível a realização de reuniões, nos últimos quatro anos, têm vindo a descer ladeira. Apraz-me dizer que isto é agora uma coisa do passado. A remoção do local de reunião da NWMP Barracas para a cidade de Regina, que teve lugar no dia 4 de outubro de 1906, tem-se revelado de grande bem-estar para a Maçonaria. Desde a reunião de 4 de outubro a Loja aumentou de dezesseis para cinqüenta.

A Loja é agora N.W.M. Polícia só no nome, mas o nome será um marco, quando a Polícia foi para a província de Saskatchewan.

Em 1904, o Rei Edward VII membro honorário da Força conferiu o título de "Real" de modo que a força era conhecida como a Real Polícia Montada do Noroeste. A Loja, no entanto, manteve o nome N.W.M. Polícia.

Em 1920 a Força aumentou de tamanho e foi rebatizada para Real Polícia Montada do Canadá. Poucos anos depois, as Províncias lhes pediram para assumir o trabalho da polícia e em 1932 a Polícia Montada policiada de seis províncias, em 1950 as restantes províncias de New found land e British Columbia seguiram o exemplo.
Por muitos anos, uma equipe de Grau da Royal Canadian Mounted Police realizava anualmente uma média de dez cerimônias de Graduação e duas ou três exemplificações. A 'equipe' tem realizado em muitas lojas no Canadá, bem como nos Estados Unidos: em Indiana, Ohio, Massachusetts, Nova York e Vermont. Nos últimos anos, porém a equipe foi dissolvida, por Montada, no entanto muitos continuam maçons ativos, qualquer apoio oficial ou incentivo à sua participação já desapareceu.
Nelson King é editor do proeminente jornal americano de investigação maçônica, The Philalethes. Ele também é um autor e um orador bem conhecido dos grupos maçônicos na América do Norte.

sábado, 21 de novembro de 2009

A ARLS 20 de Agosto n° 2670 do GOB-MS, do Oriente de Dourados/MS, realiza sessão magna de Elevação

A ARLS 20 de Agosto n° 2670 do GOB-MS, do Oriente de Dourados/MS, elevou nesta ultima quinta-feira, 19 de novembro de 2009, o Irmão Antonio Francisco Crepaldi ao Grau de Companheiro Maçom. A sessão que contou com a presença do Irmão Grissom Soares de Carvalho VM da Loja Aquidaban nº 4 do Grande Loja de Mato Grosso do Sul, Irmão Geraldo Menezes, do Poderoso Irmão Luiz Adive Palmeira, Secretário de Planejamento do GOB-MS e de Irmãos de diversas Lojas da região de Dourados.
O Irmão Palmeira agradeceu a recepção que teve na Loja, disse ao novo companheiro que não basta estar no caminho da virtude, para nela continuarmos, para atingir a perfeição são necessários muitos esforços, e que o esforço do Irmão Crepaldi o levou ao novo Grau e que deve continuar seu trabalho para atingir o Mestrado.O Ilustre Irmão MI Leocir, no cargo de Orador da Loja, fez um pronunciamento alertando o Irmão Crepaldi, para que continue estudando para no futuro se transformar num verdadeiro Mestre, agradeceu a presença dos Irmãos Visitantes.O Ilustre Irmão Marcio Fortine, VM da 20 de Agosto, lembrou ao novo Companheiro que a responsabilidade irá aumentar, agradeceu aos Oficiais que trabalharam na sessão e convidou a todos para o ágape fraternal que foi servido no salão de eventos da Loja

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

ILLUMINATI

Na noite sinistra do dia 30 de abril de 1.776, um grupo de homens reunidos em um bosque da Baviera, no sul da Alemanha, juraram a consecução de objetivos comuns. Era o fim do inverno, que dava início a uma comemoração céltica, que incluía grandes fogueiras. A luz dessas fogueiras iluminou e alimentou a mística dos congregados nos bosques bávaros e a partir de então o mundo conheceu o culto a um ser torturado, embora poderoso, Lúcifer, o anjo da Luz.

Naquela noite fatídica nasceu a “Ordem dos Perfectibilistas”, mais conhecida como Ordem dos Iluminados da Baviera, ou simplesmente Illuminati, que, com o tempo, iria se converter na mais poderosa das sociedades da antitradição.

O fundador Adam Weisphaupt, era catedrático da Universidade de Ingolstadt. Cresceu órfão, embora fosse judeu converteu-se ao cristianismo e estudou em colégios Jesuítas, onde destacou-se por sua memória fantástica. Tomou contato com filósofos e começou a interessar-se pela maçonaria após ter conhecido Maximilien Robespierre. Mais tarde conheceu um místico dinamarquês chamado Kolmer, que vivera anos no Egito. Fascinado pelo misticismo, acabou descoberto pelos jesuítas que o expulsaram de sua ordem.

Convencido de que os desígnios de Deus não lhe serviriam em um mundo materialista, procurou outro tipo de iluminação espiritual, exatamente o oposto daquela que aprendera. Para tanto necessitaria de um grupo de trabalho que lhe permitisse aprofundar seus anseios enquanto, ao mesmo tempo, aplicava suas idéias sobre o mundo físico.

Decidiu que teria que fundar uma organização parecida com a dos jesuítas e com a maçonaria, mas que caminhasse em direção diversa. Assim, naquela noite, após redigir o regulamento, um meio termo entre as ordens jesuíta e maçônica, usou como simbolo, o Olho que tudo vê.

Seus primeiros adeptos foram quatro alunos de sua cátedra, todos de excelente situação financeira. Não se poderia ingressar na ordem sem convite, a ordem era “poucos mas ricos”. Logo conseguiu o apoio econômico daquele que passou para a história como um dos homens mais ricos da história: Meyer Amschel Rothschild. Os Rothschild são uma das principais personagens deste trabalho.

Logo um adepto de alta posição social filiou-se ao grupo, O Barão protestante de Hannover, Adolph Franz Friederich Ludwig Von Kinigge, maçom regular, que introduziu em nossas colunas o mestre da Iluminati. Rapidamente a loja multiplicou por dez seus quadros, incorporando nobres, príncipes e profissionais liberais. Dois anos depois, menos de vinte de seus membros eram estudantes.

Para os freqüentadores da loja, Weisphaupt pregava postulados louváveis, fazendo-os acreditar que o mundo deveria substituir a velha ordem reinante pelos Illuminati, que atuariam como comando supremo para conduzir a humanidade para uma era jamais vista antes de paz e prosperidade racional. Pregava um mundo em que todos seriam iguais, sem distinção de raça cor ou credo. O próprio Weisphaupt escreveu: “Qual é em resumo nossa finalidade? A felicidade da raça humana!”.

