quarta-feira, 26 de agosto de 2009

ARLS Vinte e Seis de Agosto, nº. 2.316 - GOB-MS

A Aug e Resp Loj Simb "Vinte Seis de Agosto” N.º 2316, nasceu do desejo de um grupo de IIr do quadro da Aug e Resp Loj Simb 20 de Junho N.º 2153, do Oriente de Bandeirantes - MS.
Sua instalação se deu em sessão realizada aos vinte e seis dias do mês de agosto do ano de um mil novecentos e oitenta e quatro da E.V, às 20:00 horas , em sua sede provisória, escritório de Advocacia do Ir Henrique Pires de Freitas, sito à rua Antônio Maria Coelho n.º 2491, Centro, Campo Grande - MS.
Reuniram-se nessa data os IIr MM Moacyr Monteiro Salgado, Henrique Pires de Freitas, Joaquim Alves Vieira, Irui C. Morandini, Mário Ramos Próspero, Reinaldo Antônio Martins, Gerson Cardoso da Silva, Cândido Avelino de Souza e Osmar Ferreira Dutra; para tratarem da fundação de uma Loja Maçônica no oriente de Campo Grande - MS.
Após deliberações e entendimentos entre os presentes foi aprovado por unanimidade o título distintivo de Aug e Resp Loj Simb "Vinte Seis de Agosto" e o Rito Escocês Antigo e Aceito a ser adotado para os trabalhos da Loja. Nesta mesma sessão, foi constituída e empossada a Diretoria Provisória que administraria a Loja até a sua regularização.
Assinaram a Ata de Instalação de Loja, em de 26 de agosto de 1984, os seguintes IIr, já empossados na Diretoria provisória:
Ven Mestre - Henrique Pires de Freitas, CGO 133827,
1º Vig - Moacyr Monteiro Salgado, CGO 124620,
2º Vig - Joaquim Alves Vieira , CGO 128276,
Sec - Mário Ramos Próspero , CGO 128277,
Or - Osmar Ferreira Dutra , CGO 104299,
Tes Cândido Avelino de Souza, CGO 136826,
Cobr- Gerson Cardoso da Silva, CGO 133818.
Algumas datas importantes:
27/11/1984 - Recebimento da Carta Provisória, através do Ato N.º 107/84 (Assinam: Fadel Tajher Iunes – Grão Mestre Estadual, Sérgio Félix Pinto - Gr Sec de Adm e Jancer Nunes Reinaldet - Gr Sec da Guarda dos Selos)
12/07/1985 - O Boletim Oficial do GOB n.º 27/28 – Jul/85, publica o Ato N.º 117/85, de 12 de julho de 1985 com deferimento do Pedido de Regularização da Loja Provisória “Vinte Seis de Agosto”, autorizando a expedição da Carta Constitutiva, registrada no Cadastro Geral de Lojas com o título distintivo de ARLS Vinte Seis de Agosto N.º 2316.
03/11/1985 - Primeira Iniciação da Loja foi a do Ir Vinício da Silva.
28/11/1992 - Lançamento da Pedra Fundamental do seu Templo Maçônico à Rua Irã, lote 07, Jardim das Acácias, Campo Grande-MS. (Antônio Marques da Costa - Ven Mestr, Henrique Pires de Freitas – 1º Vig e Silvino Santos Machado – 2º Vig).
18/09/1995 - Sagração do Templo Maçônico à Rua Irã n.º 128, Jardim das Acácias, Campo Grande-MS (Silvino Santos Machado - Ven Mestr, Sérvulo B. F. dos Santos - 1º Vig e Zeferino Pires de Almeida – 2º Vig).
Elevemos nossos pensamentos ao GADU na certeza de que continuará iluminando e sustentando nossas CCol em prol de uma Maçonaria Sul-Matogrossense, cada vez mais coesa, forte e operante no seio do Grande Oriente do Brasil e da Maçonaria Brasileira, visando o engrandecimento da Maçonaria Universal.
Luiz Araújo Teixeira - Ex Venerável Mestre

terça-feira, 25 de agosto de 2009

6° Convocação do Capítulo 8 de Maio n° 63 de Maçons do Arco Real do Supremo Grande Capítulo do GOB.

