domingo, 12 de dezembro de 2010

Os 178 Anos do Supremo Conselho do Grau 33 para o REAA


O Registro dos 178 anos do Supremo Conselho do Brasil do Grau 33 para o Rito Escocês Antigo e Aceito, transcorridos no último dia 12 de novembro.

Sua importância se dá por fazer parte não somente da história da Maçonaria, mas da história do Brasil. Sua estrutura arquitetônica, no Campo de São Cristóvão, na cidade do Rio de Janeiro, e suas repartições internas são dignas de serem consideradas verdadeira obra de arte, tamanha a sua beleza e riqueza, desde o mobiliário às cores de suas salas, museu, biblioteca, Câmaras, tudo com muito requinte e beleza.

Sendo este importante órgão pessoa jurídica de direito privado e uma instituição maçônica de caráter iniciático, filosófico, educativo e filantrópico, sem finalidade lucrativa, com jurisdição em todo território nacional, é digno de ser visitado pelo público em geral e, principalmente, pelas escolas, para que a juventude possa conhecer esse importante monumento situado na Cidade Maravilhosa.

Sua importância para a Maçonaria se dá pelo fato de lá ter sido a sede do Grande Oriente do Brasil, quando situado ainda na Rua Lavradio, 97, até o ano de 1976.

É uma Potência regular, legal, legítima e reconhecida internacionalmente, com vistas à integração da Maçonaria Universal em acordo e respeito aos seus postulados próprios.

Conforme consta de seu site oficial, sua fundação, “em 12 de novembro de 1832, deu-se por intermédio de FRANCISCO GÊ ACAIABA DE MONTEZUMA, o Visconde de Jequitinhonha, autorizado que fora por uma Carta-Patente expedida em 1829 pelo então Supremo Conselho dos Países Baixos, atual Bélgica, quando Montezuma se encontrava exilado na Europa desde 1823, em face de seu descontentamento com a situação política à época reinante no governo do Império.

Em seu retorno ao Brasil, em 1831, após abdicação de D. Pedro I, pôde Montezuma desenvolver todos os atos necessários para a instalação do nosso Supremo Conselho, o que veio a ocorrer no ano seguinte.

Sua doutrina, que tem por base as Grandes Constituições Gerais de 1762 e 1786, com as resoluções aprovadas em congressos internacionais posteriormente realizados, é fundamentada na hierarquia de 33 (trinta e três) graus do Rito Escocês Antigo e Aceito, sob o lema ‘DEUS MEUNQUE JUS’”.

O Supremo Conselho do Brasil é administrado por um grupo de membros denominado Sacro Colégio, presidido e dirigido por um Soberano Grande Inspetor Geral do Rito, com o título de Soberano Grande Comendador, eleito pela maioria absoluta dos membros dessa Administração.

Atualmente, é conduzido sob a batuta competente do Soberano Enyr de Jesus da Costa e Silva.

Como Membro Efetivo, a partir de 2011, terei a honra de colaborar diretamente com a Secretaria de Cultura do Supremo Conselho e participar de modo mais atuante na revista “Graal”, com a publicação periódica de textos históricos da ARS – Quatuor Coronati, que s
erão traduzidos para a língua portuguesa.

No dia 3 de dezembro de 2010, tomei posse da cadeira nº 12 da Academia Maçônica de Artes, Ciências e Letras do Grande Oriente do Brasil e fui agraciado com o Diploma de Membro Fundador da referida Instituição.

Escolhi como nome, “Montezuma”, numa homenagem ao Supremo Conselho, pela oportunidade e carinho que tem recebido dessa Instituição, na pessoa ilustre do Soberano Enyr de Jesus da Costa e Silva, que tem conduzido o Supremo Conselho com todo empenho, não medindo esforços para que o trabalho seja sempre o melhor possível.

Parabenizo, portanto, todo esse trabalho digno de louvor, e saúdo o nosso Soberano Enyr de Jesus da Costa e Silva, todos os seus Delegados Litúrgicos e Diretores dos Órgãos e Corpos, bem como os seus Membros do Sacro Colégio e Membros Efetivos do Supremo Conselho:

1. Alberto Mansur,
2. Alvaro Francisco Canastra,
3. Antonio Carlos Barbosa Ramos,
4. Bernardino Coelho Pontes,
5. Bruno de Bonis,
6. Carmelino Souza Vieira,
7. Cid Ney Filardi Ramos,
8. Cláudio Roque Buono Ferreira,
9. Edeson Domingos de Oliveira Rosa,
10. Emílio Sanches Dimitroff,
11. Gilson da Silva Monteiro,
12. Henrique Miranda dos Santos Moura,
13. Hudson Domingos Apolônio,
14. Ignácio Queiroz,
15. João Luiz Torres Neto,
16. Josué Morais de Oliveira,
17. Laurentino Quintão Souza,
18. Mario Sergio Nunes da Costa.
19. Nilson dos Reis Leitão,
20. Olavo de Oliveira,
21. Otacílio Rodrigues de Alcântara,
22.Paulo Cesar Alves Bernacchi,
23. Porfírio Rodrigues Câmara,
24.Stenelio Rodrigues de Freitas,
25.Wilson Corrêa de Souza Neto,


Fraternalmente,
Wagner Veneziani Costa
Membro Efetivo do Supremo Conselho do Brasil do Grau 33 para o REAA








































segunda-feira, 8 de novembro de 2010

As Ordens de Aperfeiçoamento Maçônico

Meus Caros Irmãos,
Minhas Cordiais Saudações...

As Ordens de Aperfeiçoamento Maçônico, compostas das seguintes Ordens estabelecidas, REGULARES E RECONHECIDAS no MUNDO Inteiro, estão em pleno desenvolvimento no Brasil, são elas:
1 - Grande Loja de Mestres Maçons da Marca do Brasil;
2 - Antiga e Honrosa Fraternidade de Nautas da Arca Real do Brasil;
3 - Supremo Grande Capítulo de Maçons do Arco Real do Brasil;
4 - Grande Priorado do Brasil - Ordem dos Cavaleiros Templários
Ordem dos Cavaleiros de Malta

O texto abaixo foi retirado das palestras realizadas por Wagner Veneziani Costa.