Mas a verdade só era conhecida por poucos, os lugares-tenentes e esta era:
1. Aniquilação da monarquia e de todo governo organizado segundo o antigo regime
2. Abolição da propriedade privada para indivíduos e sociedades
3. Supressão dos direitos de herança em todos os casos
4. Destruição do conceito de patriotismo e substituição por um governo mundial
5. Desprestígio e eliminação do conceito de família clássica
6. Proibição de qualquer tipo de religião tradicional


Weisphaupt pensava que dominar o Oriente seria mais fácil em virtude do misticismo ser maior naqueles povos. O problema seria o Ocidente, onde a população tornara-se materialista e dominada pela Igreja Católica, que punia brutalmente qualquer idéia que pudesse ameaçar seu domínio, o que tornava a empreitada muito perigosa.

Concluiu que para alcançar seu intento deveria infiltrar membros no comando da igreja e dos governos para que as coisas mudassem enquanto pareciam ser as mesmas.

Seu intento não poupou a maçonaria. Sabia que para fazer-se bem sucedido precisaria de controle e este adviria da organização maçônica. Pessoas acostumadas ao segredo e ao cerimonial, de boa índole passaram a acreditar nas falsas idéias dos Illuminati. Utilizando-se de sua própria experiência adquirida nos rituais maçônicos, Weisphaupt organizou grupos concêntricos, onde um iniciado recebia informações de acordo com sua utilidade e fidelidade, ascendendo na hierarquia, de tal maneira que somente os dirigentes máximos da ordem sabiam os verdadeiros objetivos.

Criou então treze graus para os Illuminati:

1. Preparatório;
2. Noviciado;
3. Minerval;
4. Iluminado menor;
5. Aprendiz;
6. Companheiro;
7. Mestre;
8. Iluminado maior;
9. Iluminado dirigente;
10. Sacerdote;
11. Regente;
12. Mago;
13. Rei.

Ademais, todos os adeptos adotavam nomes simbólicos. Von Kinigge era Fílon, Goethe era Abaris e Weisphaupt Espártaco, porque via-se como um herói.

Em 1.782 diversas obediências maçônicas reuniram-se no convento de Wilhelmsbad. Weisphaupt aproveitando-se de seu grande prestígio já adquirido, planejou um grande golpe para unificar dominar toda a Maçonaria Européia. Conseguiu aprovar um acordo para refundir os três primeiros graus de todas as obediências, deixando o resto ao livre arbítrio das lojas, de tal modo que a loja iluminista pudesse fazer valer seu próprio círculo concêntrico de evolução.

Inúmeros maçons ingressaram nas fileiras dos Iluminados da Baviera e estes infiltraram-se nas demais lojas, ampliando seu espectro de influência.

Porém, a Grande Loja da Inglaterra e o Grande Oriente da França opuseram-se aos postulados Illuminati, fazendo fracassar o conselho e levando a grande maçonaria a enfrentar as forças ocultas lideradas por Weisphaupt.

A partir de então, os Illuminati passaram a enfrentar ataques coordenados e bem planejados por aqueles para quem Deus tem os desígnios do mundo e à ele e seus postulados da boa-venturança deve-se fidelidade.

Traições passaram a freqüentar as fileiras Illuminati e Joseph Utzschneider, sabendo dos interesses dos Illuminati avisou a grã-duquesa Maria Anna da Baviera da trama que planejava destituí-la de seu trono e extinguir da Europa o cristianismo e a monarquia.

A partir de 1.784 a Baviera proibiu a constituição de sociedades secretas em seu território bem como baniu Weisphaupt que acabou por ser acolhido por um de seus seguidores, o Duque de Saxe, de cujo filho foi tutor.

Ainda, na noite de 10 de julho deste mesmo ano, um enviado de Weisphaupt, o Abade Lanz, foi atingido por um raio quando galopava em meio a uma tempestade. Seu cadáver não foi recuperado por membros da ordem, mas por pessoas do lugar que, ao ver seus hábitos, o recolheram com cuidado e o transportaram para a Capela São Emmeran. Ali, entre as suas roupas, encontraram documentos importantes e comprometedores que revelavam os planos secretos da conquista mundial. Isso selou definitivamente o destino oficial dos Illuminati, que a partir desse momento se transformaram em uma organização maldita.
A polícia Bávara descobriu todos os detalhes da conspiração e o imperador Francisco da Áustria tomou conhecimento de que estava se tramando contra todas as monarquias, especialmente contra a francesa, encabeçada por seu genro, Luis XVI e sua filha Maria Antonieta. Ambos foram informados, porém a revolução Francesa estava em estado por demais avançado e já não havia mais meios de impedi-la.

Marcio Rodrigues

ARLS Cavaleiros da Fraternidade III, nº 2342 - GOB-MS
Costa Rica/MS



Bibliografia:
Koch Paul H., Illuminati: os Segredos da Seita Mais Temida Pela Igreja Católica, Ed. Planeta, 2007
Brown Dan, O Código Da Vinci, Sextante, Brasil, 2003

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Irmão Nelson Vieira de Souza da AMLMS (Academia Maçônica de Letras de Mato Grosso do Sul) é homenageado

A Entidade líterocultural Poetas Del Mundo promoveu entre os dias 11/12/13/14 de novembro de 2009, o Primeiro Encontro de Poetas Del Mundo de Belo Horizonte.
O Movimento Poetas Del Mundo, presente hoje em 119 países, falado em 18 idiomas e que conta, no Brasil, com 2.700 poetas. Iniciou-se em 2005, em Santiago, Chile, pelas mãos do escritor e poeta Luiz Arias Manzo. É o encontro dos povos pela palavra renovada na Poesia. O propósito maior dos Poetas Del Mundo é o de agregar esforços e talentos na inquietude do trabalho contínuo, para a Paz e pela Paz mundial. Unidos em torno deste propósito, buscam clamar e proclamar ideais em defesa do amor, da paz, da humanidade e da vida no planeta, visando o desenvolvimento de ações culturais, com extensões sócio-políticas. Seu manifesto universal é um vigoroso apelo em favor da vida e pela união entre os povos.
No encontro, de Belo Horizonte, foi homenageada a cunhada DELASNIEVE DASPET Embaixadora de POETAS DEL MUNDO para o Brasil, Secretária-Geral para as Américas e Embaixadora Universal da Paz e esposa do Irmão Nelson Vieira de Souza.
Os Irmãos Jorge Lasmar e Sebastião Cardoso, dirigentes da Academia Maçônica de Letras de Minas Gerais, falaram no evento dando boas vindas ao acadêmico Nelson Vieira de Souza da AMLMS (Academia Maçônica de Letras de Mato Grosso do Sul) em nome da Academia Maçônica de Letras de Minas Gerais.
O Irmão Nelson Vieira de Souza, membro ativo da ARLS Aurora II nº 2017 do GOB-MS, em Campo Grande/MS, fez seu pronunciamento no auditório da ACADEMIA DE LETRAS DE MG, na ocasião da outorga da moção pela Câmara Municipal de Minas Gerais, entregue pela vereadora Maria Scarpelli, ocorrido aos 12 de novembro de 2009.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Jantar dançante promovido pela ARLS Oito de Maio nº 2083, do GOB-MS, em Campo Grande/MS