Por ordem do Primeiro Principal, E.Comp. Luís Marcelo B. Giummarresi, o Capítulo 8 de Maio n° 63 de Maçons do Arco Real do Supremo Grande Capítulo do GOB., convida a todos os Mestres Maçons, com mais de quatro semanas de exaltados, a ingressarem no Arco Real em sessão a ser realizada em 29/08/2009 as 9:15 horas, no Templo da ARLS Oito de Maio nº 2083 situado na Rua Spipe Calarge, 2411 (Proximo ao Radio Clube Campo) em Campo Grande/MS.
Solicitamos aos Irmãos interessados entrar em contato com o Ir José Luiz Yule, através dos telefones (67) 3387 1151 e 9215 2520, apresentando atestado de regularidade da Loja Simbólica da qual faz parte e cópia da identidade maçônica.
Hélio Antonio dos Santos Filho
Escriba E.

O que é o Arco Real?
Trabalho elaborado pelo E. Companheiro Luiz Adive Palmeira, Membro do Capítulo Royal Edward 5566, de Maçons do Arco Real da Inglaterra, subordinado ao Grande Capitulo Distrital da América do Sul – Divisão Norte e Past Primeiro Principal do Capítulo 8 de Maio n° 63 de Maçons do Arco Real do Supremo Grande Capítulo do GOB.

Por mais de dois séculos, para a grande maioria dos Maçons de todo o mundo, o Arco Real tem sido o complemento indispensável da educação dos Mestres Maçons.
Na época em que a Maçonaria inglesa encontrava-se dividida em duas Grandes Lojas rivais, Laurence Dermott (1720-1791), o famoso Grande Secretário dos Antigos, dizia que o Arco Real era "a raiz, o coração e o cerne da Maçonaria". A Grande Loja dos Antigos, a Ancient Grand Lodge, praticava o Arco Real desde a sua fundação e o considerava tão importante que chegou a ser conhecida como a "Grande Loja dos Quatro Graus". Seu brasão, que só ostenta elementos simbólicos do Arco Real, mostra isso.
Quando veio a União das duas Grandes Lojas, dos Modernos e dos Antigos, o Arco Real acabou por se encaixar-se nos Graus Simbólicos. Com isso, ao invés de constituir-se em um grau acima, foi considerado um Grau lateral.
Para um melhor entendimento do que trata o Grau transcrevo abaixo uma explicação publicada pelo E. Comp. Roy A. Wells, GDCA, Escreva E. Domatic Chapter of Instruction Nº177, A.Q.C. vol. LXXVIII, 1965. (Condensação) e traduzida para o português por E. Comp. Alberto Victor Castellet, Membro do Capitulo Atrium N° 04.

“Descrito como a perfeição e completa realização da Maçonaria, este grau trata do longo período que seguiu ao final do glorioso reinado do Rei Salomão. O Templo de Jerusalém havia sido destruído, o reinado de Judá dividido em tribos escravas. Babilônia foi conquistada por Ciro, o Grande, para converter-se parte do poderoso império da Pérsia. Este governante, muito humano, liberou os escravos judeus, e os convidou a voltar a Jerusalém, para iniciar a reconstrução do Templo. Esta lenda está baseada na restauração dos segredos genuínos do Mestre Maçom, e isto é realizado por operários que fazem um descobrimento importante durante seu trabalho e conseguindo uma interessante e iluminada explicação da natureza de Deus.”
O Arco Real tem quatro cerimônias: a exaltação como é chamada a cerimônia de admissão de novos membros e uma cerimônia de instalação para cada um dos três dirigentes. A cerimônia de exaltação está dividida em duas partes: uma apresentação bastante dramática dos princípios da Ordem seguida de três palestras na qual a história, simbolismo e os princípios do Arco Real são melhores explicados. Tal como a Maçonaria Simbólica, o Arco Real está aberto aos Irmãos de todos os credos.
O Maçom entusiasta achará no Santo Arco Real, muito do que estava procurando no terceiro grau, e além do grande ensinamento simbólico e da imponente cerimônia, achará que entre os membros do Capítulo se encontram os mais ativos Obreiros da Franco Maçonaria.
A Maçonaria do Arco Real não é em absoluto excludente, competitiva, ou incompatível com nenhum dos Graus do Escocísmo, e a prova disto é que tantos Irmãos estão atuando simultaneamente em ambos os Corpos Maçônicos.