Primórdios da Maçonaria:
É improvável que o atual sistema da Maçonaria tenha tido qualquer relação com a construção do templo de Salomão. Aquele monumento de arquitetura foi aceito pela Maçonaria como um símbolo e as muitas referências a ele são puramente simbólicas. Lembre-se de que o objetivo da Maçonaria não é ensinar história, mas sim verdades morais. Ninguém sabe quando ou onde se originou a Maçonaria. Não existem registros para mostrar os primórdios da fraternidade. Muitos elementos contribuíram para seu crescimento e desenvolvimento. Deus plantou no coração do homem um desejo de buscar a sociedade de seus companheiros e este anseio por companheirismo foi um grande fator contribuinte nas origens da Maçonaria. Por necessidade de construir uma forma de abrigo da inclemência do tempo, veio a arte da construção ou da arquitetura, e isso formou o plano ou o material com o qual a Maçonaria foi desenvolvida. Em diversas partes do velho mundo serão encontradas ruínas de construções colossais que foram erigidas por associações de homens mostrando que foram unidos para levar a cabo seus planos. Na Idade Média, havia grupos de trabalhadores especializados trabalhando pela Europa, e envolvidos na construção de grandes catedrais. Entre esses trabalhadores especializados, a Maçonaria assumiu uma forma bruta de fraternidade e, a partir desse humilde começo, através de um longo processo de desenvolvimento temos a Maçonaria de hoje. Existem muitas provas de que o atual sistema da maçonaria especulativa teve seus inícios nas antigas guildas de trabalho dos franco-maçons viajantes. Essas diversas sociedades tiveram um forte crescimento até o início do século XVII, quando eles tiveram dificuldade de se manter por causa da falta de operações de construções. No ano 1717 eles mudaram suas regras para admitir homens de todas as profissões e isso marca o início do atual sistema da Franco-Maçonaria filosófica ou especulativa. Alguns homens muito sábios tomaram os diversos materiais e implementos da arte operativa e através de um sistema ímpar de símbolos e alegoria desenvolveram a Maçonaria da qual desfrutamos.
Nenhuma organização de tão alta importância é tão pouco compreendida como a Maçonaria. Não é uma ordem no sentido em que aquele termo é aplicado às sociedades secretas do período, mas sim uma Sociedade, Fraternidade, Irmandade ou Instituição. Não é um clube, pois ela não diverte. Não é um sistema de sinais e apertos de mãos para um uso conveniente, pois ela não oferece nada no sentido de benefícios para doenças e morte, há não ser um devido preparo mental e filosófico. Na cerimônia pela qual você passou lhe foram dadas muitas definições sobre a Maçonaria. Algumas delas, talvez, foram mais ou menos entendidas. Disseram a você que é um sistema de antiga instrução moral hieroglífica ensinada por tipos, emblemas e figuras alegóricas, a forma antiga e primitiva de ensinar aos homens. Reduzir isto a uma linguagem mais simples seria dizer que a Maçonaria é um sistema de moralidade disfarçado de alegoria. Mas definir a Maçonaria na linguagem mais simples possível seria dizer que é a ciência e a arte de viver corretamente. Como ciência, ela tem a ver com a descoberta e classificação desses princípios que visam a conduta moral correta; a arte diz respeito a viver esses princípios antes do mundo. Tudo indica que os homens que formularam a Maçonaria tinham em mente a ideia de uma fraternidade cuja moralidade satisfaria sua concepção de uma vida religiosa e que seria mais bem exemplificada em suas relações diárias com o mundo e uns com os outros. Na Maçonaria podemos encontrar uma mistura das melhores filosofias de todo o mundo. Isso não significa que aqueles velhos filósofos que vocalizaram essas verdades eram Maçons, mas significa que os homens que formularam a Maçonaria colecionaram as melhores vocalizações dos bons e sábios homens do passado e as cimentaram em um belo mosaico e o chamaram de Maçonaria.

Um Pouco dessas estruturas:
Grande Loja de Mestre Maçom da Marca do Brasil - GOB
Conhecida também como o Grau da Amizade. A Sessão é dividida em duas partes: O candidato passa pelo cerimonial onde é reconehcido como Homem da Marca e posteriormente é Avançado como Mestre Maçom da Marca.
O Grau da Marca era um complemento do grau de companheiro. Nessa ocasião era costume, um companheiro de pedreiro, escolher uma marca que fosse diferente de todas usadas por quaisquer outro naquela Loja.
A Lenda do grau é singularmente instrutiva e bem fundamentada nas declarações das Sagradas Escrituras. Seu maior ensinamento é que "a educação é o prêmio do trabalho que contém uma mensagem dramática - de que a fraude nunca poderá ser bem-sucedida."
A sua estrutura e qualificação é assim:
Venerável Mestre;
Primeiro Vigilante;
Segundo Vigilante;
Mestre Supervisor;
Primeiro Supervisor;
Segundo Supervisor;
Capelão;
Tesoureiro;
Fiel de Registro;
Secretário;
Diretor de Cerimônias;
Primeiro Diácono;
Segundo Diácono;
Guarda Interno e
Guarda Externo.

Antiga e Honrosa Fraternidade de Nautas da Arca Real do Brasil - GOB
Esse grau é um dos mais lindos e ricos em instruções, talvez por isso, estimulou a Grande Loja de Mestres Maçons da Marca a tomar a ação decisiva de colocar esse Grau/Ordem sob sua proteção.
A Elevação, nesse grau comemora a providência e misericórdia de Deus e relata a lenda do dilúvio. Referência tomada diretamente do volume das Sagradas Escrituras. Se por um lado o grau da Marca é conhecido como o Grau da Amizade, Nautas da Arca Real é sem sombra de dúvida, o Grau do Amor Fraternal.
Para você ser elevado nesse Grau é necessário ter sido Avançado no Grau da Marca.
Os principais oficiais dessa Loja representam Noé e seus dois filhos, Sem e Jafé.
A Estrutra e qualificação é assim:
Venerável Comandante (Noé);
Primeiro Vigilante (Jafé);
Segundo Vigilante (Sem);
Capelão;
Tesoureiro;
Escriba;
Diretor de Cerimônias;
Primeiro Diácono;
Segundo Diácono;
Esmoler;
Guarda Externo e
Guarda Interno.