Na noite sábado, 14 de Novembro de 2009, ocorreu o jantar dançante promovido pela ARLS Oito de Maio nº 2083, do GOB-MS, em Campo Grande/MS. A noite foi animada pelo DJ Rosso que conduziu uma seleção de músicas próprias para a noite. No jantar foram servidos diversos pratos de massas.
Participaram Irmãos, Cunhadas, Sobrinhos e convidados dos Irmãos da 8 de Maio alem de Irmãos de diversas Lojas da Capital, numa noite de congraçamento.
Essa foi mais uma promoção prevista no calendário social da Loja para o ano, cujo principal objetivo é levar a alegria e união para toda família Oito de Maio.



























































































terça-feira, 17 de novembro de 2009

ARLS De Emulação, nº. 2.501, GOB-MS, Oriente de Campo Grande/MS, chega à maioridade

Breve Histórico
A fundação da loja De Emulação nasceu de um sonho e de uma preocupação. 15 Irmãos preocupados com os rumos da Maçonaria no Mato Grosso do Sul, onde ela devesse ser coesa, estudiosa e representativa, se reuniram por sete vezes, e dessas reuniões nasceram os primeiros entendimentos visando atingir o objetivo, que era o de abertura de uma Loja maçônica com a finalidade de pesquisar e estudar de forma constante os segredos da Maçonaria.
O Nome Emulação e a 1ª Reunião
Numa dessas reuniões tomou-se conhecimento de uma loja denominada "Emulation Lodge of Improvement" que reúne-se semanalmente, às sextas-feiras, de outubro a junho, no Templo Maçônico, à Great Queen Street, Londres, Reino Unido, e desempenha as cerimônias e as Preleções de acordo com o Ritual de Emulação. A Loja Emulação de Aperfeiçoamento para Mestres Maçons este é o seu nome completo fez a sua primeira reunião no dia 2 de outubro de 1823. O Comitê da Loja é o Guardião do Ritual de Emulação, e é conhecido no Brasil como Rito de York.
A nova Loja teria os mesmos objetivos, surgindo dai o nome "De Emulação". Com a formalização do processo de fundação, a Loja Edificadores de Templos n.º 2013 cedeu o seu templo às quintas-feiras para o funcionamento da nova loja, que após obter autorização do Grande Oriente do Brasil – Mato Grosso do Sul, para seu funcionamento provisório teve sua 1ª reunião constituída de 13 irmãos, no dia 17 de novembro de 1988, ficando esta data como a oficial da fundação da Loja “De Emulação”.
O Rito Brasileiro na Loja De Emulação
A Loja “De Emulação” passou a adotar o Rito Brasileiro a partir de 19/03/1992, através do ato n.º 2528 do Grão- Mestre Geral do Grande Oriente do Brasil, que concedeu autorização para mudança de Rito.
Hoje a Loja De Emulação reune-se as quintas-feiras, 20:00 horas, no Templo Anexo do Palacio do GOB-MS, Templinho, conta com 27 Irmão no quadro, sendo 13 Mestres Instalados, 12 Mestres Maçons e 3 Aprendizes, e o seu VM é o Ilustre Irmão Geraldo Menezes.











