Bibliografia: Texto do E. Comp. Roy A. Wells, GDCA, publicado na Revista Grande Loja em Destaque, edição de fevereiro 2004, publicação da Grande Loja de São Paulo.
Site do Supremo Capítulo da Inglaterra:
http://www.grandchapter.org.uk/royal-arch/index.htm
Revista Engenho & Arte, Numero 07, Primavera de 2000.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Lions Clube de Campo Grande e a Loja Maçônica União Força e Trabalho n° 3266 do GOB-MS realizaram a 1° Feijoada da solidariedade

Na sede do 26° Quarteirão de Amigos, o Lions Clube de Campo Grande e a Loja Maçônica União Força e Trabalho n° 3266 do GOB-MS realizaram a 1° Feijoada da solidariedade.
Segundo o VM Irmão Alcir Caramalac, o evento teve como objetivo atender obras assistenciais da cidade de Campo Grande, Capital de Mato Grosso do Sul e recebeu cerca de 300 pessoas que saborearam a deliciosa iguaria ao som de boa musica regional.
HISTORIA DA FEIJOADA (uma versão)
Ao contrario do que muitos afirmam, a receita da feijoada não é uma invenção dos escravos, mas uma derivação de pratos europeus como o cassoulet, o cozido madrileno e a caldeirada portuguesa.
Por desinformação histórica e sem fundamento na tradição culinária brasileira, muitos acreditam que a feijoada nasceu na senzala, entre o período da Colônia e do Império. Seria um prato criado pelos escravos como os “restos” do porco. Nada mais errado. Quando os portugueses colonizaram o Brasil, trouxeram receitas que formaram a base da cozinha nacional. Algumas tinham como matérias-primas justamente a orelha, focinho, rabo e língua de porco.
Nos livros “Comidas Meu Santo”, de Guilherme Figueiredo e “Historia da Alimentação no Brasil” de Luís da Câmara Cascudo, temos a confirmação desta versão das origens da Feijoada.


















































domingo, 23 de agosto de 2009

Terra do Pé de Cedro recebe Planejamento Estratégico do GOB-MS

Coxim, recebeu neste ultimo sábado, dia 22 de agosto, mais uma etapa dos Encontros do Planejamento Estratégico “A Maçonaria de queremos”.
A cerca de 251 quilômetros ao norte da Capital, Coxim é conhecida como a Cidade do Peixe, o paraíso das águas. O apelido é porque Coxim é um dos principais pontos de pesca do País atraindo diversos turistas que buscam diversão nas águas dos rios Coxim, Jauru e Taquari. Coxim ficou mesmo famosa na década de sessenta com o sucesso da música Pé de Cedro, de autoria de um dos mais ilustres filhos da terra, o poeta imortal Zacarias Mourão, e que lhe rendeu o apelido de Terra do Pé de Cedro.
O encontro o 9° realizado pela Secretaria de Planejamento do GOB-MS, reuniu as Lojas de Coxim e Sonora, pertencentes à 14° Coordenadoria do GOB-MS, cujo coordenador é o Irmão Roberto Barreto de Melo e foi patrocinado pela Loja Vigilantes do Taquari n° 3006 do GOB-MS, a qual tem por VM o Irmão Alvaro Santana.
Segundo o Irmão Carlos Cesar Alves, Ex VM da Loja Portal do Sul, o encontro serviu para “abrir novos horizontes para a melhor forma de resolver os problemas encontrados pelas Lojas”.
O evento servirá para orientar a Secretaria de Planejamento no desenvolvimento de planos de médio e longo prazo. Servirá também para a identificação dos dados fundamentais do GOB-MS e suas Lojas (Missão, Visão, Valores, Objetivos, Estratégias e Metas, entre outros), que deverão ser tratados com a consolidação do processo de planejamento em um Plano Estratégico.
Com a coordenação do Irmão Luiz Adive Palmeira, Secretário de Planejamento e sob a orientação dos Irmãos Herbert Assunção de Freitas e Abel Proença Junior, Secretário Adjunto de Planejamento os participantes elencaram os pontos a serem tratados pelo planejamento estratégico 2009/2011.
Ao final do encontro a Loja ofereceu aos participantes e cunhadas um delicioso churrasco na área de lazer da Loja que está em construção.





