Supremo Grande Capítulo dos Maçons do Arco Real do Brasil - GOB
Por muitos anos o Arco Real foi praticado como suplemento do Terceiro Grau.
Era considerado pelo Antigos como um quarto grau. Mas os modernos possuíam uma postura totalmente nova para esse grau. É descrito por muitos historiadores como sendo, "a mais sagrada parte da Maçonaria, sendo sua raiz, coração e essência."
Também é considerado como a conclusão do sistema da Maçonaria Simbólica.
Para ser Exaltado nessa Ordem, você precisa ser Mestre Maçom de uma Loja Regular e Reconhecida pelo GOB.
A cerimônia se desenvolve em uma época muito posterior ao término do glorioso reinado do Rei Salomão. O Templo de Jerusalém tinha sido destruído, o reino da Judeia fora divido e os membros de suas tribos, rendidos...
A Babilônia finalmente caiu sob o comando de Ciro, o Grande, tornando-se parte do poderoso Império Persa, e esse dirigente extraordinariamente humano liberou os judeus do cativairo e os convidou a retornar a Jerusalém para começar a recosntrução do Templo.
O restauro dos segredos genúinos de um Mestre Maçom é fornecido pela lenda com a contribuição de uma descoberta momentosa feita por trabalhadores, e desse fato produz uma das mais interessantes e instrutivas explicações da natureza de Deus.
O reconhecimento do Arco Real era enssencial para a Unificação das Duas Grandes Lojas. dos Antigos e dos Modernos. Isto foi alcançado pela ambiguidade do texto da declaração preliminar do Livro das Cosntituições, que afirma que a pura e antiga Maçonaria consiste de três graus e não mais, ou seja, Aprendiz, Companheiro e Mestre Maçom, incluindo a Suprema Ordem do Danto Arco Real.
As lições condidas no ritual nos faz lembrar a retomar o camino do encontro com Deus, tal qual no Livro das Sagradas Escrituras, de onde vêm as nossas palavras, lembrando-nos da misericórdia e do perdão de Deus.
Devemos sempre ter em mente que a Maçonaria é um sistema peculiar de moralidade velada em alegorias e ilustrada por símbolos. E também que os nosso rituais são baseados em lendas e não em fatos. Por isso devemos, cada um de nós, interpretaro que realmente foi "perdido e depois encontrado..." Devemos interpretar as palavras no sentido metafísico... Como se a palavra encontrada fosse algo como:
Descobrindo alguma coisa como se pela primeira vez...
Pensar metafisicamente é pensar, sem arbitrariedade, enm dogmatismo...
A estrutura e qualificação é assim:
Primeiro Principal - Zorobabel
Segundo Principal - Ageu
Terceiro Principal - Josué
Escriba Escras - Secretário
Escriba Neemias
Tesoureiro
Diretor de Cerimônias
Esmoler
Principal Forasteiro
Primeiro Assistente de Forasteiro
Segundo Assistente de Forasteiro
Guardião.

Grande Priorado do Brasil -
Grande Priorado das Ordens Unidas - Religiosas, Militares e Maçônicas - do Templo e de São João de Jerusalém, Palestina, Rodes e Malta do Brasil.
Essa Ordem é dividida em dois graus, por assim dizer.
Os Cavaleiros Templários e os Cavaleiros de Malta.
Ambas são dirigidas pelo Grande Priorado do Brasil - GOB.
Para ter ingresso e ser Instalado (armado)nessa Ordem é necessário você ter sido Exaltado como Companheiro no Arco Real e professar a fé na Santíssima Trindade.
Temos notícias que em 1791 houve a união de sete acampamentos independentes, foi realizado o primeiro Conclave da ordem, como a conhecemos hoje. As assembleias onde os Cavaleiros Templários se reúnem são conhecidas como Preceptórios e que as dirije são os Preceptores. As assembleias de Cavaleiros de Malta são conhecidas como Priorado e quem as dirije de Prior.
A Cerimonia é realizada num Templo que representa uma capela.
A estrutura e qualificação dos Cavaleiros Templários é assim:
Eminente Preceptor
Capelão
Primeiro Guardião
Segundo Guardião
Tesoureiro
Escrivão
Marechal
Esmoler
Principal Arauto
Segundo Arauto
Capitão da Guarda
Primeiro Porta Estandarte
Capitão da Guarda
Guarda

Para ter ingresso na Ordem Cavaleiros de Malta, o Irmão tem que ter ser Mestre Maçom, Exaltado a Companheiro no Arco Real, Instalado Cavaleiro Templário.
Essa Ordem foi originalmente fundada em Jerusalém, durante a primeira cruzada, aproximadamente no ano de N.S. 1099, para dar alívio aos peregrinos que se dirigiam ao Santo Sepulcro.
Aqui também a cerimonia é representada pela passagem pelos graus de Cavaleiro de São João, incluindo o Passe Mediterrâneo. E dividida em duas Camaras, uma representando a Casa do Capítulo ou Sala do Conselho do Priorado. A outra representa a Casa da Guarda.
A cerimonia é uma forma símbolica, onde é realizada a antiga viagem que São Paulo fez indo de leste para oeste.
Ocasião onde os irmãos serão instalados como Cavaleiros de São João de Jerusalém, Palestina, Rodes e Malta.
Chegando posteriormente a Terra Prometida...

Estrutura e qualificação dos Cavaleiros de Malta é assim:
Eminete Prior
Capitão Geral
Tenente Geral
Primeiro Tenente
Segundo Tenente
Capelão
Marechal
Marechal Adj.
Hospitaleiro
Almirante
Conservador
Intendente
Depositário
Tesoureiro
Chanceler
Capitão da Guarda
Guarda

De todas elas possuimos a devida Carta Patente, dando-nos o total e amplo direito de funcionamento em nosso PAÍS.
São dezessete as Ordens praticadas e devidamente Reconhecidas na Inglaterra e estamos trabalhando para trazê-las, aos poucos para o Brasil. Muitas já estão nas vias de fato.
Nos colocamos a inteira disposição dos Irmãos...

Fraternalmente,
Wagner Veneziani Costa

domingo, 7 de novembro de 2010

Passa para o Oriente Eterno o Irmão Raimundo Ramos

O Irmão Raimundo Ramos (SOBERANO GRANDE MINISTRO DE ESTADO - Membro do Sacro Colégio do Supremo Conselho do Brasil do Grau 33 para o Rito Escocês Antigo e Aceito e Juiz do Tribunal de Justiça do GOB-Rio de Janeiro).
O Comando Militar do Leste lamentou em nota o falecimento, em 04 de novembro, do Irmão Raimundo Ramos, Assessor Jurídico.
Formado na antiga Faculdade de Direto da Guanabara e doutor em Direito Privado, desde 09 de fevereiro de 1955 integrava o Quadro Permanente do então Ministério da Guerra.
Presente no Palácio Duque de Caxias desde então, o Irmão Raimundo era Advogado-Geral da União, sendo designado para exercer a função de Assessor Jurídico do Comando Militar do Leste.
O Irmão Raimundo foi sepultado no Cemitério São João Batista, dia 5 de novembro, às 16 horas, no Oriente do Rio de Janeiro/RJ.