O Rito Brasileiro
“Um Rito Maçônico, criado no ambiente de nossa Pátria, foi sempre uma aspiração do Maçom no Brasil. Essa aspiração evidenciou-se pela primeira vez, em 1878 EV, com a “Constituição da Maçonaria do Especial Rito Brasileiro”, em Pernambuco, tendo como seu fundador o Irmão José Firmo Xavier, que se condecorou com o imponente título de Grande Chefe Propagador “ad vitam” devendo ser, em caso de morte, substituído por um Grande Chefe Conservador. Entre os papéis deixados pelo Imperador Pedro II e reunidos em dois códices pela Biblioteca Nacional, encontram-se a sua Constituição e a “Caderneta Nominal dos Sócios” (Quadro de Obreiros), com 838 assinaturas de Irmãos maçons daquele Oriente àquela época e foi dedicado à proteção do Imperador e ao Papa”.
Embora várias outras tentativas fossem promovidas, o Rito Brasileiro só tomou impulso, realmente, com o Decreto nº 500, de 23 de dezembro de 1914, por iniciativa do General Lauro Sodré, então Grão-Mestre do Grande Oriente do Brasil, consolidando-o como Rito Regular, Legal e Legítimo, o que veio dar-lhe caráter decisivo e imperecível.
Através do Decreto nº 536, foi apresentada à Assembléia Geral, em sessão de 16 de outubro de 1916, a Constituição do Rito, que foi apreciada com citações de louvor, sendo promulgada em 1916/1917, passando, assim, a ser reconhecido, consagrado e autorizado, em todo o território nacional.
O Decreto nº 554, de 13 de junho de 1917, adotou e incorporou ao Patrimônio da Legislação do Grande Oriente do Brasil a 1ª Constituição do Rito Brasileiro, contendo sua Declaração de Princípios, Estatutos, Regulamentos, Rituais e Institutos.
Muitos movimentos foram realizados em prol do Rito e várias tentativas de fundação de Lojas foram feitas em alguns Estados mas não sobreviveram, por inexistência de uma Oficina Chefe do Rito, e/ou por falta de rituais impressos.
Em 1921, tentaram implantar o Rito, editando Rituais nos três Graus Simbólicos, haja vista que quando da fundação esses rituais não foram editados pelo Grande Oriente do Brasil. Na realidade, esses Rituais eram cópias quase fiéis do Rito de York, uma vez que um ano antes haviam sido traduzidos do inglês para o português e impressos pelo Grande Oriente do Brasil. Com os rituais prontos, a Loja Campos Sales, do Oriente de São Paulo, recém-fundada, passa a trabalhar no Rito Brasileiro, tornando-se assim a primeira Loja a trabalhar no Rito Brasileiro, porém por pouco tempo. Outra tentativa deu-se no Oriente de São Paulo, em 1928, quando a Loja Ipiranga tentou trabalhar no Rito Brasileiro, também não obtendo sucesso. Através do Ato nº 1617, de 03 de agosto de 1940, é formada uma Comissão de sete membros para a reestruturação do Rito Brasileiro, que estava adormecido desde a década de 20, e através do Ato nº 1636, de 06 de fevereiro de 1941, é nomeada uma Comissão para a formação da Oficina Chefe do Rito, dela fazendo parte os Irmãos remanescentes da fundação do Rito em 1914, mais os Irmãos Álvaro Palmeira e Otaviano de Menezes Bastos, sendo, em 19 de abril de 1941, aprovada e publicada a Constituição do Rito Brasileiro, devidamente aprovada pelo Conselho Geral do Grande Oriente do Brasil.
A Oficina Chefe do Rito passou a chamar-se Soberano Supremo Conclave do Rito Brasileiro, sendo eleito para dirigir o Rito o Irmão Otaviano de Medeiros Bastos, que passou a ter o título de Soberano Grande Principal (hoje, Soberano Grande Primaz), e o Irmão Álvaro Palmeira, o título de Grande Propagador (hoje, Grande Regente). Porém, pela efemeridade das Lojas, o Rito entra em adormecimento.
A implantação definitiva e vitoriosa só ocorreu quando, através do Decreto nº 2.080, de 19 de março de 1968, o Irmão Álvaro Palmeira, então Grão-Mestre Geral, nomeou uma nova Comissão com amplos poderes de revisão e reestruturação do que fora feito até ali, a fim de pôr o Rito “rigorosamente acorde às exigências maçônicas da Regularidade internacional”, conferindo-lhe “âmbito universal, separando o simbolismo do filosofismo e constituindo-o em real veículo de renovação da Ordem, conciliando a Tradição com a Evolução”. O Soberano Supremo Conclave do Brasil para o Rito Brasileiro foi reerguido em 25 de abril de 1968, com a aprovação da nova Constituição, e o Rito passou a ter nova denominação: Rito Brasileiro de Maçons Antigos, Livres e Aceitos. Nesta mesma data é fundada a primeira Loja Simbólica do Rito Brasileiro nessa fase de reimplantação, a Loja Fraternidade e Civismo, no Oriente do Rio de Janeiro (à época, Guanabara), que passou a ser a Loja Primaz do Rito Brasileiro. Por este motivo, ficou consagrado o dia 25 de abril como o Dia Nacional do Rito Brasileiro.
No mesmo ano, são fundadas as Lojas Araribóia (Niterói-RJ, em 04 de maio) e Castro Alves (Salvador-BA, em 07 de maio); e a Loja Labor e Civismo (Cataguases-MG, em 24 de maio) muda do Rito Francês para o Rito Brasileiro, tornando-se a quarta Loja do Rito. No dia 1º de junho, o Boletim Oficial do Grande Oriente do Brasil publicou a aprovação, pelo Conselho Federal da Ordem, da Constituição do Rito Brasileiro. Em 10 de junho, é assinado o Tratado de Aliança Maçônica entre o Grande Oriente do Brasil e o Supremo Conclave do Brasil para o Rito Brasileiro, ratificado pela Assembléia Federal Legislativa em 27 de julho de 1969. Em 24 de junho de 1968 o Irmão Álvaro Palmeira passa o Primeiro Malhete da Ordem ao seu sucessor e passa a dedicar-se exclusivamente ao Rito Brasileiro, que deixara totalmente constituído, com sua Oficina Chefe funcionando, e com quatro Lojas Simbólicas também funcionando.
A partir de sua reestruturação ocorrida em 1968, o Rito Brasileiro passou a se expandir pelo Território Nacional, formando Lojas Simbólicas e Oficinas Litúrgicas, constituindo, hoje, o segundo Rito mais praticado no Brasil, estando presente em quase todos os Estado da Federação, à exceção dos Estado do Amapá, Pará e Rio Grande do Norte, e marcando maior presença nos Estados da Bahia (44 Lojas), Rio de Janeiro (29 Lojas) e Minas Gerais (24 Lojas).
O crescimento e fortalecimento do Rito Brasileiro deve-se ao trabalho realizado pela sua Oficina Chefe, nas pessoas de seus Soberanos Grandes Primazes, como também o fora com o Soberano Irmão Álvaro Palmeira.
Fonte: http://www.ritobrasileiroms.org.br/historico2.php?id=2

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

ARLS PATRIARCA DE CAMPO GRANDE, nº 2.963, GOB-MS, do Rito Adonhiramita, do Oriente de Campo Grande/MS, realizou sessão magna de iniciação.

Neste ultimo sábado, 14 de novembro de 2009, a ARLS PATRIARCA DE CAMPO GRANDE, nº 2.963, GOB-MS, do Rito Adonhiramita, do Oriente de Campo Grande/MS, realizou sessão magna de iniciação.
A sessão foi dirigida pelo Ilustre Irmão Sergio Ribeiro Chaves, Venerável Mestre da Loja, na ocasião foi iniciado o Irmão Jorseli Cassanta Nadalon, numa sessão marcada pela presença de Irmãos de diversas Lojas da capital de Mato Grosso do Sul.
O Poderoso Irmão Joel Marques, Delegado Litúrgico do Rito Brasileiro, que na
ocasião representou o Grão Mestre Estadual Eminente Irmão Gessíro Domingos Mendes, deu boas vindas ao Irmão Jorseli, em nome de sua Loja, a ARLS Obreiros da Pátria nº 2900, da Delegacia do Rito Brasileiro e em nome do Grão Mestre Estadual.
Participaram, ainda, o Poderoso Irmão Benilo Allegretti, Grão Mestre Adj. Honorário do GOB-MS e Delegado Litúrgico do REAA, o Poderoso Irmão Joaquim Pedro Martins Vieira, Delegado Li turgido do Rito Adonhiramita em Mato Grosso do Sul, o Poderoso Irmão Luiz Adive Palmeira, Secretário de Planejamento do GOB-MS, o
Poderoso Irmão Sabino Preza, Secretario de Comunicação e Informática do GOB-MS, o Ilustre Irmão Dias Venerável Mestres da ARLS Mestre Rivadavia Siqueira Lima, nº 2906.
O Grão-Mestre Adjunto Honorário do GOB-MS, Irmão Benilo Allegretti, fez uso da palavra e disse que “o maior trabalho de um Maçom moderno é a aplicação de maneira prática e correta da sabedoria moral que se espera adquirir durante sua vida maçônica”.
O VM Irmão Sergio, disse da alegria de receber tantos Irmãos na sessão de iniciação e convidou a todos para o jantar de recepção ao novo Irmão e família.


