domingo, 18 de abril de 2010

Ordem Militar da Cruz Vermelha de Constantino

Esta ordem é considerada por muitos maçons como um dos objetivos a ser alcançado na Maçonaria.A ordem na sua forma atual, foi fundada em 1865. O nome é derivado da lenda do imperador romano Constantino. Em sua luta pelo poder com seu rival Maxêncio, ele recebeu uma visão um pouco antes da batalha de Saxa Rubra. Nesta visão Deus lhe deu ordem para fornecer a todos os seus soldados uma Grande Cruz Vermelha, a fim de obter a vitória. Constantino fez isso e ganhou. Como resultado, converteu-se ao cristianismo.
Graus da Ordem:
Cavaleiro da Cruz Vermelha de Constantino:
Este grau relata a história bem conhecida de Constantino, o Grande, o imperador romano que foi miraculosamente convertido à fé cristã. Ele fala de sua visão divina, a instituição de uma forma especial, a sua posterior vitória sobre o rival Imperador Maxêncio e a criação do que é reivindicado para pertencer a instituição mais antiga de Cavalaria cristã. A substância do grau desenvolve em torno da doutrina secreta associados à Lábaro, a bandeira da vitória, enquanto as preleções contém uma referência muito interessante para o Colégio Romano de Arquitetos. Todos os assuntos regulares do Conclave são tratados no grau da Cruz Vermelha de Constantino, enquanto o Santuário e Comenda são apenas para conferir os graus acessórios.

Cavaleiro do Santo Sepulcro:
A tradição afirma que este Grau teve origem após a descoberta da verdadeira Cruz de Cristo por Santa Helena, mãe de Constantino. Ele é referente aos três dias intermediários entre a crucificação e a ressurreição. È dito que esta Ordem de Cavalaria foi instituída pela mãe de Constantino, para manter guardado o Lugar Santo e é simbolizada na cerimônia por uma vigília sobre o Santo Sepulcro. Os Cavaleiros são instruídos sobre execução das sete obras de misericórdia. Cavaleiro de São João Evangelista: Este é o segundo dos graus que são sempre atribuídos em conjunto e é fundado sobre uma tradição relativa a uma descoberta notável feito nas ruínas do Templo de Jerusalém e a subseqüente fundação dos Cavaleiros de S. João. A interpretação da lenda é de natureza muito interessante e instrutiva e é marcante na sua tentativa de explicar a maçonaria simbólica e cerimônias do Arco Real em um sentido puramente cristão. Podem ingressar nessa Ordem apenas os Irmãos que são Companheiros do Arco Real e que proclamam a trabalhar em nome da Tri-Unidade(Trindade).
Os capítulos locais são chamados de Conclaves. O primeiro conclave holandês foi fundado em 1985.
Em 1990, os conclaves holandês e belga, formaram a Divisão Benelux, sob a autoridade do "Grande Conclave Imperial".
No final de 2002, a Divisão Benelux tinha oito Conclaves:• Aetas nr Aurea. 384, Leiden• Corona Veritatis nr. 396, Bilthoven• Roterodamum nr. 400, Rotterdam• nr Brabo. 405, Antuérpia (Bélgica)• Flandria nr. 407, Terneuzen• Non Nobis nr. 408, Amsterdam• Constanter nr Fidelis. 422, Kampen• Saintre WAUDRU nr. 434, par Velaines Celles (Bélgica)

Paramentos Quando se é instalado como um Companheiro Cavaleiro, o paramento consiste em uma faixa roxa e jóia usada no peito:
(o avental não está mais em uso)















Ao chegar ao status de Cavaleiro do Santo Sepulcro e de S. João Evangelista, um novo paramento é adotado, que predomina sobre todos os outros paramentos. No caso de um companheiro de Cavaleiro da Ordem, que compreende uma jóia, usada no peito esquerdo junto à de Constantino, que mostra uma águia negra, apoiando um losango preto vinculados por uma faixa dourada (cordão), e carregado com duas cruzes douradas, uma dentro da outra suspensa por uma fita branca. A faixa branca é de seda preta com borlas, e ostentando o símbolo de uma águia de cor negra (como na jóia), o emblema circular de São João em prata, e um losango preto (como na jóia).







Um Comandante ou Comandante Passado usa uma jóia no peito esquerdo (como, um Cavaleiro Templário) suspensa de uma fita branca, apoiando uma Cruz Negra de Jerusalém, em cima uma coroa imperial preta. A faixa usada é a de um Cavaleiro, com a adição de uma Águia.



Diretoria Divisional
U
m Oficial Divisional usa uma jóia similar a o Comandante ou Comandante Passado, enquanto que sua faixa tem acabamento carmesim, e leva o nome da divisão (em vermelho) em um arco entre a Águia e o emblema de São João.











Grande Diretoria
A Grande Diretoria um colar, no qual está suspe
nsa a jóia, com a Aguia em talha dourada, em cima uma coroa imperial em vermelho e ouro, apoiando uma grande Cruz, com uma cruz diagonal Flory os ângulos em ouro, com uma cruz de Jerusalém preta dentro de uma argola, com a menção "Grande Conselho" em ouro. A faixa é a de um comandante, mas com borlas de ouro e diferenciadas por uma fronteira de trança preta com duas faixas de ouro, a Coroa Imperial de vermelho e dourado, o emblema da águia e de São João em ouro, e o emblema da cruz potente (como sobre a jóia) em preto.

Fraternalmente, Wagner Veneziani Costa





















Um comentário:

  1. Oi, sou Mestre Instalado e Grau 33. Estou como Grande Bibliotecário do Supremo Conselho do Grau 33 do REAA da Maçonaria para a República Federativa do Brasil. Me interessei pela Ordem Militar da Cruz Vermelha de Constantino. Aqui no Brasil já está instalada. Como ter informações complementares. Obrigado. Fernando Bacellar - 21 39715464 / 21 81323605 e-mail: fernandobacellar@hotmail.com

    ResponderExcluir