sábado, 6 de novembro de 2010

6º FESTIVAL DA COSTELA

Meus Irmãos,
Amanhã domingo, 07 de novembro de 2010, a ARLS Pharol do Sul nº 1971 estará promovendo o 6º FESTIVAL DA COSTELA.
Será servido costela de Bovino, Ovino e Suino no salão da ALOF – Área de Lazer dos Oficiais na Base Aérea (1º entrada sentido centro-bairro) em Campo Grande/MS.
O Venerável Mestre Eliseu conta com a presença dos Irmãos de Campo Grande que além de saborear um delicioso churrasco podem praticar o dever maçônico da beneficência.
INFORMAÇÕES - (67) 9981.2410 - Kenji

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Loja de Mesa comemorativa aos 30 anos da ARLS 8 de Maio 2083 do GOB-MS

Meus Queridos Irmãos,
A ARLS 8 de Maio 2083 - Benfeitora da Ordem, tem a honra de convida-los para abrilhantar com sua presença, a Loja de Mesa(Banquete) Alusivo aos 30 anos desta Oficina, a realizar-se no próximo dia 04 de novembro de 2.010 às 20:00 horas, em nosso templo sito a Rua Spipe Calarge nº 2.411 no Oriente de Campo Grande/MS.
Gostaríamos que suas Lojas se fizessem presentes. Por termos limite de lugares, as adesões devem ser feitas com o Ir∴ JOSÉ LUIZ YULE por meio do telefone 3387 1151 ou Ir∴ EDUARDO AYUB 9224 7986 e ainda por e-mail: edayub@terra.com.br
Certos de contar com a valorosa presença dos Irmãos rogamos ao G∴A∴D∴U∴ que os ilumine e guarde, aproveitando da oportunidade para tranmitir-lhes o nosso T∴F∴A∴.

Fraternalmente,

EDUARDO A. AYUB
VENERÁVEL MESTRE

domingo, 31 de outubro de 2010

Consagração de Loja de Marca e Preceptório Templário no GOB-MG

No dia 22 de Outubro, sexta-feira, a Grande Loja de Mestres Maçons da Marca do Brasil Consagrou a Loja de Mestres Maçons da Marca Belo Horizonte. A Cerimônia foi conduzida pelo Grão-Mestre, Soberano Wagner Veneziani Costa e contou com a presença e auxílio do Grão-Mestre Assistente Gerson Magdaleno e dos Grandes Oficiais Cezar Alberto Mingardi, Saulo Ortega Trevisan, Luiz Philipe Ferreira de Oliveira, Antonio Elian Lawand Jr, Mário Holderegger, Edison Costiuc, Paulo Roberto de Medeiros, Antonio de Deus Gavioli, Edison Luiz da Rocha Lopes e José Rosa de Souza Neto.
Participaram da Sessão várias autoridades do GOB-MG, dentre os quais o Eminente Irmão Amintas Araújo Xavier, Grão-Mestre do GOB-MG, o Poderoso Irmão Eduardo Teixeira Resende, Grão Mestre Adjunto do GOB-MG, além dos Veneráveis Irmãos, Márcio Corrêa Fernandes, Marcos Maia, Júlio César da Costa, Geraldo Rodrigues da Cruz e José Antônio de Freitas, Carlos Costa, dentre muitos outros.
No dia 23 de Outubro, sábado, o Grande Priorado do Brasil Consagrou o Preceptório Belo Horizonte. Conduziu a Cerimônia o M.A.D.E. Grande Senescal, Cavaleiro Wagner Veneziani Costa, sendo auxiliado pelo A.E. Cavaleiro Gerson Magdaleno, Grão-Prior do Templo e pelo D. E. Cavaleiro José Rosa de Souza Neto, Grande Vice Chanceler do Grande Priorado do Brasil.
Participaram da Cerimônia os seguintes Grandes Oficiais do Grande Priorado do Brasil: Cezar Alberto Mingardi, Saulo Ortega Trevisan, Luiz Philipe Ferreira de Oliveira, Antônio Elian Lawand Jr, Mario Holderegger, Edison Costiuc, Paulo Roberto de Medeiros, Antonio de Deus Gavioli e Edison Luiz da Rocha Lopes.
A Sessão contou com a presença de várias autoridades do GOB-MG, destacando-se entre eles o Grão-Mestre do GOB-MG, Eminente Irmão Amintas de Araújo Xavier, o Grão-Mestre Adjunto do GOB-MG, o Poderoso Irmão Eduardo Resende e dos Veneráveis Irmãos Cavaleiros Márcio Corrêa Fernandes, Marcos Maia, Júlio César da Costa, Geraldo Rodrigues da Cruz e José Antônio de Freitas, Carlos Costa, dentre muitos outros.
No final da Cerimônia o M.A.D.E. Grande Senescal, Wagner Veneziani Costa, fez a entrega ao Eminente Amintas Xavier de uma espada templária, presente do Eminentíssimo e Supremo Grão-Mestre do Grande Priorado do Brasil, Mario Sergio Nunes da Costa.
As duas Cerimônias transcorreram dentro dos preceitos contidos em seus respectivos Rituais, num ambiente de profunda paz, fraternidade e harmonia. A Grande Loja de Mestres Maçons da Marca do Brasil e o Grande Priorado do Brasil, desejou aos Irmãos filiados do GOB-MG, Peticionários da Loja de Marca e do Preceptório Templário, muito sucesso e prosperidade, aproveitou a oportunidade para agradecer a recepção e carinho com que foram tratados nesse período que estiveram em Belo Horizonte.
TFA,
Departamento de Comunicação das Ordens de Aperfeiçoamento Maçônico

























































































sábado, 23 de outubro de 2010

Academia Maçônica de Letras lamenta a passagem para o Oriente Eterno do Irmão Cláudio Valério


Enlutada, a Academia Maçônica de Letras de Mato Grosso do Sul (AMLMS) lamenta o passamento (para o Oriente Eterno) do nosso estimado Irmão e valoroso confrade Cláudio Valério da Silva, que era o titular da Cadeira nº 24 da AMLMS, cujo Patrono é Rubens Cardoso.

Aos familiares e amigos, nossas condolências. Descanse em paz, confrade Cláudio Valério.
AMLMS

ADEUS A CLÁUDIO VALÉRIO DA SILVA

Vai, Irmão Cláudio Valério,
leva teu sorriso franco
para a imensidão dos céus...
Em teu pégaso branco,
rompe as amplidões azuis
e percorre as sendas perfeitas do infinito...
Qual altivo viajor,
desvenda os sublimes mistérios
do Oriente Eterno.