O Rito Adonhiramita


O belo Rito Adonhiramita, hoje só praticado no Brasil e também chamado de Maçonaria Adonhiramita, nasceu de uma controvérsia, na França do século XVIII, em torno de Hiram Abi ("Hiram, meu pai"), chamado de Adon-Hiram ("senhor Hiram"), e Adonhiram, que, segundo os textos bíblicos, era um preposto às corvéias, por ocasião da construção do templo de Jerusalém.Ocorreu que, em 1744, Louis Travenol, sob o pseudônimo de Leonard Gabanon, em sua obra "Cathécisme des Francs Maçons ou le Secret des Francs Maçons", confundiu Adonhiram com Hiram Abi, o que fez com que os ritualistas se dividissem, pois, para uns, Adonhiram e Hiram eram a mesma pessoa, enquanto outros sustentavam uma teoria dualista, divergindo quanto à ação de cada um dos personagens: um grupo sustentava que Adonhiram não havia sido mais do que um subalterno, ao passo que o outro via, nele, o verdadeiro protagonista do terceiro grau. Nasceria, assim, uma Maçonaria dita Adonhiramita, que seria, segundo seus teóricos, oposta à Maçonaria "Hiramita". E ela se tornaria conhecida através da publicação do "Recueil Précieux de la Maçonnerie Adonhiramite", publicado em 1782, por Louis Guillemain de Saint-Victor, e que Ragon, sem nenhum fundamento, atribuiu, erradamente, ao barão de Tschoudy. Essa primeira compilação envolvia os quatro primeiros graus e foi completada, em 1785, pelo mesmo Louis Guillemain, com uma compilação complementar abordando oito Altos Graus, completando os doze do rito.Depois de 1785, Saint-Victor publicou a tradução de um artigo alemão, sobre um grau dito "Noachita" (alusivo a Noah, ou Noé), ou "Cavaleiro Prussiano", tratando-o, ironicamente, em trabalho estampado no "Journal de Trévoux". O mesmo Ragon, novamente sem nenhum fundamento, "viu", aí, um décimo-terceiro grau adonhiramita, embora Saint-Victor só tenha apresentado o artigo como uma curiosidade. No Brasil o Rito Adonhiramita foi introduzido regularmente em 1801 com a fundação da Loja Reunião e consolidada em 15 de novembro de 1815, data da fundação da Loja Comercio e Arte, por Maçons obedientes ao Grande Oriente Lusitano. Foi portanto, o primeiro Rito a desenvolver-se regular e continuadamente no Brasil onde foi e é praticado, ininterruptamente, até os dias de hoje. A Instalação definitiva da Loja Comercio de Artes, ocorreu no dia 2 de junho de 1821. Nesta mesma data, os seus Obreiros, preocupados com a criação de uma entidade maçônica de caráter nacional, cogitaram desmembrá-la para fundarem mais duas Lojas: a Esperança de Niterói e a União e Tranqüilidade. Compondo, destarte, um quadro de três Oficinas - Base, àqueles Irmãos estavam preparando as condições propícias para o nascimento do grande oriente brasílico que seria o baluarte de nossa Independência, de que foi artífice e fiadora a Maçonaria Adonhiramita, embora, as duas Lojas filhas só seriam fundadas quando da criação do Grande Oriente do Brasil, em 1822, quando adotaram o Rito Moderno por ser o Rito adotado pelo Grande Oriente de França. Em 1839, a Constituição do Grande Oriente do Brasil criou o Colégio dos Ritos, incluindo o Rito Adonhiramita. Em 1851, foi criado o Colégio dos Ritos Azuis e em 1873, o Grande Capítulo dos Cavaleiros Noaquitas, também pelo Grande Oriente do Brasil. Após a separação da Maçonaria Brasileira, os graus simbólicos ficaram com o Grande Oriente do Brasil e os Altos Graus jurisdicionados às respectivas Oficinas Chefes dos Ritos. Em 2 de junho de 1973, o Mui Poderoso e Sublime Grande Capítulo dos Cavaleiros Noaquitas para o Brasil instituiu os graus de Kadosh e aumentou o número de graus para trinta e três. A partir dessa data, o governo das Oficinas Litúrgicas do Rito Adonhiramita ficou a cargo do Excelso Conselho da Maçonaria Adonhiramita, é dirigido pelo Magnífico Patriarca Regente.

A LOJA PATRIARCA DE CAMPO GRANDE

A ARLS Patriarca de Campo Grande, Nº 2963, fundada em 29 de julho de 1996, do Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul, adota o Rito Adonhiramita. Os trabalhadores da Loja Patriarca vivem maçonicamente os preceitos fundamentais sincréticos que a ritualística Adonhiramita exige em seus trabalhos e na vida de seus IIrs, não comungam a filosofia de que no mundo hodierno e nas suas vicissitudes, clamam por inovações devido às informações que a dinamicidade traz para que o homem “sua matéria prima” interaja e transforme tudo que está ao seu redor, movido pelo ego. Nós Adonhiramitas rechaçamos essa inovação e contemplamos a evolução do homem para sua realidade consciencial, temos como escopo o bem comum de uma sociedade justa através da formação e construção de maneira fraterna e consciente – guiada pela liberdade de pensar – pela isonomia no agir – pelo amor acima de todos os valores profanos. A oficina de trabalho da Loja Patriarca Campo Grande reúne-se as terças feiras, 20:00 horas, na rua Spipe Calarge 2411, em Campo Grande/MS, e se manifesta com alegria aos IIrs visitantes que abrilhantam nos com suas presenças em nossas reuniões.