sexta-feira, 21 de agosto de 2009

ARLS 20 de Agosto n° 2670 do GOB-MS realiza Loja de Mesa

Neste ultimo dia 20 de Agosto foi realizada uma Loja de Mesa, no salão de eventos da Loja 20 de Agosto n° 2670 do GOB-MS, no Oriente de Dourados. O Evento comemorou os 17 anos de fundação da Loja e o Dia do Maçom, os trabalhos foram abrilhantados pela apresentação de uma peça de arquitetura do Irmão Antonio Marcos Passos, discorrendo sobre a história da Loja de Mesa ou Banquete Ritualístico, que agradeceu aos Irmãos Cícero Silveira, Leocyr Visconvini e também o Venerável Mestre Marcio Fortini. Compareceram a sessão Irmãos da Grande Loja de MS, COMAB, e GOB de Dourados e região, e falando em nome das Lojas o Irmão João Firmino Neto, VM da ARLS Flamarion Elias Taborda n° 3035, do GOB-MS, ressaltou a necessidade de continuarem unidos em prol de uma maçonaria mais atuante. A comitiva de Campo Grande/MS contou com a presença dos Irmãos Benilo Allegretti, Grão Mestre Adjunto Honorário do GOB-MS, que é um dos fundadores da Loja, Irmãos Benjamin José Machado e Moraes, da ARLS Virtus Et Labor, Irmão Luiz Adive Palmeira, Secretário de Planejamento do GOB-MS. O Irmão Benilo disse ser a Loja de Mesa um momento único para confraternização entre Irmãos, em seguida do VM Irmão Marcio Fortini agradeceu a presença de todos e conclamou para que a maçonaria de Dourados continue unida.























