Vai, Irmão Cláudio Valério,
cavalga os elísios serenos
brincando com estrelas...
Escala as torres douradas
na plenitude do tempo cósmico,
ante a cintilação suprema
dos impulsos da essência...

Vai, Irmão Cláudio Valério,
contempla em tua viagem
os incólumes sóis e plenilúnios...
E esparge a brandura
do teu semblante de paz
pelas paragens edênicas
que te levarão ao mirante justo
onde erguerás a taça dos invictos
e viverás o re/início da existência!

Vai, inesquecível Irmão Cláudio Valério...
Descansa na morada dos imortais!

RUBENIO MARCELO
(Da Academia Maçônica de Letras de MS)
21/10/2010

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Passa para o Oriente Eterno o Irmão CLAÚDIO VALÉRIO DA SILVA

Meus Irmãos! É com profundo pesar que comunicamos que o Irmão, Cláudio Valério da Silva, com 55 anos, do Oriente de Anastácio/MS, passou ao Oriente Eterno em decorrência de uma parada cardíaca, por volta das 3h30 desta madrugada, no Hospital Proncor da Capital, onde estava para fazer exames médicos de rotina.
A informação é de nossa cunhada, Severina da Silva, primeira-dama do município, pois nosso Irmão era Prefeito Municipal, que o acompanhava. O Irmão Valério já havia sofrido infarto, anos atrás, tendo sido submetido à operação para implantação de pontes de safena.
O Irmão Cláudio Valério da Silva nasceu na Colônia do Pulador, em Anastácio, no dia 5 de julho de 1955, às 10h da manhã. Era professor, radialista - fez vários programas nas rádios Difusora e Independente de Aquidauana; nesta, apresentava o "Dia de Domingo" -, poeta e escritor. Seu segundo livro, publicado em 2002, pela Editora Alvorada, foi "Breve História de Anastácio - A Margem Esquerda".
Foi criador e grande incentivador da "Festa da Farinha de Anastácio", cuja quinta edição foi realizada em 8 de maio deste ano, dia do aniversário do município. A festa tinha a participação dos moradores da Colônia Pulador, formada por migrantes nordestinos. Tornou-se um dos grandes eventos do Mato Grosso do Sul, graças ao seu empenho.
Foi iniciado em novembro de 1985 na Loja Caridade e Ordem de Nioaque nº 669, e em 1995 funda a Loja Generosidade e Amor nº 2939, sendo o seu primeiro Venerável Mestre. Em 2001 é agraciado com o Titulo de Benemérito da Ordem, pelos relevantes serviços prestados à maçonaria. È eleito Deputado Estadual para o período 2001/2003 e reeleito para a PAEL trabalha para o fortalecimento daquela casa de Leis, onde é Presidente durante o período 2008/2009 e inicia um ciclo de mudanças que hoje mantém forte e atuante o legislativo do GOB-MS. Era integrante da Academia Maçônica de Letras do Mato Grosso do Sul.
Seu corpo deverá ser trasladado de Campo Grande para Anastácio nesta manhã. O velório será na Câmara de Vereadores, a partir das 10h.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

PROMOÇÃO DA LOJA UNIÃO, FORÇA E TRABALHO DO GOB-MS EM CAMPO GRANDE/MS

Meus Irmãos,
Neste próximo domingo, 17 de outubro de 2010, a ARLS União, Força e Trabalho nº 3266 estará promovendo delicioso churrasco em prol da Afrangel -Associação Franciscana Angelinas.
As Irmãs Angelinas trabalham para a promoção humana de crianças de 0 a 15 anos, portadoras do HIV (AIDS) e de 115 famílias de soropositivos, advindos de todo o estado de Mato Grosso do Sul; visitas às famílias que moram em Campo Grande, em regime aberto, diariamente. A casa se preocupa em dar assistência espiritual, médica, psicológica, educacional, terapêutica e odontológica.
O Venerável Mestre Alex conta com a presença dos Irmãos de Campo Grande que além de saborear um delicioso churrasco podem praticar o dever maçônico da beneficência.
INFORMAÇÕES - (67) 9222.8115 - Alex

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Grande Loja de Mestres Maçons da Marca do Grande Oriente do Brasil Por Wagner Veneziani Costa

A cada um é dado um estojo de ferramentas
Uma massa disforme e um livro de regras,
E cada um deve fazer seu tempo fluir.
Uma pedra de tropeço, ou uma pedra de degrau.
(anônimo, século XVIII)

Esse é apenas um pequeno resumo que escrevi, retirado das obras intituladas " O Grau da Marca" de David Mitchell e da obra: Conte-me Mais Sobre o grau da Marca do Rev. Neville Barker Cryer, ambas da Madras Editora, contando um pouco da História do Grau da Marca, agora apresento a Cronologia retirada da mesma fonte...
“Senhor, um homem deveria manter a sua amizade em constante reparo”. (Dr. Samuel Johnson, 1755)
O Grau da Marca tornou-se uma Ordem Independente (Regular) na Inglaterra.
Podemos afirmar que o Grau da Marca é uma sequência do terceiro grau, contendo profundos significados simbólicos e filosóficos e esta ligado a construção do Templo do Rei Salomão. Apesar que a escolha da Marca era uma parte importante em acréscimo ao Grau de Companheiro.

Na construção do Templo do rei Salomão foram empregados mais de 110 mil operários e para que eles pudessem ser identificados por seus Oficiais Superiores - para que cada porção de seu trabalho pudesse passar pelo mais cuidadoso exame e para que cada Artífice pudesse receber com pontualidade a recompensa pela sua obra e habilidade - esse grupo imenso de trabalhadores foi dividido em 1.100 Lojas de Companheiros e de Aprendizes, estando estes últimos sob a superintendência dos primeiros, que lhes ensinavam o ofício; e a todos estes presidiam 3.000 Menatschim, Supervisores ou Mestres - Três em cada Loja.

Cada um desses homens (Aprendizes, Companheiros e Mestres) recebia um salário. E para que não recebessem em duplicidade, ou que não recebessem mais do que lhes era devido, criaram uma Marca para cada um dos operários e esses por sua vez, tinham que esculpi-las ou gravá-las numa pedra talhada. Os Mestres da marca eram conhecidos como "Artífices Perfeitos". Deste seleto grupo eram escolhidos os Supervisores. Adoniran, que era Supervisor, foi selecionado para preencher a vaga decorrente da morte de Hiram Abiff. Adonhiram era, de fato, o Supervisor Chefe dos operários empregados nas florestas do Líbano.