domingo, 15 de novembro de 2009

Para não esquecer

O Irmão Harry Mendoza, Past Master da Loja Quatuor Coronati nº 2076, a primeira Loja de pesquisas do mundo, escreveu um livro precioso em 1995, chamado Serendipity1.
Toda vez que o folheio, lembro-me do Felisberto, principalmente por causa do que os editores escreveram na apresentação do livro:
“Quase todas as Lojas Maçônicas no mundo têm um nome e um número. Na Inglaterra, há aproximadamente 9.000 Lojas, além de 3.300 Capítulos do Arco Real.
A intenção deste livro era descobrir as origens da identidade das Lojas através de seus estandartes. Entretanto, tornou-se logo evidente que, em muitos casos, o emblema do estandarte era o mesmo que aparecia na insígnia usada pela Loja, que também aparecia-nos Chamamentos2 e nos alfinetes de lapela dos seus Past Masters. 3
Muitas Lojas têm uma divisa, a grande maioria em Latim, mas algumas também em francês e galês. Algumas têm conotação óbvia com o nome da pessoa ou organização que deu nome à Loja, enquanto outras são bem mais intrigantes.
Assim, aquilo que havia começado como um livro sobre estandartes de Lojas tornou-se um de descobertas e tesouros insuspeitados. “O título, Serendipity, espelha o que o leitor sentirá ao mergulhar neste livro – alegria das descobertas inesperadas.”
Assim era o Felisberto, sempre descobrindo fatos e coisas. E dividindo com os Irmãos, como era bem de seu jeito.
Há quase dez anos atrás, na plenitude de seu entusiasmo, fuçando que encontrava sobre Maçonaria, nosso Felisberto não se detinha diante de qualquer obstáculo. Se estivesse em português, ele ira confrontar para tirar suas próprias conclusões. Se estivesse em idioma estrangeiro, espanhol, italiano ou francês, lá ia ele pacientemente fazendo sua tradução, anotando minuciosamente os termos mais complexos.
Um dia, ele apareceu com o artigo que se segue, que aqui reproduzimos para fazer justiça aos perseguidos e sacrificados Maçons alemães.
Na revista Gênesis, editada pela Grande Logia de Espana (http://www.granlogia.info/pagina/index2.htm), havia uma história tão interessante que resolvi trazer para vocês, traduzida livremente e acrescentada de alguns comentários necessários. Aqui vai:
No início de 1934, logo após a ascensão de Adolf Hitler ao poder, ficou claro que a maçonaria alemã corria o risco de desaparecer.
E breve, a maçonaria alemã, que conhecera dias gloriosos e que tivera, em suas colunas, os mais ilustres filhos da pátria alemã, com Goethe, Schiller e Lessingn, veria esmagado o espírito da liberdade sob o pretexto de impor a ordem e uma estúpida supremacia racial.
Quanto retrocesso desde que Friedrich Wilhelm III, Rei da Prússia, em 1822, impediu que os esbirros reacionários da Santa Aliança de Metternich4 fechassem as Lojas Maçônicas, declarando peremptoriamente que pode3ria descrever os Francos-Maçons prussianos, com toda a honestidade, como sendo os melhores dentre os seus súditos... 5
As Lojas alemãs, na terceira década do século XX, estavam jurisdicionadas a onze Grandes Lojas, divididas em duas tendências.
O primeiro grupo, de tendência humanista, seguindo os antigos costumes ingleses, tinha como base a tolerância, valorizando o candidato por seus méritos e não levando em consideração sua crença religiosa.
Constava de sete Grandes Lojas, a saber: Grande Loja de Hamburgo; Grande Loja Nacional da Saxônia, em Dresden: Grande Loja do Sol, de Bayreuth; Grande Loja-Mãe da União Eclética dos Francos-Maçons, em Frankfurt; Grande Loja Concórdia, em Darmstadt; Grande Loja Corrente Fraternal Alemã, em Leipzig; e, finalmente, a Grande Loja Simbólica da Alemanha.
O segundo grupo consistia das três antigas Lojas prussianas, que faziam a exigência de que os candidatos fossem cristãos. Havia ainda a Grande Loja União Maçônica do Sol Nascente, não considerada regular, mas que também tinha tendências humanistas e pacifistas.
Voltando a 1934, a Grande Loja Alemã do Sol se deu conta do grave perigo que iria enfrentar. Inevitavelmente, os maçons alemães estavam partindo para a clandestinidade, devido à radicalização política e ao nacionalismo exacerbado. Muitos adormeceram e alguns romperam com a tradição, formando uma espúria Franco-Maçonaria Nacional Alemã Cristã, sem qualquer conexão com o restante da Franco-Maçonaria. Declaravam eles abandonarem a idéia da universalidade maçônica e rejeitara ideologia pacifista, que consideravam como demonstração de fraqueza e como uma degeneração fisiológica contrária aos interesses do estado!
Os maçons que persistiram em seus ideais precisaram encontrar um novo meio de identificação que não o óbvio Compasso & Esquadro, seguramente um risco de vida.
Há uma pequenina flor azul que é conhecida, em muitos idiomas, pela mesma expressão: não-me-esqueças – o miosótis. Entenderam nossos irmãos alemães, que esse novo emblema não atrairia a atenção dos nazistas, então a ponto de fechar-lhes as Lojas e confiscar-lhes as propriedades.
O Miosótis
Vergissmeinnicht, em alemão; forget-me-not, em inglês; forglemmigef em dinamarquês; ne m’oubliez pás, em francês; non-ti-scordar-di-me, em italiano; não-teesqueças-de-mim, em português. Diz à lenda que Deus assim chamou a florzinha porque ela não conseguia recorda-se do próprio nome. O nome miosótis (Myosotis palustris) significa orelha de camundongo, por causa do formato das pétalas.
O folclore europeu atribui poderes mágicos ao miosótis, como o de abrir as portas invisíveis dos tesouros do mundo. O tamanho reduzido das flores parece sugerir que a humildade e a união estão acima dos interesses materiais, porque é notada principalmente quando, em conjunto, forma buquês no jardim.
Segundo conta o irmão Mendoza, de acordo com uma velha tradição romântica alemã, o nome da flor está relacionado às últimas palavras de um cavaleiro errante que, ao tentar alcançar a flor para sua dama, caíra no rio, com sua pesada armadura e afogara-se.
Outra história contada por ele diz que Adão, ao dar nomes às plantas do Jardim do Éden, não viu a pequena flor azul. Mais tarde, percorrendo o jardim para saber se os nomes tinham sido aceitos, chamou-as pelo nome. Elas curvaram-se cortesmente e sussurravam sua aprovação. Mas uma voz delicada a seus pés perguntou:
“- E eu, Adão, qual o meu nome?”
Impressionada com a beleza singela da flor e para compensar seu esquecimento, Adão falou:
“– Como eu me esqueci de você antes, digo que vou chamá-la de modo a nunca mais esquecê-la. Seu nome será não-te-esqueças-de-mim.”
Através de todo o período negro do nazismo, a pequenina flor azul identificava um Irmão. Nas cidades e até mesmo nos campos de concentração, o miosótis adornava a lapela daqueles que se recusavam a permitir que a Luz se extinguisse. 6
O miosótis como símbolo foi objeto de um interessante estudo do irmão David G. Boyd, no Philaletes de abril de 1987. Ele conta, também, que muitos maçons recolheram e guardaram zelosamente jóias, paramentos e registros das Lojas, na esperança de dias melhores. O irmão Rudolf Martin Kaiser, VM da Loja Leopold zur Treue, de Karlsruhe, quebrou a jóia do Venerável Mestre em pequenos pedaços de tal modo que não pudesse ser reconhecida pela infame Gestapo.
Em 1945, o nazismo, com seu credo de ódio, preconceito e opressão, que exterminara, entre outros, também muitos maçons, era atirado no lixo da História. Nas fileiras vitoriosas que ajudaram a derrotá-lo, estavam muitos maçons – ingleses, americanos, franceses, dinamarqueses, tchecos, poloneses, australianos, canadenses, neozelandeses e brasileiros. De monarcas, presidentes e comandantes aos mais humildes pracinhas.
Mas, entre os alemães, alguns velhos maçons também sobreviveram, seu sofrimento ajudando a redimir, de alguma forma, a memória da histeria coletiva nazista. Eles eram o penhor da consciência alemã, a demonstração de que a velha chama da civilização alemã continuara, embora com luz tênue, a brilhar durante a barbárie.
Em 14 de junho de 1954, a Grande Loja O Sol (Zur Sonne) foi reaberta, em Bayreuth, sob um ilustre irmão o Dr. Theo Vogel, núcleo da Grande Loja Unida da Alemanha (VGLvD, AF&AM - http://freimaurer.org/vgl/index.htm). Nesse momento, o miosótis foi aprovado como emblema oficial da primeira convenção anual, realizada por aqueles que conseguiram sobreviver aos anos amargos do obscurantismo. Nessa convenção, a flor foi adotada, oficialmente, como um emblema Maçônico, em honra àqueles valentes Irmãos que enfrentaram circunstâncias tão adversas.
Certamente, na platéia, estava o Venerável Mestre da Loja Leopold ZurTreue, agora nº 151, ostentando orgulhoso sua jóia recuperada e reconstituída, suas emendas de solda constituindo-se num testemunho mudo e comovente da história.
Finalmente, para coroar, quando Grão-Mestres de todo o mundo encontraram-se nos Estados Unidos, o Grão-Mestre da recém formada Grande Loja Unida da Alemanha7 presenteou a todos os representantes das Grandes Jurisdições ali presente com um pequeno miosótis para colocar na lapela.
O miosótis também é associado com as forças britânicas que serviram na Alemanha, em especial na região do Rio Reno, logo após a guerra. Há uma Loja, jurisdicionada à Grande Loja Unida da Inglaterra, a Forget-me-not Lodge nº 9035 (http://www.pglwilts.co.uk/page51.html), Ludgershall, Wiltshire, que adotou a flor como emblema. Foi formada especialmente para receber os militares ingleses que retornavam do serviço na Alemanha.
Foi assim que essa mimosa florzinha azul, tão despretensiosa, transformou-se num significativo emblema da Fraternidade – talvez hoje o mais usado pelos maçons alemães.
Ainda hoje, na maioria das Lojas germânicas, o alfinete de lapela com o
miosótis é dado aos novos Mestres, ocasião em que se explica o seu significado para que se perpetue uma história de honra e amor frente à adversidade, um exemplo para as futuras gerações Maçônicas de todas as nações.