quinta-feira, 20 de agosto de 2009

ARLS VIRTUS ET LABOR N° 2386 do GOB-MS inicia Irmão no Ritual de Emulação

A SESSÃO
Aconteceu nesse ultimo dia 19 de agosto de 2009, a iniciação do Irmão Daniel da Silva Amado Felicio, na ARLS VIRTUS ET LABOR N° 2386 do GOB-MS, a cerimônia desenvolveu-se no templo da Loja, que está em fase de conclusão.
Estavam presentes Irmãos do REAA, Rito Brasileiro e Adonhiramita, participaram também o Poderoso Irmão Luiz Adive Palmeira, Secretário de Planejamento do GOB-MS, o Poderoso Irmão Joaquim Pedro Martins Vieira, Delegado do Rito Adonhiramita em MS.
A sessão marcada pela qualidade dos trabalhos dos oficiais foi dirigida pelo Irmão João Batista, que é Veneravel da Loja. O Irmão Benilo Allegretti, Grão-Mestre Adjunto Honorário do GOB-MS, que é membro da Loja, usando da palavra ao final dos trabalhos lembrou que “O maior trabalho de um Maçom moderno é a aplicação de maneira pratica e correta a sabedoria moral que se espera tenha adquirido durante sua vida maçônica.”
O Irmão Palmeira disse da alegria de participar de uma sessão em que os trabalhos são executados o mais próximo possível dos primórdios da maçonaria especulativa.
A LOJA
A ARLS VIRTUS ET LABOR N° 2386 do GOB-MS, Rito de York, foi fundada no dia 21 de abril de 1986, no Oriente de Campo Grande/MS, e teve como seus fundadores os Irmãos Benilo Allegretti, João Roberto Ambrosio, Sebastião Alves Pereira, Valdemir Pinto Costa, Salvador Ferreira dos Santos, José Aedo Camilo, João Sperdião Junior, Wilian Felicio da Mota, Orlando Lopes e Domingos Savio Rondon.
Seu primeiro Venerável Mestre foi o Irmão Benilo Allegretti, que nos relata que numa viagem a Ponta Porã, o Irmão Max Jegger, Garante de Amizade da Austria com o GOB, propôs ao então Grão Mestre do GOB-MS, Irmão Fadel T. Yunes a criação de uma Loja para trabalhar no rito inglês, e que estando presente, tomou para si a incumbência da criação da nova Loja.
Surgia assim a Virtus Et Labor, que nos primeiros dias de sua existência contou com o auxilio de alguns Irmãos do Rio de Janeiro, pertencentes as Lojas Inglesas, entre eles o Irmão Carlos Augusto Ramos Filho, hoje na Grande Loja Celestial e que foi homenageado pela Loja com o nome do Capitulo do Arco Real “Carlos Augusto Ramos Filho n° 64 do Supremo Grande Capitulo do GOB.
O RITO
Em 1920, alguns Maçons do Grande Oriente do Brasil interessaram-se em trabalhar no Rito praticado na Inglaterra (lá conhecido como “Craft Masonry” – em português: Maçonaria Simbólica) e que entre nós passou a ser chamado de Rito de York. Tendo a frente, o Irmão Josephino da Silva Moraes, do GOB e V. Irmão A.J.T. Sadler, das Lojas inglesas no Brasil, fizeram a primeira tradução do Ritual, que foi impresso em Londres. A Loja Brasil n° 953 do Grande Oriente do Brasil, fundada no Rio de Janeiro neste mesmo ano, foi a primeira Loja a praticar o Ritual em português, até 1924, quando abateu colunas.
A partir de 1923, a Loja Campos Salles n° 966 do GOB, passou a fazer parte do Grande Capitulo do Rito de York, sob numero XIV e passou a usar os Rituais impressos em 1920. Em 1935 o GOB firmou novo tratado com a Grande Loja Unida da Inglaterra, extinguindo o Grande Capitulo do Rito de York e passando as sua Lojas diretamente à subordinação da Grande Loja Unida da Inglaterra para a formação da Grande Loja Distrital da America do Sul – Divisão Norte, quando a Loja Campos Salles recebeu o numero 5565.
Os principais rituais ingleses, ou formas ritualísticas são: o Emulation, o Logic, o Bristol, o Taylor’s, o Stability, Humber e o West End. Existem alguns outros, mas estes são os mais conhecidos.