Tantos os Artífices como os demais, certamente, recebiam seus salários no Templo: Os Aprendizes recebiam seus pagamentos em trigo, vinho e óleo; os Artífices em espécie.

O Supervisor conhecia "bem" a Marca de cada um dos seus operários. Era assim, que o exame do trabalho apresentado era comparado com as plantas. Se a pedra estivesse correta e em conformidade às plantas, o Supervisor colocava sua própria Marca sobre a peça examinada e aprovada. Que logo era içada e instalada em seu lugar. Além da Marca do Supervisor indicar a exata localização da pedra, um malho de madeira era tudo o que era necessário para alinhá-la, firme e permanentemente, em sua devida posição.

Assim, as Marcas dos Maçons (pedreiros) representavam uma ajuda fundamental no gerenciamento das funções administrativas, financeiras, produtivas e de controle de qualidade. A Marca era portanto a identidade (assinatura) daquele operário específico. Os progressos e a eficiência na construção dependiam então, de uma boa comunicação e de bom relacionamento entre os trabalhadores, do respeito aos administradores, além do entusiasmo e prazer no trabalho. Todas estas qualidades dependiam, por sua vez, da Marca dos Maçons.

A história antiga nos dá conta de que a colocação de uma marca em um produto acabado não era uma prática restrita aos pedreiros. Podemos encontrá-las facilmente nas Cerâmicas gregas, egípcias, romanas; em obras de ouro e de prata etc. Na Irlanda, Inglaterra e País de Gales, Marcas de Maçons podem ser encontradas em pedras de Catedrais, Igrejas, Castelos e outras edificações medievais.