1 Harry Mendoza, Serendipity, Lewis Masonic & Q.C.C. Sales London, 1995.
2 No Brasil, acostumados às sessões semanais, muitos de nós desconhecem um antigo costume das Lojas
Maçônicas dos países saxônicos, onde as reuniões são bem mais espaçadas. Desde os primórdios, os
Irmãos eram avisados do próximo encontro por uma convocação, ou Summons, em inglês, alguns até
muito elaborados. Entre nós, brasileiros, as Lojas tinham também seu mensageiro, muitas vezes um
garoto adotado pela Loja, que ia de porta em porta avisar os Maçons do dia e hora das sessões. Aqui no
Rio de Janeiro, em 1992, a Loja York reviveu essa prática. Da mesma forma, os Capítulos do Real Arco
americanos adotaram essa tradição em todo o Brasil, usando o Chamado ou Chamamento com muito
sucesso.
3 Os Past Masters ingleses têm o direito de usar na lapela, nas Sessões Maçônicas, uma jóia exclusiva de
sua honrosa posição.
4 KlemensWenzel Nepomuk Lothar, Príncipe de Metternich (1773-1859) foi a mais poderosa influência
conservadora na Europa, após a queda de Napoleão I, em 1815. Querendo fazer voltar para trás os
ponteiros do relógio, Metternich suprimiu com tal rigor os movimentos liberais e nacionalistas europeus
que acabou por precipitar as grandes revoltas de 1848.
5 Eugen Lennhoff, Die Freimaurer – The Freemasons, Lewis Masonic, edição em inglês, revisada, 1994.
6 O uso do miosótis como identificação secreta pelos Maçons alemães foi contestado no Square Magazine
de setembro de 1988 pelo irmão Cyril Batham, Past Master da Loja Quatuor Coronati nº 2076, mas, em
que pese toda a autoridade do irmão Batham, ele apenas negou a autenticidade da história, sem,
entretanto, apresentar os motivos da negativa. Além disso, há anos que a casa Ian Alan Regalia,
especializada em paramentos maçônicos, exibe o miosótis em gravatas, alfinetes de lapela e pendentes, em
prata, ouro e bijuteria. Por que o fariam, se o miosótis não fosse importante?
7 Na formação da Grande Loja unida da Alemanha aparecem 3 das Grandes Lojas existentes antes da II
Guerra Mundial: Grande Loja do Sol, em Bayreuth; Grande Loja de Hamburgo; Grande Loja de Hesse,
em Frankfurt (antiga União Eclética); Grande Loja de Bremen; Grande Loja Unidade, em Baden-Baden;
Grande Loja Nacional de Niedercachse, em Hanover; Grande Loja Nacional de Nordrhein-Westfalen,
em Dusseldorf; Grande Loja Nacional de Schleswing-Holstein, em Luberck; e Grande Loja de
Wurttemberg-Baden, em Stuttgart. De acordo com o Listo f Lodges, em 2001 contava com 14.000 irmãos
distribuídos em 490 Lojas.