A Grande Loja Unida da Inglaterra não dispõe de nenhum ritual oficial escrito e jamais autorizou a publicação de qualquer forma específica de rituais existentes e consagrados na Inglaterra. Pela Regra (Artigo) nº 155 das Constituições da Grande Loja Unida da Inglaterra, compete as Lojas Simbólicas a regulamentação dos procedimentos das formas de ritual, reservando-se no direito de intervir em qualquer Loja inglesa que adote formas ou modificações entranhas a prática do ritual conforme ensinado desde 1813.
O Ritual Emulação surge na Inglaterra após a união das duas Grandes Lojas, a dos “Antigos (1751)” e a dos “Modernos (1717)”, em 1813.
Em 7 de dezembro de 1813 é criada uma loja composta, por maçons das duas Grandes Lojas rivais: os “Modernos” e os “Antigos”, a Lodge of Reconciliation [Loja da Reconciliação] – que harmoniza os rituais. O trabalho foi efetuado oralmente, respeitando a proibição de nada escrever a respeito do “segredo maçônico”. Nenhuma ata foi redigida, assim como foi proibido até tomar notas.
A Loja da “Reconciliação” passa a apresentar, na prática e oralmente, o novo ritual harmonizado para as Lojas de Londres e arredores. Essas apresentações prosseguiram durante três anos ininterruptos. Com esta providência a forma ritualística do novo ritual praticamente foi padronizada em toda a Inglaterra.
Em junho de 1816, as formas dos rituais para uso na nova Grande Loja foram demonstradas pela Lodge of Reconciliation [Loja da Reconciliação], constituída especialmente para produzi-las, as quais viriam documentar, oficialmente por numa resolução e pela primeira vez, as Cerimônias praticadas até então.
Assim, em 1816, surge oficialmente um novo ritual, “aprovado e confirmado” pela Grande Loja Unida da Inglaterra, resultado de um longo trabalho iniciado em 1794, coroado pelo Act of Union de 27 de dezembro de 1813 e finalmente concluído em junho de 1816.
No dia 2 de outubro de 1823 reune-se pela primeira vez a Emulation Lodge of Improvement for Máster Masons [Loja Emulação de Aperfeiçoamento para Mestres Maçons] como o próprio nome já diz, é uma Loja de Aperfeiçoamento para Mestres Maçons cujo objetivo é prover instruções, especialmente, para aqueles que entram na cadeia de sucessão e desejam se preparar para cargos em Loja, almejando alcançar a cadeira principal de uma Loja Simbólica. Ela se reúne no Freemasons’ Hall [Palácio Maçônico], na Great Queen Street [Rua da Grande Rainha] em Londres, semanalmente às 18 horas e 15 minutos das sextas-feiras de outubro a junho, onde demonstra as Cerimônias e Preleções de acordo com o Trabalho Emulação e somente Mestres Maçons podem freqüentá-la.
Assim o Ritual de Emulação tem o seu nome originado da Emulation Lodge of Improvement (Loja Emulação de Aperfeiçoamento), cujo comitê é o guardião do ritual e que autoriza a sua publicação, e cujos fundadores vieram principalmente da “Burlington Lodge” e “Perseverance Lodge”, Lojas de instrução fundadas em 1810 e 1817 que ensinavam o no ritual aprovado pela Grande Loja em 1816.
Devido ao fato de que a Grande Loja assumira a opinião de que o ritual não devia ser confiado à impressão, a repetição oral se constituiu no meio de sua transmissão. Foi apenas em 1969 que a Loja Emulação de Aperfeiçoamento patrocinou a publicação da primeira edição do “Ritual Emulação”.
Este ritual ou prática (Emulation working) é a expressão inglesa usada para defini-lo, pela restrição mencionada, era muito pouco ou quase nada conhecido fora dos países de língua inglesa. Todavia, após 1969, quando da liberação para publicação impressa, o ritual vem atraindo cada vez mais interessados, não só no sentido de conhecê-lo como de praticá-lo.
O Ritual se caracteriza por procedimentos muito peculiares, ausentes em outros rituais, pelo despojamento de certas pompas aliado à simplicidade e singeleza, o que acaba lhe conferindo certa gravidade e um ar de sobriedade sem, todavia, torná-lo circunspeto, pode acabar agradando a muitos maçons.
Fonte: Anatoli Oliynik, livro: EMULAÇÃO história, ritualística e rituais.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