Douglas Knoop descreveu: "Ponte entre a Maçonaria (da Marca) Operativa e a Especulativa, com uma das pontas - a do lado Operativo - bem apoiada na Escócia, e a outra - a Especulativa - na Inglaterra."
A herança da Maçonaria Operativa e da Maçonaria da Marca é tão brilhante e empolgante como uma Arte, principalmente devotada a propósitos religiosos e a criação de belas edificações, e sempre tendo em mente a perfeição. O Juramento feito pelos nossos antigos Irmãos nos Colégios ou Guildas em Roma, comprometendo-se a se ajudarem mutuamente e a socorrer qualquer Membro em ¬necessidade ainda consta de nosso Ritual. Essa é a mensagem predominante dirigida a cada novo Mestre Maçom da Marca ao ser felicitado pelo Venerável Mestre por ocasião de seu Avançamento a esse respeitável e honroso Grau na Maçonaria.
O Grau de Mestre Maçom da Marca continua vivo como um perene monumento aos antigos operários e artífices que iniciaram a Obra do Grande Supervisor com a construção do Templo do Rei Salomão, e àqueles que assim ainda continuam fazendo, não apenas na Pedra, mas na construção e na consolidação nas relações entre homens de bem e nas amizades duradouras.
Pouquíssimos Maçons do Simbolismo conhecem a rica História do Grau da Marca e a sua legendária ligação com Jerusalém; ou por que esse Grau mereceu a reputação de “Grau Amigável”. Como Mestres Maçons da Marca, podemos ajudar na divulgação e na informação das razões que originaram esta merecida reputação, ao dedicarmos uma atenção especial ao nosso trabalho no Templo, tendo um bom conhecimento de sua História e desenvolvimento, e uma amistosa ânsia de oferecer respostas permissíveis àqueles verdadeiramente interessados.
Possivelmente, todos os Maçons que lerem este texto acharão bastante interessante a relação apresentada a seguir, que assinala alguns importantes eventos no Desenvolvimento e Progresso da Maçonaria a partir da construção do Templo do Rei Salomão até a formação da Grande Loja da Marca. Algumas datas são controversas; no entanto, elas se baseiam em confiáveis documentos escritos por ilustres Maçons, tais como: R. F. Gould, L. Vibert, R. C. Davies, D. Knoop e D. P. Jones, bem como no Masonic Year Book (o Anuário Maçônico) e, assim, podem ser aceitas como razoavelmente corretas.
Cronologia
A.C.
957 — Concluída a construção do Templo do Rei Salomão.
714 — Collegia Artificium — o Colégio dos Artífices, Guildas Romanas, ou Corporações de Artífices, instituída em Roma.
587 — Destruição do Templo do Rei Salomão por Nabuzardã sob ordens de Nabucodonossor. Ao todo, os cercos a Jerusalém somam um período de vinte anos. Estima-se que um total entre 500 mil e 1 milhão de israelitas tenham sido deportados para a Babilônia.
539 — Ciro liberta os judeus de seu cativeiro. De acordo com Josephus, somente 50 mil retornaram a Jerusalém, sob o comando de Zorobabel, para a reconstrução do Templo; destes, cerca de 30 mil eram homens adultos; os demais eram ¬mulheres e crianças. Muitos teriam optado em ficar na Babilônia. Estima-se que 150 mil se dispersaram por todos os países vizinhos, onde haveriam de se estabelecer, construindo suas casas e Sinagogas.
169 — O Templo de Zorobabel literalmente destruído por Antiochus Epiphanes, irmão do rei da Síria.
D.C.
20-26 — Herodes – o Grande, pai de Herodes Antipas (sob quem sofreu Cristo), era um famoso construtor. Ele assumiu o ambicioso desafio de restaurar o Templo à sua antiga glória. O Segundo Templo reconstruído ficou conhecido como o Terceiro Templo e foi, finalmente, destruído pelos romanos, sob o império de Tito, em 70 D.C.
45-107 — Ocupação da Bretanha pelos romanos.
800-1500 — As Sociedades de Arquitetos Livres e Operativos, conhecidos como Franco-Maçons (não os Artesãos comuns), oriundos dos Collegia Artificium, surgiram como Freemasons na Inglaterra, como Steinmetzen na Alemanha, e como Compagnonnage na França. Essas Sociedades eram secretas e operativas, engajadas nas construções eclesiásticas e em outras construções. A Franco-Maçonaria, tal como hoje é praticada, remonta àquela Fraternidade.
Os Monges agiam conforme a capacidade dos Arquitetos e dos Mestres na planificação e planejamento dos edifícios, e supervisionavam a sua construção. Dessa forma, tanto os não-operativos, como os operativos, se tornaram “Aceitos”.
926 — Assembleia Anual de Maçons Operativos, realizada em York, sob a presidência de Edwin, filho de Athelstan. A Antiga Loja de York alega ter a sua origem nesta Assembleia. (vide 1726)
1 292 — Primeira referência conhecida denominando como “Loja” o local de trabalho dos Maçons Ingleses.
1390 — (+/-) Manuscrito Regius (ou Poema Regius), contendo as “Antigas Instruções”. Primeira menção conhecida da palavra “Franco-Maçom”.
1410 — (+/-) Manuscrito Cooke, contendo as “Antigas Instruções”.
1530— Os Estatutos de Edward III mencionando a palavra “Franco- Maçom”.
1563 — Aparece, pela primeira vez, a palavra “Franco-Maçom” impressa um livro; livro este intitulado “Dives Pragmaticus”.
1598 — Descoberto o mais registro da Franco Maçonaria no Livro de Atas da Loja Escocesa Aichison Haven,
1646 — Elias Ashmole feito Franco-Maçom uma Loja de Warrington. Ele escreve em seu diário que nas Guildas (Operativas) da Pedra e Franco-Maçons, o Candidato tinha de ser “Iniciado” antes de poder aprender o seu Ofício.
1650 — (+/-) O Manuscrito Sloane e o Manuscrito Harleian fazem referência à “Palavra de Maçom”.
1705 — Os Registros da Grande Loja de York mostram que, já naquela data, existia uma Constituição separada, com um Presidente e um Vice-Presidente.
1714 — Marca um período de transição, quando os Maçons Especulativos se tornaram tão numerosos e importantes, que chegaram a sobrepujar a Organização dos Operativos.
1717 — Citada e convocada a Grande Loja, tendo Anthony Sayer como Grão-Mestre. Esta Grande Loja ficou, mais tarde, conhecida como a dos “Modernos”.
1718 (+/-) — Os Graus de Aprendiz e de Companheiro reunidos em um só Grau, ou ambos os Graus trabalhando em conjunto. Estes dois Graus compondo toda a Maçonaria Simbólica.
1723 — Primeiro exemplar da Constituição (modernos), publicado pelo Dr. Anderson, no qual apenas dois Graus são mencionados: Primeiro, o de Aprendiz, e o Segundo, o de Companheiro ou Mestre. As Instruções e Preleções corrigidas, omitindo referências diretas ao Cristianismo e com uma visão mais ampla sobre as qualificações religiosas.
1725 (+/-) — Reconhecido o Terceiro Grau como um Rito Aceito, com os seus assuntos separados dos Graus anteriores e das suas lendas. Incorporação da lenda de Hiram Abiff ao Ritual. Criada a Comissão de Caridade.
1726 — Encontrados registros desse ano mostrando a Grande Loja de York reivindicando a sua origem a partir da Grande Assembleia de York, em 926 D.C.; portanto de maior antiguidade do que a Grande Loja de Londres (de Modernos), de 1717. A Antiga Loja de York precede a própria Grand Lodge of all England.
1738 — Edição revisada do Livro de Constituições (Modernos) publicada pelo Dr. Anderson, no qual os três Graus são reconhecidos: Primeiro Grau, o de Aprendiz; Segundo Grau, o de Companheiro; Terceiro Grau, o de Mestre.
1744 — O Arco Real sendo trabalhado, pela primeira vez, como uma cerimônia em separado.
1751 — Uma “Grande Loja da Inglaterra” é formada em concordância à antiga Instituição. Os seus Membros se autodenominavam “York”, “Atholl”, ou “Antigos”. “York” porque diziam preservar as verdadeiras tradições, tal como os Maçons da velha Loja de York, das Lojas Operativas e das suas Antigas Instruções; “Atholl” em razão de seu Grão-Mestre, o Duque de Atholl; e “Antigos” por se declararem bem mais antigos do que os “Modernos”. Uma guerra aberta foi declarada pelos “Modernos” (Grande Loja original, de 1717) aos ¬“Antigos”.
1755 — Publicada a Edição Revisada do Livro de Constituições (“Modernos”).
1756 — Laurence Dermott publica o primeiro Livro de Leis, ou Constituição dos “Antigos”, sob o título de Ahiman Rezon or a Help to a Brother (mais corretamente: Voluntary Brethren)
1766 — Edição revisada do Livro de Constituições (Modernos).
1769 — Primeiro Registro da Maçonaria da Marca em um Corpo de Maçonaria Especulativa; aparece nas Atas de Abertura do Capítulo da Amizade, ora com o nº 257, em Portsmouth; presente o Pró-Grão-Mestre Thomas Dunckerley, que investiu diversos Irmãos como Maçons da Marca, fazendo com que cada um deles fizesse a sua “Escolha da Marca”.
1776 — Sagração do ‘Freemasons’ Hall, na Great Queen Street, Londres.
1781 — HRH Henry Frederick – Duque de Cumberland, é eleito Grão-Mestre.
1789 — Os “Modernos” elaboram um detalhado Ritual de ensinamento moral, baseado no LSE e em seu primeiro Livro de Constituições.
1790 — HRH George – Príncipe de Gales (posteriormente, Rei George IV), é eleito Grão-Mestre.
1809 — Uma base de acordo encontrada entre “Modernos” e “Antigos”.
1813 — HRH George, príncipe regente (posteriormente, rei George IV) renuncia ao Grão-Mestrado, assumindo o título de Grão- Patrono. O HRH duque de Sussex é eleito Grão-Mestre. Sessão de União de “Modernos” e “Antigos”. Em 25 de novembro, o HRH Grão-Mestre duque de Sussex, e o HRH duque de Kent — Grão-Mestre da Grande Loja Antiga ou Atholl, assinam os Artigos da União.
1851 — A Loja de Mestres da Marca Bon-Accord realizam a sua primeira Sessão em Londres.
1856 — Formação da Grande Loja da Marca.
1857 — Lorde Leigh, Primeiro Grão-Mestre da Grande Loja da Marca.