Felisberto S. Rodrigues
Publicado na revista maçônica “Engenho & Arte” n° 10 de outubro de 2002.

sábado, 14 de novembro de 2009

Capítulo Rosa Cruz Aurora II, do Vale de Campo Grande/MS iniciou nesta ultima sexta-feira, dois Irmãos no Grau 16

O Capítulo Rosa Cruz Aurora II, do Vale de Campo Grande/MS iniciou nesta ultima sexta-feira, 13 de novembro de 2009, os Irmãos Luiz Mauricio dos Reis e Rodrigo Dalla Pria Balejo no Grau 16.
A cerimônia de iniciação foi dirigida pelo Irmão Vidal Greffe, Presidente do Capítulo Rosa Cruz Aurora II.
A sessão contou com a presença do Poderoso Irmão Benilo Allegretti, Delegado Litúrgico da 27.1 Delegacia Litúrgica do Supremo Conselho do Brasil do Grau 33 para o Rito Escocês Antigo e Aceito.
O Supremo Conselho do Brasil do Grau 33 para o Rito Escocês Antigo e Aceito foi fundado em 12 de novembro de 1832, tendo funcionado, até o ano de 1976, no prédio da Rua do Lavradio nº 97, na cidade do Rio de Janeiro, sede do Grande Oriente do Brasil. Atualmente, tem sede no Campo de São Cristóvão nº 114, na cidade do Rio de Janeiro, RJ - Brasil. É pessoa jurídica de direito privado, e uma instituição maçônica de caráter iniciático, filosófico, educativo e filantrópico, sem finalidade lucrativa, com jurisdição em todo território nacional, tendo foro na cidade do Rio de Janeiro. Sua fundação, em 12 de novembro de 1832, deu-se por intermédio de FRANCISCO GÊ ACAIABA DE MONTEZUMA, o Visconde de Jequitinhonha, autorizado que fora por uma Carta-Patente expedida em 1829 pelo então Supremo Conselho dos Países Baixos, atual Bélgica, quando Montezuma se encontrava exilado na Europa desde 1823, em face de seu descontentamento com a situação política à época reinante no governo do Império. Em seu retorno ao Brasil, em 1831, após abdicação de D. Pedro I, pôde Montezuma desenvolver todos os atos necessários para a instalação do nosso Supremo Conselho, o que veio a ocorrer no ano seguinte. Sua doutrina, que tem por base as Grandes Constituições Gerais de 1762 e 1786, com as resoluções aprovadas em congressos internacionais posteriormente realizados, é fundamentada na hierarquia de 33 (trinta e três) graus do Rito Escocês Antigo e Aceito, sob o lema "DEUS MEUNQUE JUS", tendo por objetivo desenvolver entre os maçons, através da prática de um culto ecumênico, os seguintes princípios:
• A existência de um Princípio Criador, o Grande Arquiteto do Universo;
• A investigação constante da verdade;
• O culto da fraternidade;
• A obediência à lei e a prática da justiça;
• O combate à intolerância;
• O trabalho incessante em prol da Ordem, da Pátria e da Humanidade.
O Supremo Conselho do Brasil é administrado por um grupo de membros denominado Sacro Colégio, presidido e dirigido por um Soberano Grande Inspetor Geral do Rito, com o título de Soberano Grande Comendador, eleito pela maioria absoluta dos membros dessa Administração. Atualmente o Supremo Conselho do Brasil tem 48 Órgãos: 29 Delegacias Litúrgicas, 2 Representações e 17 Colégios dos Grandes Inspetores Gerais sediados nas regiões mais desenvolvidas de cada Estado. Há também 851 Corpos Filosóficos: 356 Lojas de Perfeição, 310 Capítulos Rosa-Cruz, 114 Conselhos Filosóficos de Kadosch e 71 Consistórios de Príncipes do Real Segredo, totalizando mais de 27000 Obreiros em harmônica união com um Grande Oriente Do Brasil, cujo universo de Obreiros é superior a 80% de maçons do Rito Escocês.
Por intermédio do trabalho digno e eficiente de seus Delegados Litúrgicos e Diretores dos Órgãos e Corpos de suas jurisdições, nosso Supremo Conselho do Brasil, difunde os objetivos salutares da doutrina e estudo do Rito Escocês, cultivando a fraternidade, o labor incessante em prol da Ordem Maçônica e a permanente pregação da esperança e da solidariedade entre os povos de todas as partes do Mundo.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Sessão Magna de Exaltação da ARBLS Ordem Trabalho e Progresso, nº 1806, do GOB-MS, no Or.'. de Naviraí/MS

No templo da ARBLS Ordem Trabalho e Progresso, nº 1806, do GOB-MS, no Or.'. de Naviraí/MS, na última terça-feira, dia 10 de novembro de 2009, foi realizada Sessão Magna de Exaltação dos IIr.'. Eduardo Mendes Pinto, Jonas Bortolini, José Divino Vilarinho, José Mazeto Neto e Mauro Gutierres. Na oportunidade estiveram presentes o Eminente Irmão Gessírio Domingos Mendes, Grão Mestre do Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul, o Sereníssimo Irmão Jordão Abreu da Silva Júnior, Grão Mestre da Grande Loja de Mato Grosso do Sul, o Soberano Irmão Benjamin Barbosa, Grão Mestre do Grande Oriente de Mato Grosso do Sul - GOMS, que pela primeira vez estiveram juntos em uma Sessão no Or.'. de Naviraí.
Os Grãos Mestres vieram acompanhados por seus Grandes Secretários e Delegados, no GOB-MS estiveram presentes o Poderoso Irmão Luiz Adive Palmeira, Secretário de Planejamento, Irmão Francisco Dias, Secretário de Administração.
O Soberano Irmão Benjamin, enalteceu o encontro por ser uma oportunidade de congraçamento das três potencias do MS estarem juntos, o Sereníssimo Irmão Jordão falou das responsabilidades dos novos Mestres e que devemos trabalhar nosso interior para vencer as dificuldades, o Eminente Irmão Gessírio Domingos Mendes, agradeceu a visita dos demais Grãos Mestres e disse que o MS será exemplo para o resto do País, por onde a convivência fraterna entre as potencias começou.
O VM da ARBLS Ordem Trabalho e Progresso, nº 1806 do GOB-MS, Irmão Rodrigo José Perusso enalteceu a presença dos Grãos Mestres e autoridades e também a dos demais IIr. '. de diversos Orientes que estiveram presentes abrilhantando a Sessão e convidou a todos para um ágape que foi servido no salão de eventos da Loja.