ARLS Pharol do Sul nº 1971 do GOB-MS promove Loja de Mesa


Ontem, terça-feira, dia 18 de agosto de 2009, a ARLS Pharol do Sul nº 1971 do GOB-MS do Oriente de Campo Grande/MS, promoveu uma Loja de Mesa, também conhecida como jantar ritualístico. A sessão contou com cerca de 75 Irmãos das Loja da capital entre eles membros da Grande Loja de MS, da COMAB e do GOB-MS. O VM Ramão Avalos agradeceu a presença do Ilustre Irmão Sadi Bertin, membro do Conselho Estadual da Ordem, do VM Sidnei Antonio Arioza da ARLS Cavaleiros do Sol e de todos Irmãos. Os pratos servidos foram preparados pelos Irmãos Elizeu Franco, Geremias Rigon, Luiz Roberto Valente, Jorge Kenji Maki da ARLS Pharol do Sul nº 1971 e Luiz Adive Palmeira da ARLS 8 de Maio nº 2083, Secretário de Planejamento do GOB-MS, que ao final dos trabalhos foram saldados pelo VM Irmão Ramão Avalos.















































































segunda-feira, 17 de agosto de 2009

ORDEM DeMOLAY CHEGA AO BRASIL

A Ordem DeMolay se estabeleceu no Brasil graças aos esforços do Maçom Alberto Mansur, que tomou conhecimento da Ordem em 1970, através da leitura do “The New Age – July 1969”, comemorativo do cinqüentenário da Ordem. Percebendo a suma importância desta instituição, e a necessidade de preencher uma vital lacuna na Maçonaria brasileira, o sonho de trazer a Ordem para o Brasil foi despertado.
Após diversos contatos com o Supremo Conselho Internacional da Ordem DeMolay, Alberto Mansur, conheceu pessoalmente em 1974, o Soberano Grande Comendador Norte-Americano George A. Newbury, que participava da VII Reunião dos Soberanos Grandes Comendadores das Américas, realizado no Rio de Janeiro, a quem revelou seu desejo de fundar a Ordem DeMolay no Brasil.
Alberto Mansur em seu primeiro relatório oficial como Soberano Grande Comendador do Supremo Conselho do Grau 33 do Rito Escocês Antigo e Aceito (REAA) da Maçonaria para a República Federativa do Brasil, anunciava como meta a instalação da Ordem no Brasil.
Passados cinco anos sem êxitos, Mansur conheceu em Boston, em 1979, o então Grande Mestre Internacional C.C. “Buddy” Faulkner, grande líder e entusiasta da Ordem, que imediatamente confiou em Mansur, autorizando a fundação da Ordem DeMolay no Brasil, e nomeando-lhe, em 1980, Membro do Supremo Conselho Internacional e Oficial Executivo da Ordem DeMolay para o Brasil.
Desta forma, foi fundado em 16 de Agosto de 1980 o primeiro capítulo da Ordem DeMolay no Brasil, na cidade do Rio de Janeiro, sob o patrocínio do Supremo Conselho do R.E.A.A., com o título de “Capítulo Rio de Janeiro da Ordem DeMolay nº 01”.

domingo, 16 de agosto de 2009

Dr. Fadel, nosso Grão-Mestre Ad Vitam

O comando do 6º Distrito Naval, em Ladário/MS, realizou vários eventos em comemoração ao 144º aniversário da Batalha Naval do Riachuelo, data magna da Marinha Brasileira. A Cerimônia cívico militar foi a principal atividade entre as comemorações, as quais contaram com a presença do Governador do Estado de Mato Grosso do Sul Irmão André Puccinelli. O aniversário da batalha na realidade é no dia 11 de junho, mas as solenidades foram antecipadas em um dia. Na ocasião foram outorgadas medalhas de mérito a personalidades que contribuíram com as ações da força náutica no Estado. Entre os homenageados está nosso Grão-Mestre Ad Vitam, o procurador de Justiça do Estado, Fadel Tahjer Yunes.
O Irmão Fadel ingressou no Ministério Publico em 1980 e exerceu o cargo de Procurador-Geral de Justiça de 1994 a 1998, em dois mandatos consecutivos. Considerado um dos mais influentes Procuradores-Gerais na história do MPE de MS, que para ele “É um sustentáculo da Democracia e do Direito”.
Iniciado em 15 de janeiro de 1965 na Loja Pharol do Norte n° 356 do GOB-MS, Grau 33 em 14 de outubro de 1975. Em 15 de setembro de 1975 recebeu a mais alta distinção do Grande Oriente do Brasil, a medalha Ordem Dom Pedro I. Foi fundador do nosso Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul, onde foi delegado nos anos de 1973 a 1979 e Grão Mestre de 1980 a 1990 e 1995 a 1999, Presidente da Academia Maçônica de Letras de MS de 1999 a 2001.