Fraternalmente,
Wagner Veneziani Costa
Grão-Mestre da Grande Loja da Marca do Grande Oriente do Brasil

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Passou para o Oriente Eterno o Irmão Raimundo Rodrigues

Passou para o Oriente Eterno, neste domingo 03 de outubro de 2010, o Irmão Raimundo Rodrigues
Raimundo Acreano Rodrigues Albuquerque / Raimundo Rodrigues — Nasceu na Vila Seabra (hoje Tarauacá), no Estado do Acre. Filho de José Marques de Albuquerque Sobrinho e Odília Rodrigues de Albuquerque. Iniciou sua vida literária em Goiás, quando teve seu romance Riachão, premiado pela Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos. Reside em São Paulo.
Obra — Riachão, romance. São Paulo: Gráfica Revista dos Tribunais, 1956; Trovas do ontem e do hoje.
O grande feito do autor Irmão Raimundo Rodrigues foi trazer à tona as várias correntes filosóficas absorvidas pela Maçonaria e que, de certa forma, as tem traduzido literalmente. O questionamento filosófico, assim como a ciência não se restringe ao que é aceito democraticamente, mas mesmo contrário às correntes de pensamento vigentes, o pensador se aprofunda e mostra o que vê e sente, seja aceito ou não.
Seu corpo foi velado na GLESP Grande Loja do Estado de São Paulo, na rua São Joaquim 138, no Bairro da Liberdade, São Paulo/SP.

domingo, 26 de setembro de 2010

O MAÇOM MARCOS JOSÉ DA SILVA

Era final de novembro de 2008, o momento era de expectativa. Nosso CA (Centro Administrativo) estava finalmente concluído, para entregarmos aos Maçons do Grande Oriente do Brasil – Mato Grosso do Sul planejávamos uma grande festa. Uma festa que pudesse demonstrar o quando estávamos felizes por ter conseguido concluir parte de nosso projeto para o GOB-MS.
A ocasião requeria muitos convidados, e o ponto alto seria a presença do nosso Soberano Grão Mestre Geral Marcos José da Silva. As negociações para a presença do soberano foram iniciadas e finalmente agendamos a data, seria dia 12 de dezembro de 2008.
Com uma agenda bastante apertada nosso Soberano Irmão Marcos, chega a Campo Grande na manhã do dia 12 de dezembro, após o encontro com nosso Eminente Grão Mestre Estadual Irmão Gessírio Domingos Mendes, fomos para o almoço, o local escolhido foi à Casa do Peixe, restaurante reconhecido nacionalmente pela elaboração de pratos à base de peixe e pertencente ao nosso querido Irmão Sergio Oyadomari. Ao terminarmos o almoço com uma conversa agradável, o Irmão Marcos diz-me que gostaria de visitar um Irmão que tivesse enfermo. Nesse momento senti a grandeza de caráter do Maçom Marcos José da Silva, todos estávamos pensando em ir para nossos lares a fim de fazermos a sesta, coisa comum no lugar, e nosso Soberano em busca de praticar os mais sagrados preceitos de nossa Ordem, confortar os Irmãos em momentos difíceis.
Lembrei-me então de um Maçom com quem tive a honra de conviver e conhecer sua história, Edson Gianotti, membro da ARLS Edificadores de Templos nº 2013, agora enfermo e com pouca mobilidade, liguei para a cunhada, Glorinha, que alegre pelo contato, relatou que o “Gia” iria ficar muito contente com a visita. Ao chegarmos à residência do Irmão Gianotti fomos gentilmente recebidos pela cunhada Glorinha, carioca, tal qual nosso Soberano, e iniciou-se uma agradável conversa junto ao Gianotti.
Despedimo-nos e o Irmão Marcos, pede-me para levá-lo ao hotel, pois teria que ver seus e-mails e estudar a edição do Ritual da Marca, que o Irmão Gerson Magdaleno havia revisado e fazer alguns contatos.
A inauguração do Centro Administrativo chamado de Barão de Batovi, em homenagem ao primeiro Venerável Mestre de Mato Grosso do Sul, estava prevista para as 20 horas, passo no hotel ás 18 horas e nosso Soberano já está a postos.
A solenidade acontece, o Irmão Marcos recebe o Titulo de Visitante Ilustre, concedido pela Câmara Municipal de Campo Grande, uma grande festa, banda da Policia Militar, autoridades civis e maçônicas. Passamos ao salão de festas para o jantar, uma deliciosa obra prima da culinária de Campo Grande. O Soberano deveria participar na manhã do dia 13 da sessão da Poderosa Assembleia Estadual Legislativa do GOB-MS, porém uma noticia vinda de Brasília, antecipa sua volta.
O voo sai às 03h50min horas, e prontifico-me a levá-lo, independentemente de sua vontade. Despedimo-nos e vejo entrar na sala de embarque um dos maiores Maçons que conheço, algo que não se deve ao cargo que ocupa, e que para mim deve ser cultuado com um Rei, pois ser Grão Mestre de uma potência maçônica como o Grande Oriente do Brasil, além de conduzir milhares de homens livres e de bons costumes, é participar dos destinos do país.
Um maçom que pratica a solidariedade humana sem ostentação, sem vaidade, sem orgulho, com a verdadeira humildade maçônica, guardando deste ato profundo segredo; e que agora indevidamente eu exponho.


Luiz Adive Palmeira
MI da ARLS 8 de MAIO 2083 – GOB-MS
CAMPO GRANDE/MS

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Fundação do 41º Preceptório em Santos/SP









GRANDE PRIORADO DO BRASIL ORDENS UNIDAS RELIGIOSAS, MILITARES E MAÇÔNICAS DO TEMPLO E DE SÃO JOÃO DE JERUSALÉM,PALESTINA,RODES E MALTA

É com imensa alegria que anunciamos a fundação do Preceptório Véritas, 41 na cidade de Santos/SP. Parabenizamos todos os envolvidos na fundação, os Preceptores que foram devidamente instalados e demais oficiais, pela posse. A Sessão foi realizada sob fortes emoções, a Consagração do Templo e Instalação dos Preceptores foi conduzida pelo M.A.D.E. Grande Senescal, Cav. Wagner Veneziani Costa, GCT, Cav. Grão Prior do Templo Cav. Gerson Magdaleno CCT e contou com a presença do Past GM Manuel de Oliveira Leite, GCT e dos Grandes Oficiais: José Rosa de Souza Neto, Roberto Expedito Casemiro, José Cherington das Neves Boarin, Mario Holderegger, Christian Marcucci, Cássio Araújo Borges, Edson Costiuc, Eduardo Alvarez Ferreira, Tulio Prata, Paulo Roberto de Medeiros, João José Viana, Adler Friozi entre outros. Nesse ato o Grande Priorado do Brasil, das Ordens Unidas Religiosas, Militares e Maçônicas do Templo e de São João de Jerusalém, Palestina, Rodes e Malta como a única Ordem REGULAR e RECONHECIDA em todo o Território do Brasil, concedeu a Carta Patente ao Preceptório Véritas, 41.